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Opinião

Últimas palavras sobre Close to Home

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Close to Home

Que me perdoem os admiradores de Close to Home, que sei que não são poucos, mas a série era um drama ordinário (como diria Ellis Grey) e, portanto, dispensável. Quando o assunto é séries de tribunal, Lei & Ordem dá o tom e Close to Home em dois anos não acrescentou nenhum elemento novo ao tema. Nesta temporada mesmo tivemos dramas de tribunais melhores: Justice e Shark foram muito mais audaciosas e sofisticadas (uma se foi, a outra ficou).

Poderia ser diferente se Close to Home não caísse no formulismo típico das séries do Jerry Bruckheimer – muito crime e pouco desenvolvimento dos personagens. CSI demorou seis anos para finalmente dar ao telespectador o que ele queria – um pouquinho da vida íntima de Grissom e cia. Without a Trace e Cold Case insistem e fazer isto a conta-gotas, para desespero de boa parte da base de fãs.

E Close to Home prometia ser mais promissora nesta temporada neste quesito. Afinal, nenhuma outra série no ar tem como protagonista uma mãe recém-viúva, com a difícil tarefa de equilibrar um emprego estressante com a reconstrução de uma família sem o apoio de um marido. Mas semana a semana pouco vimos sobre a vida íntima de Annabeth Chase – interpretada por uma que pra mim é uma das melhores revelações da televisão na década, a ótima Jennifer Finnigan.

Procedural dramas, como este, costumam surpreender quando fazem episódios onde o crime envolve e atinge pessoalmente seus protagonistas. Foi assim neste series finale, onde Close to Home conseguiu seu melhor episódio na temporada. O que foi este programa? A surpreendente morte de Maureen, a quase morte de Ed (cheguei a pular na cadeira, “vão acabar a série por falta de personagens”)? A sujeira chegando até Conlon…

Close to Home era uma série ordinária que teve um finale extraordinário.

Séries citadas:

É jornalista, pós-graduado em Jornalismo Digital pela Pucrs e trabalha com produção de conteúdo para Internet desde 1995. É editor de internet do Jornal do Comércio, de Porto Alegre. Fundou o TeleSéries em agosto de 2002. Na época, era fã de The West Wing, The Shield, Família Soprano e Ed. Atualmente é viciado em The Good Wife, NCIS, Game of Thrones e Parks and Recreation.

42 Comments

  1. Pablo

    Não concordo, acredito q de todas, Close to Home poderia ter sido mantida, tem muito lixo no ar [vide CSI NY] e ainda assistem. Eu gostava, estou triste pela partida, com certeza deixou muitos fãs órfãos.

    E Jennifer Finnigan que volte numa série tão boa quanto CTH.

  2. Magog

    Desculpem a pergunta, mas eu não assisti o episódio final…

    A série teve um “final” ou terminou em aberto?

  3. Willian

    Realmente, tudo que se esperava de Close To Home foi apresentado, infelizmente, somente neste final de série (na verdade, nos três últimos episódios).

    A cada semana víamos a série se repetir em episódios que começavam bem, mas terminavam sempre, SEMPRE, da mesma forma: Annabeth Chase vencendo o caso (excluindo uns 2 casos somente).

    Isso minou uma sérei que podia ter um grande potencial …

    R.I.P.

  4. Raphaela

    teve um final sim Magog!
    CSI:NY ruim???? hahaha vcs já viram uma tal de Lost ou Heroes?

  5. Eric Fernandes

    Eu não disse que CSI: NY é ruim. Eu adoro. Só achei ridículo o Willian citar CSI:NY como uma coisa ruim e esquecer de Ghost Whisperer, que é infinitamente o que há de pior na TV hoje.

  6. Katia

    Concordo com Paulo. A série começou prometendo muito mas caiu na mesmisse. Acabou se tornando uma cópia ruim de um gênero que já provou ser capaz de muito mais que isso. Sempre gostei da série e sinto ter acabado mas de qualquer maneira, nunca achei que iria muito longe pela falta de uma linha definida que a distinguisse das demais séries do gênero. Aliás, o mesmo destino deveria ser dado a outras séries que também já deram o que tinham prá dar. Lamento pelo elenco que cumpriam com excelência seu papel mas c’est la vie…

  7. Victor Hugo (Reaper CW)

    eu não acompanhei a série na sua primeira temporada e soube das mudanças mas começei assistir nesta segunda que teve uma premiere bacana mas só e acredito que apesar desses problemas a série devia continuar e como falaram antes a série deu uma guinada nos ultimos 3 episodios em qualidade fez com que eu me preocupasse com o destino dos perosnagens… é uma pena que a série terminou em vez de lixos como Ghost Whisperer continuam ocupando vaga que deviam ser ocupadas como Close to Home. Bye Anabeth vou sentir sua falta….

