Entre mortos e feridos, a arte do recomeço em Grey’s Anatomy

Data/Hora 25/05/2015, 22:30. Autor
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“It’s a beautiful day to save lives.” – Derek Sheperd

Quando a décima primeira temporada de Grey’s Anatomy estreou em meados de setembro, não sabíamos muito bem o que esperar e a maioria de nós já não tinha lá muitas expectativas. Depois de uma década no ar como uma das séries mais populares da televisão americana – amada e odiada em igual medida, é verdade – nada mais natural do que um certo desgaste. Mas, diante de temporadas bastante irregulares, arcos repetitivos e com personagens outrora importantes relegados ao esquecimento, era evidente que Shonda Rhimes e sua competente equipe de roteiristas tinham diante de si um enorme desafio. De muitas maneiras, este décimo primeiro ano seria “tudo ou nada”, o ponto da virada, a temporada mais decisiva. Afinal, existe vida sem Cristina Yang?

Encarando de peito aberto o peso desta ausência esmagadora – além do ceticismo (e um tiquinho de má vontade também) de grande parte de seus fãs –, Grey’s Anatomy conseguiu provar, semana após semana, que sim, existe vida pós-Yang, e ela não é nem de longe tão horrível quanto imaginávamos. Fazendo um mea culpa, o roteiro foi, aos poucos, aparando as arestas aqui e ali, eliminando impiedosamente alguns de seus ciclos viciosos, descartando plots e personagens que não funcionaram, e investindo em mudanças certeiras que deram novo impulso e proposito à série. Além disso, ao atribuir um viés mais feminista, por assim dizer, a esta temporada, o roteiro proporcionou o crescimento e amadurecimento de (quase) todas as suas personagens femininas. Meredith, Amelia, Callie, Arizona, Kepner, Bailey, Nicole Herman, e a recém-chegada Maggie, todas tiveram seus momentos de destaque ao longo desta jornada de 24 episódios.

A introdução da Dra. Maggie Pierce tenha sido talvez, a mudança mais difícil de engolir. Afinal de contas, como não lembrar da Lexie? (um minuto de silêncio pela ‘Little Grey’, por favor.) O plot da irmã perdida se repetiu – desta vez com uma filha de Ellis e Richard – e, ao menos no início, foi difícil não revirar os olhos toda vez que Kelly McCreary entrava em cena. Por pouco tempo.

E, enquanto Calzona FINALMENTE virou um passado distante, vimos uma enorme evolução em Arizona. Em meio a um turbilhão de emoções e conflitos internos pelo término de seu casamento, ela floresceu, e parece ter deixado para trás de uma vez por todas a esposa traidora e pessoa amarga que nos fez odiá-la desde seu infame acidente. Na minha opinião, o grande responsável por esta mudança foi o maravilhoso arco com a Dra. Herman – em uma participação especialíssima de Geena Davis. Através dos olhos de Nicole, Arizona humanizou-se e reencontrou seu propósito.

Herman

Aliás, podemos dizer que este processo de humanização foi recíproco e traçou, não sem uma boa dose de ironia, um belo paralelo entre mestra e discípula. E como foi catártica a transformação da Dra. Herman! A certeza da iminência da morte tende a nos conferir certa ousadia e, quase como uma extensão dela, um desprezo ao conformismo e ao medo. Com Nicole, não foi diferente. A cada episódio, à medida que acompanhávamos sua rotina e sua corrida contra o tempo, éramos presenteados com uma nova faceta da personagem, uma nova camada de sua verdadeira personalidade; de médica austera, porém brilhante, à mulher que flertava despretensiosamente com Owen, contrabandeava sofás dentro do hospital e se tornava, além de mentora, amiga de sua pupila. Mas, ao vencer aquele duelo desleal contra a morte, Nicole inadvertidamente ensinou uma preciosa lição de vida à Arizona. Nicole perdeu a visão (e a condição de cirurgiã), mas não se deixou abalar nem por um segundo: ao contrário de Arizona, foi capaz de enxergar com clareza um novo mundo cheio de possibilidades e descobertas. Herman foi tudo o que Arizona não conseguiu ser diante das adversidades da vida, e a ironia não lhe passou despercebida. A passagem de Nicole pelo Grey Sloan Memorial pode ter sido breve, mas foi também inesquecível: ao transformar Arizona em uma profissional ainda mais brilhante, resgatou também parte de sua humanidade perdida naquele acidente de avião.

Outro desdobramento maravilhoso deste arco foi o crescimento de Amelia, que enfim ganhou o espaço que merecia na série. Eternamente coadjuvante do irmão bem-sucedido, a “outra Dra. Sheperd” andava apagadinha, meio ofuscada em meio a tantos dramas alheios. Derek, claro, não ajudou em nada, diminuindo-a e desautorizando-a sempre que possível e, inclusive, elaborando um ou outro esquema para roubar seu cargo e voltar a ser chefe da neurocirurgia.

Amy

Amy – como era carinhosamente chamada por Derek – era muito mais querida e admirada por aqueles que também acompanharam suas tragédias pessoais em Private Practice. Quem assistiu o spin-off de Grey’s jamais esquece: o vício implacável, o noivo morto por uma overdose enquanto ela dormia tranquila a seu lado, e a breve vida de seu bebê anencéfalo. Trazê-las para a sua nova realidade em Seattle foi fundamental não só para que ela pudesse cativar e criar enorme empatia com um público que ainda não a conhecia, mas também porque estas tragédias são parte essencial de quem ela é, da pessoa em que se transformou, e contam a que ela veio.

A exemplo do que aconteceu com Arizona e a própria Herman, a cirurgia pioneira também serviu para humanizá-la, mas ainda foi além: revelando-se vulnerável ao sentir o peso de sua responsabilidade, Amelia distanciou-se de seu irmão arrogante. Ao se mostrar humana, e portanto, passível de falhas, foi humilde e encontrou o equilíbrio necessário na linha tênue entre a autoconfiança e a prepotência. Quando tudo parecia dar errado naquela sala de operações e uma decisão precisava ser tomada, torci para não recorrerem à Derek, justamente porque aquela era a hora da virada para Amelia. Era como se todo o seu sucesso profissional dependesse do desfecho daquela cirurgia. E, assim como Herman, Amy também enxergou o lado positivo do resultado alcançado, ensinando uma inconformada Stephanie a fazer o mesmo: o tumor – aquele “bebê” gordo e ousado – havia sido derrotado, afinal.

Como se não bastasse tudo isso, Amelia ainda conseguiu tirar Owen de seu ostracismo. Desde a partida de Cristina, Owen andava meio perdido, meio apagado, sem muita importância, e o momento era crucial para o personagem. Assim como Meredith, ele também precisava provar para si mesmo – e para todos nós – que existe vida sem Yang. E Amelia foi fundamental neste processo. Não foi difícil começar a shippar o casal, já que ambos tem muito em comum, e torço para que Amelia perceba o quanto Owen lhe faz bem, e está sempre presente nos seus momentos mais difíceis.

Caterina Scorsone é uma grande atriz, e eu fico muito feliz de vê-la como regular em Grey’s Anatomy. Amelia ainda tem muito potencial inexplorado, e, com a morte inesperada de Derek – já chegaremos lá, prometo! –, o roteiro premiou-a com cenas maravilhosas, carregadas de emoção, e ela nunca decepcionou. Se, como reza a lenda, Grey’s ainda tem vida longa, estejam certos disso: o futuro da série passa pelas talentosas mãos de Caterina e sua Amelia.

