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The Voice Brasil – Audições às Cegas III

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Série: The Voice Brasil
Episódio: Audições às Cegas III
Número do Episódio: 3×3
Exibição: 09/10/2014
Nota do Episódio: 9

Primeiro, preciso assumir que por problemas particulares não escrevi o texto ‘ao vivo’ como de costume. Pior, não vi o primeiro bloco e a apresentação do Daniel. Então tive que recorrer a internet.

Que grata surpresa ver que, apesar de ainda não ter o programa na íntegra em um link só (pelo menos eu não achei no site), tinha as apresentações com os comentários dos técnicos e com a pré-entrevista. Não sei na temporada passada, pois não perdi um episódio, mas na primeira temporada tínhamos no site apenas a apresentação, o que empobrecia demais para acompanhar o programa.

Bom, feita a ressalva, vamos ao programa! Começamos com sertanejo, mais uma vez uma dupla. Já falei que não gosto de sertanejo? Bom, hoje pelo menos não falei! Não gostei do número de Vitor e Vanuti cantando Volta pra mim, do Roupa Nova. Achei que só o Daniel iria virar, mas no último segundo viraram Brown e Claudinha. E como no The Voice Brasil os candidatos são ‘zero’ em ousadia, ficou evidente que eles iriam para o óbvio, time Daniel e assim foi.

Pausa para um comentário. Engraçado que programa passado eu comentei que faltavam mais cenas de coxia. Bom, ainda que de poucos segundos, tivemos algumas cenas indo ao ar, pelo menos um pouco de progresso o que me faz ter esperança que uma hora eles acertam a mão!

Prosseguimos com um dos melhores números da temporada, uma retornante. Adoro retornantes e essa veio com tudo. Da primeira temporada, revimos Nathalie Alvi, arrasando ao som de Whole Lotta Love, do Led Zeppelin. E o retorno foi triunfal mesmo, pois conseguiu virar as quatro cadeiras! Após ninguém batalhar por ela (e eu achando que eles tinham pegado o ritmo) a participante escolheu CL.

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E aqui a crítica para edição, podia ter colocado um pouco mais do número de 2012, pois honestamente não lembrava nada da participante e nem deu para dizer se ela ter sido barrada foi justo ou não!

Prosseguimos com Kim Lírio, que se dizia rockeirão, com uma entrevista com um fundo de várias músicas rocks pauleira, cheio da tatuagem e vem cantar LS Jack, Sem Radar. Mostrou que é mais poser do que rock.

Apesar disso o candidato virou uma cadeira com segundos de música, como sempre o aleatório Daniel (o que ele ainda faz ali só o Boninho pode explicar!). Pelo menos ele teve a honestidade de falar que virou pela voz e não pelo número (que confirmou ter erros). Não gostei do número e não teria virado a cadeira, parecia um cover mal feito do LS Jack, não menos surpreendente ninguém mais – além do aleatório – virou.

A participante seguinte me conquistou nas primeiras notas que cantava durante sua entrevista. Kynnie Williams veio cantando Why Don´t You Love Me, da Beyoncé. Se gostei dela no início a boa impressão se manteve no número, mas não com o mesmo impacto.

CB virou logo no início, e Daniel bem no final. Fico sempre na dúvida nesse momento se a edição invertei a ordem e se já tinha alguém com time cheio, pois achei que a apresentação não foi tão fraca a ponto de apenas CB e Daniel virarem. Pelo perfil da candidata e, com um pouco mais de disputa entre os técnicos e com alguns momentos de risada, o óbvio do programa se manteve e ela foi para Carlinho Brown.

O número seguinte foi de mais uma deficiente visual, Nanda Torres, cantando Começar de Novo (Ivan Lins). Um número abaixo da qualidade média do programa, mas não teria sido nenhum absurdo se alguém tivesse virado, mas não foi o caso! Algumas críticas construtivas por parte do CB e um pedido para que ela volte em uma próxima temporada, quem sabe.

Depois vimos Muito Obrigado Axé, do Carlinhos Brown, interpretada por Vanessa Borges. Gostei do número, a participante conseguiu virar três cadeiras, apenas Lulu não virou. Infelizmente, pelo perfil da participante, cantando música do CB e pelo óbvio do programa, ela escolheria Carlinhos Brown. E foi o que ocorreu.

Infelizmente no Brasil as pessoas não arriscam, nem pensam em o que seria melhor para elas, escolhem os técnicos pelo quesito ‘de quem eu sou fã’. Uma pena.

E, outro grande número da noite, quiça da temporada, Kall Medrado defendeu You Make Me Feel Like (A Natural Woman), de Aretha Franklin. Essa temporada o povo tá curtindo cantar Aretha, não? É sempre um benefício pois as músicas admitem muitas firulas, gritos e exageros e a participantes abusou de todos, mas sem destruir a música. CB virou logo no começo e os outros três apenas no finalzinho. Uma pena que depois disso a participante foi cantar o último verso e errou muito, balbuciou ao invés de cantar!

