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Spoilers

A Semana Lá Fora: eventos em Brothers & Sisters e 24 Horas, as premieres de Reaper e Rules of Engagement, a finale de Being Human

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Brothers & Sisters - Family Legacy

Mesmo com muitas séries ainda com reprises nos Estados Unidos, a primeira semana de março foi movimentadíssima para os fãs de seriados. E boa parte destes acontecimentos estão descritos a seguir, na nossa coluna semanal A Semana Lá Fora.

A coluna abre com o episódio-evento de Brothers & Sisters. E não foram só os Walker quer ganharam tratamento especial – 24 Horas também teve um episódio duplo, com a introdução de uma nova ameaça na temporada.

Temos as season premieres de Reaper e Rules of Engagement, romance em Heroes e CSI:Miami, um documentário em ER e ainda textos de How I Met Your Mother, The Office, 30 Rock e Chuck.

Da Inglattera trouxemos mais um episódio de Law & Order UK e a finale de Being Human.

Claro, e como não poderia deixar de faltar: Lost e Battlestar Galactica, que já ganharam cadeira cativa na coluna. Confira e deixe seu comentário!

Brothers & Sisters: Family Legacy – partes 1 e 2 (3×16 e 3×17)
Exibição: 1/3/2009
MVP: Rob Lowe, Calista Flockhart e Matthews Rhys

Acho bacana essa ligação Kevin e Robert. Eu vejo essa relação dele com Kevin parecida com a de Saul com William. Sim, eu sei que não vimos a interação dos dois, mas os dois trabalhavam juntos e Saul sabia de um dos casos de William, e pra não contar nada pra irmã devia ser porque era muito apegado ao cunhado.

Ao mesmo tempo, continuo achando mimada as atitudes de Kitty e Rebecca. Ok! Robert perdeu o nascimento da filha, independente do motivo, foi um vacilo dele, mas ao mesmo tempo, sempre senti de Kitty uma tentativa de que ele tivesse que largar tudo por ela e este bebê, que sempre ficou claro que ela queria mais do que ele. A atuação de Rob Lowe neste episódio foi excelente, aliás, de todos os atores. Não estranharei se todos eles mandarem este episódio para o Emmy.

E Rebecca? Olha, eu ate entendo o medo dela, mas Rebecca desde que entrou na série comete o mesmo erro da mãe – de pensar sempre no melhor para ela. Foi assim quando deixou Joe levar a culpa pelo beijo, quando mentiu para Justin sobre ser Walker, quando expulsou o pai da vida dela, e até mesmo quando o trouxe de volta, e agora ocultando algo que vai fazer com que eles terminem. O que me assusta é que Ryan conhecendo Rebecca e Justin acionou o meu alerta de que vem um triângulo amoroso por ai, e eu realmente não gosto desta idéia.

E Tommy? Sempre foi o mais deixado de lado pela família. Não era o querido da mãe, e muito menos do pai, e mesmo assim sempre se sacrificou por eles. Agora vai pagar pelos seus crimes. A única falha do episódio (e nada contra clichês, porque todas as séries se utilizam dele) foi Holly estar no lugar certo e na hora exata em que Tommy liga pra esposa falando sobre Robert. Ah, podiam ter bolado algo menos forçado mas, vai lá, o episódio foi talvez o melhor da temporada até agora. (Paulo Fiaes)

Law & Order UK: Unloved (1×02)
Exibição: 2/3/2009
MVP: Ben Daniels

Excelente. É o mínimo que podemos dizer deste segundo episódio de Law & Order UK: o seguimento da polícia encontrou seu ritmo, os detetives Ronnie Brooks e Matt Devlin estavam ótimos, a chefe de polícia, Natalie Chandler, apareceu mais e confirmou meu palpite de que a personagem acrescentaria bastante ao trabalho da dupla, e Ben Daniels, o promotor James Steel, deu um passeio pela segunda parte.

O roteiro também mostrou o quanto à influência européia pode fazer bem as histórias contadas: sem medo de chocar a opinião pública, eles acertaram ao mostrar a maneira como a defesa do caso, baseada no fato de que o gene dele teria ditado seu comportamento, afetou o menino responsável, que passou a considerar que não existia esperança para si próprio.

Essa maturidade só foi alcançada pela matriz Lei & Ordem depois de muitas temporadas, e até hoje engasga na filial SVU.

Ben Daniels deu um show à parte, mostrando como, mesmo quando desejamos que a justiça seja feita, a maneira como isso acontece pode nos afetar, e muito. (Simone Miletic)

CSI:Miami - Sink or Swim

CSI:Miami: Sink or Swim (7×16)
Exibição: 2/3/2009
MVP: Adam Rodriguez e Emily Procter

Escolher MVP para CSI:Miami não é uma tarefa fácil. A série de longe é o CSI com as mais fracas atuações. E, de certa forma, esse é o charme. No lugar de tentarem se igualar as demais franquias ela acabou seguindo um caminho próprio e encontrando um público próprio. Sendo inclusive umas das séries mais vistas do Mundo para surpresa de muitos (inclusive a minha).

O episódio teve participação da Yelina, a volta de Puffy Daddy (não consigo chamá-lo de Sean Combs). E uma das coisas que gosto muito em todos os CSIs: retomar histórias não acabadas e dar o seu desfecho. E mostrando que mesmo quem está do lado certo pode fazer besteira e sofrer as conseqüências. Miami faz isso de uma forma mais novelesca, fato. No entanto, o faz tão bem quanto os outros.

Agora, não adianta querer tampar o sol com a peneira, como diria minha avó, o momento que muitos fãs esperavam aconteceu ali no finalzinho. Calleigh e Eric finalmente estão juntos. O melhor de tudo nos pouparam das cenas ‘oh meu Deus te amo, oh meu Deus não sei o que faço’. Eles estão juntos, caso encerrado. Ainda tivemos Eric afirmando o óbvio: aonde ele aparece às pessoas se machucam. O motivo que faz deles o casal perfeito. Não sei quem é o mais azarado. (Tati Leite)

24 Horas: Day 7: 06:00 P.M. – 07:00 P.M. (7×11) e Day 7: 07:00 P.M. – 08:00 P.M. (7×12)
Exibição: 2/3/2009
MVP: Kiefer Sutherland, Cherry Jones e Mary Lynn Rajskub

Evento duplo de 24 Horas. E duas indagações na minha cabeça. Uma pra cada episódio:

1) Torturar ou não torturar? Eis a questão – O que parecia ter acabado estava longe do fim: Juma em pessoa está em Washington (pois é, eu sei, mas acredite: melhor nem comentar ou refletir sobre essa incrível forçada de barra) e atuará diretamente no próximo atentado, que fora alertado por Almeida. Bauer, ciente de que acontecerá em uma hora, só que sem saber onde, age à sua maneira: pede que Chloe exclua o nome do assessor daquele cara que tentou matar Robocop, mas não conseguiu (ao contrário do Bauer em pessoa na 5ª temporada) e invade a Casa Branca pra, sozinho, descobrir o local do atentado através da tortura.