  8. Rodrigo Eduardo

    Nada contra Ghost Whisperer, pelo contrário, Jennifer Love Hewitt é bom para os olhos ehhhhh!

    Mas falando sério! Eu não sou muito a favor desse lance de envolver a vida particular dos personagens, de vez enquando e de forma equilibrada tudo bem, mas aqui que está o problema, sempre exageram.

    No caso de CtH eu esperava que pelo menos no ínicio da temporada, mostrassem como a Annabeth voltaria e resolveria seus problemas.

    No caso do CSI, eu achei rídiculo no ep seguinte da morte do Keppler a Catherine Willons que havia ficado arrasada, estava normal e falou dele como se não tivesse íntimidade nenhuma.

    Abraços.

  9. João da Silva

    Foi uma pena terem cancelado “Close to Home”. A série tinha certos problemas, mas sem dúvida era muito melhor que lixos intragáveis como “Ghost Whisperer”, que só sobrevive por causa dos decotes da pouco talentosa Jennifer Love Hewitt.

    “Close to Home” era sem dúvida mais interessante que séries como “Heroes” e “Lost”, que possuem ótima reputação, mas que até agora não me convenceram.

  10. Katia

    João…Pensei que estava só…Não consigo entender todo o barulho em torno de LOST…Lost fico eu tentando assistir aquilo…Me dá uma saudade do Arquivo X.

  11. Kravis

    Ótimo. Agora a belíssima Jennifer Finnigan está livre para poder ter mais participações em The Dead Zone, no qual, por mim, ela podia até entrar para o elenco, pq das tantas mulheres que passaram pelo Johnny, ela seria o par perfeito para ele.

  12. spade

    Eu adorei os últimos três episódios, mesmo sabendo que a série já tinha sido cancelada, os episódios deram um gostinho de quero mais………ao menos no fim. Confesso que nunca fui fã, mas assistia para ver no que ia dar e se não soubesse que tinha sido cancelada.
    Injustiça maior foi Justice, muito boa.

  13. daniela

    Concordo com o Kravis, adoraria q a Jennifer voltasse a participar de The Dead Zone, adorei a participação dela nos dois episódios, ela e o Jonny juntos são perfeitos!!!!

  14. Rubens

    Vou fazer coro aqui com o Rodrigo Eduardo: eu tambem NÃO sou a favor desses seriados que ficam perdendo tempo com a vida particular dos personagens… De vez em quando e de forma equilibrada, tudo bem, mas sem exageros…

    Eu adoro CSI e, francamente, nao tenho o menor interesse que o seriado perca tempo precioso mostrando os problemas particulares de cada personagem, quero saber mais é deles resolvendo os casos.

    Aliás, isso é uma das coisas que eu mais detesto em Lost, em vez de focarem os problemas na Ilha, perdem tempo demais com a vidinha chata dos personagens. Eu NUNCA quis saber como Jack fez suas tatuagens, muito menos quis um dia saber da infancia de Charlie (“como ele aprendeu a nadar” foi uma das coisas mais ridiculas e enervantes)…

    ALGUMA coisinha mínima da vida particular dos personagens de seriados cujo foco não é a vida particular de ninguem, ainda passa. Mas os produtores sempre exageram e acabam indo longe demais…

    Pra mim, Close To Home era chaterrima exatamente por conta disso, perdia muito tempo com a vida particular da promotora-protagonista, e isso era muito, muito chato…

  15. Maurício

    Eu gostava de Close to Home. Gravei todos os episódios exibidos.

    Gostava do tema da série e de mostrara vida da personagem.

    Além disso só a Jennifer Finnigan já é um colírio. Caramba. Que mulher linda.

    Essa série vai fazer falta. Para mim.

    Essa discussão se entra ou não na vida dos personagens….acho que tudo depende do contexto. Se a série tem em seu foco um personagem tudo bem. Se é uma série policial ou tipo Lost isso só dveria ser feito se houvesse ligação com o contexto.

    Também detesto os flashbacks dos personagens de Lost. Chatos, desnecessários e tiram a série do seu foco: que é a sobrevivência na ilha e seus mistérios.

  16. Ana Valéria

    Eu gostava de Close to Home e ao contrário de Rubens,acho que na dose certa ,apresentar a vida íntima dos protagonistas é interessante;Em Law and Order Svu eles entremeiam a trama com pinceladas da vida íntima dos detetives e isso só enriquece a história.Agora é preciso que as tramas paralelas sejam interessantes,tipo a da Det.Olívia Benson,em SVU(filha de uma mãe alcoolátra e produto de um estupro,por ex.)para que a coisa funcione.
    Abs

  17. fe

    Concordo com alguns e discordo de outros…

    CTH pra mim era boazinha… mas teve algumas coisas boas, como o caso de uma serial killer o Professor… mas não só os três últimos eps, gostei do interesse de um bandidão que nunca era pego por Anabeth, me lembrou um livro do Sidney Sheldon, dali poderia sair um ótimo caldo. E daí vem a questão de misturar a vida particular, acho que tem sim que mostrar a vida particular, esta seria uma situação em que a vida particular iria se misturar muito bem – imaginem uma promotora envolvida com um cara daqueles? – não a conta gotas e nem exagerado, mas todos temos vida particular, o problema é que muitos produtores são sempre a ferro e fogo, ou focam nisto ou cometem a gafe do CSI (Willow e Kepler).

