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Spoilers

Spoiler: Resumo da Semana – Especial Battlestar Galactica

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Cena de Battlestar Galactica

A Spoiler Zone retorna esta semana com uma edição especial dedicada a Battlestar Galactica. A série encerrou a primeira metade de sua quarta temporada nesta sexta-feira com o elogiadíssimo episódio Revelations. Para comentá-la, escalamos não um, mas dois colunistas: Juliano Cavalcante e Paulo Fiaes.

Completa a coluna reviews do episódio final da temporada de Greek, do segundo episódio de Swingtown, e uma primeira colaboração do Paulo Antunes com a coluna, comentando a volta do hiato de Law & Order: Criminal Intent. Confira!

Battlestar Galactica: Revelations (4×10)
Exibição: 13/6/2008
MVP: Mary McDonnell, Edward James Olmos

Opinião 1

Quem conhece a trajetória de Ronald D. Moore sabe que ele não possui nenhuma predileção por finais felizes. Ao contrário, ele aprecia desfechos sombrios que deixam o expectador com a pulga atrás da orelha.

E qual não foi a minha surpresa ao ver que o Alan Sepinwall em seu weblog fez a mesma associação que eu sobre os segundos derradeiros do episódio? Aliás, nós concordamos em aproximadamente 92,39% sobre esse primeiro arco da quarta temporada de Battlestar Galactica que se encerrou na última sexta. Esse foi o principal motivo pra eu não ter escrito sobre a série ultimamente. É só ir ao blog dele pra ler algo muito similar aos meus pensamentos e com uma argumentação muito superior.

Os primeiros quatro ou cinco episódios de 2008 foram totalmente cadenciados, pra não dizer lentos. Não seria exagero afirmar que aconteceram mais coisas nos minutos finais de Crossroads, Part 2 do que nessas cinco primeiras horas. Mas isso foi um mal (?) necessário. Era necessário ver o conflito e a confusão entre os recém descobertos cylons, assim como precisávamos ter a sensação de que a missão de Starbuck em busca da Terra parecia não levar a coisa alguma.

Depois disso, as coisas começam a andar. A saúde de Laura Roslin se deteriora, uma guerra cívil entre os cylons se inicia e parte dele se une aos humanos em busca do lar da décima terceira tribo.

E então chegamos a Revelations. Como o próprio título sugere, a identidade dos quatro Final Five já conhecidos pelos espectadores foi escancarada para toda a frota. E a mão do quarteto foi essencial para que o Planeta Prometido fosse finalmente encontrado.

Alguns comentários aleatórios sobre o episódio:

– Edward James Olmos me destruiu completamente naquela cena. Quer dizer, me destruiu de novo. Ele já deve ter feito isso comigo pelo menos uma dezena de vezes durante a série.

– Plano-sequência fudido aquele da última cena, hein?

– Trilha (mais uma vez) magistral de Bear McCreary. Cada vez que ouvia um acorde de “All Along the Watchtower”, eu dava uma risadinha de satisfação.

– Então parece que o Lee virou homenzinho agora. Tomara que ele consiga um material melhor ainda pra trabalhar nessa reta final da série. O Bamber é um baita ator (só pra terem uma idéia, o cara tem um sotaque britânico tão carregado quanto o do Hugh Laurie, e consegue disfarçar tão bem quanto ele).

– Mesmo que o episódio como um todo e a cena final em específico tenham cara de conclusão, ainda restam váááááárias questões sem resposta. A que mais me interessa é justamente a que foi levantada por Adama: como Tigh pode ser uma torradeira se ele é conhecido do Almirante a mais de três décadas?

Será uma longa espera até 2009.

PS: céus, agora to copiando até a estrutura dos textos do Sepinwall.

PS2: parece que a series finale, escrita por Moore, e cujo roteiro anda recebendo elogios rasgados de todo mundo será expandida em um episódio duplo. Isso sem contar os telefilmes que aparentemente serão confirmados a qualquer momento. Mas podem respirar aliviados, eles serão prequels, assim como Razor.

O final da série será o fim definitivo da saga e ponto final. (Juliano Cavalcante)

* Este texto foi publicado originalmente no weblog Cavalca´s Blog.

Cena de Battlestar Galactica

Opinião 2

Uau! Sei que ainda irei dizer isso muitas vezes antes do series finale de Battlestar Galactica e de Lost (que são na minha humilde opinião as melhores séries dos últimos tempos) mas, posso dizer, desde já, que BSG a melhor série da década.

