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Spoilers

A Semana Lá Fora: o crossover entre Grey’s e Private Practice, a voltar de Terminator e Dollhouse

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Dollhouse

A esperadíssima Dollhouse, nova série do cultuado promotor Joss Whedon, finalmente estreou nos Estados Unidos e abre a nossa coluna semanal de reviews dos episódios mais relevantes que foram ao ar nos EUA na semana que passou..

A coluna tem ainda a esperado crossover entre as séries Grey’s Anatomy e Private Practice e algumas participações especiais bacanas: John Hamm segue em 30 Rock, Christine Baranski, ex-Cybill, esteve em The Big Bang Theory e a própria Cybill Shepherd em Criminal Minds.

Temos ainda o retorno do hiato de Terminator e textos de Lost, 24 Horas, Battlestar Galactica, The Mentalist, Medium, Skins, Fringe e, com atraso, um comentário sobre a partida de Michael Cassidy de Privileged. Leia e deixe seu comentário sobre seu show favorito!

Dollhouse: Ghost (1×01)
Exibição: 13/2/2009
MVP: Eliza Dushku

Sou fã incondicional de Eliza Dushku (com seus olhos caídos) e de Joss Whedon (e suas metáforas inteligentes), e isso pode confundir um pouco o meu julgamento, mas Dollhouse parece uma série interessante ou, pelo menos, gostosa de assistir.

O pessoal na Dollhouse me lembrou de Jarod, de The Pretender. A diferença é que, enquanto Jarod era um camaleão por natureza, as Dolls o são artificialmente, através de memórias e habilidades plantadas. E todo aquele clima zen era de tirar qualquer um do sério. A cara de pastel da Echo quando saía do tratamento dava dor no coração. O que terá levado a personagem “real” a ser encaixotada?

Eu imagino que os episódios serão na linha “personalidade da semana” (Eliza conseguirá encarnar a contento um camaleão? Eu sou fã, mas tenho minhas dúvidas), o que é um problema para segurar audiência, ainda mais que falta conexão entre espectador e personagens e, principalmente, aquela ânsia de saber o que acontecerá em seguida.

Há mais na série do que as simples missões: Tahmoh Penikett faz um agente do FBI obcecado pela Dollhouse, mesmo sabendo pouco sobre sua procura. Acredito que ele movimentará a história. Há, também, uma melancolia em torno da Dra. Saunders (Amy Acker, maravilhosa como sempre), que pode ter importância no futuro.E, é claro, há o homem assistindo ao vídeo que, imagino, fosse da vida real de Echo. Quem é ele? Por que matou aquelas pessoas? Por que enviou a foto de Echo para Paul? Qual é o “problema Alpha”?

Depois desse primeiro episódio, espero de verdade que a série caia no gosto do público e não vá mal de audiência. Dizem que a esperança é a última que morre. (Mica)

Lost: This Place is Death (5×05)
Exibição: 11/2/2009
MVP: Daniel Dae Kim, Terry O’Quinn e Rebecca Mader

Não há sentido em criticar negativamente Lost. Certo, concordo que a longa duração e o uso de viagens temporais podem ser um argumento para os críticos, mas, apesar disso tudo, fica difícil categorizar essa série como algo menos do que “genial”.

O ritmo pode ter diminuído na semana passada, mas, nesta, voltou com tudo: o monstro de fumaça (ou “sistema de segurança”) voltou e fez algo à tripulação de Rousseau; Jin reencontrou o restante dos ilhados; Charlotte, antes de morrer, disse ter recebido um aviso de Daniel para não voltar à ilha; e Christian Shepard deu as caras pra ajudar Locke à consertar a vitrola temporal… E isso relatando apenas eventos da ilha!

Fora dela, Ben continua afundado em conspirações, Sayid e Kate se mandaram e Desmond se juntou ao grupo revendo e reconhecendo Eloise Hawking, que é sim mãe de Faraday.

Pra resumir: a narrativa está perfeita. Especialmente se considerarmos o quão difícil é mexer com passado e futuro numa estória sem causar buracos no roteiro. E há tanta coisa relevante, que fica complicado pontuar neste espaço o quão satisfatório foi o episódio. Culpo também meu nariz, que, de uma hora pra outra, começou a sangrar. (Thiago Sampaio)

Grey's Anatomy

Grey’s Anatomy: Before and After (5×15)
Exibição: 12/2/2009
MVP: Kate Walsh

Reclamar da saída de Kate Walsh de Grey’s a essa altura parece coisa de criança birrenta, mas não tem como assistir a este episódio e não achar que Addison deveria ficar em Seattle. E eu nem me importaria se Naomi e Sam fossem junto, afinal, todos do velho grupo de amizades de Derek tem um dinâmica maravilhosa. Musiquinhas, piadinhas, brigas e momentos estranhos, tudo que se refere a eles foi perfeito.

O drama foi intenso e a performance de Kate Walsh foi o que carregou grande parte da tensão do episódio. Ela esteve fantástica ao demonstrar diferentes sentimentos, mas particularmente seu desespero com a perspectiva de perder o irmão.

Tivemos leveza e descontração com a competição dos internos organizada por Izzie (que continua a mostrar sintomas de algo), na qual Sadie se mostrou incompetente e pediu demissão, encerrando a participação de Melissa George na série.

