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Spoilers

Spoiler Zone da Semana: as volta de Supernatural, Smallville e Entourage e muito mais

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Cena de Supernatural

Na semana dos dias 15 a 21 de setembro tivemos nos Estados Unidos mais alguns retornos. Além de House (que ganhou um texto maior, leia aqui), Smallville e Supernatural retornaram com novas temporadas, repletas de mudanças.

A coluna da semana traz ainda reviews de 90210, Fringe, Privileged, Gossip Girl, One Tree Hill, Bones, Prison Break, Terminator: The Sarah Connor Chronicles e do final de temporada de Weeds. Completa a coluna, comentários sobre a quinta temporada de Entourage, que estreou no início do mês nos EUA. Tem de tudo, confira!

Supernatural: Lazarus Rising (4×01)
Exibição: 18/9/2008
MVP: Jensen Ackles

Dean está de volta! Supernatural está de volta, e ainda mais enigmática. Para quem acompanhou a eletrizante temporada passada, vimos que, depois de um pacto para salvar Sam, Dean foi mandado para o inferno. Antes disso, o Portão do Inferno também foi aberto pelos irmãos e um número incalculável de demônios foram soltos. Lazarus Rising pode representar a redenção, ou ressurreição, de Dean Winchester porque, agora, Supernatural não tem um enfoque apenas em demônios e no Inferno. Deus também entrou na história, assim como tudo o que envolve Fé e Crença.

Esse começo de temporada não poderia ser melhor. Os elementos da série continuam bem dispostos: os rituais, o suspense, as tiradas de humor entre Dean e Sam além, é claro, de um bom suspense. Por isso, nada melhor do que ver o episódio de madrugada. E a história desse capítulo foi a volta de Dean, a maneira como ela aconteceu. É impossível algum demônio ter simplesmente tirado-o do inferno. Por essa razão, toda a “classe” demoníaca está procurando explicações do que realmente aconteceu, assim como Sammy e Bobby, que não acreditam quando o vêem. O próprio Dean pensou que o seu irmão havia feito um pacto para que ele fosse libertado. Mas está muito longe disso.

O que realmente aconteceu é que Dean tem um trabalho a ser feito. Deus está convocando os seus serviços e enviou o Anjo Castiello para transmitir isso. Razão e Fé se misturam, mesmo não estando implicitamente diposto no episódio e nos diálogos. Apesar disso, o próprio Castiello questiona a Crença de Dean, quando este não acredita que ele seja um Anjo do Senhor, enviado por Deus à Terra. Dean esteve sempre preocupado em caçar demônios e por isso nunca imaginou que um dia estaria “trabalhando” para um ser superior que ele nunca acreditou que existisse. (Vinícius Silva)

Fringe: The Old Same Story (1×02)
Exibição: 16/9/2008
MVP: John Noble

Com ajuda de House – que foi para as noite de terça, às 20h – o segundo episódio de Fringe duplicou a audiência em relação à fraca estréia. Porém, a mudança de horário de House para ajudar Fringe pode ser um equivoco gigantesco da Fox, pois a emissora está sacrificando seu melhor programa roteirizado – e de maior audiência – em um horário patético.

Tudo isto, para ajudar uma série que até agora não mostrou que merece tal apoio. O primeiro episódio de Fringe estabeleceu um ritmo constante, boa historia – com algumas falhas de roteiro normais para estréia – e um clima tenso. Não foi eficiente em tudo, mas demonstrou poderia ser um sucesso.

Mas, após The Old Same Story, é possível que boa parte dos espectadores conquistados do horário de House prefiram assistir outro canal na próxima semana. Seria compreensível após a péssima trama apresentada no segundo episódio do show.

Todas as tentativas de estabelecer um clima de tensão falham, a história é cheia de clichês e não é bem conduzida por Paul A. Edwards – diretor de vários episódios de Lost (o excelente Cabin Fever, por exemplo) e Heroes.

A impressão que fica durante os 45 minutos é a de quando chegaremos ao clímax, em que alguma coisa surpreendente acontece e muda o rumo da história. Fato que não acontece, esperamos por algo que não chega.

A trama do episódio não é muito plausível, embora a série não tente ser. Por exemplo, como é possível “produzir” sentinelas humanos fora do útero, qual a relação do envelhecimento acelerado com o processo, porque a “produção” continua mesmo com a evidente falha técnica e porque todas as experiências são clones?