Em Revelations, D’anna faz uma chantagem para ter os quatro cylons finais (sim, segundo ela, tem apenas quatro cylons na frota) e se eles não fossem para o povo deles, ela iria matar os humanos (incluindo a presidente Roslin e Baltar) que estavam na nave dela. Lee sabia que se deixasse os cylons irem, eles (humanos) nunca encontrariam a Terra, e assim uma clima tenso é criado e uma “bomba relógio” está preste a explodir. E isso tudo antes da entrada da série começar.

D’anna não revelou para a frota quem são os cylons finais, eles que deveriam um por um se juntar aos demais de sua raça. Tory foi a primeira a abandonar o barco (ops, a nave) com a desculpa que precisava levar os remédios para a presidente Roslin. Até aí nenhuma surpresa, Tory foi a que melhor aceitou seu lado Cylon. Surpreendente foi vê-la realmente trair os humanos, incentivando D’anna a matar os reféns e até mesmo a tentar matar toda a frota humana.

Mas nada se compara ao momento que Tigh conta a verdade pra Adama (e por favor, até em um mundo imperfeito, esses dois merecem um Emmy). E, pra tentar salvar os humanos na nave cylon, ele entrega Anders e o Chief, no que já se tornou outra cena memorável, com Kara descobrindo que Anders é cylon.

E a profecia era verdadeira, os quatro cylons “sabiam” do caminho pra Terra (sei que vão me chamar de lerdo, mas alguém mais pensou que a nave de Starbuck era o quinto cylon?), e Apolo ao descobrir tal informação resolve dar um fim a guerra com os cylons, e divide o que sabe com eles, gerando mais um dialogo memorável com D’anna, com ela dizendo que isso tudo já aconteceu antes e Apolo respondendo que não precisa acontecer novamente.

E para a minha completa surpresa, eles chegam na Terra e esses minutos finais são, como Juliano disse, sombrios. A Terra está devastada no que parece ter sido uma guerra nuclear, não apareceu nenhum humano (ops, melhor chamar de terráqueo) sobrevivente, e apenas escombros eles encontraram do que parece ter sido uma cidade um dia. O que? Como assim? Era a Terra mesmo? E agora? Perguntas que só saberemos as respostas em 2009. So say we all. (Paulo Fiaes)

Greek: A Tale Of Two Parties (1×20)*
Exibição: 26/5/2008
MVP: Jacob Zachar

Pelo titulo do episódio fica claro que vai ser mais uma briga entre Kappa Taus (lê-se Cappie) e Omega Chi (lê-se Evan). Casey prefere ir para festa de Evan alegando que havia respondido primeiro pra ele (não levando em conta que Cappie foi o único que ficou do lado da fraternidade dela quando todas as outras a menosprezava). Evan achava que conseguiria reconquistá-la e até usa Calvin para sabotá-la durante a festa, mas ela está determinada a ficar de fora da briga entre os dois (será?) e se envolve com mais um garoto popular de uma outra fraternidade. Rebecca não cumpre a ordem de Casey, de ser a garota sóbria que vai cuidar das irmãs bêbadas, e vai para a festa do namorado. Já Cappie sabota a festa de Evan roubando as bebidas e as mulheres. No final, o novo príncipe de Casey vira sapo, Evan começa a desistir de tentar reconquistá-la e com isso se aproxima ainda mais de Frannie. E assim como Casey não se decide entre os dois, cada dia mais Cappie vai ter que decidir entre esquecer Casey, ou dar uma chance pra Rebecca. Além disso, tivemos Calvin levando seu namorado para a festa de Evan. E Rusty e Tina são amigos de diversão (fazem sexo casual), mas ele não se sente bem com isso e quer terminar sem saber como. Seus irmãos aconselham que para terminar com ela basta ignorá-la, mas no final, eles terminam com ela por torpedo. E ela responde dizendo que ela (e consequentemente ele) está com chatos (hum, se deu mal nessa). (Paulo Fiaes)

* Este episódio foi ao ar há 3 semanas mas, devido a falta de legenda, só está sendo comentado agora.