Descobrimos que a ex-noiva de Owen está no hospital e que ele terminou com ela por e-mail, sem contar a ela ou a sua mãe que havia voltado do Iraque. Fiquei com raiva por causa da mãe dele. Quanto à noiva, ficou parecendo reprise do que aconteceu com Derek. E, então, mais drama com a paciente grávida de Shepherd, que ele opera mesmo cansado e, obviamente, as coisas dão errado. (Thais Afonso)

Private Practice: Ex-Life (2×16)
Exibição: 12/2/2009
MVP: Kate Walsh e Patrick Dempsey

Com Jen sofrendo complicações, Derek começa a se sentir culpado. O bebê está em risco e, obviamente, Addison aceita ajudar o ex-marido. Os dois não conseguem se entender, estão tensos e não param de brigar. E o motivo de tudo isso é a notícia de que Derek vai dar o anel de sua mãe, que Addie não ganhou, para Meredith. Ressentimentos a parte, Addison salva a vida do bebê, mas algo ainda está errado.

Enquanto isso, Archer enlouquece todo mundo com seu péssimo comportamento e Sam tem uma crise de asma, ficando ainda mais amigo de Bailey no processo (Taye Diggs e Chandra Wilson têm uma ótima química).

Em Los Angeles, a trama girou em torno de uma mãe com psicose pós-parto, que serviu como paralelo para as inseguranças de Violet em relação a ser mãe. O caso se complica e as decisões a serem tomadas são difíceis colocando Pete e Violet em conflito o que, é claro, está relacionado a situação deles. Um bom caso, mas alheio aos acontecimentos do crossover e deve ter sido maçante para quem não conhece Private Practice.

Eu não sou fã, mas como me coloquei a par dos acontecimentos, não achei tão ruim. Mas a situação no Seattle Grace era muito mais interessante. (Thais Afonso)

Terminator: The Sarah Connor Chronicles:

Terminator: The Sarah Connor Chronicles: The Good Wound (2×14)
Exibição: 13/2/2009
MVP: Lena Headey e Jonathan Jackson

O episódio dessa semana não teve muitas cenas de ação, mas com certeza compensou com momentos que, apesar de tensos, transmitiam uma quietude nada típica na série. O personagem responsável por isso foi Kyle Reese, interpretado na série por Jonathan Jackson, que serviu pra nos levar ainda mais ao fundo da psique de Sarah Connor.

Se, no início da série, Sarah ficava um pouco de lado em razão dos “conflitos” de John, nos últimos episódios os roteiristas têm focado cada vez mais sua solitária jornada. Ela que, envolta em orgulho e desconfiança, só consegue se abrir com o fantasma do pai de seu filho, o único amor que foi permitido (ou quase imposto) a ela.

Tivemos, ainda, a trama um tanto chata envolvendo a tentativa de suicídio por parte de Riley, que teria sido apenas para ganhar a confiança de John, mas que, na minha opinião, foi depressão mesmo. Eu gostava da personagem quando ela era a garota da escola que gostava do John, mas, assim que mostraram que ela trabalhava com Jesse, a personagem perdeu o meu interesse.

Além disso, também vimos Shirley Manson matando todos os funcionários de um armazém sozinha (de um jeito muito legal por sinal), e o rápido crescimento de John Henry que está ficando cada vez mais inteligente, e assustador. (Julia Mathias)

Battlestar Galactica: No Exit (4×15)
Exibição: 13/2/2009
MVP: Kate Vernon, Dean Stockwell e Katee Sackhoff

Justiça e vingança são duas palavras e sentimentos com significados distintos e ao mesmo tempo muito próximos. Para muitos, vingança é uma forma de justiça. Para outros, justiça não é possível se nos deixarmos levar pelo sentimento de vingança. O embate entre John e Ellen mostrou esse diferente modo de encarar as coisas. Ellen acredita na compaixão, que os cylons podem e devem aprender a conviver com os humanos. Já John deseja a extinção dos humanos, como Ellen disse um sentimento muito humano para quem se considera apenas uma máquina.

O grande mérito de BSG é justamente levantar a discussão, fazer pensar. E, claro, trazer mais perguntas sobre a “saga” cylons x humanos. As lembranças de Sanders fizeram surgir mais dúvidas. E não sabemos se, ao acordar, ele conseguirá continuar a contar sua história. E quem seria Daniel, o cylon que foi sacrificado? Confesso que não consigo tirar isso da cabeça.

O fato é que o caminho para a salvação parece cada vez mais ser a união. Independente de cylon ou humano, confiança parece ser a chave. Adama, apesar de contrário no início, teve de aceitar que, para salvar sua nave, vai precisar confiar em Tyrol. E Kara realmente parece não se importar com o fato de Sam ser um cylon.

Alguém mais, quando a Roslin diz ao Lee que ele “fica tão preocupado em fazer a coisa certa que muitas vezes ele não faz a coisa mais inteligente”, pensou em quando ele salvou a vida do Zarek? Eu pensei. (Tati Leite)

Fringe

Fringe: Ability (1×14)
Exibição: 10/2/2009
MVP: Jared Harris

Fringe vem encontrando seu tom já há uns oito episódios, mas este último foi o ápice da série até agora. Ability nos proporcionou uma reviravolta digna das séries de J.J. Que mundos são estes? Que habilidades são estas? Quem escreveu este livro? E temos muito mais o que perguntar a respeito da série.