Kepner

A vida também não foi nada gentil com Kepner e Avery nesta temporada. O arco do bebê do casal, acometido por uma doença grave e fatal, partiu até mesmo o mais peludo dos corações… E, mais uma vez, o roteiro foi certeiro ao substituir o chatíssimo conflito religioso interno que costumava atormentar a personagem por uma reação absolutamente comovente, autêntica, e o mais importante: livre de culpa. A tristeza e o luto pelo filho ainda nem nascido foram trabalhados com extremo bom gosto e na medida certa, sem as histerias ou exageros típicos da personagem de Sarah Drew até aqui. O sofrimento trouxe profundas transformações para ela, e, embora eu veja razão e respeite a decisão de Avery, gostei demais de ver esta nova April: independente, determinada, dona das rédeas de sua própria vida. Não lembra em nada a menininha ingênua e assustada que conhecemos há algumas temporadas, e isso é sensacional.

Mer

“He’s very dreamy, but he’s not the sun. You are.” – Yang

Quem diria que aquelas últimas palavras de Cristina Yang seriam tão… proféticas? De muitas maneiras, o décimo primeiro ano de Grey’s Anatomy foi sobre a redescoberta de Meredith. Pouco a pouco, ela aprendeu que existe vida sem Cristina e Derek, e que sim, ela é capaz de viver perfeitamente bem sem eles.

“Dark and twisty” Meredith foi deixada para trás de uma vez por todas, num passado distante, para se transformar, enfim, na melhor versão de si mesma. Madura, serena, segura, Meredith desabrochou em uma boa profissional, mãe e esposa, e desta vez não esmoreceu diante de sua própria luz. Afinal, ela é o sol.

E então… BOOM!

McDreamy está morto.

E foi uma morte quase anunciada. Os indícios estavam ali, para quem quisesse ver. Episódio após episódio, o roteiro se esforçou em nos mostrar claros sinais de desgaste do personagem. McDreamy saiu de cena para dar lugar àquele Derek arrogante, egoísta e chato, perdendo função ao ponto de se tornar um personagem avulso, aleatório, e… dispensável. A chegada de Amelia era um prenúncio. O casamento com Meredith não ia bem e foi relegado à segundo plano, especialmente quando Derek escolheu ir para Washington, afinal. Lá, quase caiu em tentação, e percebeu seu grande amor por Meredith, Zola e Bailey. E, como num passe de mágica, lá estava McDreamy novamente, voltando para casa e para os braços de sua esposa, cheio de novos planos e sonhos que nunca seriam realizados.

Derek

Mas nós estávamos em negação, não estávamos?

Foi como levar uma facada nas costas ou um belo soco na boca do estômago: cruel e desnecessário. E eu faço parte daquela gigantesca parcela do fandom que odiou cada segundo de How to Save a Life. Um roteiro porco, cheio de buracos e inconsistências, uma saída preguiçosa, e um personagem muito querido nos dando um melancólico adeus da maneira mais escrota possível. E mesmo assim, não deixei de me emocionar (e me odiei um pouquinho por isso). O neurocirurgião invencível, portador de um inabalável complexo de Deus, teve morte cerebral. Como não admirar – e desprezar – essa ironia cruel? Derek estava ali, indefeso, nas mãos de uma equipe médica absurdamente incompetente, consciente de sua morte iminente. Narrou-a, quase sereno, como o herói que havia salvado a vida de quatro pessoas apenas momentos antes.

“Derek. It’s okay. You go. We’ll be fine.” – Meredith.


A despedida foi devastadora.

“… if I lay here
if I just lay here
would you lie with me
and just forget the world?”
“Chasing Cars”, Snow Patrol.

Reza a lenda que coisas ruins acontecem com boas pessoas, e a própria Ellen Pompeo se apressou a dizer que “hey, tragédias acontecem na vida real”, mas… Todas elas precisam mesmo acontecer com a MESMA pessoa?

Em dez anos, Meredith Grey perdeu pai, mãe, irmã, madrasta, e viu seus melhores amigos, um a um, partirem: O’Malley morreu, Izzie sumiu, Yang foi embora. Quase morreu afogada, quase explodiu pelos ares e sobreviveu a um acidente de avião. Pois a showrunner-que-não-deve-ser-nomeada, não satisfeita, achou uma boa ideia acrescentar a este impressionante currículo também o status de viúva.

Shonda Rhimes conseguiu um feito que acredito ser inédito: banalizar a morte. E o fez, vale lembrar, em uma série essencialmente médica. Um ator quer sair do elenco? Vai morrer. Brigou com alguém? Vai morrer. Falou o que não devia? Vai morrer. Chegou atrasado? Vai morrer. E às vezes vai morrer também por razão nenhuma, só porque sim, porque ela pode. Shonda Rhimes pertence à Criminal Minds, mas cá estamos, presos a ela nesta grande insanidade chamada Grey-Sloan Memorial Hospital, onde a morte deixou de ser impactante já há alguns defuntos.

Para mim, a lição que ficou foi: não existe felicidade possível para Meredith. Ela está condenada à uma vida cheia de tragédias, lágrimas, traumas, e a ameaça constante do fantasma do Alzheimer de sua mãe. Diante das circunstâncias, fiquei desesperançosa quanto ao futuro dela – e da série. Por um momento ou dois, estava certa de que veríamos Meredith regredir e voltar a ser “dark and twisty”, sofrimento este que eu não seria capaz de testemunhar mais uma vez (e certamente não a última).

Eu não poderia estar mais errada. Ainda bem.

MerEllis

“I can see him in her.” – Meredith


E Meredith me surpreendeu. Depois de mais uma rasteira da vida, She’s Leaving Home acalentou um pouquinho nossos corações despedaçados ao nos mostrar que ela já não é mais aquela pessoa confusa, imatura e insegura que aprendemos a amar, apesar de tudo. Em meio à flashbacks que a comparavam com sua mãe fria e cruel, ela estava disposta a juntar todos os caquinhos de seu coração partido, sobretudo porque ela já não está mais sozinha. Zola, Bailey e agora a pequena Ellis precisam dela, especialmente agora, na ausência de Derek. Sim, eu também revirei os olhos e achei até ofensiva a escolha do nome da menina, mas foram a frieza e a rispidez daquela mãe que prepararam Meredith para o pior que a vida tem a oferecer. Assim, meio às avessas, Ellis Grey ensinou Meredith a não desistir jamais. Como bem sabemos, de medíocre ela não tem nada.

Um ano depois (ou quase isso), vimos Meredith voltar à Seattle, retornar ao hospital e retomar a sua vida. O que mais ela poderia fazer? Em uma cena belíssima e cheia de simbolismo, Mer se depara com o jaleco solitário de Derek ainda ali, no vestiário, pega sua touca e vai para a sala de cirurgia salvar mais uma vida. Vida que segue.

O lapso temporal, aliás, foi uma decisão muito acertada do roteiro, já que evitou episódios e mais episódios de um interminável luto. Todos tiveram seus momentos, tiveram que lidar com a ausência permanente de Derek – e a temporária de Meredith –, e todos evoluíram, seguiram em frente… em um único episódio. E, em uma temporada em que Torres foi bastante ofuscada, foi ela quem mais me emocionou ao relembrar do colega e amigo morto.

Ao terminar de assistir a season finale, com lágrimas nos olhos, tive que dar o braço a torcer: Shonda sabe exatamente o que está fazendo e para onde pretende levar a série. Esta reta final foi uma ode à superação, à resignação, e à certeza de que, não importa o quão difícil a vida seja, o sol vai nascer de novo amanhã.

