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Reviews

Warehouse 13 – 3… 2… 1…

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Série: Warehouse 13
Episódio: 3… 2… 1…
Temporada:
Número do Episódio: 3×05
Data de exibição nos EUA: 08/08/2011

Saudações, ‘Warehousers’! Já estou começando esta ‘review’ MEGA feliz, porque a H. G. Wells está de volta. Ok, ela esteve de volta somente nesse episódio, mas eu já me animei. Enfim, vamos ao que interessa.

O episódio foi muito bom, e até lembrou um pouco a primeira e a segunda temporadas da série, pois o foco desta vez foi somente na dupla principal de agentes. Coitado, o Steve é tão mosca morta que já usaram a desculpa de que ele está de licença para afastá-lo da série esta semana. E se Steve está fora do Depósito, Claudia volta para os computadores, onde é bem mais a cara dela. Para completar, tivemos vários ‘flashbacks’ de épocas bem diferentes, o que combina bastante com Warehouse 13. Resumindo: episódio perfeito.

Um artefato com formato de chifre, chamado “A Trombeta de Josué” e cujo poder é desintegrar qualquer coisa que está em sua mira quando acionado, vem sendo alvo de pesquisas por parte de agentes do Depósito em duas épocas diferentes, mas ninguém obteve sucesso. Tudo começa em Londres, 1893, na época do Depósito 12, quando H. G. Wells era agente. Logo depois, o artefato é visto em Ohio, no ano de 1962, e então permanece desaparecido, até que nos dias atuais as pessoas voltam a ser desintegradas da mesma maneira.

Como o pessoal do Depósito 13 ainda não sabia o que era o artefato, decidem libertar (temporariamente) a H. G. do limbo onde ela está, para tirarem informações da pobre mulher. Aliás, libertam somente uma projeção holográfica dela, que fica guardada dentro de uma esfera (sério, isso me lembrou muito Pokémon, quando eles abriram a bolinha e ela saiu de dentro… ok, parei). Mais eficiente do que pesquisar no Google, foi perguntar para a H. G., que já sabia exatamente do que se tratava e contou toda a história do tal chifre para Pete, Myka, Artie e Claudia.

Na história de H. G., ela conta que criou um foguete (temos uma grande vencedora da corrida espacial então?), mas que precisava de uma fonte de energia. Então o parceiro dela, sem ela saber, usou o tal artefato para dar energia ao foguete e o mandou pelos ares. O foguete cai em 1962 e o chifre desintegra um homem cujo filho era fanático por assuntos espaciais. Pete, Myka e Wells vão, à procura de pistas, até onde o chifre apareceu em 1962 e acham uma revista em quadrinhos, que os leva ao (hoje velho e totalmente pirado) filho do cara que morreu em 1962.

Daniel, o tal filho do cara, ao invés de enrolar papel alumínio na cabeça (??) e brincar de astronauta, construiu uma super antena parabólica que ao invés de pegar 842367486 canais de TV a cabo, tem a intenção de se sintonizar com os ETs (??²). Como fonte de energia e arma, ele usa o tal chifre, para que possa mandar um alô aos homenzinhos verdes e matá-los por supostamente terem abduzido seu papai. O problema é, que a antena está mirada para um estádio com um monte de gente. Então, graças à inteligência da Myka, ela liberta Wells da bolinha para que ela convença o Daniel a não matar ninguém. Acaba que o Daniel pensa que ela é uma ET (pelo menos é o que parece, haha) e não mata ninguém. Depois dessa confusão todas e de gerações, o chifre é levado para o Depósito. Aleluia!

 

Missão cumprida e de volta ao Depósito, é hora de dar tchau para a H. G, embora bem lá no fundo, todo mundo esteja com dó de guardar a moça na “pokébola” (ok, isso ficou estranho), porque ela provou que está toda arrependida e tal. Mas como regras são regras, ela vai para o tal limbo.

Sinceramente, eu acho que a H. G. ainda volta para mais algumas missões. A mulher é extremamente inteligente, vivenciou o passado, é uma enciclopédia sobre artefatos e agora se arrependeu. Além do mais, é bem mais interessante do que o Steve (que até agora não serviu de muita coisa na série). Acho que reclamei tanto dessa coisa da série se focar em duas duplas de agentes, que minhas preces foram atendidas nesse episódio, só pode. Hahaha.

P. S. [1]: Sério… Alguém aí sentiu alguma falta do Steve?

P. S. [2]: Só continuo sentindo falta dos vilões que foram mostrados no comecinho da temporada. Acho que esqueceram deles, tsc.

Séries citadas:

Cinéfila, louca por séries de televisão, leitora compulsiva e movida à música. Cineasta por formação e escritora por paixão.

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