Os problemas de Fringe, desde o início, eram dois: por ser de J.J acaba sendo sempre comparada a Lost e, antes, era comparada a Arquivo X. Agora me digam: se as duas séries citadas são, provavelmente, as melhores de sci-fi já produzidas (Ok, inclua BSG aí também), como Fringe pode corresponder à tamanha expectativa?

Bom, voltando ao episódio. Achei estranha a atitude de Peter voltar pra ficar com Olivia no “apagar das luzes”. Eu ainda acho que ele tem “habilidades” e foi quem desligou as lâmpadas. Walter, principalmente no início, falava muito sobre Peter ser especial e que ele estava desapontado. Eu não acredito que ele estivesse falando de faculdade ou de um emprego que pagasse bem. Começo a achar que Peter possa ser dos dois mundos ou até mesmo de outro mundo. O que é isso? Não tenho idéia, mas a verdade é que estou lutando pra encontrar uma forma de Joshua Jackson ser útil pra série. (Paulo Fiaes)

Medium: Things to Do in Phoenix When You’re Dead (5×02)
Exibição: 9/2/2009
MVP: Patricia Arquette

O título faz uma brincadeira com o filme Things To Do In Denver When You’re Dead, mas a trama é mais à la Linha Mortal, filme com Julia Roberts: um médico e uma colega brincam com a morte, de maneira que ela possa testemunhar algo que valha algum dinheiro de chantagem, o que Alison leva um tempo para entender e lhe faz pedir que o médico pare.

Mas a sócia do médico não se satisfaz tão facilmente e o convence a uma última brincadeira, em que ela não está interessada no dinheiro que será gerado, mas vai aproveitar para matá-lo e ficar com toda grana. Ela só esqueceu de Alison, o que acaba gerando uma das cenas mais divertidas dos últimos tempos: Alison encontra com a ruiva em um restaurante de beira de estrada, deixa que a mulher do médico retire o dinheiro do carro e ainda a deixa com cara de idiota. Como ela poderia denunciar o roubo do dinheiro vindo de chantagem?

Mais uma vez, cabe a Joe descobrir mais uma habilidade de uma de suas filhas: Ariel participa de um projeto que inclui um boneco quase humano. Seu parceiro de projeto resolve fumar maconha com o bebê e ela sente de maneira exagerada. Joe tem seu ótimo momento quando confronta o rapaz, que diz ter certa “alergia”. (Simone Miletic)

The Big Bang Theory

The Big Bang Theory: The Maternal Capacitance (2×15)
Exibição: 9/2/2009
MVP: Christine Baranski

Amo Christine Baranski! Se existia um motivo para que eu assistisse Cybill na Sony – em horário esdrúxulo – era essa atriz. Ela era perfeita fazendo escada para a protagonista e, em The Maternal Capacitance, ela rouba o show, deixando até mesmo o Sheldon de Jim Parsons para escanteio.

Sua participação também pode ser a justificativa do recorde de audiência batido pelo seriado: a presença da atriz é sinônimo de coisa boa, como ela já demonstrou tanto nos seriados em que foi regular, como naqueles em que só fez participação especial.

A aparição de Beverly serve para abalar os nervos de todos os amigos de Leonard, e sua vista realmente parece uma colonoscopia para o rapaz, como bem disse Sheldon. Depois de deixar Penny às lágrimas, falar de sua vida sexual para reprodução, infernizar e diminuir Leonard, dizer que Holowitz e Raj têm um relacionamento homossexual, ela encerra a noite cantando com Sheldon, sua quase alma gêmea.

E só os psicólogos podem entender: Não é que Leonard foi morar com a versão masculina de sua terrível mãe? (Simone Miletic)

30 Rock: St. Valentine’s Day (3×11)
Exibição: 12/2/2009
MVP: Tina Fey e Alec Baldwin

Um pouco inferior a Generalissimo, mas, ainda assim, bom o suficiente para que eu pense que a temporada atual finalmente está voltando ao rumo. St. Valentine’s Day se foca nos relacionamentos altamente bizarros que só 30 Rock pode proporcionar.

É impossível não sentir vergonha por Liz e sua tentativa de primeiro encontro com Drew, que vira um desastre de proporções homéricas. Jon Hamm, sem ter muito que fazer, está bem (Fey precisa escrever coisas realmente engraçadas para ele), mas é completamente engolido por Tina Fey. Atuando cada dia melhor e possuindo as cenas mais difíceis e as falas mais interessantes, é impossível ela não se destacar.

Alec Baldwin continua sensacional e, no geral, sua trama foi melhor, justamente por ser menos exagerada e mais palpável que a situação de Lemon com a morte da mãe de Drew e sua filha problemática, tudo acontecendo ao mesmo tempo.

Elisa arrastá-lo para a igreja no dia dos namorados é uma idéia simples, mas genial. As cenas de Jack usando o momento da oração para falar ao telefone e sua confissão ao padre (“Eu uma vez afirmei ser Deus. Durante um depoimento.”, “Eu posso ter sodomizado nosso ex-vice presidente, enquanto sob influência de uma arma narcótica”).