Além disso, partes da premissa do show começam a incomodar por não trazerem respostas ou sugestões mais claras, como o estranho interesse do Departamento de Segurança Nacional e da Dinamic e Massive Dynamic em Olivia Dunhan, ou como se interroga os mortos – fato que deveria ter sido abordado, já que foi deixado um gancho na estréia. (Gabriel Bonis)

Terminator: The Sarah Connor Chronicles: Automatic For The People (2×02)
Exibição: 15/9/2008
MVP: Summer Glau

Apesar do episódio dessa semana não ter sido tão bom quanto o de semana passada, ele introduziu não só uma nova personagem como algumas coisas interessantes a serem consideradas. Quanto a nova personagem, por enquanto eu acho que ela é do bem, mas se de repente for um exterminador, ou algo parecido, não vou ficar nem um pouco surpresa. Gostei da química dela com John, que ele está finalmente crescendo e buscando cada vez menos a aprovação de sua mãe. A coisa do “você pensa muito sobre o futuro” e ela dando um robôzinho pra ele foi legal também. A única parte estranha dessa trama foi Riley passar a noite na casa de um garoto que ela acabou de conhecer. Essa menina não tem pais?

Mas o que me deixou realmente pensando foi a mudança no comportamento de Cameron. Ela está só um pouco mais “lenta” depois da explosão? Ou de alguma forma está mais “humana” e tendo suas próprias idéias? E quem são as pessoas de quem ela falou? Que não vão gostar do John a ter ressucitado? Eu imagino que seja simplesmente a resistência, no futuro. Se eu não me engano, em algum episódio da temporada passada, mostraram que nem sempre o pessoal fica tão feliz com a “intimidade” que John parece ter com as máquinas.

Ponto fraco do episódio? A trama da fábrica nuclear não foi das mais emocionantes, e senti que serviu mais pra abordar uma futura morte da Sarah do que qualquer outra coisa. (Julia Mathias)

Cena de Smallville

Smallville: Odyssey (8×01)
Exibição: 18/9/2008
MVP: Allison Mack

Odyssey parece ter sido o começo de grandes mudanças. Só espero que estas mudanças sejam verdadeiras e duradouras. Apesar disso, não foi dos melhores inícios de temporada da série. Acho que um dos grandes problemas de Smallville é que eles têm a tendência de solucionar tudo muito rápido. Há assunto suficiente para dar uma esticadinha, mas eles teimam em terminar tudo no primeiro episódio. Eis o meu medo de que as coisas voltem à mesmice. Por outro lado, esse episódio deu ares de que Clark finalmente saiu do seu mundinho particular, parou de se preocupar com seu próprio umbigo e deu um novo passo rumo ao seu futuro. Clark, Lois e Planeta Diário: estava mais do que na hora.

A trama em si foi simples: Clark e Lex desaparecidos e todo mundo tentando encontrá-los. Chloe presa e os bad guys explorando uma nova habilidade (QI ultra desenvolvido, o que, sinceramente, eu acho muito mais a cara dela do que o poder de cura) e a apresentação de uma nova (suposta) vilã, Tess. Definitivamente esta mulher não é uma personagem à altura do que foi Lex Luthor.

Foi estranho ver a nova abertura. Várias caras novas e uma certa melancolia de não ver mais Kristin Kreuk, Michael Rosenbaum e Laura Vandervoort. E Clark, bom, infelizmente voltou ao velho azul e vermelho. Acho que as melhores cenas foram as pré-flechadas. Maravilhoso vê-lo de jeans, camiseta branca e camisa azul acinzentado. (Mica)

Bones: Man In The Outhouse (04×03) e The Finger In The Nest (04×04)
Exibição: 10 e 17/9/2008
MVP: não informou

Não me foi pedido que falasse de Man In The Outhouse (semana passada pisei na bola e não enviei o texto), mas como deixar de fora o episódio que teve: a mais irritante assistente ever (Daisy); um corpo encontrado no meio de galões de cocô; Brennan saindo com dois homens ao mesmo tempo (e que homem era aquele enrolado na toalha?); Brennan e Booth em uma sessão de terapia das mais curiosas.

E foi o episódio em que Brennan e Booth parecem ter recebido uma bigorna na cabeça quando a pergunta que está no ar é: por que os dois não arrumam alguém com quem queiram subir ao próximo estágio?

E, se tudo der certo, ele foi a confirmação de que Bones funciona em uma crescente: um não tão bom primeiro episódio, um bom segundo episódio, um melhor terceiro episódio e um realmente ótimo quarto episódio.

The Finger In The Nest foi um episódio ótimo: teve um ótimo crime a ser desvendado, trouxe questionamentos sobre a alma humana (se é que podemos chamar de humanos quem faz aquilo com os pobres cães), Brennan e Booth afinadíssimos, um pouco de vida pessoal dos membros da equipe, Cam desfilando sua elegância. Foi daqueles episódios de não desviarmos o olhar.