Amelia

Com um caso emocionante como pano de fundo, pudemos constatar a transformação sofrida por cada um dos personagens nessa jornada. Amelia, enfim, conseguiu encontrar paz na morte de Derek ao ouvir aquela mensagem (obrigada, Mer). Ele estava feliz, e fazia planos para o futuro em um lindo dia a bordo daquele ferry-boat. Uma vida incompleta, deixada pela metade talvez, mas ainda assim, uma vida feliz. Amelia não poderia ter feito nada para salvar o irmão, e terá de conviver com o fato de que não teve a chance de lhe dizer adeus, mas ela não poderia ressentir Meredith para sempre. Elas precisam uma da outra. No fim das contas, uma amizade sólida parece ter surgido ali: Meredith, Amelia e Maggie – as três “irmãs”, alicerces para a sobrevivência de Grey’s Anatomy daqui pra frente. Mágoas superadas, Mer constatou o óbvio:

“You should always come talk to me… because whatever it is, chances are I’ve seen worse, and I’m qualified to tell you how you’ll survive.” – Meredith


Afinal, como todo cirurgião sabe bem, tudo o que está quebrado pode ser consertado; o que está ferido pode ser curado. O sol vai nascer amanhã. E ninguém sabe disso melhor que Meredith.

Foi uma bela temporada.

Vamos dançar?

PS: por um décimo segundo ano com mais Bailey, Callie e Karev, por favor!

** In loving memory of Derek Christopher Shepherd (1966-2015)**

Dia Interplanetário do Orgulho Nerd – E a sua toalha, por onde anda?

Data/Hora 25/05/2015, 19:31. Autor
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Bom dia/tarde/noite, leitores! É com muito orgulho que venho, nesta data dupal, perguntar a vocês: E a sua toalha, por onde anda?

Não entendeu? Não se preocupe, nunca é tarde para se tornar um padawan nas sendas nerds (essa própria que vos fala, inclusive, é uma padawan tardia, então… acreditem: se eu posso, vocês também podem).

A cultura nerd/geek é algo que está bastante em voga nos últimos anos. De discriminados, excluídos, zoados, os nerds passaram a ser considerados modelo na sociedade. Muito disso se deve ao sucesso estrondoso de super gênios da informática, como Bill Gates e Steve Jobs, mas não desmereçamos o papel da TV nisso. E o grande destaque é, com certeza, a série The Big Bang Theory, produzida e exibida pela CBS desde 2007. A série conta a história de quatro amigos (que se enquadram em todos os tipos de nerd que já se pode designar) que trabalham como pesquisadores em uma universidade, e gira em torno, principalmente, do cenário (totalmente recheado de referências) do apartamento de dois deles: Sheldon e Leonard. Atualmente, TBBT já não é mais tão apreciada no meio nerd devido a diversos fatores (apesar da melhora significativa do enredo na última temporada), mas é inegável a sua importância para a popularização da cultura dos quadrinhos, dos super heróis, da ficção científica, entre muitas outras coisas.

A série não só funcionou como uma grande exposição de como é a vida de um nerd aficcionado, mas também como um poço de referências à cultura, sejam filmes, quadrinhos, livros, jogos, tecnologias, pesquisas científicas ou, claro, séries. As séries têm papel fundamental na vida de um nerd – vide todas as reações exageradas e lindas de Sheldon Cooper – e devem ser tratadas com muito esmero.

“Começar a ver uma série que pode durar anos não é algo que se decide levianamente!” – e eu sou obrigada a concordar. Por isso, trago pra vocês cinco das séries adoradas por Leonard, Sheldon, Howard, Raj e eu, que são super indicadas para você, que quer iniciar-se nesse caminho, ou para você, que já começou nele por outras rotas.

1) Doctor Who

The Big Bang Theory em Doctor Who

Doctor Who tem cinquenta e dois anos. Sim, a cultura nerd é algo bem antigo, como se vê, e isso é porque só estamos falando de séries. É uma das séries favoritas do grupo (inclusive, Howard tem uma TARDIS <3) que rendeu várias referências nessas oito temporadas

Iniciada em 1963 e retomada em 2005, a atração mais querida da BBC conta as aventuras do Doctor, um alienígena gallifreyiano, o último de sua raça, que viaja no tempo e no espaço com a sua TARDIS, uma máquina do tempo roubada que tem a aparência de uma cabine de polícia britânica dos anos 60. Quase sempre acompanhado (seus acompanhantes mudam de tempos em tempos), o Doctor viaja, na maior parte das vezes, para onde a TARDIS (que tem muita vontade própria) quer levá-lo, ou seja, para onde precisam de sua ajuda, de seus conhecimentos e habilidades. É realmente genial, pessoas, apesar de eu ser obrigada a concordar com a Amy, ali em cima.  Doctor Who é realmente envolvente, misturando aspectos científicos com viagens malucas sobre as possibilidades de vida extraterrestre/dominação do mundo e, claro, muitas emoções. Ah! E uma vantagem: Se não estiver gostando muito do Doctor, é só esperar um pouquinho, que ele muda 😀

2) Star Trek

The Big Bang Theory

Star Trek tem quarenta e nove anos. É clássico, que não poderia deixar de ser citada. É tão adorada por nossos quatro nerds que eles chegam a fazer cosplay dos personagens, e já tivemos Leonard Nimoy em uma super participação. Além disso, temos o discurso em Klingon no casamento de Howard, o presente de Penny para Sheldon em um dos primeiros natais (um guardanapo usado por Nimoy), as participações regulares de Wil Wheaton e LeVar Burton, do elenco de The Next Generation, entre tantas outras referências.

Star Trek, com suas várias versões, conta a história do comandante e dos vários tripulantes da nave U.S.S. Enterprise, que viaja pelo espaço. A tripulação é composta por várias raças de diversos planetas, e todas essas servem à Frota Estelar. Pois bem, a Enterprise viaja entre planetas ajudando a resolver conflitos e descobrindo coisas novas, e quase invariavelmente seus tripulantes ficam em apuros, seja por ameaça interna ou externa à nave. É uma série magnífica e inovadora, que aborda várias questões de cunho moral e social (muitas das quais ainda são discutidas hoje) dentro de enredos muito bem construídos. É realmente genial.

3) Firefly

Firefly em The Big Bang Theory

Essa fala é de cortar o coração. Pois é, Sheldon estava errado. Firefly não durou anos, mas apenas QUATORZE EPISÓDIOS. COMO VOCÊ PODE, FOX? COMO? Pois bem, é um absurdo, e os nosso amigos de The Big Bang Theory concordam. É um assunto sobre o qual piadas e protestos já foram feitos e lágrimas já caíram (minhas, inclusive), mas que nunca se cansa de ser retomado. A série significa tanto para nós que dois protagonistas da série já fizeram participações especiais na série: Nathan Fillion e Summer Glau.

Firefly, a melhor série da vida na minha humilde opinião, conta a história de um contrabandista interplanetário (aka Capt. Mal Reynolds) e seus companheiros de viagem: Zoe, a imediata do capitão (Diva <3); Wash, o piloto (I’m a leaf on the wind… Ai.); Kaylee, a mecânica da nave (coisa mais fofa :3); Jayne, um mercenário (e o heroi de Canton também); Book, um pastor (que a gente não sabe muito bem porque ele está lá, de início); Simon, um médico (que traz uma carga um tanto, hm… suspeita); e Inara (uma companion de relações intensas com Mal). O cenário da série, que tem um tom de western espacial, é uma galáxia dominada por um governo derivado de uma fusão entre os governos Norte Americano e Chinês, e o Capitão Reynolds é procurado pela justiça por ter tomado parte (assim como Zoe, companheira de guerra) no lado perdedor da última guerra entre governo e rebeldes (o lado perdedor nem sempre é o lado errado u.u). A cada episódio da série temos uma trama diferente, um cliente diferente, uma luta diferente. Em apenas quatorze episódios e um filme, temos diversas histórias mega criativas e intensas apresentadas, em um universo extremamente singular, e, e, e, AI, FOX, SUA MALDITA. Tsc. Vão ver só, a Netflix ainda vai retormar a série u.u Can’t stop the signal!