Salma Hayek teve seus momentos também. Ela começou bem sem graça, mas seus diálogos melhoraram incrivelmente, o quê dá esperança de que é uma questão de tempo até que eles achem algo que funcione para Hamm. (Thais Afonso)

Criminal Minds

Criminal Minds: Cold Comfort (4×14)
Exibição: 11/2/2009
MVP: Joe Mantegna e Cybill Shepherd

Cold Comfort marca o retorno de A.J. Cook e sua personagem JJ, ambas ausentes em licença maternidade e, enquanto a única mudança aparente é o corte de cabelo, JJ, em seu primeiro caso, já demonstra que o nascimento do seu filho alterou seu julgamento.

Rossi coloca muito bem, ao final desse episódio, que, para ela fazer o que faz, se comunicar pelo time e fazer as pessoas ouvirem e entenderem, ela precisa ter convicção nos métodos da BAU.

Ao mesmo tempo, acho que seria impossível para uma mãe, mesmo tão recente, não se compadecer do sofrimento de outra mãe ao perder um filho. E se JJ se agarra com força demais a fé, a sua própria e a da mãe da menina, Rossi também peca por deixar seu ceticismo extremo o levar à insensibilidade ao tratar uma mãe e suas esperanças.

Na contramão de JJ e Sandra Lombardini, temos a mãe do Desconhecido, interpretada por Cybill Shepherd. Fria e indiferente, ela é franca sobre sua negligência em relação ao filho e, infelizmente, não parece se abalar com a revelação de que ele teria se tornado um serial killer. A construção da trama em torno de Roderick Gless é muito boa, a técnica do episódio como um todo é impecável. O episódio foi ótimo e a temporada está se mostrando a melhor da série. (Thais Afonso)

The Mentalist: Crimson Casanova (1×14)
Exibição: 9/2/2009
MVP: Simon Baker e Tim Kang

O amor pode levar o ser humano a fazer coisas estúpidas. Romeu e Julieta lutaram contra todo o ódio existente entre suas famílias, se mataram por amor e nos fizeram acreditar neste romantismo excessivo, que pode até beirar o absurdo.

Em Crimson Casanova – até agora o único que não tem o “Red” no título – Jane e seus colegas da AIC tiveram que resolver um crime onde o sentimento amor é a causa maior do assassinato de Claire Wolcott.

Como sempre o episódio apontava para vários suspeitos e, confesso, dessa vez a série conseguiu me surpreender.

Paul Fricke é um casanova que um dia se apaixonou por Katie, que ainda o amava. E é o ciúme de uma terceira pessoa o responsável pela morte acidental de Claire, uma vez que, na realidade, quem deveria ter sido morto naquela noite era Paul.

O problema desse episódio foi o final. Primeiro é que vemos Fricke se entregando à Katie como se nada tivesse acontecido. Ainda bem que Patrick salvou este estúpido final ao se manter fiel à sua esposa, acreditando no amor que viveram e mantendo vivo o sentimento de impunidade que fez com que ele seguisse os rastros do assassino da sua família, o Red John. (Vinícius Silva)

24 Horas: Day 7: 03:00 p.m. – 04:00 p.m. (7×08)
Exibição: 9/2/2009
MVP: Kiefer Sutherland e Annie Wershing

Diferente do episódio passado, aqui o melhor ficou pro final. Fiquei decepcionando com o começo da oitava hora, pois foi tudo muito rápido: Taylor já estava discursando, o primeiro cavalheiro já chegou ao cativeiro, o Esquadrão Classe Bauer já estava na Casa Branca. Fica a confirmação de que diálogos sérios e de passagens dramáticas não são o forte da série, mas basta um dedo arrancado pra nos lembrar do que 24 Horas é feito.

Feito de refém, o marido da presidente que não desiste nunca tem Bauer como única esperança e, se você não acredita nisso, pergunte por aí. Jack entra na contramão pra jogar o carro contra um suspeito, toma uma mulher e seu filho de 11 meses de reféns, mas faz o seu trabalho. Ou quase isso.

Tivemos mais uma invasão só que, dessa vez, sem Dubaku no recinto – por sorte, ele havia saído pra matar uma senhora de cadeira de rodas – e deu que as coisas não se saíram tão bem como o planejado.

Jack e Jackeline, quer dizer, Renée, formaram dupla novamente numa cena de acelerar nossos batimentos. E eu, nerd como sou, gritei “não” quando o refém foi baleado, apesar da maneira cool de Bauer eliminar um dos senegaleses. A passagem de tempo real às vezes vai pro espaço, mas admito: a temporada está demais! (Thiago Sampaio)

Skins

Skins: Pandora (3×04)
Exibição: 12/2/2009
MVP: Lisa Backwell e Kaya Scodelario

Skins sempre foi, em sua melhor parte, uma série sobre relacionamentos, e em um episódio sobre uma das personagens mais “bobas” da série, vemos que relações antes aparentemente simples e unidimensionais, se tornaram um tanto complicadas.

A amizade de Effy e Pandora, que ficaram com Cook, os beijos entre Emily e Naomi, o namoro de Thomas e Pandora, todas essas relações refletem a confusão emocional dos adolescentes de Skins. Quase todos vindos de famílias um tanto disfuncionais, os personagens se mostram extremamente carentes, mas são orgulhosos demais pra admitir e preferem se afundar em sexo supostamente sem compromisso, festas e drogas.