Teve os diálogos de Brennan e Booth que eu mais adoro, quando tem humor e conflito, quando as diferenças dos dois aparecem, mas se complementam. E ainda fiquei surpresa com a identidade do assassino. Um Bônus. (Simone Miletic)

Prison Break: Eagles & Angels (4×04)
Exibição: 15/9/2008
MVP: William Fichtner

Foi apenas o quarto episódio, e eu já me vi cansado dessa temporada – mesmo tendo gostado de seu início. Quando Sarah recebe a notícia de que Bruce Bennet fora assassinado, eu me toquei no quão longe já foi essa coisa toda: depois de fugir da prisão, o grupo mais heterogêneo possível se juntou numa operação do governo pra destruir a Companhia, responsável pelas mortes de Veronica, o pai de Lincoln e Michael, a mãe de LJ, Whistler e uma outra centena de pessoas, incluindo o Governador de Illinois (pai de Sarah) e até mesmo o presidente dos Estados Unidos (que fora substituído pela vice, que saiu ao dizer estar com câncer e não ouvimos falar mais nada sobre o assunto… mas quem se importa, certo?)

Claro que eu sabia de toda essa cadeia de eventos, mas ao ver Lincoln, Michael (que não para de sangrar pelo nariz) e Mahone (William Fichtner já se tornou maior que Prison Break e tá merecendo algo melhor) usando roupas de policiais num evento cheio de tiras pra roubar os dados de um cartão… Eu não sei, algo ativou meu senso crítico. A série tem sua virtude ao colocar os personagens em situações extremadas e com cara de beco sem saída, mas depois de tanto tempo, isso vem cansando. E mudando a característica de alguns personagens: Bellick não é um assassino sangue-frio, mas sua reação ao salvar Lincoln de um agente da Companhia foi bastante diferente de seus tempos de carcereiro, ou de quando fazia sua caça ao tesouro no segundo ano – em que, inclusive, matou um colega carcereiro.

E o Terminator Wyatt, que voltou a fazer uma vítima, um informante de Donald Self (feito por um apagado Michael Rapaport), localizou o paradeiro de Sarah, enquanto essa sumiu por umas horas do galpão do governo (?) pra beber após receber a notícia de morte de Bruce, e ter o cartão de crédito roubado. Ehr… sou eu, ou não seria melhor o governo retirar os pertences do grupo no início dessa operação? Bem, não faz mal. Furos fazem parte da série. Furos que atrapalharam até o reencontro de T-Bag com o pessoal. Ele logo sumiu de vista e conseguiu esconder o livro de Whistler, apesar de ser encurralado por Lincoln, Mahone e Michael, numa situação de impossível escapatória. Mas também, quem manda eu ainda acreditar nesses becos sem saída? E em tempo: a melhor coisa do episódio, disparada, foi o decote da recepcionista da empresa GATE. (Thiago Sampaio)

Cena de Privileged

Privileged: All About Honesty (1×02)
Exibição: 16/9/2008
MVP: Joanna Garcia

Honestidade é mesmo importante. Ainda mais quando você é tutora de uma adolescente que te odeia e está só esperando uma oportunidade de te dizer o quanto você é hipócrita, e por isso não devia estar dando conselhos a ninguém. Com certeza Megan aprendeu essa lição nesse episódio, já que negar a existência da sua família a levou não só a cair ainda mais no conceito de Sage, mas também criar um problema de confiança com sua chefe.

Privileged nesse episódio, assim como no piloto, mostrou que é possível ter uma série teen divertida sem precisar ser uma cópia de Gossip Girl, e todos os seus escândalos. Não que eu não goste deles, mas eu fico feliz que a série tentou se diferenciar indo não só pro lado mais cômico, mas também mais inocente das séries teen. Apesar de Sage e Rose serem tão ricas quanto Serena e Blair, não parecem estar tão envolvidas com o mundo do sexo, drogas e rock’n’roll.

A única reclamação que eu tenho até agora é que o personagem do Charlie poderia ser usado bem mais. Foi até legal essa semana, as meninas o usarem pro seu planinho, mas acho que os escritores deviam dar uma trama mais específica pra ele, e não deixar o personagem orbitando em volta da Megan e “coincidentemente” aparecendo em todo lugar que ela vai. Fora isso, Privileged continua divertida, e cada vez mais diferente das suas séries irmã na CW. (Julia Mathias)

One Tree Hill: Get Cape. Wear Cape. Fly. (6×03)
Exibição: 15/9/2008
MVP: Betthany Joy Galleoti e Sophia Bush

Perdas. A perda da vida, da liberdade, da segurança e do amor. “Ávida é curta”, esse foi o tema do episódio. O assunto discutido e que a série conseguiu mostrar tão graciosamente. Sei que meu texto não será tão lindo e tocante quanto o de Samantha Walker, mas será tão sincero quanto.

