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‘The Killing’: crianças estampam pôster e crimes reais inspiram nova temporada

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Falta muito pouco para que os mistérios de The Killing voltem a acelerar nossos corações. No dia 2 junho, a terceira temporada da série de suspense – uma das mais aclamadas do gênero – retorna ao canal americano AMC para a terceira temporada.

Um novo pôster promocional foi divulgado (no final da página) e, nele, os protagonistas Sarah Linden (Mireille Enos) e Stephen Holder (Joel Kinnaman) aparecem olhando para o horizonte e são observados por um grupo de crianças de rua. É que a nova temporada irá retratar o universo das crianças de rua e as políticas do “corredor da morte”, já que, em muitos estados americanos, existe a pena de morte. O que isso indica exatamente? Não dá para saber. Mas segundo a sinopse da terceira temporada de The Killing, o novo caso investigado pelos detetives se passa um ano depois do fechamento do assassinato da menina Rosie – e Sarah terá que lidar com os demônios do passado, incluindo restabelecer laços com um serial killer que abalou sua vida emocional – personagem que marca a estreia de Peter Sarsgaard na TV.

“O segredo de Sarah que descobrimos na última temporada foi de que ela surtou depois de um caso, há três anos, e  precisou ficar internada em uma unidade psiquiátrica durante vários dias”, falou a criadora e roteirista da série, Veena Sud. “Sarah sempre teve essa sensação incômoda de que algo não estava certo e nós vimos indícios desse caso nas últimas duas temporadas.”

Por falar nisso, os produtores da série já asseguraram: o novo caso investigado será resolvido até o final do terceiro ano (já que os detetives levaram duas temporadas para resolver o mistério da menina Rosie, algo que foi extremamente criticado por parte dos fãs).

Inspirações

Para as novas histórias, Sud disse que se inspirou em dois aspectos ocorridos no mundo real: o trabalho da fotojornalista Mary Ellen Mark com crianças de rua (que levou a produção do premiado documentário Streetwise, de 1984) e as investigações sobre o serial killer de Washington D.C. Gary Ridgway (quem acreditam ter matado mais de 90 pessoas entre as décadas de 1980 e 1990). “O que me fascina não é a questão psicológica desse cara – que é simples e sem graça. Mas sim o fato de que tantas mulheres desapareceram e ninguém sequer notava”, afirmou ela. “Assassinatos estranhos são difíceis de decifrar. Esse precisou de 20 anos e mais 50 mulheres mortas”, explicou.

Sud ainda narrou que viu muitas fotos de rosto de assassinos nas fichas criminais da polícia (as conhecidas mugshots), todos eles “olhando para você, sem sorrir”. A experiência foi fundamental para que ela começasse a desenvolver a nova temporada de The Killing em sua cabeça. “Quanto mais eu olhava para as fotos, mais eu comecei a imaginar o peso da responsabilidade que esses policiais sentiam ao ver as mulheres olharem para eles todos os dias em suas vidas.”

Confira o novo pôster abaixo:

Com informações do TV Line e EW.

 

Séries citadas:

É jornalista formada pela Unesp e pós-graduanda em Gestão Cultural. No TeleSéries, escreve mensalmente a coluna Estilo. Aficionada pelas histórias de terror, sobrenaturais e de mistério, também não dispensa aquela comediazinha romântica... Pushing Daisies, Jeannie é um Gênio, A Feiticeira, Riget, Lost in Austen, Wonderfalls, Samantha Who?, Copper, Harper's Island e Hannibal estão entre suas séries preferidas de todos os tempos! :)

1 Comment

  1. O pensador

    The Killing é uma série maravilhosa que merece ser vista com todos os detalhes. Realmente conseguiram inovar no drama policial – nada de CSI , é trabalho duro mesmo. O final da segunda temporada foi explêndida. E consegui surpreender e mesmo revelando a trama – ainda ficou aquele gosto amargo de impunidade. Quando passam o filme na casa dos larsen ( quem acompanha sabe) – é um momento de pura beleza. Que venha a terceira temporada.

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