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Sintonia – Um Passeio Pelo Interior

Olá, leitores! O tema desse mês foi uma escolha MUITO pessoal. Decidi falar das séries “interioranas” porque tenho uma obsessão gigantesca com música country, especialmente as boas. E música country das boas na TV tem sido, para mim, quase sinônimo de Hart of Dixie e de Nashville. As duas grandes só me dão orgulho, e quando se fala de trilha sonora, então!

Juntas, mas diferentes: Nashville e Hart of Dixie não compartilham muito mais do que a trilha sonora. A primeira retrata os show business (e um pouco da política também), trazendo, além de coves, algumas canções originais, interpretadas pelos próprios atores – cujos personagens são cantores ou compositores. Já a segunda é a descontraída história de uma médica novaiorquina que se vê em uma pequena cidade do Alabama, em razão da herança de seu pai – que ela nem sabia ser seu pai -, e a trilha se resume a fazer o papel usual de trilha sonora, além de umas eventuais participações de artistas do estilo.

Comecemos por Dixie: durante suas três temporadas –  a série está no ar desde 2011 – a trilha sonora foi marca registrada da série, trazendo o melhor das novidades do estilou country norte-americano.  Em sua primeira temporada, logo no piloto, a trilha trouxe Taylor Swift –  ainda me lembro claramente do momento epifânico em que Love Story começou a tocar e eu fiz a dança da girafa bêbada pelo quarto. Desde o começo, viemos acompanhando a história na trilha da moça e de outros famosos, como The Black Keys, Rascal Flatts, Zac Brown Band, Lady Antebellum e Iron & Wine.  Uma das participações musicais de que me lembro dessa temporada é a de Scott McCreery, num dos momentos mais lindos de Zeorge <3

 

A segunda temporada começou quente: trouxe Carrie Underwood na trilha do season premiere, deixando nossas vidas mais lindas enquanto Zoe se decidia entre Wade e George. A qualidade da trilha, mais uma vez, foi lindamente mantida, com a ajuda de Rose Falcon, Dolly Parton e Gloriana, a banda atração do season finale no Rammer Jammer – melhor parte do episódio foi a Lemon correndo atrás pra conseguir o contrato deles (Deus sabe como eu sinto falta da Jamie. Estou aqui, rezando pra licença maternidade dela acabar logo!). Com vocês, Gloriana:

 

A terceira temporada, iniciada em outubro do ano passado, também não deixou NADA a desejar. Até agora, tivemos Lady A, Adam Zelkind, Zac Brown Band, entre outros, além de duas participações mais do que memoráveis (pelo menos a meu ver): The Head and The Heart, muito presente na trilha do dia-a-dia da série, e Danielle Bradbery, a vencedora do último The Voice americano. A apresentação de Danielle foi muito linda, com a música que parece ter sido feita pra Dixie. Check it out:

 

Esperando muitas coisas bonitas pela frente ainda nessa trilha tão incrível. E enquanto esperamos, passemos da diversão ao trabalho, da pequena do Alabama à gigante do Tennessee: Nashville, série que estreou em 2012, está hoje em sua segunda temporada, trazendo também coisas lindas do folk e do country ao público – em alguns casos, até coisas inéditas. A série, cuja storyline principal, de início, é o embate entre as cantoras Rayna Jaymes – a rainha do country – e Juliette Barnes – a diva pop-country do momento – não se resume só a isso. Os núcleos periféricos são tão importantes que logo no piloto mostram ao que vieram, sendo a apresentação de Scarlett e Gunnar o grande “boom” do episódio, que fez com que a maior parte dos espectadores – eu incluída – continuassem a assistir ao show.

 

Depois da estreia de Scarlett e Gunnar, tivemos muitos outros números bombásticos. A começar por Juliette, que partiu de sua Telescope infantil – que, eu confesso, adoro! – a níveis de Undermine e Dreams (com a linda ajuda de Avery). Dreams é a minha paixaozinha na voz da Hayden, e é com ela que vocês também vão se derreter por Juliette Barnes.

 

Rayna, a rainha, por sua vez, também não deixa a desejar. No início, traz os countries mais clássicos na voz, como Changing Ground, mas sua linha muda um pouco com os acontecimentos, trazendo a nós obras primas como The End of The Day e Best Songs Come From Broken Hearts.

 

Além das duas belas e Scarlett/Gunnar (que têm números solo INCRÍVEIS), temos também os moços DeaconAvery e  Will, que também fazem um sonzasso. Agora, mais recente, tivemos a adição de outra cantora à história, Zoey, que promete muito ao show.

Para encerrar com chave de ouro e muita adorabilidade pra vocês guardarem no coração até o próximo mês, tenho que contar uma coisa: A Rayna tem duas filhas, Maddie e Daphne. E por mais que eu ame as músicas de todo mundo, essas duas são uma grande fonte de inspiração pra mim, e me emociono todas as vezes que elas cantam e fico cantando as músicas delas sem parar. Isso desde a primeira performance delas. Vou deixar vocês com uma lição em forma de música cantada pelas vozes mais doces de Nashville.

 

Até mês que vem, pessoal.

Séries citadas:

Futura jornalista. Medrosa e sonhadora que só. Escritora de margem de caderno, adora os Beatles, filmes e livros em geral. Fácil de agradar. Sitcoms são o melhor acompanhamento para as refeições e o resto das séries, para qualquer horário livre. Doida de pedra e antissocial, nerd até à medula. Apaixonada pelas culturas britânica, hindu e hippie. Sintam-se à vontade pra me amar.

Website: http://tempoedimensoesrelativasempalavras.wordpress.com/

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