Vocês conhecem a música “Seasons of Love”do musical Rent? Ela pergunta como podemos medir a vida de uma pessoa. Pelos amigos, pelos amores, pela família, pela saudade, pelos minutos. A resposta é incerta, seria tudo ou nada.

Esse foi um episódio realmente para se emocionar, para chorar, para lavar a alma e acreditar sempre na vida e nunca mais duvidar dos roteiristas. Ter fé no futuro e na certeza que o melhor ainda está por vim.

Fiquei surpresa com o teor dramático deste episódio. Geralmente algo desta grandeza só acontece no meio da temporada, não no seu início. E é por esse motivo que One Tree Hill está no seu auge, esta série nunca para de surpreender.

E Betthany com sua Haley me surpreendeu e Sophia Bush está sempre crescendo com a sua Brooke se tornando, pelo menos em minha opinião, a melhor atriz do seriado.

Estou mais que ansiosa para o desenrolar desta primeira parte da sexta temporada. Estou louca para que a babá psicopata desapareça ou que Dan a mate. Mal posso esperar para o casamento que todos aguardam deste do episódio piloto, mas que aconteça logo para que Peyton e Lucas vivam felizes para sempre. Mas, mais que tudo, torço para que Brooke encontre a sua felicidade. (Bárbara Reis)

90210: The Bubble (1×04)
Exibição: 16/9/2008
MVP: Jessica Walter

Será que a magia era pouca e só durou três episódios? Ou será que foi só um tropeço? Pelo que sei a impressão geral foi a mesma que a minha: o quarto episódio de 90210 foi muito fraco.

Os defeitos pareceram imensamente destacados, nenhuma trama realmente chamou a atenção e nem a revelação do verdadeiro pai do filho de Kelly (Dyllan, que, vamos assumir, era em quem todo mundo apostava) serviu para animar a história, nem a volta de Tabhita pode nos fazer sorrir. As cenas da vovó ajudando na peça de escola me pareceram forçadas demais apenas para justificar o convite feito a Brenda Walsh para dar uma ajudinha na escola.

Outra forçada: Ryan perguntando sobre o ex de Kelly para Brenda e isso causando um stress entre as duas. Ela é amiga de Kelly e não dele pra ele já se abrir que nem mala velha pedindo ajuda. A motivação da sequência de cenas foi soltar o nome do Dylan na história e sem a perspectiva de vê-lo em West High isso nem foi tão emocionante. Timing, tudo uma questão de timing. (Simone Miletic)

Cena de Entourage

Entourage: The Fantasy Island e Unlike a Virgin (5×01 e 5×02)
Exibição: 7 e 14/9/2008
MVP: Jeremy Piven

The boys are back. Um ano após o finale do quarto ano finalmente descobrimos que o projeto da vida do Vince, “Medellin”, foi realmente um fracasso e será lançado diretamente em DVD.

Na ordem cronológica dos fatos seis meses se passaram após o episódio em Cannes e vemos Vince vivendo em exílio em alguma ilha no México, no melhor estilo Survivor – só que com garotas gostosas e com Turtle atrás pegando suas sobras.

O primeiro episódio da temporada gira em torno de Eric e Ari tentando fazer Vince voltar para o ‘mundo real’ após ele receber uma proposta para estrelar um filme chamado “Danger Beach”. Só que, na ânsia de fazer o amigo voltar para Hollywood, Ari não percebe estavam apenas usando Vince para forçar Emile Hirsch a fechar contrato com um valor menor. Ou seja, Vince voltou de sua preciosa ilha por nada.

O destaque do episódio é sempre para o true genio Jeremy Piven que merece um prêmio sempre que aparece na telinha.

No segundo episódio vemos que Vince continua desempregado e sem perspectiva de um futuro, o fazendo tomar atitudes drásticas em sua carreira que não condiz com seu caráter. Ele está pronto para dançar conforme a música se ainda quiser ter uma chance em Hollywood.

Johnny Drama mais uma vez põe tudo a perder por conta de suas infantilidades e caprichos. Por causa de um ciúme besta ele vê romance virtual com a francesa Jacqueline descer pela descarga a abaixo.

Os negócios de Eric parecem que darão uma guinada após o gnomo encontrar um outro roteiro indie, que o faz ter esperanças de novo após o fiasco de “Medellin”. Vince se recusou a fazer parte dele após escutar os conselhos de Ari para que ele procure um filme de verdade. Ele então tentará vender o projeto para um grande estúdio e eu tenho certeza de que eventualmente Vince acabará participando dele, pois a ordem de Ari é procurar um bom filme de estúdio. Com isso, Eric acabará matando dois coelhos com uma cajadada só. Mas será que os dois amigos estarão preparados para outro eventual fracasso?