Bill foi nocauteado, Chloe presa e não houve choques o suficiente pro mauricinho dizer onde será o ataque até Bauer ser detido. Jack estava sem tempo, mas Renee sem torturar ninguém descobriu o alvo apesar de Dubako Jr.: a Casa Branca. Pra resumir o extremismo de Bauer, fica a indagação da presidente; porque não a procurou antes?

2) Qual o tamanho da Casa Branca?! – Depois de Juma e seus homens entrarem por debaixo do nariz da presidente, fiquei à todo momento me perguntando: como diabos eles ficam andando pelos corredores tanto tempo sem uma resistência maior que a encontrada? Todos ficavam coçando o saco durante os intervalos comerciais?

Esse plot de 24 Horas foi arrastado e sem sentido; tão sem sentido quando John Voight e seu jogo de dardos (hein?). E ainda faltam mais doze horas… (Thiago Sampaio)

Reaper - A New Hope

Reaper: A New Hope (2×01)
Exibição: 3/3/2009
MVP: Ray Wise

Vamos recapitular um pouco do que aconteceu no final da temporada passada. O pai do Sam morreu, ele acha que pode ser o filho do Diabo e Andi descobre que ele trabalha para o dito cujo. Eis que se inicia o segundo ano e os três garotos estão no final de um retiro de quatro semanas longe de Diabo, namorada e do trabalho. E muita bebida e pé na estrada. O problema é que eles só pretendiam ficar duas semanas fora, então…

O romance dos dois está novamente em cheque. Eles ficam na boa novamente ao final do episódio, quando Sam descobre alguém que também tinha a alma vendida ao Diabo, mas que conseguiu reverter a situação. Agora ele tem sua própria caçada para fazer. O Diabo revela que realmente ele é seu filho, mas que ele tem muitos e muitos mais, esperando por um deles ser O especial.

Melhor coisa do episódio? Sock e sua nova “irmã” (Eriko Tamura, que é absolutamente linda). Foi divertido ele tendo esperanças e descobrindo que ela só queria um irmão mais velho mesmo. Os demônios “clube da luta” do dia foram interessantes e a arma foi uma daquelas varinhas que dão choque nos gados. A cena onde Sam desce do telhado do lugar, à la Missão Impossível, foi bem engraçada, já que ele parecia um tipo bizarro de fada. Não poderia terminar sem falar que Ray Wise continua genial no papel do Diabo e como alma da série. (Anderson Vidoni)

Chuck: Chuck Versus the Beefcake (2×15)
Exibição: 2/3/2009
MVP: Zachary Levi e Adam Baldwin

Casey resumiu em uma frase o que penso ultimamente sobre Chuck e Sarah:

Ótimo, o mais irritante romance da minha vida finalmente acabou.

Tá, eles não são os piores (Jack e Kate em Lost estão aí pra não me deixarem mentir). E quando finalmente acreditei que Sarah encontrou seu caminho – porque em minha opinião ela é quem mais impede a história deles de dar certo – lá estão os dois presos um ao outro novamente. E o pobre (muita vezes mala) do Morgan se deu mal novamente.

No entanto, acredito que isso não vai impedir de Chuck continuar divertida. Os escritores continuam criando situações cada vez mais interessantes com as doses certas de humor. E eu gostei muito do agente Baker. Espero que ele não suma pra sempre.

Zachary Levi foi sensacional nas cenas de não-tortura. As caras dele gritando antes mesmo de acontecer qualquer coisa foram impagáveis. E é justamente pelo fato de não mudarem a personalidade da personagem principal da água para vinho que eu continuo assistindo e me divertindo cada vez mais com a série. (Tati Leite)

Rules of Engagement - Russells Secret

Rules of Engagement: Russell’s Secret (3×01)
Exibição: 2/3/2009
MVP: Patrick Warburton e Bianca Kajlich

Os americanos esperaram 10 meses para ver novamente Rules of Engagement. E eu também, com a diferença que eu vi ainda menos episódios que eles, já que em maio do ano passado a Sony sumiu com a série do ar – e ela só reapareceu recentemente.

Rules of Engagement pode não ser tão engraçada como Old Christine e Two and a Half Men, tão fresca como The Big Bang Theory ou fofa com How I Met Your Mother. Mas eu preciso desta série no ar. Porque de todas as sitcoms da CBS ela é a mais clássica, a que melhor remete as sitcoms que eu assistia às pencas na Sony nos anos 90.

Aqui, Jeff e Audrey se afastam – ela vai sozinha ao teatro, ele a uma feira náutica. No teatro, Audrey descobre que Russel é fã de musicais. Na trama paralela, Jen e Adam fazem aulas de dança. As duas histórias se cruzam e o resultado é bacana.

Os críticos chamam a CBS de Crime Broadcasting System, por conta do montão de séries policiais que ela exibe. Pra mim, é Columbia Broadcasting of Sitcoms, enquanto ela, sozinha, honrar este gênero em extinção. (Paulo Antunes).

How I Met Your Mother: The Stinsons (4×15)
Exibição: 2/3/2009
MVP: Jason Segel e Neil Patrick Harris

Noto que a série agora parece que caiu em definitivo no gosto dos norte-americanos, mas até por isso, sinto que precisam mostrar a mãe dessas crianças, porque Ted está ficando perdido na série que deveria ser sobre… Ted e sua esposa.

Assim como me desaponto com Lilly, e não sei se o problema é a atriz ou a personagem. Porque eu gostava de Robin com Ted, e agora fico ansioso por ela e Barney, e os melhores momentos de Marshall nesta temporada adivinha com quem foi? Sim, com a Robin.

E Harris dá show, mas os roteiristas ajudam e muito ele. Agora Segel às vezes tem participações minúsculas e consegue se destacar tanto ou mais do que Harris.