4) Game of Thrones

The Big Bang Theory

Precisa de referência maior do que essa? Pois então, Game of Thrones, a série mais pop da atualidade, também é bastante queria pelos cientistas de TBBT. Afinal, não é por nada que se compra uma réplica da Longclaw (nada barata, presumo), espada de Jon Snow, um dos grandes ícones da trama de George Martin.

Ambientada em um contexto medievalizado, Game of Thrones relata a luta das grandes casas nobres pela conquista do Trono de Ferro, o grande poder sobre o continente de Westeros, mostrando toda a corrupção e todos os esquemas desonestos por trás desse processo. Além dessa batalha interna, os atuais reinantes ainda devem lidar com ameaças externas, como a Rainha dos Dragões, que clama por seu trono de volta (uma vez que foi ‘usurpado’ de seu pai), e as raças vindas no Norte, não necessariamente humanos, que buscam a conquista do território. É uma série muito bem trabalhada, com questões políticas e morais muito atuais, que apenas se mascaram na ideia de uma época medieval. Além disso, os efeitos visuais, os cenários, os figurinos, é de dar gosto. É uma série super indicada para qualquer pessoa com um estômago bom e maior de 16 anos. Ah, e que não esteja esperando uma adaptação fiel aos livros.

5) Buffy, The Vampire Slayer

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Então, dica de Leonard. You ALL need. Buffy, uma série que, olhando assim, meio de lado, parece coisa de menininha – especialmente depois dos preconceitos criados por Crepúsculo e The Vampire Diaries -, na verdade é coisa de nerd sim. E é uma das favoritas do bonitos de TBBT.

Buffy, de Joss Whedon (rá!), conta a história de uma garota que, em sua adolescência, descobre que é uma das escolhidas para lutar contra o mal, ou seja, ela é uma caça-vampiros. A jovem, então, deve conciliar sua vida acadêmica e social com sua missão e proteger seus amigos em Sunnydale, a cidade onde vive e que, coincidência ou não, abriga a Boca do Inferno, porta de entrada dos piores monstros imagináveis para o nosso mundo. Confesso que, pra mim, Buffy é definitivamente uma super heroína. Ela é demais <3 E fora isso, tem a Willow, melhor amiga da protagonista, que é perfeita. Os episódios são ótimos e bem bolados (alguns caem um pouquinho no clichê, mas, convenhamos. Whedon pode), e a atmosfera dark da série é bem bacana. Outro lance sobre Buffy é que é um dos grandes exemplos de que não precisa ser ficção científica ou medieval pra ser nerd. Fantasia e coisas sobrenaturais também entram no jogo.

6) The Flash

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Todos sabemos que Sheldon, mais que os outros, é um fã inesgotável do Flash. Em vários momentos, o personagem se fantasiou ou usou a camisa do super herói mais rápido do mundo (sim, é o Flash, não o Superman, superem isso u.u). Na season finale desta oitava temporada, Sheldon pergunta para Amy se deve ou não acompanhar a nova série de TV baseada no herói. A única coisa que digo é: SIM! Você não vai se arrepender, Shelly.

E chegamos ao fim. Mas é possível que alguns de vocês estejam se perguntando: Carol, o que a toalha tem a ver com isso tudo? Então, a toalha!

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A toalha não é uma referência a nenhuma das séries citadas – apesar de sabermos que os nerds de TBBT também são fãs dela. A toalha é uma referência ao Guia do Mochileiro das Galáxias, série de livros (derivada de um programa de rádio) escrita por Douglas Adams nos anos 80. O Guia é um grande símbolo da cultura nerd, por misturar elementos de ficção científica, viagem espacial/alienígenas, fantasia e um humor nada menos que fabuloso. Ah, e os livros, além de terem virado filme (o qual eu não recomendo), também viraram série! Sim, a série, produzida nos anos 80, tem uns efeitos terríveis, mas é uma adaptação meticulosamente fiel da obra (eu garanto, gente; reli o livro vendo a série, eles não deixaram passar nada). E a toalha, no Guia, tem um papel fundamental: de acordo com ele, é o item mais importante que um mochileiro deve carregar, pois tem diversas utilidades.

Para finalizar, uma mensagem: Nunca se envergonhem de sua nerdice. Imaginar, inventar, criar, isso é parte do ser humano. Gostar de coisas que fazem isso, que trespassam o limite do óbvio e claramente possível, é gostar do que move o mundo, e é assim que surgem as coisas mais interessantes da vida. Quebrem paradigmas, assumam a nerdice que mora dentro de vocês. No mais, não se esqueçam de suas toalhas!

Grimm – Cry Havoc

Data/Hora 25/05/2015, 09:25. Autor
Categorias Reviews

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Série: Grimm
Episódio: Cry Havoc
Número do Episódio: 4×22 (Season Finale)
Exibição nos EUA: 15/05/2015
Nota do Episódio: 10

“Oh, que de agora em diante, meus pensamentos sejam só sangrentos ou não sejam nada.”

Trubel! Trubel! Trubel! o/

E no pior momento da vida de Nick, Trubel está ali ao lado dele. Como não amar de paixão essa personagem? Após a morte da mãe do Grimm – o que só aconteceu devido a uma armação de Juliette – e de Nick ter achado a cabeça de Kelly em uma caixa de papelão, nada como ter os melhores amigos por perto para ajudarem o Grimm a superar esse momento e também para fugir de uma emboscada. Juliette se juntou à Família Real e deixou Nick de bandeja para ser morto pelos Hundjagers.

Grimm 4x22 Amigos Nick

Mas… ainda não foi dessa vez. Além de Trubel, Nick conta com Hank, e além deles o Grimm tem Rosalee, Monroe, Wu, Bud e até Adalind. Todo mundo escondido na casa de Bud enquanto a família dele não retorna. Ah, também não podemos esquecer de Renard, agora que ele não corre mais perigo de ser possuído pelo Jack, o Estripador. Não anda nada fácil a vida em Portland, hein?

Com tantos problemas a serem resolvidos na vida de Nick, Grimm apresentou uma season finale digna da série. Além de deixar um gostoso cliffhanger envolvendo Trubel, o seriado apresentou diversas situações para deixar o espectador satisfeito. A reaparição de Meisner como piloto do helicóptero foi sensacional, principalmente pelo carinho que ele ainda mantém com Diana, e da mesma forma a menina ficou apegada a ele.

Grimm 4x22 Diana

Por outro lado, ainda ficamos na curiosidade para saber como Nick vai reagir após a morte de Juliette. Mesmo sendo salvo por Trubel, ele não conseguiu segurar a emoção após ver morta em seus braços a mulher que um dia amou. A próxima temporada também nos aguarda com o retorno de Meisner e Diana, o outro filho de Adalind e a nova vida de Nick (sem Juliette) e – se os produtores de Grimm nos permitirem – com Trubel como personagem fixa na série.

Já a luta de Nick com Kenneth foi sonolenta. A única parte emocionante foi realmente quando o Grimm usa umas das armas que “sobreviveu” ao ataque de Juliette ao trailer e acaba de vez com o soldadinho da Família Real. Já a ação de Nick ao utilizar Adalind para conseguir incriminar Kenneth anteriormente foi inteligente. Além de tudo, nós já sabíamos que a ex-Hexenbiest dá uma ótima atriz.

Grimm 4x22 Juliette

“Goodbye Juliette”

Nos dois últimos episódios Nick perdeu a mãe e a ex-namorada. Mesmo Juliette tendo se tornado uma inescrupulosa Hexenbiest, o Grimm sentiu a sua perda. Trubel matou Juliette antes que ela assassinasse Nick, mesmo assim foi difícil para ele ver a morte da mulher que um dia amou, até porque em alguns momentos Juliette ainda parecia ser a antiga Juliette. E Nick não terá muito tempo para superar essas duas mortes, Trubel corre perigo e a próxima temporada de Grimm já promete começar bastante movimentada.