A atriz Leighton Meester (a Blair, de Gossip Girl), o ator e produtor da série Mark Wahlberg e o premiado cantor Tony Bennett participaram do episódio. (Eric Fernandes)

Gossip Girl: Never been Marcused (2×03)
Exibição: 15/9/2008
MVP: Leighton Meester

Será que os produtores não aprenderam com a temporada passada que dar carga dramática ao personagem de Chace Crawford é inútil, já que ele não tem talento para segurar uma trama desse porte? O dramalhão de Nate, que agora inclui novamente um romance que tem a intenção de ser um segundo “Dan e Serena” com Vanessa só se salva por estar completamente interligado a inescrupulosa Duquesa e a mais bitch ainda Blair. Com os melhores diálogos, melhores cenas e melhor atuação, Leighton Meester dominou a cena mais uma vez. Já Dan e Serena pareceram mais coadjuvantes sem utilidade, e num clichê terrível, foram obrigados a resolver suas diferenças por causa de um encarceramento em um elevador. Eu sequer entendo eles terem voltado, mas tanto faz, porquê se tem um casal que jamais deveria ter sido, é esse. Jenny, apesar de também ter ficado alienada da trama principal, teve uma boa participação e eu cheguei a torcer por ela (convenhamos, que aquele vestido era realmente horroroso), o quê quer dizer bastante coisa vindo da pessoa que a odiou por praticamente a temporada anterior inteira. No geral, esse episódio de Gossip Girl foi ótimo e o constante aumento de qualidade que os episódios tem apresentado vêm consolidando minha fidelidade pela série. (Thaís Afonso)

Weeds: If You Work for a Living, Why Do You Kill Yourself Working? (4×13)
Exibição: 15/9/2008
MVP: Mary-Louise Parker

Nancy está grávida! Numa reviravolta surpreendente, e um ótimo gancho pra próxima temporada, Nancy revelou que está grávida de Esteban, agora se foi um golpe pra se salvar ou se ela está mesmo só saberemos na próxima temporada.

Quanto ao episódio, ele teve de tudo, simulação de suicídio que terminou em asfixia auto erótica do Doug, Silas rompendo o relacionamento com Lisa e tirando toda maconha da loja de queijos, maconha essa que foi encontrada por Shane que vendeu a droga toda junto com suas “amigas”. Andy que descobriu a tolice que Nancy fez ao entregar Guillermo e que se descobriu apaixonado por Nancy. E pra encerrar também tivemos o doce reencontro de Quinn e Celia, mãe e filha, que terminou com a menina dopando e seqüestrando a própria mãe por vingança, e claro pelo dinheiro, mas eu me pergunto será que alguém vai pagar o resgate?

Tivemos algumas cenas sensacionais como Nancy fazendo o pedido de aniversário de Silas dentro do carro, ela se tocando das suas péssimas atitudes como mãe foi demais, que show da Mary-Louise. Outra ótima cena foi o desabafo de Nancy com Andy, aonde mais uma vez o talento dela fez com que a cena fosse comovente. Realmente quando o programa está em baixa ela o leva nas costas.

Concluindo, o saldo dessa temporada talvez não tenha sido positivo, eu acredito que essa mudança de ares saindo do ambiente de Agrestic tirou muito da crítica social que Weeds fazia, e com isso se perdeu um pouco do sarcasmo e das boas sacadas da série. Acho que essa quarta temporada deu umas derrapadas e mostrou algumas contradições, como Nancy ter arriscado a vida pra entregar Guillermo, mas no fim ainda foi engraçada e foi quase do mesmo nível da terceira temporada, assim digo sem medo que eu pretendo continuar assistindo ao próximo ano. (Lucas Gandalf)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

31 Comments

  1. Carina Medeiros

    Fiquei empolgadíssima com a volta de Supernatural! Dúvidas sobre o que Sam fez durante a ausência de Dean e os motivos reais da volta deste, criam grandes expectativas para esta 5ª temporada, que promete não decepcionar!

  2. Silvana

    A volta de “Supernatural” foi excelente![2]

    One Tree Hill está D+

  3. Alessandro

    Também achei o segundo episódio de Fringe bem ruinzinho, sonolento até. Acho que um grande problema dessa série é a falta de carisma nos personagens principais.

    Em Alias tínhamos a identificação imediata com a carismática Sydney Bristow (Jennifer Garner). Lost é cheio de ótimos personagens que fazem com que nos importemos com eles. Já Fringe chega com três protagonistas sem sal, principalmente a Olivia.

    Enfim, tô achando uma decepção mas continuo na esperança que melhore um pouco ao decorrer dos próximos episódios!