E o episódio trouxe mais um dos planos mirabolantes de Barney, ao mesmo tempo em que conhecemos um pouco de sua origem, e o motivo dele ser como é. Foi uma situação surreal, mas o roteiro e a atuação do Harris nos fez acreditar. Só acho que poderiam ter incluído o irmão dele neste episodio, talvez mentindo pra mãe também fingindo ser hetero (não lembro se ela sabe), acho que renderia ótimas cenas. (Paulo Fiaes)

30 Rock - Goodbye, My Friend

30 Rock: Goodbye, My Friend (3×13)
Exibição: 5/3/2009
MVP: Alec Baldwin, Tina Fey e Jane Krakowski

É uma pena que Jenna esteja aparecendo tão pouco nessa temporada, porquê sua necessidade de atenção sempre rende umas boas risadas. É como se os roteiristas não soubessem o quê fazer com ela às vezes, o quê é uma pena. Jane Krakowski é ótima e eu adorei o destaque que ela teve nesse episódio.

Liz volta à trama sobre a adoção, e se Lemon sempre foi marcante por ser sem noção, suas decisões morais cada vez mais questionáveis tem sido o grande destaque dessa temporada. Ela já teve momentos melhores que a tentativa de manipular Becca para ficar com seu bebê, mas Fey é tão boa no quê faz que mesmo com um roteiro morno, sua as aparições rendem bom entreterimento.

A paródia daquele filme meloso que os caras assistem no começo, protagonizada por Jack e Frank também foi hilária. Baldwin continua provando porquê merece todos os prêmios que ganhou.

E a participação de John Lithgow se resumiu a alguns segundos, em que ele aparece vagando pelo 30 Rock procurando pelo canal de ficção científica. Quem esperava muito da participação deve ter se decepcionado. (Thais Afonso)

The Office: Blood Drive (5×16)
Exibição: 5/3/2009
MVP: Steve Carell

A NBC está uma verdadeira várzea. The Office fora a série escolhida pra ser exibida depois do Super Bowl em decisões confusas (originalmente, seria exibido um episódio regular de meia hora seguido de um show ainda não intitulado de Amy Poehler) e de última hora (além da comédia não conseguir manter em NADA a audiência daquele ótimo episódio pós-jogo, a produção só tinha mais dois episódios à serem exibidos). Que zona. Que desperdício.

Amo The Office, mas a decisão de colocá-la no Super Bowl talvez tenha sido errada (vai que Chuck ajudaria mais a NBC nas noites de segunda) e com certeza atrapalhou o cronograma de seriado: por mais geniais que sejam os escritores, o pedido incomum de vários episódios por temporada afeta a qualidade do roteiro.

Amo The Office, mas essa fase de pasmaceira da temporada e as decisões da NBC dificultam um pouco o decorrer dessa ótima comédia. Talvez menos hype (ela nunca será de massas) e menos pedidos de episódios (já foram tantos nessa temporada que foi necessário esse longo hiato) ajudem essa série à seguir seu caminho com um público fiel, diferenciado e que não espera mais do que já vi anteriormente. (Thiago Sampaio)

ER - What We Do

ER: What We Do (15×18)
Exibição: 5/3/2009
MVP: Troy Evans, Abraham Benrubi e Noah Wyle

Assistir esse episódio e não lembrar de Ambush (s04e01), o episódio ao vivo de ER, foi impossível. E também não pude deixar de pensar nos meus amigos dizendo: eu não vejo ER, ninguém é feliz ali. Por um lado, essa teoria ficou muito presente nesse episódio. O Morris finalmente parece ter encontrado um novo amor e ela leva vários tiros. Eu sabia que isso iria acontecer. Neela e Brenner terminaram. Sam tendo que resolver seus fantasmas com a mãe. Carter sofrendo. Enfim, muita tristeza reunida. Só que nós temos Jerry e Frank.

A idéia de Frank em fazer seu próprio documentário para provar que eles também são importantes e fazem parte do hospital foi hilária. Ao filmarem a responsável pela limpeza (a cara do Noah Wyle deitado na maca estava impagável) eu lembrei do episódio em que Mark ensina Jerry a lavar as mãos. Uma coisa a princípio estúpida mas de uma importância absurda para o bom andamento de um hospital.

E é nisso que defendo ER. Ela sempre foi uma série de detalhes. 15 anos não são 15 dias. Muita coisa ruim aconteceu mas muita coisa boa e divertida também. A série vai se despedindo muito bem. E quem viveu cada momento vai sentir muitas saudades. (Tati Leite)

Being Human: Episódio 6 (1×06)
Exibição: 1/3/2009
MVP: Russell Tovey

Não é de hoje que as séries britânicas aparecem de lugar nenhum e surpreendem, ficando entre as melhores produções do ano. Assim como Life on Mars, Being Human tem um argumento difícil, que facilmente poderia ser provar uma bomba. Mas novamente a BBC acerta a mão, e o drama sobrenatural sobre um lobisomem, um vampiro e uma fantasma que vivem juntos termina sua primeira temporada com um saldo impecável.

Essa finale se foca principalmente na reação das pessoas frente à morte, ou a destruição definitiva no caso de Annie, George e Mitchell. Apesar de não ser o melhor episódio da série (que na minha opinião, é o segundo), tivemos uma hora bem tensa e um final cheio de ganchos maravilhosos. Com o cerco dos vampiros fechando-se sobre eles, o trio tentam proteger uns aos outros, e cada um inventa seu próprio plano de perda mínima. George é novamente o grande destaque e Russell Tovey prova-se o melhor ator do show. Porém, Aidan Turner também é ótimo e Jason Watkins é muito bem-sucedido em ser sinistro como o líder da seita vampira, Herrick.

Da trama, o destaque vai para a cena em quê George e Mitchell se conhecem. Sombria e dramática, a seqüência funciona com perfeição por fazer um paralelo com os casos de violência exaltada por preconceito que acontecem tanto no mundo real. (Thais Afonso)

Lost - LaFleur

Lost: LaFleur (5×08)
Exibição: 4/3/2009
MVP: Josh Holloway

James “Sawyer, LaFleur” Ford e Juliet mereciam este episódio há umas três temporadas. Mais do que eles terem sido desprezados por aqueles que eles entregaram seus corações, eles foram esnobados por seus criadores na quarta temporada. Juliet teve o que muitos consideram como o pior episódio da temporada, e Sawyer? Ainda bem que ele pulou do helicóptero.

E se for mais um truque de Sawyer? Afinal “um tigre nunca muda suas listras”. Quando Miles diz “quem nomeou ele o líder?” não tive como deixar de pensar que certas atitudes dele eram parecidas com a de Jack. E se ele tiver pego as qualidades de Jack, e misturado com as de Jin, ou Bernard? Por exemplo. Sim, seria assustador, e por mais que eu torça pela redenção deste personagem, também acharia ótimo se estiver sendo enganado por ele.