Cena de Law & Order: Criminal Intent

Law & Order: Criminal Intent: Purgatory (7×11)
Exibição: 8/6/2008
MVP: Vincent D’Onofrio

Quem me conhece sabe que eu não sou da turma do download. Sou old school, gosto de ligar a televisão sem me preocupar com seeds, legendas, conversão para DivX, estas coisas. Mas desta vez não resisti. Afinal, sabe-se lá quando o AXN vai soltar a segunda metade da temporada de Law & Order: Criminal Intent (e sempre existe a possibilidade deles segurarem até 2009). E eu realmente não ia conseguir esperar um ano para ver o que sobrou de Goren depois da tortura na prisão e do afastamento da polícia. Nunca imaginei dizer isto, mas neste momento Criminal Intent me interessa mais que Lost, ou House.

E eu morria de medo que a série voltasse com tudo no seu lugar – Goren e Eames juntos, ele reintegrado, cheirando um novo defunto. Sabe como é, séries de Dick Wolf tem um grande histórico de se focar só nos casos policiais. Mas não é o que acontece. A série abre com um Goren acabado na mesa do bar, tendo flashbacks da tortura que sofreu e ainda sendo agredido por Patrick Copa (Holt McCallany), o detetive que ele derrubou lá na season premiere do sétimo ano, em Amends. Ah, eu amo a continuidade!

Enquanto Goren consegue um emprego sujo (com um ex-policial interpretado por Dean Winters, o rei do pager de 30 Rock), Eames trabalha em um novo caso e ganha um novo parceiro (Seth Gilliam, de The Wire). Até que, surpresa, descobrimos que Goren está, mais uma vez, trabalhando infiltrado para a polícia e que sua investigação acaba tendo implicações mais profundas do que imaginava. É difícil de engolir que Goren está sendo usado pela NYPD depois de toda a confusão em que já se meteu, mas dá pra relevar, porque o episódio é muito bom.

Tem até uma cena bem dramática em que Goren é tentado a cheira uma carreira de cocaína. E depois outras cenas ainda mais tensas – inclusive uma chocante imagem de Goren e Eames apontando suas armas, um para a cabeça do outro.

Eu sei que pra quem adora ver o Goren fazendo seu show, como um Sherlock Holmes moderno, este último ano da série tem sido um pouco decepcionante. Mas eu estou adorando. Law & Order: Criminal Intent se reinventou e deixou de ser um show secundário para se tornar uma das melhores séries policiais da atualidade. E deixou de lado o certinho padrão NBC para virar uma série de TV paga, pra gente grande, com estômago. (Paulo Antunes)

Swingtown: Love Will Find a Way (1×02)
Exibição: 12/6/2008
MVP: Molly Parker

Tenho que admitir que durante o episódio um pensamento insistia em permanecer na minha cabeça, “Pais, o que foi que vocês fizeram?” Sim, porque assistindo a série, comecei a imaginar que meus pais não sejam tão caretas quanto eu imagino.

Algumas coisas que vejo na série me fazem pensar que os anos 70 não foram tão diferentes assim dos dias de hoje, e talvez isso possa se tornar uma falha da série com o tempo, ou se tornar o seu grande mérito. Como havia dito no outro texto, toda aquela rebeldia de Janet em querer sair da festa, era desejo reprimido misturado com a sensação de que perdeu a amiga (Susan). Alias, Susan cada vez mais impressionada com os novos tempos (lê-se amigos), e ao mesmo tempo percebendo que toda novidade tem um preço, que pode acabar sendo seu casamento. Ao mesmo tempo em que Trina também se mostra cada vez mais interessada em Susan (ou seria correto dizer, na vida de Susan?).

E clichê detected: Porque a jovem feminista tinha que ser uma atriz feia? Sério, acho que a única do cast feia é ela, e acho que isso não é coincidência.

Foi um bom episódio, talvez um pouco melhor do que o primeiro, mas não me sinto a vontade de falar que a série veio pra ficar. Swingtown já mostrou que tem bons personagens, e bons plots, mas ao perceber o clima entre Susan e Roger (marido da melhor amiga de Susan), tenho medo que a série tropece nas próprias pernas.