    Sobre Prison Break também concordo com a crítica: embora a temporada esteja legal, parece que toda essa situação já começa a dar sinais de cansaço. Tá mais que na hora de acabar mesmo!

    E sobre True Blood? Vão falar do segundo episódio? Achei ótimo, essa série tem sido uma surpresa super agradável. Justo a série que eu não esperava nada tem sido a que mais tenho gostado no momento!

  4. Mônica A.

    Não sei se a terceira temporada de Ugly Betty já estreou nos EU, mas vocês irão falar dela no spoiler zone? Pleaaaaaaaaaase…

  5. Antonio

    Acabei de ver este episodio de Gossip Girl..estou sem palavras…cada vez melhor..so espero que nao piore…

  6. Mica

    Poxa, Alessandro, eu nunca senti carisma pela Sidney. Na verdade ela era o que eu mais odiava em Alias. Mas talvez seja coisa de meu gosto particular mesmo.

    Hey, não teve review de True Blood?? Se eu soubesse que ninguém faria eu teria feito!!!!
    Eu também gostei do segundo episódio. A série é trash até não poder mais, entretanto tem um apelo fortíssimo. Impossível não ficar doido de vontade para assistir mais. Quando o episódio terminou eu fiquei louca da vida. Queria mais!! (e olha que o episódio é bem comprido em comparação com as demais séries). Só não suporto aquela Tara e o irmão da Sookie, de resto, todo mundo me cativou.

  7. Paulo Fiaes

    one tree hill sensacional,

    e Gossip girl desisti de vez, nem esse episodio que todo mundo elogiou me animou.

    terminator ate agora tem sido a grande surpresa

    e house q foi sensacional

  8. Marco

    Fringe carece de um elenco melhor, os três protagonistas são soporíferos – destaque para o Joshua Jackson.

  9. mariana

    vendo a analise de 90210, nao concordo que tenha sido um episodio ruim, foi gostoso de se assistir assim como os anteriores.. a unica parte chata foi a briguinha ridicula de kelly com brenda, ou seja, kelly voltando a ser a chata que ela se tornou nos anos finais de temporada, e um draminha a toa para duas pessoas q ja sao adultas e alem do mais kel como sempre nao deixa ninguem falar, nem deixou brenda explicar sendo q brenda nao falou nada demais para o cara e ainda respeitou kel.

    gossip foi um otimo episodio, ja que o 2 foi pessimo.. mas ao contrario de vc, adoro dan e serena, a cena dos 2, mesmo cliche pelo elevador, foi linda.. acho que voces pegam pesado demais ao criticarem aos 2, eu só assisti gossip desde o inicio pq torci e gostei dos 2 juntos. entao nao vejo pq implicarem tanto com o casal.

    e eu gostaria de nate com vanessa, pq ela o faz ser um cara melhor, e menos chato.

    minha critica é somente, pq o draminha de separar os casais na temp passada para agora voltarem juntos..

    pra quem criou the oc, esperar um roteiro competente pra gossip vai ser muito dificil mesmo

  10. Mica

    Estava pensando em Supernatural…não gostei muito da nova Ruby. Ainda não sei se é pq eu estava acostumada com a anterior (e gostava bastante dela) ou se é pq a nova é sem sal mesmo.
    O povo anda discutindo bastante sobre a origem do Caliel. Anjo do Senhor (a mando de Deus)? Anjo caído? (o que teoricamente faria dele um demônio, mas deixa quieto) Anjo do Senhor com sua própria agenda? E sua missão? Ajudar Dean e matar Sam? Ou ajudar Dean a salvar Sam? Ou nem um nem outro mas sim uma agenda escondida?

    Gostei bastante desse segundo episódio de TSCC. Eu cheguei a dizer que gostei mais do que o primeiro, mas reviso minha opinião inicial: gostei dos dois da mesma forma. É que a sequência inicial da estréia eu não gostei muito, mas de resto eu amei.
    Não sei como pode ter gente que não gosta. Pior, não sei como a audiência pode estar baixa!!!

    Smallville: há comentários de que o poder da Chloe pode ser por causa do Brainiac. Uma espécie de absorção de quando foi possuída.

  11. Bernardo

    Smallville: há comentários de que o poder da Chloe pode ser por causa do Brainiac. Uma espécie de absorção de quando foi possuída. [2]

    Sem dúvida, concordo plenamente. Aliás, deve estar na cara que foi isso.