O trabalho de Josh Holloway foi excelente. Não adianta, tivemos uma estátua de costas (cena chocante por sinal), reencontro dos Oceanic Six com os deixados para trás, mas nesta temporada com certeza nos lembraremos de LaFleur. Como disse Jeff Jensen, da Entertainment Weekly:

If Jack is the Man of Science, and if John Locke is the Man of Faith, then I nominate Sawyer as Man of Heart.

(Paulo Fiaes)

Battlestar Galactica: Islanded in a Stream of Stars (4×18)
Exibição: 6/3/2009
MVP: Katee Sackhoff, Grace Park e Tahmoh Penikett

Mais dois episódios. É tudo o que temos de Battlestar Galactica. E de acordo com Islanded in a Stream of Stars podemos esperar um final depressivo e desesperançado. Eu não reclamo. Tudo está se desenvolvendo como deveria e eu estou satisfeita e para mim é o que importa. Mas confesso que é angustiante ver tudo dando errado.

A Galactica está com os dias contados e finalmente Adama percebeu e aceitou o fato. Mas não foi a súplica desesperada de Helo que o comoveu, mas o pedido moribundo de Roslin. Já Starbuck é confirmada como o arauto da morte pelos lábios do próprio Sam, e finalmente enfrenta o fato de ter morrido meses atrás na Terra, mas não ser uma cylon. Baltar, que enfim lembraram que é um cientista, confirma a humanidade de Kara Trace, assim como a sua morte e ressurreição (no discurso mais patético que eu já vi).

As cenas mais especiais para mim: 1) Lee e Kara conversando em frente à parede com as fotos dos que morrerem em batalha; 2) Sam interagindo com toda estrutura da Galactica; 3) Tigh falando para Ellen que teve um filho e ela retrucando que ele teve milhões (e os perdeu); 4) As cenas de Boomer com Hera (Grace Park esteve fantástica). A cylon fez uma escolha, isso não quer dizer que será fácil conviver com ela. E quem serão os ‘amigos’ que Hera terá para brincar? (Mica)

Heroes - Exposed

Heroes: Exposed (3×18)
Exibição: 2/3/2009
MVP: Ashley Crow

Foi um bom episódio. Não fantástico ou memorável, mas bom. Todas as histórias fluíram relativamente bem, com exceção da trama de Sylar. É até irônico dizer isso, já que normalmente é Sylar quem salva os episódios, mas dessa vez não gostei de seus flashbacks do passado e nem das expressões do Zachary Quinto. Foram clichê e cansativos de assistir. E agora que ele sabe que seu pai não apenas o vendeu, mas também matou sua mãe, os motivos para reencontrar o pai perdido são outros: vingança.

Já a cenas com Claire desenvolveram-se muito melhor. Talvez por causa da mãe dela, talvez pela normalidade dela com Alex (que fica muito mais bonito de óculos) vivendo coisas adolescentes mesmo em fuga. Quer coisa mais clichê do que os dois se escondendo na piscina e se beijando submersos? Mas foi fofo e condizente com a idade dos dois.

Quanto a Nathan, parece que o Petrelli mais velho está percebendo que fez burrada, mas como corrigir é a grande pergunta. Desse povo todo Peter é o meu favorito (é claro que não estou contando Mr. Bennet). E os fugitivos colocaram o vídeo da prisão de americanos inocentes na mídia, mas a organização respondeu transformando Parkman em um homem-bomba. Quero ver como sairão dessa. (Mica)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

37 Comments

  1. Rodrigo B.

    Thiago Sampaio,

    Desculpe se isso soar meio rude(não é a intenção), mas qual o propósito em escrever sobre The Office se você não falou absolutamente nada sobre o episódio?

  2. anderson

    O episodio de B&S em questao foi incrível. A série mostra força ao mesmo tempo q mostra uma capacidade incrivel de reinvenção.

  3. Cristina

    Eu aprovo Sawyer e Juliet.
    A Kate podia ter morrido na queda do avião e o Ben podia ter matado o Jack em vez do Locke.

  4. Thais Afonso

    Sobre Lost:

    Ah, Fiaes, eu sabia que você iria erguer as armas no minuto em que vi que o texto sobre Lost dessa semana seria negativo. E ninguém melhor para falar bem desse episódio que você, não? “Mais do que eles terem sido desprezados por aqueles que eles entregaram seus corações, eles foram esnobados por seus criadores na quarta temporada.” Essa sua frase é uma perfeita análise do quê aconteceu, e os Juliet e Sawyer de fato mereciam muito esse episódio. E a frase do Jensen já pegou! Que bom, porquê eu achei linda.

  5. Patricia E.

    Battlestar Galactica

    Concordo contigo, Mica. Ao mesmo tempo me angustia também essa demora em apresentar respostas — falta tão pouco pro final e tanta coisa ainda está no ar. Não espero respostas mastigadas, mas creio que quem acompanha pelo menos gostaria de ter pelo menos algumas perguntas respondidas.

    Não entendi bem aquela conversa da Starbuck com o Baltar (um personagem legal que agora ficou insuportável) e por que diabos ela foi se abrir logo com ele.

    Por mais que goste do trabalho do Olmos — banalizaram de vez o choro do velho Adama. Tá, a gente já sabe que a situação tá feia, não precisa ficar esfregando na nossa cara.

    Helo e Athena… não vejo um futuro muito bom pro casal — algo me diz que a Hera vai acabar mesmo é sendo criada pela Boomer.

    Requiem para a velha Galactica: o acidente foi só um prelúdio do fim. Agora uma cena que adoraria ver seria a battlestar saltando para dentro da basestar de Cavil, despedaçando tudo ao redor. Se é pra acabar, que seja com estilo.

    E vale lembrar que faltam 2 episódios pro final, mas o último terá 90 minutos de duração.

    24 Horas

    A Casa Branca desta vez me lembrou a velha CTU — qualquer um entrava e barbarizava lá dentro. :D Só um comentário: em outros tempos tanto o Buchanan como o Aaron teriam sido mortos na hora.

    O lance da filha da presidente me fez lembrar de quando sequestraram a Michelle e ameaçaram arrancar os olhos dela… essa temporada tem sido um verdadeiro “deja vu”. :P

    Não sei até onde vai essa conspiração liderada pelo Jon Voight (que me faz lembrar o cartel dos magnatas do petróleo na 2ª temporada) — se a motivação do cara for só a grana aí é que o repeteco se completa.

