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The Blacklist – Lord Baltimore e Monarch Douglas Bank

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The Blacklist está de volta. E eu também – embora bem atrasada.

No final da temporada passada vimos a trama envolvendo Red e Berlin caminhando bastante. E a série voltou explorando essa trama.

A nova temporada começou com Red em um show pirotécnico em Camarões, queimando dinheiro dos EUA para descolar algumas informações sobre a identidade e o paradeiro de Berlin. E quando ele descobre que Lord Baltimore é um dos contratados do bandidão começa a se desenrolar uma história bastante peculiar.

Krysten Ritter participou super bem do episódio interpretando Rowan/Nora Mill, que tem transtorno de personalidade múltipla. Em razão disso o que parecia ser um caso envolvendo gêmeas e uma falsa morte acabou sendo um caso excêntrico com a cara de The Blacklist. A analista de Quântico era, portanto, Lord Baltimore, e seu papel no episódio era sequestrar Naomi, a (ex)esposa de Red, que estava no programa de proteção à testemunha. E ela cumpriu seu papel antes de ser capturada por Lizzie.

No segundo episódio vimos o desenrolar da trama do sequestro de Naomi (os fãs de Weeds certamente bateram o olho na personagem e reconheceram a ótima Mary-Louise Parker). Berlin resolveu manter a mulher cativa para arrancar pedaços dela e enviar para Red, em um ato de vingança em razão de tudo que aconteceu com sua filha. Por culpa de Red, é claro, segundo ele.

E Red perdeu – talvez pela primeira vez – o controle. Saiu matando vááárias pessoas na busca pela esposa. E mais uma vez The Blacklist conseguiu casar perfeitamente os dois casos da semana.

O assalto ao “banco dos criminosos” acabou se tornando tudo que Red precisava, já que “A Fórmula” – na verdade Kaja, uma mulher com uma super memória e a “chave” dos cofres do banco e seu banco de dados – estava aos cuidados do FBI. É claro que Red aproveitou Kaja para desviar todo o dinheiro de Berlin e chantageá-lo.

blacklist - Monarch Douglas Bank

Berlin desistiu da vingança para ter o dinheiro de volta, e Red conseguiu salvar Naomi – e optou por “não encontrar” a esposa, em uma bela cena. Mas ainda deveremos ver mais dessa trama e, consequentemente, conhecer melhor o passado de Red.

É claro que Berlin voltará a trama, mais cedo ou mais tarde, até porque continua sendo um dos criminosos mais procurados pelo FBI. Mas por enquanto acredito que The Blacklist vai tentar focar em uma nova trama, criar um novo fio condutor.

Achei interessante ver que Lizzie amadureceu desde o final da temporada passada – os acontecimentos da premiere da segunda temporada se passam cerca de dois meses após a finale. Não foi só o cabelo da agente que mudou: agora ela também esconde algumas coisas de Red (quem seria seu informante secreto?) e está um tanto quanto paranóica – o que se justifica, já que aparentemente Tom está seguindo ela.

Gostei também da interação entre Ressler e Keen. Eu já torcia para um envolvimento romântico entre os dois, e o afeto que só faz crescer entre eles me faz torcer ainda mais. É legal ver que Lizzie entende o parceiro mesmo que ele não se abra com ela, e que ele está sempre pronto para auxiliá-la. Quero muito ver essa relação crescer – ainda que ela se restrinja à parceria profissional e à amizade.

Também achei bastante bacana ver que Aram continua tendo uma participação com mais destaque na série. Mostra que o “erro” cometido com a coadjuvância de Meera Malik não se repetirá. E Samar Navabi é uma personagem bastante promissora.

A agente da Mossad (Agência de Inteligência de Israel) ajudou Lizzie e Ressler e conseguiu conquistar a confiança de Cooper – que está de volta por influência de Red. Agora ela está trabalhando com a equipe de Red. O que Cooper não sabe é que ela recebeu ordem do próprio Red para se infiltrar no time. Ainda não entendi muito bem onde essa trama vai dar, mas eu acredito que ela será uma das principais da segunda temporada.

Ontem foi ao ar, nos EUA, o 3° episódio dessa 2ª temporada – que está arrebentando na audiência, como de costume – , Dr. James Covington, e eu espero que The Blacklist continue empolgante! Até a próxima review.

P.S.: a Sony estreia hoje The Blacklist, às 21h30.

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

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