    Saudade de ver a Kristin Kreuk na abertura :(

  12. Lucas "Gandalf" Leal

    Bonis Fringe não é nenhuma maravilha mesmo, mas criticar a série por não abordar algo q foi um gancho do primeiro episódio é um tanto quanto imediatista…aquela cena teve um fim em si mesmo, pois já havia sido abordada durante o episódio essa possibilidade, e só demonstrou q não só é possivel como eles conseguem…
    agora claro será melhor abordado no futuro, mas não no segundo episódio!mas concordo com quem falou q falta carisma a protagonista!!!

    Ju já tinha dito no grupo, achei TSCC no mesmo nivel da semana passada, e agora a Mica concordou comigo tb =D
    mas realmente a trama nuclear foi meio tosquinha…

    quanto a PB honestamente não sei pq o povo ainda se preocupa com isso…talvez esse episódio tenha sido forçado, mas nem chegou perto do encontro dos seis portadores do cartão ou do michael voltando do nada de taxi…
    honestamente eu desisti de coerencia ou de mta realidade em PB desde a segunda temporada…então ainda me divirto mto vendo a série
    claro q as vezes me incomoda algumas coisas (como essa coisa da Sara esse episódio) mas eu relevo em nome da ação…

    Entourage voltou bem, a participação do Mark Walhberg foi bem legal…e o Piven mto bem como sempre mas eu ainda prefiro o Dillon e o seu Drama!só não gostei mto da trama do Turttle q voltou a ser o ‘encosto’ como falaram…era legal quando ele tinha aquelas tramas independentes como quando ele produzia o rapper e etc…

    Quanto a Weeds a série mudou seu estilo “Little Box” e com isso foi MTO da critica social da série…é quase como um spin-off da propria série e isso é o q mais irrita…desde o começo da temporada eu reclamo disso…ainda gosto pq continua engraçadissima a série, mas já foi MTO MTO melhor quando tinha o seu “Little Box” tanto na abertura quanto no estilo da série!…

  13. Rossana

    Hum!!! Fiquei empolgada com a volta de supernatural… mas não sei se essa coisa deus e anjos vai ser legal… acho isso um pé no saco… mas… vamos ver no que dá \=

  14. Rafa Bauer

    Achei o segundo episódio de Fringe infinitamente superior ao primeiro. A trama é mais coesa, bem escrita. O problema da série é a falta de personagens principais carismáticos. O plot principal parece interessante.

    Agora o que fica mais claro nesse segundo episódio é que Fringe descaradamente copia Arquivo X. Tá, eu sei que isso já foi dito antes, mas agora a coisa fica óbvia. Em primeiro lugar, a seqüência de abertura poderia muito bem ser de um episódio de Arquivo X, sem mudar nada. E em segundo lugar, a história foi toda tirada dos dois primeiros telefilmes de Kolchak – a mesma fonte de inspiração de Arquivo X. Quem viu a série da década de 70, viu todas as referências lá: o serial killer, as prostitutas, a prostituta tagarela, e a doença do assassino lembra o assassino do segundo telefilme (aliás, a morte deles são muito parecidas).

    Espero que a série mantenha um bom ritmo, e melhore esses personagens.

  15. Mica

    Uma série que eu estou esperando com ansiedade a estréia da nova temporada é Spooks. Alguém sabe se já tem data de estréia? Não agüento mais o suspense.

  16. Ma

    O mais aguardado por mim foi Supernatural e me surpreendi com as revelações do ep. Amei o reencontro de Sam e Dean e todo esse misterio resolvido no final de quem o trouxe de volta do inferno. Agora vamos ver o que Deus tem preparado para ele. Será que ele sera obrigado a salvar os humanos de Sam? Falando neles quais são e que “potencia” eles tem. Essa temporada tem tudo para ser excelente com todas essas perguntas a serem respondidas, foram as questões que a terceira temporada deixou em aberto devido a greve.
    Outro que não vi ainda mas quero assistir é o retorno de Bones que parece estar otimo, bem como Prison Break e quem sabe Smalville. Minha irmã viu o primeiro ep. e disse que está otimo. Mas como bem lembrado Smalville sempre começa bem e depois cai naquele marasmo.

  17. Mica

    Pois é, o que me chamou a atenção nesse início de temporada de Smallville não foi nem o episódio em si, que eu particularmente achei um dos piores inícios da série, mas sim os indícios de mudanças e as grandes promessas que ele fez. Foi um episódio que deu sim sinais de que Clark está saindo do marasmo e indo em direção ao seu destino.

  18. Ana

    Eu ainda tenho que assistir esse epi de Privileged. Essa série tá me deixando mais animada do que Gossip, além de ser bem mais engraçada.
    O cara que faz o Nate é péssimo demais, coitado. E o romance com a Vanessa não empolgou na temporada passada e, bom, nem vai empolgar nessa também. Como sempre, Blair e Chuck foram os melhores do epi.
    House, como sempre é House e eu nem vou falar muita coisa.