    Ainda tem chão, vamos ver se essa nova ameaça tem gás pra se manter até o final.

  6. Paulo Fiaes

    Battlestar Galactica

    Curioso notar as criticas de algum há este episodio e quero pedir um favor a estas pessoas: imagina se o episódio começa com Adamao dizendo para todos irem atras de Boomer e abandonassem a galactica, e o ultimo a sair que apagasse a luz. Imaginou? agora pensem comigo, a série leva o nome da nave, correto? e o que vimos nestas 04 temporadas foram a ligações que todos tiveram, q de certa forma, direta, ou indiretamente, envolvia a nave, estou certo? bom, entao não acho nada mais do que justo passar estes 40 minutos com Adamao tendo que perceber que precisar deixar a nave ir (parece até que estou falando de um casal de apaixonados), mas acho que a ligação de Adamao, Tigh, Lee, e quase todos sobreviventes com a nave é mais forte do que a de um casal de apaixonado. e tenho ceteza q se nos 10 primeiros minutos adamao e equipe fossem atras de Hera e deixassem a nave para tras, estariam todos reclamando q ele se mandou sem pensar duas vezes.

    E outra coisa, acho que estou ficando rabugento e peço desculpas por isso, mas BSG desde a terceira temporada que abraçou fortemente que é não uma série de guerra, apesar de ser no meio de uma, entao as vezes não entendo como a pessoa veio até o final, e fica chorando se o episódio foi cadenciado, que parece ser o ritmo que D. Moore abraçou. Eu acho, e posso está completamente enganado, que D. Moore comprou a ideia que BSG era mais do que uma sci-fi, e por isso, desde entao, ele quer mostrar todas as nuances do comportamento humano. Como Mica disse, Adama não se comoveu com o pedido desesperado de Helo, mas quando sua mulher diz que ele vai acabar perdendo ela e a nave, ele acaba cedendo. Chega a ser injusto vermos o lider não se importar com a criança que pode ser o futuro da humanidade(ou seria cylonidade, ou melhor, humylonidade?), mas ficou com medo de perder o sexo de fim de noite(essa foi pessima, eu sei). e isso só mostra que ate o personagem mais fodão de todas as séries ever, no fundo é apenas humano.

    Gostei de Kara e Lee, apesar de ser quase improvavel que os dois fiquem juntos, esperança é a ultima que morre, e cá pra nós, Lee ta merecendo um episodio centrado nele, será q teremos nestas ultimas 3 horas? e nao sei pq, mas aquele conselho de Roslyn “vc fica tao preocupado em fazer a coisa certa, que esquece de fazer a coisa esperta” acho q nem foi nem isso que ela falou, mas vcs entederam, e eu entendi que ela disse “cara, esquece esta merda de presidente, e pega sua mulher e chama ela pra dar uma volta no seu jato, rsrs”

    E baltar? ahh Baltar, o personagem esta perdido na série, doi dizer isso, mas era pra ele ter morrido no julgamento. eu gostei muito de jesus Baltar, mas acho q D. Moore ficou com medo, deve ter pensado “essa é minha ultima chance de concorrer ao emmy, eles nunca vão me dar se eu tiver criticando Jesus”, brincadeiras a parte, a descaracterização do personagem imitando Jesus o limitou a ser apenas um louco na nave. apesar de que se pensarmos, todo crente q fica na rua tentando converter alguns pessoas, acabam sendo considerado por alguns como… louco. mas para o ator que brilhou na segunda e terceira temporada principalmente, fica parecendo q ate ele n gostou deste rumo, e com isso nos entrega atuações caricatas, uma pena.

  7. Tati Leite

    Eu adoro saber que o ódio a Kate e Jack não é uma luta solitária. rsrsrs. Os personagens em separado nunca me irritaram muito. Agora, juntos.

    Eu adoro o Matthew Fox mas acho que cada vez mais a personagem dele fica mais chato. E não um chato que vc goste, tipo o Dr.Romano (já que estamos falando de um cirurgião) em ER.

    E a Kate, eu continuo com minha teoria solitária e louca: a personagem era pra render muito mais e a atriz não consegue dar conta porque escolheram a beleza e esqueceram que precisavam de alguém mais experiente. Daí surgiu a Juliet e as coisas estão se acertando.

    Se o Sawyer no final das contas mostrar suas listas e ferrar todo mundo eu também vou achar ótimo.

    Eu estou me matando de curiosidade para saber o que vai acontecer qdo Jin e Sun se encontrarem e ele disser que avisou ao Locke que não era pra ela voltar. E estou sentindo muita falta de Sayid. Outro líder nato e que não sei como vai encarar essa ‘liderança’ do Sawyer já que os 2 nunca foram os melhores amigos do mundo. Ao mesmo tempo, ele de longe não morre mais de amores pelo Jack. Ainda tem o Locke nessa história toda (que durante um tempo era meu predileto e ach que vai voltar a ser,vivo e tendo o Ben todo machucado ao alcance das mãos.

    E eu quem tinha desistido de gostar pra valer de Lost agora fico contando os dias para assistir o episódio.

  8. Camila Oliveira

    Chuck foi incrível! Episódios como esse último me fazem amar cada dia mais essa série. As cenas de tortura me fizeram rir muito, principalmente quando o outro agente está apanhando e o Chuck pede para pararem, porque ele não aguenta mais tortura. Eu também torço para o agente Baker voltar e acredito que isso irá acontecer. Também acho o Morgan um mala. Jeffrey e Lester são muito mais divertidos^^.

  9. Tati Leite

    24: Eu também achei a invasão a Casa Branca muito fácil. Só que é ficção, né?!? Vou dar um crédito. rsrsrs. O pior era minha cabeça apaixonada por The West Wing a cada um que era morto pensando em Josh, Sam, Leo. Quando o cara mata a assessora de imprensa eu só pensava: OMG, seria a CJ.

    Eu honestamente odeio as cenas de tortura e sou do time do Bill. Não nasci pra isso, não posso e não quero. E achei muito bom mostrarem esse lado. Mesmo quem entende as atitudes do Jack não necessariamente teria o mesmo sangue frio de fazer. E espero que não mudem isso. E que do nada (pq são 24h, então seria do nada) o Bill sair torturando pessoas. Até pq, pra isso, já temos a agente Walker.