Ora, se tivesse emocionada, que não cantasse o final. Ou que tivesse se recomposto, balbuciar não dá! Podendo escolher qualquer um dos técnicos a participante optou por CL. E confesso que tive um susto após CL ser escolhida a treinadora, achei que Claudinha ia rolar no chão de novo, mas ela apenas se ajoelhou! Ufa!

E depois de ter direito a um ex-retornante, o programa veio com mais um número na “cortina”. E realmente é difícil algumas situações. No início achei muito que era mulher, minha esposa também. O bom que não fomos os únicos, os técnicos assumiram que também acharam que era uma mulher!

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Mas não, era Joey Mattos, interpretando Domingo (Só para Contrariar). Após ter as quatro cadeiras viradas, baixou o encosto da CL no participante, que se jogou no chão (só faltou rolar). Achei o número agradável, mas não achei para tudo isso. Mas pelo fã-clube que o moço parece ter (talvez por isso a cortina), vai ser um forte candidato.

Ele escolheu o time do CB, que vai remontando o seu time, depois das péssimas escolhas do último programa.

Depois foi a vez de um ex-famoso, Emon. As outras versões do programa, em especial a inglesa, sempre levam pessoas que cantam em teatro ou são aclamadas ou pessoas que fizeram muito sucesso em algum momento da vida. E a única que eu vi se salvar foi Cleo Higgs.

Bom, não gostei do número: Samba de Verão, de Marcos e Paulo Sergio Valle. Não pela mudança de ritmo, mas pela interpretação. Sotaque americanizado em vários momentos, muito exagero em outros… mas apesar disso conseguiu virar duas cadeiras: CL e Lulu. Mas apesar disso escolheu…Carlinhos Brown (oi?). Bom, como CB não virou, o moço foi forçado a escolher corretamente e foi para o time do Lulu.

Confesso que o rapaz é muito técnico, mas vai precisar se conter mais para os próximos números.

E então vimos o número que mais me agradou até agora – e que ganhou minha torcida, apesar de ter ido para o péssimo time do Daniel, pois ele foi o único a virar. Rafaela Melo cantou a lindíssima Flor da Pele, de Zeca Baleiro.

Não sei até quanto o número foi bom ou se a minha paixonite pela música influenciou demais, mas vai ter muito minha torcida. Não sei se o sertanejo foi o único a virar porque os demais não podiam, pois todos pareciam BEM interessados e pressionando Daniel a virar. E, honestamente, acho que ele só virou pela pressão de CB no finalzinho! Acho que a mudança de lugares da cadeira pode ter tido o primeiro efeito mais positivo.E realmente acho que mudaram a ordem pois em determinado momento tive a nítida impressão de que Lulu falou para CL que ele não podia.

Depois de um grande número tivemos outro homem com voz feminina: Vinícius Zanin, que destruiu Seven Nation Army, do White Stripes. Ah, que saudades da Becky Hill!

ODIEI as mudanças da música, odiei o arranjo, odiei a banda com seu tecladinho sintetizado parecendo música da Xuxa dos anos 80. Apesar disso o rapaz não canta tão mal, mas não teria selecionado ele jamais em razão do já mencionado. Apesar de tudo CL virou a cadeira, acho que muito mais pela voz do rapaz e por gostar da música do que pelo número em si.

Encerrando o programa vimos o desnecessário número dos técnicos. E dessa vez com Daniel.

No final do programa o time CB contava com 9 integrantes, o do Lulu Santos com 8, o do Daniel com 7 (sendo 3 duplas!) e o da CL com 6! Acho que CB corrigiu a rota e não tem mais o pior time, passando esse posto para Daniel. Mas ainda acho que ele está abaixo do time de Lulu e CL. E vocês, o que acharam do programa e o que estão achando dos times?

Séries citadas:

Viciado em séries desde 1998, quando gravava os episódios em fitas cassetes para assistir depois (estou ficando velho). Minhas séries prediletas são: Battlestar Galactica, Boston Legal, Ally Mcbeal, Quantum Leap, Dexter, X-Files, GoT, TWD, Seinfeld, dentre outras! Atualmente sigo buscando séries que forneçam algo mais do que um passatempo de qualidade, ainda que para tanto precise recorrer a séries antigas que não vi.

3 Comments

  1. Guilherme

    Lucas ótima review. Concordo que o time do Lulu é o mais forte, porém acho que nas fases das batalhas ele se perde um pouco, pois coloca os mais fortes dos seu grupo para duelar. CL é sempre um exagero forçado e CB e Daniel nem merecem comentários. Um firula demais e o outro nem sei o que está fazendo no programa.

  2. Gonzaga jr

    Muitos que se apresentam de maneira formidável em suas primeiras apresentações se perdem ao longo do programa, isso geralmente acontece com quem detona nas músicas internacionais (como ví , não lembro se foi aqui), o inglês permite uma melhor perfomance em questão de voz para alguns, se vc põe o cara para cantar em português vê que ele não é um candidato tão bom.

  3. Gonzaga Jr

    há ontem ficou claro que só Daniel podia virar para a menina, CB insentivou e Lulu lamentou. não poder fazer…..

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