Destaques na TV – segunda, 25/05

Data/Hora 25/05/2015, 00:07. Autor
Categorias TV Brasil

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Comece a semana bem conferindo o que tem na programação da TV.

A sétima temporada de Castle chega ao AXN. No final da sexta temporada, quando Castle (Nathan Fillion) dirigia em direção ao seu casamento, um veículo preto chocou com o seu carro, provocando um grave acidente. Consequências? Castle não apareceu no casamento, Beckett (Stana Katic) foi chamada para o local de um acidente, onde descobriu o carro do noivo caído numa ravina e envolto em chamas. Quem ou o que terá provocado o acidente? Haverá Castle sobreviveu? A sétima temporada que agora começa no AXN retoma a ação no local do acidente, num episódio repleto de grandes emoções e no qual Beckett vai se deparar com o caso mais difícil de toda a sua carreira.

O episódio que os fãs de Grey’s Anatomy jamais esquecerão vai ao ar hoje no Brasil. How to Save a Life foi escrito pela própria Shonda Rhimes, então já dá pra imaginar o que esperar!

Dez anos podem ter se passado, mas os irmãos Winchester continuam com tudo na telinha da Warner. O canal estreia a mais recente temporada de Supernatural, que promete manter o nível de suspense, terror e ação em alta a cada episódio. Depois de ser ressuscitado pela marca de Caim, Dean (Jensen Ackles) começa o décimo ano como um demônio, e está curtindo a nova vida com muita festa e badalação ao lado de outro conhecido demônio do público, Crowley (Mark Sheppard). Sem saber do estado do irmão, Sam (Jared Padalecki) continua a busca desesperada por Dean, e vai passar por maus bocados ao lado de Cass (Mischa Collins) para encontrar uma solução que transforme Dean novamente em humano.

Confira as demais destaques dos canais de TV para esta noite.

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 1h

+GLOBOSAT
Gran Hotel / Grande Hotel – 21h30 (ep 3×19)

MTV
Gilmore Girls – 11h
Faking It – 20h30 (ep 2×09)
The Vampire Diaries – 21h (ep 6×19)
The Originals – 22h (ep 2×19)

UNIVERSAL
Grimm – 22h05 (ep 4×19) – Leia a review
Chicago Fire – 23h (ep 3×13) – Leia a review

FOX
Os Simpsons – 22h (ep 26×12)
Sleepy Hollow – 1h50 (ep 2×16)

WARNER
Supernatural – 22h30 – ESTREIA 10ª temporada

SONY
Franklin & Bash – 9h / 13h – exibição diária
Cougar Town – 14h – exibição diária
How I Met Your Mother – 12h / 17h30 – exibição diária
Grey’s Anatomy – 21h30 (ep 11×21)

FX
Uma Família da Pesada – 0h15 (ep 14×08)
American Dad – 0h40 (ep 11×08)
Brickleberry – 1h10 (ep 3×08)

AXN
Castle – 22h – ESTREIA 7ª temporada

MAX PRIME
Hell on Wheels – 21 h (ep 4×09)

AMC
Halt and Catch Fire – 22h30 (ep 1×08)

GLOBO
Graceland – Segredos do Paraíso – 1h05 – exibição diária

RECORD
Grimm – 23h30 / 0h15

TV CULTURA
Doctor Who – 20h – exibição diária

TV BRASIL
Rossella – 23h – exibição diária

Encontro vocês amanhã !

‘Castle’: um balanço da sétima temporada

Data/Hora 24/05/2015, 12:13. Autor
Categorias Reviews

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Quando a sétima temporada de Castle começou, duas coisas passaram pela minha cabeça: vai ser uma temporada maravilhosa e eu não vou atrasar nenhum episódio. Chegamos ao fim da season com a belíssima e gloriosa renovação da série, mas das duas coisas citadas acima, nenhuma delas foi concretizada inteiramente. Digo isso porque minha vida ficou uma bagunça e as reviews semanais atrasaram. Peço desculpas a vocês, leitores, que nada têm a ver com isso, e lamento também o fato desta sétima temporada ter escorregado e errado em pontos cruciais que impediram esse ano de ser o melhor de todos.

No final do sexto ano, com Castle sumindo no dia do casamento, eu pensei “meu Deus, é o 3XK, ele está de volta, é ele, tem tudo a ver com aquela música que escutamos no episódio da médica que faz plástica”. Fiquei animada e esperei ansiosamente pelo retorno da série. Com a nova temporada, iniciada com Driven, eu cheguei a dizer que os dois, com a confiança e amizade mútua que tinham, iriam atrás das pistas, ao longo da temporada, que esclarecessem o sumiço do escritor. E isso realmente aconteceu, por mais um ou dois episódios. A sensação que ficou foi a de que os escritores esperaram um momento certo para falar mais da história, talvez até estender para mais uma temporada, porém, com os boatos de uma não renovação, a história precisou ser finalizada e o foi, da pior forma possível como veremos daqui a pouco.

Em contraposição ao esquecimento do sumiço de Castle como se ele não tivesse sido APENAS o gancho de uma temporada para outra, tivemos (aí sim eles acertaram) um dos mais bonitos episódios de todos os anos: The Time of Our Lives. Sempre disse que o pedido de casamento e como eles conduziam os preparativos nem um pouco condizentes com o que eu tinha em mente para um casal como Caskett. O que ficava para mim é que o pedido tinha vindo sem o pacote completo, sem a devida carga emocional. Então, com o sumiço do noivo, o casamento foi adiado, chegando ao dia em que os dois decidiram se casar sem festão, sem muitos convidados, numa cerimônia pequena, bonita, a cara dos dois. E como em todo bom episódio da série, para deixar nossos coraçõezinhos batendo de puro amor, tinha que ter aquele elemento simbólico, nesse caso, In My Veins. Se esse não foi o melhor episódio da temporada, chegou perto.

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Após o casamento, a série resolveu acrescentar ao roteiro algo que ainda não tinha sido experimentado: como seria ver Castle trabalhar separadamente da NYPD? Por mais curta que tenha sido a fase de investigador particular do Castle, achei enriquecedor para o show trabalhar com isso. O deslocamento do ator para fora do departamento fez com que outros personagens, principalmente os secundários, pudessem se sobressair, como foi o caso de Ryan, que incorporou o escritor na delegacia e até suas características de criar teorias loucas ele colocou em prática (pena que não deu muito certo haha).

Outro ponto alto da série, mesmo com a minha crescente impaciência por não ver nada sobre o sumiço do Castle, foi a dupla de episódios Resurrection e Reckoning. Por mais tenebroso que Jerry Tyson seja, quem aqui não estava louco para ver o 3XK de volta? É claro que serial killers nunca são legais, mas geralmente dão uma ação a mais à série e eu já estava, desde aquela música em Disciple, doida para que ele aparecesse novamente. “We’ll meet again”, a música falava. E eles realmente se reencontraram.

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No episódio duplo, confirmamos o que já imaginávamos desde a temporada anterior: Tyson estava junto com a cirurgiã plástica. Na doença em que eles viviam, a doutora “preparava” as vítimas para que 3XK as matasse. Os dois, juntos, bolaram um plano para pegar Beckett e Castle, mas é claro que o escritor, com toda a sua inteligência, conseguiu passar os dois para trás. O que mais me cativou nesse episódio foi a atuação do Nathan, que abrilhantou ainda mais a história, e em como foi dinâmico o fechamento do caso. Fiquei feliz em não ter mais que me preocupar com Tyson e ansiosa para ver o que vão bolar para a próxima temporada para substituir o plot do serial killer.