    BSG: Eu gostei muito do episódio. E acho que não tem mais jeito. Anjo da morte ou não, a Kara é de longe a minha favorita. Quando ela colocou a foto dela mesma no mural quase morri. E sobre ela ‘confiar’ em Baltar. Bom, ele é o cientista, era o único a poder dar uma resposta clara e obejtiva. E, ao mesmo tempo, ele com as mensagens dele acabou trazendo a confiança de alguns parcialmente. Ela ficava ouvindo as mensagens dele e comprou. Atitude desesperada. Agora, concordo, Gaius se perdeu. Seria melhor terem matado a personagem. Ele poderia continuar aparecendo na cabeça da Six, se fosse o caso.

    E, a minha questão: Aonde foi parar o Tyrol?!?

    E també não vejo um futuro legal para Helo. Por mais que isso me doa.

  10. André

    Falou e disse tudo sobre Chuck, apoiado.
    Agora para eu ficar mais feliz, o mês precisa passar logo, assim terei Greek de volta.

  11. Patricia E.

    @Paulo Fiaes

    Concordo. BSG extrapola os limites de uma série sci-fi e o ritmo mais arrastado certamente não agrada a todos. Mas mesmo gostando de um bom drama, também sou fã de sci-fi e gostaria de ver uma mega-batalha no final (e pelamordedeus, não quero uma destruição meia boca vide “The Hub”, que pra algo que seria um marco na série — a destruição da capacidade de ressurreição cylon — foi pra não dizer outra coisa, patético).

    @Tati Leite

    “E, a minha questão: Aonde foi parar o Tyrol?!?”

    Ou foi se esconder com os cylons na Baseship rebelde ou está na prisão da Galactica por ter ajudado a Boomer a escapar (está mais pra 2ª opção). Em outros tempos ele teria sido ejetado por uma comporta, mas como ele é o único cara que pode dar uma sobrevida pra nave acho que ele vai durar até o final da série. :D

  12. Mica

    BSG: O Tyrol deve ter se sentido o último dos seres quando descobriu que ajudou Boomer a sequestrar Hera. Mas cá entre nós, eu me senti tão bem vendo que tudo o que a Boomer falou para o Chief não foi só manipulação, que ela realmente sentia aquilo (como eu sempre disse que sentia).

    Eu fiquei encantada com a cena da Kara colocando a própria foto no mural. É nessas horas que vemos a loucura que ela deve estar vivendo.

    Being Human: A série foi uma das melhores coisa que vi na tv ultimamente. Descobri graças a um review da Thaís no blog dela e fui conferir. Me apaixonei logo de cara. Mas foi amor a tal ponto que eu dei um jeito de assistir online no site da BBC. Única série que eu já assisti online. E, confesso, estava morrendo de preocupação depois do episódio 05. Passei a semana toda desesperada sem ter a menor idéia do que iria acontecer com os personagens. Annie atravessaria a porta? Mitchell iria morrer? E o que faria George? E meu desespero era maior pq o criador da série já tinha dito que estava plenamente satisfeito com a primeira temporada, que não via necessidade de uma segunda. Que se viesse estava bom, mas que se não viesse, sua história havia sido contada. Ou seja, qualquer coisa poderia acontecer com qualquer um. Mas dois dias antes do último episódio eu li no blog de BH que a série teria uma segunda temporada. A minha felicidade foi sem tamanho…e tirou um pouco minha angústia com o destino dos personagens.
    Seja como for, adorei o final e acho que os caras acertaram a mão completamente na serie. Só sinto a morte da Lauren :-(

  13. Thiago Sampaio

    24 Horas
    Pois é, Tati (10). É ficção. Mas tem que ter um limite sensato, não? Dá pra aceitar um ataque atrás do outro num período de apenas um dia, mas esse atentado à Casa Branca foi mal estruturado. Achei apressado. Pelo menos está divertido. E eu ia falar isso mas acabei me esquecendo: também à todo momento me lembrava de The West Wing huahauhauhaua

    How I Met Your Mother
    Pena a série só crescer agora: continuo achando a primeira temporada espetacular, e as restantes muito inferiores. Inclusive essa, que está com um humor bem cadenciado… Sei lá, até o timing e a direção não estão me agradando. Mas tenho que dar o braço a torcer: a família criada por Barney foi sensacional.

    The Office
    Tudo bem, Rodrigo (1). Levo numa boa seu comentário. Eu mesmo fico irritado com comentários que fogem demais de um episódio, mas com esse não deu. Toda vez que fazemos o Semana Lá Fora, a equipe checa os episódios da semana e faz uma triagem das séries que serão comentadas e qual ficará com cada uma… Pedi The Office, mas ao ver o epi senti arrependimento: foi quase um desperdício dar espaço à ela. E já que o episódio não teve grande coisa, resolvi aproveitar pro meu desabafo. Sorry se não era o convencional, mas… a série não está numa fase tão boa quanto antes.

    ER
    Pois é…Teve um que de Ambush. Mas meio sem sentido, não? O artifício de colocarem os personagens pra “falar conosco” foi meio forçado (especialmente com Carter enfermo noutro hospital e com Morris esperando a namorada na cirurgia) mas tudo bem. Funcionou mesmo pela parte cômica de Frank e Jerry (no salvamento deles, usaram a trilha sonora da primeira temporada!). Já no dramático, temos Morris que continua roubando o show, Neela cada vez menos carismática, Sam ocupando espaço com a mãe e Carter prestes à reunir a velha guarda: ele em Northwestern onde Benton trabalha e um órgãos doados em Seattle, onde ficam Carol e Doug… (em tempo: quem ensina Jerry a lavar as mãos é Jeanny, não?)

    Lost
    É muito fácil compreender quem não vai com a cara da série: eles tão nos anos 70! Tipo… uma espécie de Life on Mars, né não? Mas mesmo assim com uma ótima estrutura narrativa e dezenas de histórias como ganchos. Estou achando ótimo. Mas por melhor que tenha sido Sawyer no episódio, nada se compara com Jim trazendo na kombi alguns dos Oceanic Six. Lost na veia!

    Battlestar Galactica
    Foi menos pior que os últimos. Mica, passou pela minha cabeça a humanidade sendo extinguida e os Cylons do lado do Cavil vencendo… Não seria de tão mal. E Paulo (6), olha, talvez eu esteja no time dos que reclamam do ritmo cadenciado, mas está difícil de aceitar. Antes em cenas de funeral, eu nerd aqui, ficava balbuciando “so say we all”. Hoje, nada. Nenhuma emoção. Não sei se essa nova fase é desejo da produção… Talvez seja falta de orçamento mesmo. Acha mesmo que com a audiência atual a série conseguiria roteiros da época da Pégasus? A diminuição da batalha, acredito eu, é por dois motivos: a série está mais longa do que devia e com menos orçamento do que merece. Ponto. Reflexo disso é a perdição de alguns bons personagens (Baltar, Caprica Six, Adama… até mesmo o Adamão) e a falta de contatos cylon no radar (certo, a nave de ressureição já era, mas em algo bem anti-climax, reflexo do baixo orçamento).

