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White Collar – Where There’s a Will

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Série: White Collar
Episódio: Where There’s a Will
Temporada:
Número do Episódio: 3×03
Data de Exibição nos EUA: 14/06/2011

Dessa vez o caso foi bastante simples: a equipe de Peter Burke foi designada pra descobrir quem estava seguindo e ameaçando Helen Anderson (Jayne Atkinson), editora executiva de uma revista. Helen é uma versão menos brilhante de Miranda Priestly (Meryl Streep em ‘O Diabo veste Prada’): não tem vida social e não se importa com seus funcionários, e ela nega a proteção do FBI por não se importar com as ameaças achando que elas significam que está chegando perto da verdade para uma matéria que está escrevendo.

Quando Helen demite sua secretária, Peter envia Diana para trabalhar disfarçada e poder assim, proteger a chefe e descobrir quem está por trás das ameaças. Algumas pistas apontam Paul Sullivan – dono de uma empresa farmacêutica que desenvolvia uma nova droga que causa hemorragia cerebral e estava sendo vendida em farmácias ilegalmente.

Diana se saiu tão bem quanto Andrea Sachs – conseguiu suportar a chefe e cumprir com todas as suas exigências, ganhando assim a confiança dela. Por isso, se oferece pra ir junto com Helen encontrar a fonte que daria a prova para desmascarar a empresa farmacêutica, e a chefe concorda, se ela conseguir montar a festa de aniversário pro seu filho e traduzir um documento tudo antes das 18h.

A equipe do FBI dá uma força pra Diana, Elizabeth organiza a festa e ela consegue realizar tudo a tempo para ir ao encontro da fonte.

Até aí a história muito bem amarradinha e interessante também. Gosto da Diana e ela tem pouco destaque. Mas White Collar tá perdendo a criatividade para concluir os casos e caindo no lugar comum.

Helen entra no escritório pra pegar um documento que comprova sua história, um cara entra para matá-la e Diana a socorre. Fim da história. Um banho de água fria bem no final.

Enquanto isso tudo acontecia, Neal tentava uma maneira de roubar a lista das peças de arte que estava dentro do submarino nazista e que Peter havia entregado a Diana para traduzir.

Usando todo o seu charme, ele marca um encontro de casais com Diana e a namorada, ele e Sarah. E esse foi o ponto alto do episódio, o que falta na série (além de um pouquinho de ousadia) é desses momentos em que eles são simplesmente humanos. Eu não sei quanto a vocês, mas eu quero ver mais de Sarah e Neal (a cena que eles tentam ter uma conversa normal de casais é ótima!). E Elizabeth e Peter.

Bom, caso resolvido, bandidos presos e Helen se livra das ameaças. Neal, no entanto, não conseguiu a lista e Peter está chegando cada vez mais perto da verdade.

Essa trama, aliás, parece ser o mote pra temporada, mas acho uma storyline tão fraca que não vejo como sustentar todos os episódios. Espero que eles tenham alguma carta na manga pra tornar isso mais interessante.

Séries citadas:

Bacharel em Direito e servidora pública. Já chegou a ver mais de 30 séries, mas hoje prefere ter vida social. Atualmente acompanha Arrow, The Good Wife, The Voice e Scandal.

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