Como vocês podem perceber, a sétima temporada de Castle contou com episódios pontuais e muito bons, é quase como dizer que eles tinham a faca e o queijo na mão para fazer desse ano o melhor de todos, porém isso não aconteceu. Por mais que os desfechos do casamento e do 3XK tenham sido bem construídos, os casos no total foram fracos, as participações especiais idem. No entanto, o que mais me incomodou foi a postura que os escritores tiveram com a história do sumiço do escritor. Passando por um episódio que em nada acrescentou à história, que foi Habeas Corpse, mas que foi muito engraçado e bom para reafirmar a química entre Espo e Ryan, chegamos finalmente ao desfecho, EM APENAS UM EPISÓDIO, de todo o gancho da temporada. Com vocês, Sleeper.

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A partir de um noticiário na TV, Castle passou a ter sonhos e a relembrar sobre seu sumiço, no dia do casamento, que o deixou fora por dois meses. Confesso que eu esperava um desfecho melhor para a história. A sensação que ficou foi “o que a Al-Qaeda tem a ver com o show?”. Entendo que nem sempre a história precisa rondar a temática da série, mas quando Rick sumiu na temporada anterior, eu jurava que tinha algo a ver com eles, com a infância de Castle, com, sei lá, qualquer coisa, menos Al-Qaeda. O que ficou pra mim foi: como eles já tinham resolvido a história do 3XK, talvez por achar que a série não fosse renovada, estava faltando “vilão” para ser o culpado e eles tentaram expandir a história e isso, ao meu ver, não ficou bom. A única coisa boa do episódio foi rever o Dr. Burke, que me fez voltar à memória a época em que Beckett recebia conselhos sobre como “deixar o muro cair”. Uma pitada de nostalgia me invadiu, confesso.

Logo após o desfecho da história de Castle, como quem quer concluir algo para que não ficasse nada solto caso a série não fosse renovada, tivemos In Plane Sight, que assim como Habeas Corpse, em nada acrescentou de importante à série. Com mais um caso fácil de resolver, o único ponto que podemos ressaltar foi uma maior participação de Molly Quinn, que cresceu muito como atriz e esteve um pouco abandonada durante a temporada. Aliás, o sétimo ano somente reforçou algo que eu já havia reclamado: por que não temos mais espaço para os personagens secundários? Ah, nem cheguei a comentar ainda, mas o que foi o “desfecho” de Esplanie? Será que não deveriam dar mais atenção às histórias pessoais de Lanie, Espo e Gates? Oitava temporada está aí pra isso, amém.

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Is he dead?, e foi assim que Martha, com sua elegância que sempre acrescenta, iniciou Dead from New York, o 150º episódio da série que, na verdade, em nada acrescentou à história do show. No entanto, isso não fez com que o episódio não fosse agradável demais e mega delicinha. Óbvio que a graça do episódio ficou em ver Martha participando mais da série, assim como sua relação com Castle, que há tempos não era explorada. Além disso, as cenas de ciúme do escritor com Beckett também nos rendaram boas risadas. Se a ideia era comemorar a marca à qual chegou a série, posso dizer, sem dúvidas, que conseguiram. Amo episódios assim e digo mais: sinto falta de um musical em Castle. Por que não expandir nossos horizontes. Fica mais essa dica para a oitava temporada.

Ao fim, tivemos a apresentação de uma season finale um tanto quanto diferente: não tivemos um gancho tão forte, não tivemos um episódio de tirar o fôlego, mas coisas importantes foram feitas e ditas e, por mais que não tenha sido a melhor, acho que conseguiram fechar bem a temporada, de maneira simbólica e simples, com o que eles tinham em mãos.

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Em Hollander’s Woods, descobrimos o que levou Castle a escrever seus livros: um assassinato de uma mulher, na floresta, por um homem de máscara assustador. E enquanto eles tentavam achar o cara que havia praticado esse crime – e tantos outros, como descobriram mais para frente -, Beckett aguardava a resposta sobre sua prova para ser Capitã de departamento. Confesso que desde que essa ideia se instaurou na série, eu tenho estado muito ansiosa para vê-la em outra realidade que não seja a de detetive. Porém, fiquei realmente impressionada quando ela recebeu a proposta para ser senadora e mal posso esperar para ver qual será a resposta de Kate. Com um desfecho fofo e meigo, bem ao estilo da série, trazendo de volta passagens simbólicas para nós, fãs, como o nosso querido “always” e o “you’ve no idea”, Castle termina a temporada evidenciando como aquele grupo se tornou uma família e, definitivamente, é essa família que eu quero ver reunida na próxima temporada, independente do rumo que a carreira de cada irá tomar.

Então, não sei se vocês concordam, mas Castle realmente não teve uma ótima temporada, o que não fez da sétima algo ruim. O casamento, o fim de Tyson e a season finale foram momentos incríveis. No entanto, o desfecho do sumiço de Rick, bem como os enredos de quase todos os episódios e a falta de exploração dos personagens secundários (isso não é de hoje, infelizmente), fez com que esse sétimo ano ficasse, sim, um pouco atrás de muitos outros maravilhosos, como, por exemplo, a quarta temporada. Mas como nós tivemos uma chance de fechar com chave de ouro uma série tão importante (realmente acho que a oitava é o fim, por mais que me doa), eu espero ver, em setembro, mais Martha e Alexis, mais Gates, mais Espo e Lanie, mais serial killers, mais envolvimento do casal, mais luz na hora do beijo e mais casos envolventes. Fico no aguardo disso tudo e espero que vocês estejam aqui quando a série voltar para que a gente continue trocando ideias como sempre. Até lá! 🙂

Destaques na TV – Domingo, 24/05

Data/Hora 24/05/2015, 00:01. Autor
Categorias TV Brasil

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Confiram o que tem na programação da TV deste domingo.

Os assinantes das principais operadoras de televisão por assinatura do país poderão conferir, sem custo adicional, a abertura de sinal dos canais HBO entre os dias 22 e 24 de maio para o lançamento da série original Magnifica 70. Com 13 episódios, a série é ambientada no mítico bairro da Luz, na cidade de São Paulo, onde se concentrava grande parte da produção de cinema dos anos 70 – região conhecida como Boca do Lixo. A série traz a história de Vicente (Marcos Winter), um paulistano de 35 anos que leva uma vida acomodada e reprimida. Ele trabalha como censor da Censura Federal e vive um casamento monótono com Isabel (Maria Luiza Mendonça), filha do general Souto (Paulo Cesar Pereio), até que assiste ao filme que precisa censurar: A Devassa da Estudante. É quando ele vê Dora Dumar (Simone Spoladore) pela primeira vez e fica deslumbrado. O fascínio o leva até a Boca do Lixo, onde começa a trabalhar com Dora e Manolo, da produtora Magnífica. Nesse sedutor e caótico universo que os envolve de maneira irresistível, Vicente, Dora e Manolo (Adriano Garibo) vivem um triângulo marcado pela obsessão.

Confira os demais destaques na TV.

BBC HD
Doctor Who – 21h
Luther – 22h (ep 2×04)
The Graham Norton Show – 23h

SONY
Baby Daddy – 8h30 / 12h
Melissa & Joey – 9h / 9h30
Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – 20h30 – (ep 2×20)
Once Upon a Time – 21h30 (ep 4×19)

FX
Sons of Anarchy – 0h (ep 6×05)

HBO
Magnifica 70 – 21h – ESTREIA
Game of Thrones – 22h (ep 5×07)

HBO PLUS
Silicon Valey – 23h04 (ep 2×07)
Veep – 23h35 (ep 4×07)

SBT
Supernatural – 1h
Rizzoli & Isles – 2h
Major Crimes – 3h

Bom final de semana!

‘The Flash’, um balanço do primeiro ano da série

Data/Hora 23/05/2015, 16:11. Autor
Categorias Reviews

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A adaptação televisiva do herói mais rápido do mundo chegou em outubro do ano passado às telinhas sem grandes expectativas, mesmo com o peso do super-herói e da DC Comics por trás. Tanta desconfiança vinha até por conta da sua série co-irmã, Arrow, que mesmo em 3 temporadas, ainda não conseguiu acertar o ponto.