    Lado positivo? Grace Park. Mica, ela está brilhante! Num episódio só me fez ter pena da Athena (que adoro) e ódio visceral da Boomer(frak bitch!) apesar daquele choro de Judas dela… Enfim… Abandonar o nav.. Abandonar a nave.

  14. Mica

    BSG: Hahahahaha, já eu fiquei encantada com a Boomer nesse episódio, Thiago. E a Grace Park é fantástica, pq ela faz cada Eight de uma forma diferente e as cenas extremas que ela leva as personagens em um mesmo episódio…muito bom!
    A Tricia Helfer também faz as Six muito bem. O problema é que eu estou de saco cheio das Six. Todas elas já torraram a minha paciência com suas personalidades pedantes e aquelas caras de autocomiseração. Só a Head Six se salva (sim, ainda a adoro).

    Pior coisa que fizeram com os personagens:
    1) Colocar o Baltar como homem religioso. Estragou um dos melhores personagens da série.
    2) Tirar o Lee da vida militar. Além de eu não gostar dele de cabelo maior, sinto falta do Lee piloto.
    3) Transformar o Adamão em um velho bebum e chorão. Todas as crises dele fizeram a coisa toda perder impacto. Se ele tivesse quebrado só agora no final quando finalmente se decide a abandonar a Galactica teria muito mais força. Esse excesso de chororô me fez querer o Adamão se aposentando logo.

    LOST: A pior parte de Lost é não ter Lost esta semana, hehehe. Pelo menos volta Supernatural e Smallville (eita comparação tosca).

  15. Leo

    24 Horas e Reaper foram sensacionais!

    Thiago, 5 motivos pra voce entender a invasão da Casa Branca:

    – Juma tem uns 500 informantes la dentro
    – Ele está sendo financiado pelo Jon Voight, que é muito rico e poderoso
    – A comunicação foi cortada, ou seja, sem cameras ou linhas telefonicas
    – O Serviço Secreto não tem olhos atras da cabeça, ninguem viu o Juma vindo
    – O Juma tinha a localização de todo mundo la dentro

    e mais uma pergunta: Qual o problema do Juma estar em Washington?

  16. Thiago Sampaio

    Cavalca… hauhauhauahuahuahua Mas não mudo minha opinião

    E Leo, reveja o episódio: observe que a invasão de Juma e seus homens começa no início do primeiro bloco e antes do intervalo eles dizem que têm pouco tempo. Há dois intervalos comerciais durante a invasão e… eu simplesmente não consigo entender o que aconteceu durante esses 8, 9 minutos. A Casa Branca pareceu até ser maior do que um Shopping.

    E juma liderando o ataque em pessoa é esquisito. Ele é o líder do país e… não precisava estar lá. Tentando trazer pro mundo real, vc imagina algum ditador fazendo isso? Indo pessoalmente pro ataque? É muito forçado.

  17. Leo

    Thiago, ha apenas um intervalo que vai de 7:12 a 7:16, dai o episódio tem 11 minutos de ação com todo mundo ja sabendo que ele esta la dentro, ou seja apenas 4 minutos sem vermos a invasão. A Casa Branca tambem não é um barraco,4 minutos me parece plausivel.

    Sobre o Juma liderar o ataque, lembra o que o Tony falou no final do 7×10 e é repetido algumas vezes nesse episódio?? Que o ditador sabe que está perdendo o controle do pais e ele vai tentar recuperar o apoio das tropas fazendo algo grande na capital?? E por mim, estou quase convencido que esse ataque ja está nos planos faz muito tempo.

    Entendo ate seu ponto de vista e acredito sim que um ataque dessa magnitude é bem improvavel, mas o episódio foi muito divertido, por isso adorei.

  18. Fernando dos Santos

    Perguntas:
    Em L&O:UK eles estão refilmando e adaptando os enredos do original americano ou estão criando histórias novas?
    Caso eles estejam inventando novos enredos, eles são inspirados em casos verídicos como acontece com frequência no original?

  19. Mica

    Fala sério, Marco! Being Human é um dos melhores seriados que eu vi por aí nos últimos tempos.
    É claro que cada um tem seu gosto, mas…

  20. Paulo Fiaes

    acho engraçado como falamos “é um dos melhores seriados que eu vi por aí nos últimos tempos.”
    so nesta temporada já ouvi isso quando se referiram de true blood, Tara, e agora Being Human, rsrs.

    mas n tow de criticando Mica, eu sempre falo que BSG e Lost sao os melhore seriados feito nos ultimos tempos, e falei isso quando passava veronica Mars, studio 60.

    mas que é engraçado é, rsrs.

    a proposito, vi o piloto de being human e gostei muito.

  21. Celso

    24h: Não seria melhor uma história só com um começo decente um meio e um final? Dezenas de histórias deixa tudo confuso e cada vez mais beirando a ficção científica. Como uns pés rapados do 3o. mundo tem acesso a tanta informação e tecnologia? Sangala vive na idade da pedra vendem o almoço para pagar a janta.

    TSCC: Se não melhorarem urgentemente (se for possível devido ao adiantado da série) acho melhor cancelar. Prefiro os episódios centrados na Camerom, dramas humanos já temos de monte.

    The Office: Continua boa para uma série de 1/2 hora. Quando fazem de 1h fica arrastado e fraco.

    Heroes: Não sei não. Não gostei do episódio, está muito sem sentido para mim, os mutantes não matam ninguém, nada a ver.

    Lost: Está igual ao Heroes, sem sentido e com histórias cada vez mais absurdas.

    BSG: Ola, eu realmente gostaria que a raça humana fosse extinta. Nós fomos uma experiência falha do universo, deixemos o lugar para outra espécie florecer.

  22. Paulo Fiaes

    E só pra deixar claro, nao foi Mica que me disse que True BLood e Tara eram as melhores séries dos ultimos tempos, ela me diz que gosta de muitas coisas, mas nao lembro dela ter falado sobre outra série com estas palavras. e a mulher tem bom gosto =D

  23. Paulo Fiaes

    Terminator,

    ahhh cara, sabe o que eu tenho mais curtido nos sci-fi atuais, o fato de no fundo serem dramas sobre personagens e o comportamento humano. BSG, Lost, Terminator, pra mim tem sido grandes séries justamente por isso.

    e uma coisa de Terminator, acho bacana o fato das duas terminatrix tentarem estudar os humanos, e de certa forma terem o “livre arbítrio”

  24. Carlos T.

    [b]ER[/b]

    Mais um ótimo episódio, desta vez não tivemos nenhum diretor clássico e sim o Zabel, que mandou bem de novo. Dá uma tristeza ver o Carter daquele jeito, mas tenho certeza que tudo vai acabar bem.