A cena final é emblemática de toda essa confusão: Effy, que nunca parece se importar com ninguém, se sente traída quando vê Cook com Pandora, mesmo não sabendo se realmente gosta de Cook ou de Freddie (e, pelo que Pandora diz, ela gosta é de Freddie). Pandora, que sempre disse que era “completamente inútil”, não só confronta Effy sobre a sua amizade, mas também acaba tendo que lidar com Thomas, que ela disse amar no início do episódio (em outra cena muito bem feita), logo após ter perdido sua virgindade com Cook. Acho que não dá pra ficar muito mais confuso do que isso. (Julia Mathias)

Privileged: All About Confessions (1×16)
Exibição: 3/2/2009
MVP: Michael Cassidy

Charlie foi embora. O ator Michael Cassidy, mais uma vez, nos entrega um bom personagem. Não sei o motivo real pelo afastamento do ator, mas esta é a chance dele sair da CW e procurar algum canal maior, dar um próximo passo (assim como a Sophia Bush).

Gosto da construção dos personagens de Privileged. Sage não ficou assustada com o fato de Luiz querer transar depois do casamento por causa da religião e sim porque ela tem uma lembrança triste da igreja por causa da morte dos seus pais, sem contar que ela se culpa pela morte dos mesmos (Clichê detected).

Voltando pro Charlie, ele finalmente se abriu. Eles acertaram ao colocarem Megan decidida a ficar com Will? Não sei, mas agora escrevendo este texto me veio a idéia de que esse relacionamento Megan e Charlie me parece aquele tipo de caso onde a garota não vive sem o rapaz, mas por saber que ele sempre estará ali pra ela, ela o coloca no banco de reservas por tempo indeterminado. Isso é triste, mas verdadeiro. (Paulo Fiaes)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

27 Comments

  1. João da Silva

    Sobre The Mentalist: “Em Crimson Casanova – até agora o único que não tem o “Red” no título”.

    Crimson é na verdade um tom de vermelho. Então, embora o episódio não use a palavra “red”, mas ele usa outra palavra (“crimson”), que tem o mesmo significado.

  2. Marcos Azevedo

    Em The Mentalist, não há a palavra red, no título, porém o “crimson” traduzido para o português é carmesim. Que nada mais é do que um vermelho muito vivo.

  3. Fernando dos Santos

    “como Fringe pode corresponder à tamanha expectativa?”

    A culpa por tanta cobrança é da própria FOX e realizadores, que desde o início anunciaram “modestamente” estar preparando o novo Arquivo X.E o fizeram com grande divulgação.

  4. Leonardo Toma

    Fiquei curioso com Dollhouse. Vou baixar e assistir. Tinha até esquecido por tanta demora. E que ótimo que Skins agora tem um espaço reservado! Realemnte esse foi o melhor episódio da temporada.

  5. anderson

    Dollhouse eh mais ums erie q poderia ter um futuro promissor, porem esta na FOX, ou seja, casa errada. Vide o q houve com fringe.

    Lost, sem comentários, se essa nao é a série mais inovadora em muito tempo sei la, vao assistior chiquititas.

    TBBT, melhor comédia atual e Christine Baranski pra mim ja é EMMY de melhor convidado em comédia.

  6. Vinicius Silva

    Em resposta a João e Marcos:

    Verdade, eu também pesquisei isso depois e alguns amigos me falaram pelo msn. Mas não tinha mesmo a palavra “Red”, apenas uma outra que só muda pela coloração, mas já é uma mudança. Eu tenho uma teoria quanto a isso tudo. aiuaiuaaahuahu
    sou o novo Patrick Jane rsss

    E eu adorei Skins, sinceramente. Primeiro que a gente vê exatamente a Effy nunca se incomodando com o que acontece à sua volta. E ela sentiu a pressão de ver os seus pais se separando, de ver a “Panda” beijando o Cook, de ser renegada por Freddie e por ser culpada pela própria “Panda” das coisas loucas que acontecem na sua vida. Finalmente um excelente episódio e a série tende a melhorar bastante. Até o próprio Cook foi menos forçado neste episódio, o que foi um alívio. Não aguentava mais aquele excesso.

  7. Rubens

    Nossa, Dollhouse é muito ruim… Uma historinha fuleira com um péssimo roteiro, diálogos absolutamente “nada a ver” (o contratante inicia uma conversa absurda com a “negociadora” Echo, isso quando deveria estar preocupada com a sua filha sequestrada)… E a completa estupidez das cenas finais, com a Echo indo no esconderijo dos sequestradores, e o chefe permitindo que ela fale o que quer, sem calá-la ou meter-lhe uma bala? Ruim demais…

    Fora que a atriz principal (Eliza Dushku?) é muito ruim, tão ruim que ela poderia até participar de Smallville se quisesse (onde so a Chloe e a mae do Clark se salvavam como atrizes, entre as mulheres).

    Não deve passar da 2a. temporada, com muita sorte. É ruim demais.

  8. Vitor

    Lost é sensacional, a 5ª temporada vem conseguindo até msm superar a 4ª que é a minha favorita.
    Não entendo como alguém pode não gostar.

    O episódio de TBBT foi muito bom, não melhor que o último ( que foi um dos melhores do seriado) mas o suficiente pra manter o nível, e solidificar TBBT como uma das melhores séries de comédia da atualidade.

    The Mentalist, não achei grandes coisas, foi bom mas nada demais, já teve casos melhores.