Mas para a grande surpresa dos fãs e passando por cima das poucas expectativas, The Flash surpreendeu em sua estreia e manteve o alto nível ao longo dos 22 episódios do seu primeiro ano.

The Flash começou a ser introduzida durante a 2ª temporada Arrow, quando apresentou o cientista forense de Central City Barry Allen, e, alguns episódios depois, mostrou o acidente com o acelerador de partículas que deu vida ao velocista escarlate.

A série independente começou então nove meses a partir desses acontecimentos, com Barry ainda em coma devido ao acidente. The Flash foi muito bem dividida, tanto para os fãs mais antigos, quanto para os mais novos, que puderam acompanhar o crescimento do super-herói e de todos os personagens.

No início, tanto Barry quanto a sua equipe, formado pelo Dr. Wells, Cisco, Caitlin e Joe, estão se adaptando a essa nova realidade com superpoderes e combatendo meta-humanos, que são as outras pessoas que também foram afetadas pela explosão do acelerador de partículas do Laboratório Star. Por outro lado, Allen investiga os próprios crimes provocados pelos meta-humanos, enquanto perito.

Ao chegar a sua segunda metade, The Flash passa a se focar nos dramas pessoais de Barry Allen, o assassinato da mãe, a prisão indevida de seu pai e também o seu amor por Iris West. E em meio a essas questões, é introduzido no show um elemento clássico das histórias em quadrinho: a viagem no tempo. Foram vários episódios abordando e explicando coerentemente o tema até a grande volta no tempo no último episódio da temporada.

Por ter como personagens jovens cientistas, a.k.a nerds, The Flash também foi muito feliz em suas referências à cultura pop, como The Adventure Time, Jurassic Park, The Walking Dead, Doctor Who e O Guia do Mochileiro das Galáxias. Essas referências foram responsáveis também por contextualizar e colocar o público em sintonia com os personagens. Elas vinham principalmente por meio de Cisco, personagem que mais cresceu e se tornou de grande importância para a trama, depois do próprio Barry.

Outro grande marco de The Flash foram as excelentes parcerias e diálogos com Arrow, casando as duas histórias de forma natural e sem sobrecarga de informação. O destaque fica para The Flash vs. Arrow, o crossover no oitavo episódio, um dos melhores da TV.

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Antes da estreia, enquanto saíam trailers, teasers e imagens, The Flash era criticada pelo visual e efeitos especiais, o que poderia ser justificado pelo seu baixo orçamento. Mas quando pudemos ver o resultado final, percebemos que a série foi imageticamente impecável, desde a luta entre o Flash e o Flash Reverso no primeiro episódio até a aparição do gorila Grodd, em forma de animação. Aliás, maiores efeitos visuais já foram prometidos pelos produtores da série Greg Berlanti e Andrew Keinsberg, para a 2ª temporada de The Flash, prevista para estrear no dia 6 de outubro de 2015.

Para a 2ª temporada, eu espero ver os personagens mais maduros, tendo que lidar com as consequências do último episódio e também aprendendo a seguir com os aprimoramentos da ciência sem o Dr. Wells para ajudá-los. E também maior desenvolvimento de Iris, que foi o personagem mais parado neste primeiro ano. Ronnie Raymond e Dr. Martin Stein, pelo final da 1ª temporada, devem ter mais espaço e importância no segundo ano.

The Flash fez sua segunda passagem na TV de forma majestosa e tendo todo o mérito da audiência que conquistou, trabalhando delicadamente cada gancho da série, sem deixar pontas soltas na sua primeira temporada e não se deixou tornar mais um produto de super-heróis no mercado.

Obra de Mary Shelley ganha versão moderna: conheça ‘The Frankenstein Code’

Data/Hora 23/05/2015, 10:40. Autor
Categorias Notícias

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Nada de parafusos no pescoço, pedaços de corpos diferentes e um rosto aterrorizante. The Frankenstein Code, nova série policial da Fox, traz um ambiente moderno em que Rob Kazinsky (True Blood) interpreta o personagem inspirado no clássico romance de Mary Shelley.

Em sua história, depois de ser assassinado, um velho xerife é trazido de volta à vida no corpo de um rapaz mais jovem. Isso ocorre quando um bilionário e sua irmã – uma engenheira biológica diagnosticada com câncer – decidem ir em frente com um projeto que poderia salvar a vida da moça. Apesar do seu renascimento, o personagem não consegue ficar muito tempo longe do lugar que lhe trouxe de volta. Mesmo com esse problema, o personagem vai tentar se vingar de seu assassino – e, nesse meio tempo, ele também vai tentar salvar seu filho, que também é policial.

Confira o primeiro trailer da série:

https://www.youtube.com/watch?v=qNq25SEUTPQ&feature=youtu.be

Além de Kazinsky, o seriado também conta com Tim DeKay (White Collar), Dilshad Vadsaria (Greek), Adhir Kalyan (Rules of Engagement) e Ciara Bravo (Red Band Society). O projeto foi criado por Howard Gordon e Rand Ravich. Já o piloto foi dirigido por Michael Cuesta (Homeland).

A fotografia da série tem um quê de 24 Horas e Homeland e sua premissa traz boas expectativas para aqueles que curtem um seriado policial. Apesar das boas apostas – no elenco, na trama e na produção – não tenho tanta certeza se The Frankenstein Code terá uma vida longa na programação da Fox. Será que estou enganada?

The Frankenstein Code tem previsão de estreia para 2016 na Fox.

Com informações do TV Line e do Deadline.

The Following – A Simple Trade

Data/Hora 23/05/2015, 09:00. Autor
Categorias Reviews

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Série: The Following
Episódio: A Simple Trade
Número do Episódio: 3×13
Exibição nos EUA: 11/05/2015
Nota do Episódio: 7.5

Um negócio simples: Mike pela irmã de Theo, Penny. Quem diria que o serial killer mais assustador que já apareceu em The Following teria um ponto fraco? Se preocuparia com alguém? E foi exatamente o apego de Theo por Penny que acabou o derrubando. Ponto para Ryan.

The Following 3x13 Beijo

Já o atrapalhado Tom foi desmascarado, mas acabou morto praticamente na mesma hora. Max e Mike estiveram livres para ficarem juntos novamente, se não fosse por Mark. Vamos combinar que o casal de pombinhos baixou muito a guarda ao se despedir em uma garagem qualquer. De qualquer forma, eles formam um casal bonitinho. Bocaberta, mas bonitinho.

Por outro lado, Max foi bem perspicaz ao voltar ao apartamento de Ryan depois que ele acreditou ter despistado ela e Lisa. Na atual situação, ajuda muito Max ainda ter a chave do apartamento do tio. Inicialmente, Ryan pareceu estar fora de si ao tentar deixar o FBI e Max de fora do negócio dele com Theo, mas logo depois mostrou que mesmo bêbado foi esperto.

The Following 3x13 Ryan

Theo já estava controlando novamente os servidores do FBI e poderia descobrir que Ryan havia alertado os colegas e o que estavam planejando. De qualquer forma, foi ótimo que Max voltou ao apartamento, entendeu a situação e acabou por ajudá-lo. Ela foi fundamental para que Ryan continuasse vivo após a troca bem sucedida de Penny por Mike, que foi realizada em um cenário bem interessante: um antigo e charmoso teatro.

Como era esperado, todo o plano armado para Ryan rendeu uma bronca muito grande de Lisa e ele terá consequências dentro do FBI. Mike e Max também passam por interrogatório, mas para Ryan nada mais importa: “Eu matei a única pessoa que Theo já se importou na vida. Agora ele virá com tudo pra cima de mim.” Enquanto segue sendo um alvo para Theo, Ryan descobre que vai ser pai, não tem Gwen de volta, mas retoma as reuniões dos Alcoólicos Anônimos – inicialmente acompanhado do fantasma de Joe.