    Jerry e Frank mandaram muito bem, estavam hilários, nos primeiros anos Jerry tinha muitos momentos de alívio cômico – sim, foi a Jeanie que o ensinou que se deve lavar as mãos depois de usar o banheiro, nos extras dos DVD do 3º ano o Abrahan Benrubi fala que pegaram muito no seu pé por causa disso. Na hora eu reconheci a trilha do primeiro ano, MVP merecido para os dois atores.

    Sam e sua mãe foi OK, espero que tenha uma resolução entre as duas. Neela e Brenner acabou e o caminho está aberto para um possível final feliz pra indiana…

    E Neela e Sam vão buscar um coração em… SEATTLE! A expectativa é muito grande para o próximo episódio!

    [b]24 Horas[/b]

    Os episódios foram bem divertidos, assistia os episódios pulando de agonia, mas não tenho como negar que também achei meio sem pé nem cabeça a invasão à Casa Branca, como já falaram tá parecendo a CTU, onde todo mundo invadia e era cheio de traíra.

    Tem uma hora que a Renee e o Moss estavam fazendo um scaneamento de satélite na Casa Branca um agente diz pra eles: “A Casa Branca é um dos locais mais protegidos do mundo.” Eu ri nessa hora, que proteção, hein?

    E faltou falar de Chloe vs. Janis, a novata levou a melhor, mas acho que não pára por aí! Até que não fiquei com raiva da Janis por ter estragado as coisas pra Chloe. Li que ela vai levar um tempinho pra voltar, mas enquanto isso vamos ver como Jack vai conseguir salvar o mun… ops, Estados Unidos mais uma vez.

  25. Mica

    Nem me falem em TSCC. Adorei o episódio da última sexta. A Thaís adora os episódios centrados no drama da Sarah e, confesso, embora eu não suporte a Sarah, gosto dos episódios também. Mas episódio onde a Cameron pode ser simplesmente Cameron é muito melhor. E até da Riley eu gostei!
    Quero dizer, eu sempre gostei da Riley, só me irritava a atitude que o John tinha por causa dela..e também a progressiva depressão da personagem. Mas neste episódio ela esteve muito bem. A luta dela com a Jesse foi muito legal e eu fiquei o tempo todo torcendo ora para que uma vencesse ora para que outra chegasse lá.
    Agora, eu só digo uma coisa: se John vir a destruir a Cameron ou mesmo odiá-la eu mato o John!
    Vocês viram o trailer do final da temporada? Aquele que começa com a Savannah pulando no corredor? Muito bom!!!

  26. cristina

    Being Human é uma série muito boa.
    Eu não vi o piloto original, o que tinha outros atores. Com certeza vou achar esquisito já que me acostumei com a Annie e o Mitchell atuais. Mas mesmo assim, vale a pena ver, pra entender melhor a história?

    “Confessssss”

  27. Mica

    Eu baixei o piloto, mas não assisti ainda. Até comecei a ver, mas estranhei tanto o Mitchell que deixei para mais tarde, hehehe.

  28. Patricia E.

    @Fernando

    Aparentemente a versão britânica de Lei & Ordem trará casos da justiça local, sob a ótica local e, a julgar pelas demais séries da franquia e como vc mesmo apontou, certamente haverá casos inspirados em fatos reais (que, como diz o velho clichê, muitas vezes “superam a ficção”).

    @Paulo

    Curto BSG (pra mim é uma das melhores séries de ficção que surgiram nos últimos anos) e Lost (que conseguiu trazer algo novo pra tela, até então dominada por séries de policiais, médicos ou advogados). Esse negócio de melhor de todos os tempos é um tanto demais, mas fã é assim mesmo, acaba se empolgando… :D

    24 Horas virou sci-fi. Esperar realismo daquilo é pedir pra ficar nervoso. Vejo Jack Bauer como o James Bond da telinha. Improvável, forçado? Sem dúvida. Diverte, entretém? Sim. Então pra mim tá tudo certo. :D

    E, me esqueci de comentar: Janis ownando a Chloe. Gostei. E não fiquei com raiva da moça, ela estava fazendo o trabalho dela. Espero que o mal-entendido se resolva e elas passem a trabalhar juntas, vai ser legal.

  29. Pingback: Audiência nos EUA na segunda-feira, 9 de março » TeleSéries

  30. Fernando dos Santos

    Patrícia E.,

    obrigado pelas informações.Estou torcendo pra que L&O:UK chegue por aqui algum dia.

    P.S.:Por favor continuem com os reviews da série aqui na coluna A Semana Lá Fora.

  31. ELANIA

    GENTE AJUDE-ME, POR FAVOR. QUANDO COMEÇOU A SÉRIE 24h? TÕ PERDIDA E BOIANDO!
    VCS. ESTÃO COMENTANDO SOBRE A SÉRIE, MAS NADA VI PASSAR. TENHO TV POR ASSINATURA SKY, É ESSA?

  32. Patricia E.

    @Fernando

    Também espero que estreie por aqui. Enquanto isso vou tentar baixar alguns episódios — a série está na minha lista de “o que ainda falta assistir”. :)

    @Elania

    A 7ª temporada de 24 Horas ainda não estreou no Brasil. Esta coluna só traz resenhas de séries que estão passando agora lá nos EUA. No final do mês (31/3) estreia no canal o telefilme “24 Horas: Redenção”, que serve de introdução à nova temporada, como já foi anunciado aqui:

    http://teleseries.com.br/fox-marco-the-listener-justica-sem-limites-lipstick-jungle-niptuck-e-24-horas-a-redencao/

  33. Luciana.F

    Lost: Sawyer não imitaou o Jack nem Jin ou Locke, ele apenas foi ele mesmo original,os autores tem que dar mais credito a ele. Penso que o Jack nem é isso tudo que aparenta, pq se for dizer que ele é um heroi que morreria pelo povo da ilha,o Sawyer faria exatamnte a mesmo so que de um jeito bem melhor.

    A muito tempo não via os episodias da nova temporada e exatamente hoje resolvi passar pelo canal e lá estavam meus personagens favoritos juntos?

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