    P.S: Lost tinha tudo pra dar certo, se tivesse terminado no 2º ano e Heroes ainda não consegui gostar tanto da série, esperava mais.

  18. sandra

    Eu tebho um método infalivel para saber se a série é boa ou não: se eu não dormir é porque é boa. Mas “Close” era um sonífero para mim. Já vai tarde!

  19. Prue**

    O diferencial era ela ser uma grande profissional e ter q balancear vida pessoal junto, mataram o marido dela desnecessariamente, e a serie entrou no hall de identica a qualqur serie de advogados…ela acabou deixando a filha com as babás e até me esquecia q ela era mãe as vezes…caiu como igual.
    Episodio final foi barbaro….tambem achei q todos fossem morrer hahahaha mas a surpresa com a morte da Maureen foi genail…fechou com chave de ouro.

  20. Cristiano (Highlander_Master)

    Sobre o que vc falou de C.S.I, eu acho pra mim, foi perfeito. Nos 5 anos não mostrou nada, no final do quinto teve o espetacular final do Quentin Tarantino, e aí na sexta e agora na sétima vem mostrando os personagens. A maior curiosidade sobre C.S.I, que agora que ela não é mas lider, ela tá espetacular!!

  21. Ricardo

    Nunca tive oportunidade de assistir à série, mas sempre tive mais curiosidade em assistir à Justice. O texto foi muito bem escrito, parabéns.

  22. Rubens

    Como assim “CSI” nao é mais lider, Cristiano? Considerando toda a temporada 2006-2007, CSI foi o 4. (quarto) programa mais assistido da tv americana, atrás apenas de American Idol (que ficou com os primeiro e segundo lugares), e de Dancing With The Stars em terceiro.

    Ou seja, CSI ficou em primeiro lugar entre os seriados mais assistidos na tv americana, nesta temporada 2006-2007.

    (O seriado seguinte na lista dos programas mais assistidos, Grey’s Anatomy, ficou em sétimo lugar, com House em oitavo).

  23. Cesar

    Close to Home era uma série simpática, mas não trazia novidades. Acompanhei parcialmente as duas temporadas e entendo que a segunda foi melhor, ligeiramente mais densa e pesada.

    Só me intriga essa coisa de dizer que “a série A é melhor que a B”, especialmente quando são incomparáveis, em termos de estrutura, roteiro, tema.

  24. Jaqueline

    Eu gosto e acompanho desde o princípio as séries CSI, Cold Case e Without a Trace, justamente porque elas tem pouquíssima coisa da vida pessoal dos personagens, apenas uns matizes, pra não parecer que cairam do céu. Gosto mesmo é das histórias que eles vão encontrando no dia-a-dia, a imensa variedade de fatos que os roteiristas são capazes de criar.
    Já as séries que, pelo menos aqui nesse site, parecem ser as preferidas, tipo Grey’s Anatomy, que acompanham a vida, geralmente sob a perspectiva amorosa (ou sexual), dos personagens, não me atraem. ER, por exemplo, era muito melhor quando se baseava mais em fatos que aconteciam no PS do que nas vidas problemáticas dos personagens. Tinha esse tratamento, mas não era tão intenso como é agora.
    Passei a assistir séries através das séries britânicas que passavam no Eurochannel. Daí, começou CSI, e depois dela, vieram outras com a mesma pegada, muito mais interessantes. Pra ver novelinha, preferiria assistir as da Globo.

  25. Ale Rocha

    Ótimo texto, Paulo. Nunca acompanhei Close To Home fielmente. Ela está naquela lista de séries pelas quais tenho simpatia, mas por algum motivo não consigo acompanhar.

    Sempre que assisti Close To Home gostei do que vi. Nada extraordinária, mas fazia muito bem o arroz com feijão. Sobre o final, ele foi ótimo e um dos melhore que vi da atual temporada. Longe de superar Las Vegas, mas muito bom.

  26. Ivonete

    Concordo com algumas opiniões e discordo da opinião do “Teleséries”, não me interessa saber vida particular dos personagens, acaba virando novela.
    Em “CSI”, por exemplo, não me interessa saber se o Grissom está tendo caso com a feiosa da Sara, as tramas criminais são infinitamente mais interessantes. Esse negócio de “dar ao telespectador finalmente o que ele queria”, parece longe de ser unanimidade.