  19. ALEX

    cara e incrivel como nego aqui,gosta de falar mal de smallville nao e possivel uma serie tao bela,na minha opiniao,tao fantastica,que teve uma temporada ruin,e nego ja começa a malhar com a serie a da um tempo,po vcs vem os epis pra depois virem aqui falar mal??? so pra isso que perca de tempo concentren-se em outras series,e falem delas,esqueçam small,nos fas nao temos que ver vcs sempre falando mal da serie e ficarmos quietos,guardem seus comentarios pra vc ok.

    UM CONSELHO A TDS QUE CRITICAM SMALL: DEIXEM DE ASSITIR. PRONTO PROBLEMA RESOLVIDO.

  20. Dyeison

    Supernatural é a melhor!!!

    Não gostei mais de Prison Break, acho que a série foi perdendo a qualidade, ou eu que nao gostei do sentido que a série tomou!

    Não gostei de Fringe.

  21. Ana

    ALEX…
    Eu, por exemplo, sou fã de House, mas não é por causa disso que eu aceito TODOS os epis que eles produzem, certo? Acho que os fãs tem que ter um senso crítico, sim, afinal, não devemos apenas aceitar o que eles fazem, ok? Smallville eu nem assisto mais, parei de ver quando a Lana foi para a França e teve toda aquela história da Isabelle (na verdade, desde o primeiro epi, eu achava que o Tom Welling interpreta tão bem quanto uma porta e a Kristin Kreuk era apenas uma atriz bonita).
    Só não leve para o lado pessoal, ok, Alex?

  22. Paulo Fiaes

    Smallville teve apenas 3 temporadas
    e depois disso foram apenas promessas de tempos melhores, que nunca vieram. citando o Metallica, “The Day that never comes”

  23. ALEX

    ana sem problemas,e claro que sempre a as criticas logicamente vao existir,pois realmente a 7 foi uma tempo de regular/ruin,mas levamos em questao a paralisaçao pela greve dos roteristas e tals,mas eu como um fa nato estou ai desde o 1 api acompanhando small,sigo firme com a serie,e como mtos fas estamos dando mto cretido a 8,e estamos de dedos cruzados para que aja uma 9,10 tempo,pois eu acho que small tem to a dar ainda

  24. ALEX

    oq eu nao concordo e com fas de outras series,tipo:lost,heroes,csi e por ai vai,venham aqui criticar small,nao entendo pq perdem tempo vendo small?e mas tempo ainda vindo aqui falar mal de small?,pq nao se concentram em suas series,e falam,criticam sobre ela?acho que isso e inveja pq ate hoje ninguem bateu small,numa audiencia de um epi piloto.
    as pessoas aqui acho que ja falam mal de small de vicio pq nao e possivel,vo nego esculhambando o 1 epi da 8,nossa nada a ver o episodio foi mto bom msm mostro um novo small,e talz a allison mack dando um show de interpretaçao como sempre.
    e abram o olho ein pq como ja disseram ai small ainda vai enterrar mta serie heheheeehh

  25. Pingback: Audiência nos EUA na terça-feira, 23 de setembro » TeleSéries

  26. Thiago

    Eita fanatismo, que coisa chata tentar empurrar algo guela a baixo das pessoas. É ruim e ponto final.

    Sobre Gossip Girl, não sei se eu que estou muito chato e exigente, mas confesso que a série da adolescente gravida que agora esqueci o nome,empolga muito mais do que as traminhas de gato e rato dessa série.

    Na falta do que fazer, novamente vem aquele papo de “somos de mundos diferentes e tudo mais” o pior é se despedir com um beijo e depois a Serena dizer: Te amo. Ama, mas não podem ficar junto?

    Na temporada passada enfrentaram o pior que era todos contra eles, inclusive os pais, agora resolvem se separar por coisa besta, então pra voltaram?

    Plots de Blair também não me atraem, achei super forçado o Lord pegar ela e Chuck aos beijos e depois perdoá-la com a maior facilidade. E ainda ser trouxa por cima, ao não perceber que ela só está com ela por causa do seu título.

    One Tree Hill foi um ótimo episódio, emocionante, ótima trilha, gostei bastante. Mas como já li em algum comentário, é muito fácil emocionar com mortes… Se não emocionar, aí que a coisa tá feia mesmo… :)

  27. joyce

    Oi meu nome é joyce e eu achei a serie sobrenatural muito legal porque o dean e o sam são muitos leguais esse concerteza foi uma coisa das coisa mais bem feita nos útimos tempos eles atuam muito bem principalmente o jensen ross ackles,ele é muito legau eu amo muito os dois de coração e de verdade beijos da sua maior fã joyce lindão.

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