Curiosidade detected: qual a diferença entre feminista e liberal? (Paulo Fiaes)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

15 Comments

  1. Patricia E.

    Ótima notícia sobre a duração maior do series finale. É exatamente o que eu não gostei em Revelations: foi muita coisa acontecendo pra pouco tempo. Teria que ser no mínimo um episódio um pouco mais longo como foi o final da 2ª ou até mesmo algo nos moldes de Lost, reservando um arco de 2 a 3 episódios culminando com a conclusão da temporada. Os 45 minutos passaram voando: quando acabou aquele impasse do Lee/D’Anna/5 Cylons Finais metade do episódio já tinha ido embora e quando a Starbuck aperta os botões no Viper e… voilà, eis o caminho pra Terra, pô, só tinha mais uns minutos pra mostrar cylons e humanos dandos as mãozinhas, a frota saltando e, olha só, Terra à vista… :P

    Só de pensar que esse episódio foi escrito pra ser um possível “final” pra série caso a greve de roteiristas se estendesse por mais tempo e o canal Sci-Fi decidisse que os últimos episódios não seriam mais produzidos… putz, dá um frio na espinha. E mesmo sabendo que ainda faltam 10 episódios pro fim, a impressão ao ver esse episódio é de que ele poderia ser encarado como um final. Um final amargo pra uma jornada que custou tão caro pra ambos os lados. Os minutos finais, sem diálogos, com a câmera passando por todos os personagens enquanto eles caminham pelo cenário devastado… foi f***. A reação de cada um, uma mistura de choque, raiva, descrença, perfeita.

    E não posso deixar de bater palmas pro Michael Hogan, roubou a cena do Ed Olmos na cena em que ele revela ao amigo que é um dos Cinco Finais. Olmos já tinha me deixado com os olhos cheios d’água naquele episódio da “morte” de Starbuck, quando ele destrói o barco. Vê-lo desabando daquele jeito depois… lembrei de quando ele olhou pro corpo de Boomer e perguntou “Por quê?”. Sem dúvida, cada um dos tripulantes da Galactica são como se fossem uma família pra ele e o Tigh se revelando como “inimigo” foi um golpe duro demais. A cena do Lee com o pai nos braços teve uma sutil referência àquela foto promocional que coloca os personagens dispostos como na Santa Ceia… e isso por si só já deixou alguns fãs em polvorosa e já cogitando que o último cylon seja um Adama… Mas o pai ou o filho? Qualquer um dos dois exigiria uma bela de uma explicação.

    Outro forte candidato seria Baltar, mas ele é tão “humano” em suas fraquezas e pecados que seria uma sacanagem atribuir todas as atitudes dele ao fato de ele ser um cylon.

    Tá, ambos estão na foto da Santa Ceia, mas até aí o Ron Moore poderia estar de sacanagem e falado aquilo só pra despistar então não descarto nenhuma hipótese. ;)

    Mas além da identidade do último cylon ainda tem muita coisa a ser explicada. Encontraram a Terra, mas… e aí?

    Não sei o que o Ron Moore tá aprontando mas it’s better be good.

  2. Milton

    Cara não li quase nada do que foi escrito, mas a tiragem de que a nave é o último cylon, foi boa..
    Já disse para minha mulher que eles não encontraram a verdadeira terra, pois aqui ainda existem humanos, provavelmente é uma colônia perdida..

  3. Paulo Fiaes

    criei uma teoria sobre BSG(o seu passado, presente e futuro) e resolvi compartilhar com vcs. desde já digo que é apenas especulação, não sei(e nem quero saber) de nenhum spoiler, apenas andei sem ter o que fazer e resolvi tentar descobrir esse mistério chamado Battlestar Galactica. bom, a teoria é essa:

    Eles chegaram a Terra no futuro(provavelmente) e a Terra está devastada, acho que as pergunta são:

    Sobreviveu alguém?

    Eu acredito que sim, e…

    Onde foi parar o povo?

    Eu acho q eles foram rumo a outro planeta.

    Mas como é possível?

    A terra da série ja deve ter a tecnologia que eles tem, e acredito que os cylons(five) tenham sido criados(construídos) na terra, e pode ser que em uma das guerras(esta que a terra ficou devastada?) ou numa missão de exploração do universo(lembrem que eles são robôs, teoricamente vivem pra sempre) eles foram parar no espaço e quando encontraram as 12 colônias, eles mais os humanos que estavam na missão(foram forçados a fazer isso?) resolveram criar uma nova civilização(ou essa já era a missão deles?), mas sabe como é, de repente um judeu tem que morrer porque do nada ele vira seu inimigo, um negro se torna inferior ao branco, e os humanos (híbridos?) acharam que os cylons não mereciam a mesma igualdade, e com isso eles foram expulsos(os cylons fives) e bom, também não posso dizer tudo q ocorreu desde milhões de anos atrás, mas enfim, acredito que BSG não esteja 10 anos na frente(ou atrás) de nossa civilização, e sim 1000 ou mais anos.