  27. Gilberto

    Eu concordo com a Ivonete. A vida pessoal dos personagens parece mais coisa de novela. Que gosta disto que assista Grey’s Anatomy e outros do genero. Acho q os colunistas desta série estão se achando os donos da verdade.

  28. Marcelo Luciano

    Acompanhei CTH e gostava da série. Pode nao ser um Lei & Ordem, mas dava conta do recado. E para mim, que era fã de JAG, a série, com a entrada de DJE, acabou por fazer o papel de mostrar como seria o capitão Harmom Habb Jr., comandando o JAG na Europa.
    Anabeth e Maurrem eram a comandante e a tenente-comandante e os dois investigadores na mesma ordem.
    No episodio final, só faltou o NCIS, com o Gibbs e companhia investigando o crime.
    Se fosse em JAG, o Gibbs trucidava aquele assassino, sem dó nem piedade e com a ajuda da David.

    Pena que terminou…..

  29. alva celia

    CSI é a melhor série da tv, ainda bem que haverá outra temporada, e com WP , o resto é o resto.

  30. cintya veiga

    não assisti o último episódio da série. Alguém poderia me informar se a Maureen suspeitava da honestidade do Conlon? Sentirei falta de Close to Home, mesmo concordando com as falhas citadas pelos colegas acima.

  31. Laura Milton

    Eu sou brasileira e sou fiel. Quando gosto, gosto mesmo. O Norte Americano não valoriza o amor, os sentimentos, o presente, as coisas que nos fazem felizes. Quantas séries canceladas! Séries que nosw estimulavam, que nos faziamk ter esperança, que nos faziam acreditar num mundo melhor: Everwood. Gilmore Girls, Verônica Mars e outros , que nos dão aq certeza de que tudo pode dar certo. Por que o Norte Americano não gosta das coisas que dão certo?

  32. Dina*

    Primeira temporada foi otima, ja a segunda um caos, ate agora nao entendi pq mataram o Annabeth Chase, talvez ele tenha achando um programa melhor, enfim… a unica coisa q prestou foi Annabeth Chase o resto passavel!

  33. Helena

    Boa tarde

    Alguem me pode dizer onde posso baixar a 1ª temporada de close to home???

    Obrigado

    Helena

  34. Marina

    Concordo com você Paulo. Eu dei um salto do sofá em que estava deitada quando vi a Maureen levar aquele tiro e ela cair no chão com Annabeth ao telefone. A série é interessante, e deveria continuar sim para chegar onde CSI levou tanto tempo para alcançar. Admiro Jennifer Finnigan, que desenvolveu o papel da Annabeth tão bem, e ainda a mantinha em foco mesmo que esta não falasse aquilo que nos interessava. Jennifer também deu entrevistas, e ela acha a mesma coisa que os fãs. Que Close to home tinha tudo para ser tão bem classificado, mas que falhou por focar apenas na profissão dos personagens, afinal quem não quer conhecer de onde eles vieram?

  35. Sandra_cutrim

    Muito obrigada, vc expressou o meu pensamento em toda a sua colocação, amo close to home, porém penso o mesmo, se o autor tivesse amadurecido os personagens, está teria sido uma grande série, prova disso é o sucesso de the good wife. E sobre as outras séries concordo também, taí um dos motivos de me agradar de csi,  mas nunca me dá ao trabalho de acompanhar a série, não nos interssam só crimes, queremos conhecer o personagens, seus conflitos, medos, lutas e com trabalho envolvido em tudo isso é incrível!

  36. Beto

    Eu sou grande apreciador de séries com esse tipo de formatação:Investigação e tribunal de júri. Nesse sentido, Close To Home e LO-SVU tem a minha total consideração.

    Close To Home tinha um diferencial pouco percebido, mas muito interessante, que era o fato de Annabeth e Maurren, mesmo promotoras, estarem junto com os dois investigadores, participando da fase pré-julgamento e se envolvendo emocionalmente com as vítimas e suas famílias. Pena que tenha ‘brigado’ não só com SVU, como também com a Law & Order que deu origem à franquia, além de, segundo li, Close To Home era exibida em horário ingrato na tv americana.

    De fato a 2ª temporada melhorou bastante, mas infelizmente não o suficiente para sustentar audiência necessária à sua manutenção no ar e nos brindar com o talento de, efetivamente, uma das grandes revelações da tv da atualidade, a querida Jennifer Cristina Finnigan, a eterna Annabeth Chase.

    Talvez hoje, com o encerramento de algumas séries de mesma temática, Close To Home pudesse estar contando as aventuras e desventuras de Annabeth e sua pequena Hailey…
    Saudações!

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