The Following 3x13 A Troca

Penny e Mark foram mortos. Mike novamente fica entre a vida e a morte e para Theo só restou Daisy. A menina parece simples, mas é bem esperta. Ela passa por perigo constante ao lado de Theo, mas já é bem inteligente para conseguir se manter viva ao lado dele, e melhor que isso, começa a parecer bem útil, especialmente agora em que ele ficou completamente sozinho.

The Following vai se despedindo dos fãs de forma um tanto melancólica, mas com classe. Apesar de A Simple Trade ter sido um tanto morno e devagar, os acontecimentos do episódio apontaram para uma continuidade interessante. Ryan assumiu seus erros com Gwen e agora procura se recuperar para merecer a família que pode ter. Enquanto isso também terá que fugir/pegar Theo e Daisy e torcer para não perder Mike. A luta de Ryan pela sua família não é só contra o álcool, mas também contra dois dos melhores alunos de Arthur Strauss.

Destaques na TV – sábado, 23/05

Data/Hora 23/05/2015, 00:31. Autor
Categorias TV Brasil

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Vamos curtir o sabadão! Confiram o que tem na programação da TV.

O canal A&E estreia a segunda temporada de The Night Shift, série que acompanha o plantão noturno do hospital público de Albuquerque, Novo México. É lá que sempre surgem os casos mais insanos e mais difíceis da cidade. Recuperação é o nome capítulo de estreia da segunda temporada. Depois de um terrível incidente envolvendo reféns, e que deixou toda a equipe bastante abalada, todos voltam ao trabalho com exceção de T.C. (Eoin Macken), que é suspenso temporariamente. A equipe trata de um casal que sofreu um acidente de motocicleta, e Topher (Ken Leung) assume a chefia do turno noturno depois de se recuperar de um tiro de revólver que quase o matou.

E para terminar a noite temos o detetive William Murdoch (Yannick) investigando dois assassinatos, pois teremos dois episódios inéditos de Murdoch Mysteries seguidos.

Confira os demais destaques na TV.

SONY
The Fosters – 12h (ep 1×20)
The Adventures of Merlin – 13h
Saturday Night Live – 18h30

+GLOBOSAT
Murdoch Mysteries – Mistérios do Detetive Murdoch – 22h30 (ep 7×02) / 23h30 (ep 7×03)

A&E
The Night Shift – 21h – ESTREIA 2ª temporada

Até amanhã!

Rob Lowe está de volta. Veja o trailer de ‘The Grinder’, sua nova série

Data/Hora 22/05/2015, 12:00. Autor
Categorias Notícias

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Galã teen dos anos 80, Rob Lowe é provavelmente o integrante da Brat Pack que melhor soube direcionar a sua carreira profissional, conquistando prestígio fazendo televisão. Se tornou um destes atores que, não importa o tamanho ou a qualidade do projeto, você tem que parar para assistir.

Lowe esteve em três grandes sucessos da TV americana nas últimas décadas: The West Wing, Brothers and Sisters e Parks and Recreation. Na mesma medida que conquistou sucesso de público e crítica também acabou abandonando estas séries prematuramente, ou por motivos salariais, ou por se achar sub-aproveitado. E também tem alguma cota de envolvimento em projetos ousados e fracassados – alguém aí lembra de The Lyon’s Den ou Dr. Vegas?

O currículo só reforça que, mesclando talento e polêmicas, temos que assistir Lowe, não importa o projeto. E é por isto estou realmente entusiamado com esta nova série The Grinder, confira:

Na série, Lowe viverá um ator que, após 8 anos fazendo o papel de um advogado em uma série de TV, volta para o ambiente familiar e decide trabalhar na firma de advocacia da família (apenas apoiado na sua experiência na ficção). Assinada por Andrew Mogel e Jarrad Paul, do desenho animado Allen Gregory, a série ainda tem um motivo extra pra empolgar o telespectador que, como eu, tem mais de 30 anos: Fred Savage fará o papel do outro protagonista da série, o irmão do personagem de Lowe. Savage também é outro ícone da TV, basicamente cresceu diante dos nossos olhos na adorável série The Wonder Years (Anos Incríveis). O cast não poderia ser melhor: Lowe cai bem no papel de um galã canastrão e Savage funciona bem como o irmão certinho, que sempre andou na linha.

A série tem este plot que é meio clássico na TV, de fazer humor em torno de uma pessoa que assume um trabalho para o qual não está habilitada – por exemplo, é o que sustentou Psych, ou mais recentemente Bad Teacher.

Existe uma boa possibilidade do show não vingar, porque seu sucesso vai depender muito do talento dos roteiristas de nos envolver com os personagens e nos divertir nas cenas de tribunal. Mas este é desde já uma aposta pessoal minha, um show que quero assistir e pelo qual quero torcer.

The Grinder estreia na próxima fall season nos EUA, em setembro ou outubro, no canal Fox. Será exibida nas noites de terça-feira, fazendo companhia a outras duas séries novas, Grandfathered e Scream Queens.

‘American Idol’ sai do ar em 2016, encerrando uma era da televisão americana

Data/Hora 22/05/2015, 09:35. Autor
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Dia 11 de junho de 2002 American Idol estreou nos Estados Unidos. Criação de Simon Fuller – conhecido pelo sucesso de todos os seus ‘produtos’ –  e adaptado do britânico Pop Idol o reality show musical tinha a proposta de modernizar os antigos shows de calouros. A competição tinha uma série de fases e possibilitava ao público escolher por telefone o novo ídolo americano.

Sucesso de público e crítica o American Idol não só caiu nas graças dos telespectadores americanos, mas também dos anunciantes, tornando-se assim o programa musical que arrecadou a maior cota de publicidade nos Estados Unidos, o que o levou a ser descrito pelos executivos dos canais rivais como “o show mais impactante da história da televisão”. Isso se deve ao fato do AI ter inaugurado, com a participação do público, uma nova maneira de fazer televisão em tempos de convergência midiática, ofertando ao telespectador tudo que ele procurava.

Procurando surfar na onda deste sucesso vieram The X Factor – levando com si Simon Cowell (o jurado ‘malvado’ do AI) – e The Voice, trazendo novidades aos formatos já manjados dos shows de talentos tradicionais, aos quais o American Idol muito se aproximava. Entretanto, a velocidade das transformações nos dias de hoje é muito rápida e as pessoas anseiam sempre pelo novo, deixando o American Idol obsoleto, o que ocasionou na migração da audiência para estes novos programas e uma diminuição na qualidade do AI temporada após temporada.

Entretanto, o fato é que o reality show musical inaugurou uma nova forma de fazer televisão e deixa um legado imenso, tanto em forma de programas – reinaugurando os shows de calouros – ou na forma de música, dando ao mundo talentos como Kelly Clarkson que até hoje é lembrada pela minha geração como a primeira ex participante de reality show musical a fazer sucesso, e Carrie Underwood, que é, em números de vendas e turnês, a mais bem sucedida de todas as ex participantes de realities de música e vencedora de 7 Grammy Awards, o maior prêmio da indústria da música. Nenhum outro programa do gênero consegue emplacar vencedores (ou mesmo candidatos) da maneira como o AI conseguiu.

O programa que já fez muito sucesso e teve muitas estrelas consagradas sentadas em sua bancada, como Mariah Carey, J Lo, Steven Tyler, Keith Urban e Ellen DeGeneres não teve a coragem e ousadia necessárias para inovar e se reinventar, e, por isso, se despedirá melancolicamente de seus fãs em 2016, após sua 15ª temporada, mas não sem antes marcar seu nome na história da televisão americana e no coração de todos aqueles que são amantes de boa música.

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