    Mas quem guiou eles ( os humanos(terráqueos)) para uma nova civilização?

    O quinto cylon,

    E como encontrá-los?

    A nave novamente pode ter a resposta.

    Mas cylons e humanos juntos, acabou a premissa da série?

    Não, agora são cylons e humanos contra cylons (n esqueçam que tem o grupo de cavil), cylons e humanos contra terráqueos (só pra diferenciar dos humanos da BSG), e cylons (do grupo de cavil) contra os terráqueos (vocês entenderam). Enfim, guerra é o q n vai faltar.

    Detalhes:

    1- pode ser q exista uma nova base de ressurreição, com os 5 cylons e com isso exista mais deles juntos com os terráqueos foragidos.

  4. Patricia E.

    É uma teoria interessante Paulo. Mas eu acredito que aquele papo de “Tudo isso já aconteceu antes e acontecerá novamente” poderia ser traduzido como: a Terra foi o “antes” e as 12 Colônias o “novamente”. E se a Terra fosse o início e não o final de tudo? Talvez os próprios coloniais sejam descendentes dos antigos terráqueos e as escrituras tenham sido mal interpretadas. Kobol pode ter sido uma parada antes de eles se estabelecerem e fundarem as 12 colônias, daí as referências à Terra (Tumba de Athena). E a tal 13ª tribo… pode ter sido uma facção dissidente que ficou pra trás e fundou outra colônia (essa parte da teoria apoiaria a tese que muitos defendem de que Adama & cia. encontraram outro planeta e não a Terra).

    Até 2009 muitas teorias vão aparecer…

  5. leoff

    Demorou, mas BSG conseguiu fechar essa “temporada” com um episódio sensacional. E digo isso com muito alívio, pois sou bem crítico quanto à qualidade dos roteiros desde a 2a. metade da terceira temporada.

    Essa quarta temporada foi irregular. Me incomodou muito o mal planejamento dos acontecimentos; temas periféricos e redundantes ocupando episódios inteiros e quando a trama realmente avançava era de forma corrida. Até o “Revelations” sofreu desse mal, embora em menor escala.

    Até o Ronald Moore admitiu que a greve de roteiristas o fez repensar muitas coisas. Espero que os últimos 11 episódios façam jus à série que admirei incondicionalmente nas duas primeiras temporadas.

  6. Andrey

    Eu ainda acho que a Galactica é o quinto cylon e os humanos de hoje são os cylons de ontem.

  7. Pingback: Teleseries via Rec6

  8. Darth Cesar

    Mesmo não podendo acompanhar BSG como vocês, não pude resistir e li cada linha, e como é bom saber que já no 5 episódio eles chegaram a Terra, (tem muita coisa pra se contar antes do fim), também compartilhava desse medo da série terminar com eles chegando aqui e…. sobe os créditos.
    Paulo, concordo contigo sobre a Terra ser do nosso futuro, se eu entendi direito, pois na minha teoria, baseado no que a série nos apresenta, todos saíram juntos de Kobol, as 13 colonias, portanto os terráqueos tem que ter uma tecnologia semelhante aos coloniais, o que explicaria até essa teoria dos 5 serem enviados pelos terráqueos, (mas aí eu não consigo entender o porque dos coloniais nunca terem explorado o espaço distante, pois Kobol era uma lenda pra eles, e em 2 meses chegaram lá!!!) e também a possibilidade da Terra devastada ser uma colônia ou a própria Terra abandonada, (mensagem ecológica, pacifista?), agora o que eu nunca acreditei (ou torci pra isso) era eles chegando aqui no nosso passado, o que significaria que todos os conhecimentos deles seriam perdidos através dos tempos.
    Com certeza BSG é a melhor série da década e uma das top 5 de todos os tempos, obrigado pelas informações.

  9. Gustavo

    “(sei que vão me chamar de lerdo, mas alguém mais pensou que a nave de Starbuck era o quinto cylon?)”

    há, eu também! :D Afinal ,Raiders são cylons, pq vipers não podem ser?

    “Eu ainda acho que a Galactica é o quinto cylon e os humanos de hoje são os cylons de ontem.”