  9. Pingback: Audiência nos EUA entre os dias 12 e 13 de fevereiro » TeleSéries

  10. Carolina

    [QUOTE] Marcos Azevedo – February 16, 2009

    Em The Mentalist, não há a palavra red, no título, porém o “crimson” traduzido para o português é carmesim. Que nada mais é do que um vermelho muito vivo. [/QUOTE]

    Oi lindo, excelente explicação, mas crimson, em português, é mais conhecido como carmim.

    A mesma explicação vai valer para Scarllet, ou escarlate :)

  11. Carolina

    [QUOTE] Marcos Azevedo – February 16, 2009

    Em The Mentalist, não há a palavra red, no título, porém o “crimson” traduzido para o português é carmesim. Que nada mais é do que um vermelho muito vivo. [QUOTE]

    Oi lindo, excelente explicação, mas crimson, em português, é mais conhecido como carmim.

    A mesma explicação vai valer para Scarllet, ou escarlate :)

  12. Mica

    BSG teve um dos episódios que eu mais gostei. Teve um monte de gente reclamando que ‘ajeitaram’ as coisas para explicar o que aconteceu, mas como eles esperavam que fosse feito? Para mim as explicações fizeram sentido e foram muito bem feitas, mesclando as cenas da Ellen (nunca pensei que iria gostar da personagem, mas ela foi incrível) e do Sam. E que história é essa de que a bala foi ‘providencial’ (como li em muito lugar)? Alguma coisa teria que fazer com que os final five lembrassem do que eram no passado. Ou algum evento importantíssimo ou a morte/ressurreição. Achei que a bala foi um evento a altura. Além do que, não aconteceu ao mesmo tempo que a Ellen. Nós é que ficamos sabendo ao mesmo tempo, mas foi em um momento oportuno e muito bem feito. Sem falar que o Michael Trucco fez um excelente trabalho também. Aliás, todos os final five são muito bons (à exceção da chata da Tori).
    Agora, falando bem sério, tem duas coisas que eu quero muito saber:
    1) Qual a ligação de Daniel com Starbuck? (se é que tem) Terá sido ele o pai dela? Ou a volta dela tem ainda alguma outra explicação?
    2) Chief voltará a ficar com Boomer? Eu quero tanto isso…

    Minhas maiores dúvidas ficam por conta de duas coisas:
    1) Ainda não compreendi as disfunções nas datas. Kobol foi destruída há 2000, a Terra também. A armadilha com o vírus para os cylons tinha 3000. Como pode isso? Como se explicam essas datas?

    2) Os final five envelhecem, mas quando ressuscitam qual o corpo em que renascem? E Cavil/John quando enviou os Final Five para as colônias o fez em momentos separados? Pois Tigh e Ellen são notoriamente mais velhos que Tyrol, Tori e Sam.

  13. Tati Leite

    BSG:Eu fiquei impressionada com a melhora do Michael Trucco como ator. Ele sempre foi o cara bonitão (só lembrar de OTH)e ele está segurando muito bem as cenas. Eu não coloquei ele no MVP pq tinha que escolher apenas 3.

    Eu não sei se quero o Chief com a Boomer. Agora, antes ele com a Boomer que com a Tori. Aliás, eu não vou ficar supresa de a Tori se bandear pro outro lado. Aquela mulher além de chata não me inspira confiança.

    Eu concordo com vc, Mica. Eles explicaram muito bem as coisas. E, realmente, para explicarem as coisas, para a memória voltar, teria que acontecer algo grave. E eu achei que o tiro foi a melhor solução.

    As pessoas precisam pensar que eles tem poucos episódios para explicar tudo (ou quase tudo, já que teremos o filme). E na minha opinião está sendo feito muito direitinho.

  14. Mica

    O Michael Trucco fez OTH? Eu não sabia (nunca assisti OTH). Eu o adorava em Pensacola e em uma outra série que esqueci completamente o mote. (aff!)

    Sobre Dollhouse, eu creio que o maior problema da série é a expectativa que todos tinham. Mas não dava para ter grandes expectativas, ainda mais com a promo horrível (tediosa mesmo) que fizeram e com o próprio Joss dizendo que a série só emplaca mesmo a partir da segunda metade, quando tudo começa a fazer sentido e funcionar direitinho.
    Mas eu acredito em Dollhouse e gostei de assistir.

  15. Camila Oliveira

    Esse episódio de The Big Bang Theory foi um dos melhores, na minha opinião, só perdendo para aquele que a Penny fica viciada num jogo on-line.

    Grey’s Anatomy. [i]”Reclamar da saída de Kate Walsh de Grey’s a essa altura parece coisa de criança birrenta, mas não tem como assistir a este episódio e não achar que Addison deveria ficar em Seattle.”[/i][2] Disse tudo. Achei esse crossover meio chato, esperava mais. Tomara que Private Practice acabe sendo cancelada e a Shonda devolva a Addison where she belongs.

  16. Rubens

    A Mica tem uma certa razao sobre Dollhouse… Pessoalmente, lendo a sinopse, eu nunca tive expectativa alguma sobre essa serie (na verdade nunca sequer entendi porque as pessoas tinham aqui no Brasil — e aparentemente só no Brasil –, quando nem mesmo a Fox americana apostava na producao, tanto que a colocou nas noites de sexta-feira, horario em que a tv aberta enterra seus seriados ruins), mas ocorre que eu sou partidário que filme tem que prender a atencao do expectador nos primeiros 15 minutos, e seriados tem que prender a atencao no minimo no primeiro episodio.

    Era essa a única expectativa que eu tinha quando assisti ao piloto de Dollhouse. Como tal fato nao se verificou, classifico a producao como ruim e nao pretendo mais assistir. Por isso, tenho que ponderar que se o proprio produtor ja vem dizendo que a série só emplaca mesmo a partir da segunda metade, então esse é realmente um grande problema e fica dificil a serie emplacar assim, depois do inicio nao ter agradado…

  17. Tati Leite

    Mica: O Trucko faz o tio do Nathan em OTH. Participa só de alguns episódios mas a participação dele provoca uma certa reviravolta na trama.

    Sobre Dollhouse: Eu não crio (ou tento não criar) expectativa para série nenhuma. Principalmente quando sei que a FOX é quem vai passar. A série sendo muita boa eles cancelam do mesmo jeito. O que acontece com Dollhouse acredito que seja justamente que nada a princípio está fazendo grande sentido. E a Eliza vai ter que ralar muito para convencer na personagem. Porque a premissa de uma personalidade por episódio exige no mínimo uma atriz com uma certa experiência. Ela fez um trabalho muito razoável.

  18. Patricia E.

    Dollhouse

    Posso estar errada, mas essa série tá com cara de ter o mesmo destino de Tru Calling. Whedon tem cacife sim, mas os executivos dos canais de TV não são mais tão pacientes — imagino uma série como “Arquivo X” hoje, começando devagarinho como começou; nunca teria tido a chance de emplacar de vez na sua segunda temporada, teria sido cancelada antes mesmo do final da temporada de estréia. Eliza Dushku deveria pensar em mudar de emissora assim que o contrato dela com a Fox terminar.

    Battlestar Galactica

    Acabei vendo o 14 e 15 juntos. Ainda bem que o motim não se estendeu demais. Gaeta escolheu mal seus aliados e percebeu tarde demais que o movimento não teria a sustentação necessária depois que Zarek revelou sua verdadeira face — o assassinato dos membros do Quorum foi chocante e pra muitos foi a gota d’água.

    O Tyrol sabotando o motor de salto foi outro momento “Star Trek” (cortesia de Ronald D. Moore). Dos estreitos tubos por onde o hoje roliço “chefe” teve que rastejar ao design do motor e da sala de máquinas, tudo aquilo deixou os trekkers com um sorriso besta na cara. Só que, a julgar pelas fissuras no casco, a Galactica já praticamente deu o que tinha que dar… :( A não ser que o Tyrol der uma de Scotty.

    Vários amotinados viraram a casaca (alguns por convicção, outros pra salvar o pescoço), mas ao que parece haverá uma nova anistia — não falaram abertamente, mas ficou implícito. Com a humanidade à beira da extinção não dá pra se dar ao luxo de ajustar as contas fuzilando todos os envolvidos. Só Gaeta e Zarek pagaram o preço.

    O tresloucado Romo Lampkin reapareceu — e com estilo. Até foi capaz de um ato altruísta… quem diria.

    Muita gente reclamou desse outro cylon que tiraram da cartola… Bom, contando com a Terra são 13 colônias… então… 13 cylons? Por que não? Daniel seria o pai da Starbuck ou Daniel seria Starbuck porque o Cavil sabotou o DNA? Taí a explicação pro fato de O Starbuck ter virado A Starbuck! :D

    Como previsto, Boomer acabou virando a casaca de novo e ajudou Ellen a escapar de Cavil. Mas tudo me pareceu fácil demais… imagino se Cavil não tenha criado a situação já prevendo a traição de Boomer e com isso fazer com que elas o guiem até a frota…

    Lee discute com Roslin sobre a criação de um novo Quorum… só que ao invés de representantes das 12 colônias teria como componentes os capitães das naves da frota. Se já era difícil ter algum consenso com 12 pessoas, imagine com umas 30 e tantas… :D

    Anders conseguiu se lembrar de fatos interessantes, mas parece que o preço foi alto: será que ele morreu mesmo ou o veremos despertar em algum lugar?

    Cavil mencionou uma colônia na qual poderia existir algum back up da central de ressurreição… seria essa colônia o mundo cylon?

    Várias respostas foram dadas e, pra variar, novas questões foram levantadas…

  19. Mica

    Se eles mexeram no DNA do Daniel e ele é a Starbuck eu vou ficar muito brava. Até entendo a lógica, mas ficarei muito, muito brava. Prefiro a hipótese dela ser filha do Daniel (de um deles perdido por aí).

    Poxa, o Chief emagredeu da temporada passada para cá. Ele está muito melhor agora do que na época que descobriu que era cylon por exemplo. (uma atriz não teria a mesma sorte…continuar atuando depois de ficar mais roliça).

    Estou totalmente ansiosa pela próxima sexta. Não dá para acreditar que BSG está acabando. É triste demais :-(

    Quanto a Dollhouse, Paty, concordo com você. Hoje o povo está imediatista demais. Ou a coisa funciona na hora ou a série vai para o buraco. Eu que não queria estar no lugar desses produtores/atores/roteiristas nos dias de hoje.

  20. Tati Leite

    Mica disse: Hoje o povo está imediatista demais. Ou a coisa funciona na hora ou a série vai para o buraco.