    Os “cylons” destruiram a derra, fundaram as 12 colonias bem longe, passou tanto tempo que eles esqueceram,adaptarama história, qlqr coisa assim, daih ele criaram os cylons, que querem encontrar a Terra, deus, procriar… daí vão criar uma nova civilização… e vão criar os cylons…

    é isso? =D

    Eu gostei mto do episódio. Sem noção eles olhando pra Terra, com aquela incredulidade. E agora??????????

  10. Luiza

    O ep. foi sensacional,o Edwardo Olmos quaseme levou as lágrimas na sequencia com o Tigh,a sequencia dele e o Lee,ai não resisti,foi demais.Esperava uma reação parecida da Starback,outra cena que cortou meu coração foi qdo chegaram a terra e ainda na nave,todo mundo se abraça e o Lee no primeiro momento não abraçou ninguém,o mesmo aconteceu com a Starback(eu sei que muita gente vai reclamar,mas eu sempre torçi e ainda torço para pelo menos um final feliz Lee&Starback,sou totalmente a favor do amor,mesmo em SCI-FI)voltando a pedrada do ep.A terra devastada,achei a teoria do Paulo Fiaes muito boa,então teremos telefilmes antes de 2009?Tomara esse 2009 vai me matar de expectativa.

  11. João Luiz

    Perdoem minha pergunta, creio meio burra, mas estive fora do Brasil por mais de um mês e não pude acompanhar o desenrrolar da série.
    Em que emissora/canal está passando a BSG????
    Tô perdido no tempo e no espaço…..HELP!!!

  12. Patricia E.

    João, a TNT detém os direitos de exibição por aqui, mas ainda não há previsão de estréia da 4ª temporada. Resta aos fãs que não estão dispostos a esperar apelar pro download pra poder acompanhar.

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  14. Pingback: Review: Law & Order: Criminal Intent - Purgatory » TeleSéries

  15. Rogério Carvalho

    Um amigo havia recomendado um saite para baixar séries antigas e novas e, por acaso, notei que havia a Galactica 1978 e a Galactica atual. Baixei a minissérie e a primeira temporada no mês de novembro e gostei tanto do enredo e formato da série que resolvi baixar tudo o que tinha.

    Acabamos, eu e minha esposa, de assistir o último episódio da 4ª temporada. Consideramos a melhor série já vista até hoje, haja vista o equilíbrio da trama (tudo no seu lugar; nada é por acaso na série, mesmo os episódios considerados por muitos como “chato”, “filosófico demais”, etc), a atuação dos personagens, o foco que mantiveram desde o início até o momento.

    Surgiu uma teoria minha, durante a última temporada: na verdade, em vez de encontrarem na Terra o que seria a 13ª colônia dos descendentes de Kobol, Adama e cia voltaram às origens da humanidade. Isto é, na minha concepção, a humanidade estava a ponto de ser liquidada num futuro não tão distante (digamos uns 300 anos de hoje no futuro) pelos conflitos internos e resolveram mandar humanos para encontrar e colonizar um planeta, na esperança da espécie sobreviver. Isso aconteceu quando encontraram o planeta “Kobol” e lá colonizaram o planeta. Depois, o desenvolvimento de robôs (cylons) provocou nova contenda e os humanos tiveram o mesmo conflito de sobrevivência, tendo que mandar 12 frotas de humanos para colonizar novos planetas habitáveis, próximos entre si, o que foi feito, utilizando-se 12 signos do zodíaco para determinar as “etnias”.

    Minha tese é reforçada pelos elementos tipicamente “terráqueos” que encontramos durante a série. A menos que a serie também seja baseada no conhecimento esotérico/espiritual do psicanalista Carl Jung, em que estamos ligados por arquétipos, ou na teoria quântica, que diz que nossa ligação faz com que uma vibração de átomos aqui seja sentida em outros pontos do Universo, o que explicaria o Adama fazer miniaturas de navios, tecnologia que existiu na Terra, por exemplo. Mas está mais para a Terra ser o berço de tudo (quase tudo, pois quem garante que não fomos colonizados por povos de outros lugares?). Ora, se BSG acontece uns 4 mil anos após Kobol, e se considerarmos que Kobol foi colonizado pela Terra durante uns, digamos 2 mil anos, BSG estaria acontecendo uns 6 mil e 300 anos no nosso futuro, né?

    Ih… agora que vi os posts dos amigos acima que notei que vários têm um ponto de vista parecido…

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