    E o resultado disso é que muitas vezes a série até implaca e se perde na segunda temporada pq não era tão boa assim. E a emissora fica com uma batata quente nas mãos pq muitas vezes acaba saindo muito caro cancelar certas séries dependendo do contrato com os atores e criadores.

  21. Juninho

    Dollhouse

    Ainda não assisti o episodio,mas confesso que não tenho muita vontade,a série demorou muito pra ser lançada,por problemas com o piloto,e como disseram lá em cima,a expectativa parece ser mais dos Brasileiro,e por se tratar de uma série do Criador de Buffy,mas embora não tenha muita expectativa vou assistir,porque assim como não dei nada por The Mentalist (Uma das melhores séries da atualidade),acabei me surpreendendo,então não vamos julgar o livro pela capa.

    Terminator: The Sarah Connor Chronicles

    Esse episodio foi bem bacana,e embora não teve muita ação,teve uma otima trama.O Melhor do episodio foi sem duvida a trama da Sarah que depois do tiro tomado do ultimo episodio,começa a ter visão com Kyle,que ajuda ela na fuga do Hospital,o garoto que interpretou o Kyle Reese,mandou muito bem.Ponto negativo para quase nada aparição da Cameron,como que numa volta de Hiato a melhor personagem da série mal aparece,espero que deêm mais destaque pra ela no proximo episodio.

  22. Mica

    Engraçado né, Juninho? Praticamente todos os comentários que eu li foi de gente reclamando da parte da Sarah.
    Eu particularmente não gosto dela, mas nesse episódio eu gostei. E até agora eu vinha odiando todas as participações do Jonathan Jackson como Kyle Reese, mas nesse episódio ele me surpreendeu. Foi muito bom.
    Concordo com você que o ponto negativo foi a Cameron ter aparecido tão pouco (mas brilhou em poucos segundos). Ela é sem dúvida o que há de melhor em TSCC.

  23. Juninho

    Eu também assim como vc Mica vi muitos comentarios de pessoas reclamando da Sarah,e pra falar a verdade gosto dela,não tanto quanto gosto da Cameron,até acho que a série deveria levar o nome dela,rsrsrs,também li em outros lugares muitos comentarios de pessoas que odiaram o episodio exatamente por ele ter sido mais lento,mas eu gostei,gosto das lutas,das explosões,das perseguições,mas convenhamos que mesmo lento eles souberam fazer um otimo episodio,e Terminator além de ser uma série de ação tem um otimo roteiro,as sacadas da Cameron que o diga,olha que fazer uma robô ter uma otima historia é bem dificil,rsrsrs.

  24. Paulo Fiaes

    BSG:

    bom, finalmente vou falar de BSG

    que série! que série

    quando falei com Julia (que colabora com o site) ela me disse que considera BSG melhor do que Lost, e eu concordo. são duas excelentes séries. na minha humilde opinião, as melhores séries escritas dos ultimos 05 anos. A grande diferença de BSG pra Lost, é que alem de toda mitologia existente, a série nos faz pensar.

    Mica uma vez escreveu no twitter “quando o povo vai entender que BSG é sobre a podridão humana”. e é exatamente isso, BSg faz brilhantemente uma série de sci-fi, mas voltada completamente para os personagens. Alguem lembra que quando Starbuck entrou na fenda temporal(?) muitos se queixaram, dizendo q era sci-fi demais. Sim, uma série que se passa no espaço não poderia usar tal artificio. pode parecer que são tolos o que fizeram tal afirmação, mas na verdade, a série nos envolveu de tão maneira, que parece ser uma analise de nossa vida, e nao a procura pela terra. Eu me dei conta do quão maravilhosa essa série é quando percebi que passei 05 anos assistindo uma série que passou praticamente no mesmo lugar, A battlestar galactica. impressionante nao?

    E confrontando Tati, pra mim aquela deixa de Roslyn pra Lee é que ele vai ter que escolher entre Kara e a civilização, e finalmente ele vai resolver ficar do lado da esquentadinha. So Say We All.

    =)

  25. Patricia E.

    “Se eles mexeram no DNA do Daniel e ele é a Starbuck eu vou ficar muito brava. Até entendo a lógica, mas ficarei muito, muito brava. Prefiro a hipótese dela ser filha do Daniel (de um deles perdido por aí).”

    Isso a tornaria o 1º híbrido humano/cylon… mas ainda acho que a Starbuck não tem nada de cylon, embora a sua ressurreição, pra mim, tenha tido um dedo deles (talvez até mesmo deste tal cylon misterioso).

  26. Patricia E.

    @Paulo

    É até engraçado o povo ficar reclamando de fendas temporais e o escambau quando a série já apresentou a tecnologia de salto e a ressurreição cylon. Quer coisa mais sci-fi que isso? Mas o que atraiu muita gente que nunca cogitou acompanhar uma série sci-fi foi justamente o drama humano, a decadência moral e o desespero que marcaram a trajetória do que restou de uma civilização. O fato de se passar no espaço, a bordo de uma nave acaba virando um mero detalhe. Creio que os fãs de sci-fi hardcore é que devem torcer o nariz quando a série tende mais pro drama. ;)

    O site Dark Horizons divulgou que o finale será em 3 partes mesmo, sendo que as 2 últimas irão ao ar na mesma noite.

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