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Spoilers

Spoiler Zone da Semana: as voltas de Heroes, Grey´s Anatomy, NCIS, CSI:NY, CSI:Miami, Big Bang Theory e muito mais

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Cena de Heroes

Antes não tínhamos nada pra ver. Agora tem coisa demais! A semana foi movimentadísima nos Estados Unidos e a equipe do TeleSéries se desdobrou ao máximo para cobrir o maior número de estréias possível. Por conta disto, a maioria das séries que resenhamos nas últimas semanas ficaram de fora – Gossip Girl, 90210, Fringe, etc. Se você quer muito ver resenhas sobre algum destes shows, use os comentários para pedir!

Na coluna da semana, as únicas séries que já começaram a temporada que ganharam resenhas foram Smallville, House e True Blood. O resto é tudo novidade! Para quem curte séries policiais trouxemos reviews dos eletrizantes retornos de Criminal Minds, NCIS, CSI:NY e CSI:Miami. No campo do dramas, temos ER e Grey´s Anatomy. Temos ainda textos sobre os retornos dos cultuados (por públicos bem distintos, é claro) Dexter e Heroes. E reviews das comédias Californication, The Office, The Big Bang Theory, Two And Half Men e How I Met Your Mother! E não acabou, fomos buscar na TV inglesa a série Merlin, afinal tem fall season também na BBC! Confira nossa mega coluna!

Heroes: The Second Coming e The Butterfly Effect (3×01 e 3×02)
Exibição: 22/9/2008
MVP: Masi Oka

Vou ser honesto com vocês, eu sou a pessoa errada pra comentar a season premiere de Heroes. É que, além de andar com pouca paciência pra série depois do decepcionante segundo anos, eu comecei recentemente a assistir Ídolos na Record. E antes do Ídolos começar eu acabo sendo obrigado a assistir alguns pedaços de Os Mutantes. Agora, toda vez que eu vejo o Mohinder e a Maya falando de ganhar ou perder poderes eu não consigo evitar e não rir, não tem jeito.

Heroes retornou com força em The Second Coming. O episódio é só ação e digo mais, é ação até demais. Em 10 minutos sabemos quem atirou em Nathan, temos um novo viajante vindo do futuro, Sylar atacando Claire, coisa pra cacete acontecendo na tela. Tim Kring quis tirar o atraso de 10 meses e disparou uma meia dúzia de novos arcos de uma só vez – mais do que precisava.

Bom, deixa eu resumir o que eu entendi. Nathan: vai virar padre ou senador e recebe visitas do fantasma do Malcolm McDowell. Parkman: pegou a passagem de ônibus de O Quarto Oculto e foi parar no meio da África. Mohinder: ganhou superpoderes, se tornou descamisado de novela das sete da Globo e está vivendo um remake de A Mosca. Niki: não é mais Niki, virou assessora de governador e tem poderes de congelar as pessoas. Por conta disto sumiram com o Micah e com a Monica (e eu gostava da Monica), numa mudança de rumo ridícula. Maya: De um dia pra outra ganhou um figurino de teenager americana e dá mais que chuchu na cerca. Peter: agora são dois, o Peter do futuro e um outro que tem a cara do Weevil. Sylar: Se tornou imortal, mas foi condenado a maldição de ser um Petrelli. Claire: Parou de sentir dor e está se transformando numa personagem ainda mais interessante. Elle: Foi a responsável por segurar Sylar e soltar os Villains da temporada. Boa sacada, gostei. Hiro: Ganhou um arco forçado envolvendo uma fórmula que pode destruir o mundo e descobriu que será morto por Ando no futuro. Mas seu personagem ainda funciona que é uma beleza como a válvula de escape cômica da série.

Heroes voltou achando que precisa provar muito, recuperar tempo e, na ansiedade, exagerou na dose. Espero que a série tire o pé do acelerador. Este ano não são só 11 episódios não. Vai ser maratona de 22. Será preciso, sobretudo, ter fôlego. (Paulo Antunes)

Dexter: Our Father (3×01)
Exibição: 28/9/2008
MVP: Michael C. Hall e Jennifer Carpenter

Dar um trato em Rita? Check. Levar rosquinhas para todos? Check. Cuidar de Deb? Almost check. Matar a escória da sociedade? Check. Seguir o código de Harry? Erro! Erro! Erro!

A verdade é que Dexter estava tendo dias tranqüilos como há tempos ele não tinha. Seu relacionamento com Rita, as crianças, com o departamento da policia, e até com Deb estava ok, apesar dele não ter notado o corte de cabelo dela, que a irritou profundamente, mas enfim, ele tava seguindo em frente.

Como a policia não estava mais atrás “dele”, Dexter estava na ativa seguindo o código de Harry, apesar de que ele não vive mais para agradar seu mestre, como o próprio Dexter deixou claro, ele agora é seu próprio mestre. Porém toda auto-confiança é traiçoeira, e a falta de Dexter ao detalhe do corte de cabelo da irmã foi apenas um aviso que ele poderia cometer erros, e na vida dele sabemos que um erro cometido pode ser fatal.

E nome deste erro se chama Oscar Prado, irmão caçula de Miguel Prado (Jimmy Smits), um respeitável promotor de Miami, que entre outras coisas, quer fazer de Miami um lugar sem criminosos. Dexter, por um ato espontâneo, acabou matando Oscar quando na verdade queria tirar mais um marginal da rua chamado Freebo.

Apesar da doce sensação que ele sentiu por ter seguido seus impulsos, ele sabe que enquanto houver pistas da verdadeira identidade dele, todo transtorno que ele teve no passado pode voltar. E o remorso que Dexter tem por ter matado alguém que aparentemente não tem culpa no cartório, só o coloca mais exposto ao ponto dele ter entrado no radar de Miguel, que não vai sossegar enquanto não encontrar o culpado pela morte de seu irmão.

E lembra os dias tranqüilos que falei acima? Como será que nosso serial killer favorito vai lidar com mais um risco de sua verdadeira identidade ser descoberta ao mesmo tempo que mais uma farsa, ou responsabilidade (dependendo do ponto de vista de cada um) está a caminho? Sim, Dexter pode ser pai. Essa temporada promete dias muitos agitados, e eu fiquei realmente ansioso pra assistir esses dias na vida de Dexter. (Paulo Fiaes)

Californication: Slip of The Tong (2×01)
Exibição: 28/9/2008
MVP: David Duchovny

Ao som de “California Dreamin'”, os primeiros minutos do episodio Slip of the Tongue pareciam que iriam atender meu desejo de que aquele final feliz da temporada passada fosse um sonho (não tivesse acontecido de fato), e na verdade era um sonho, pelo menos pra Hank. Ele de fato havia reconquistado sua mulher e filha.

Dois fatores precisam ser destacados: primeiro que nessa temporada não será mais preciso apresentar os personagens, eles estão lá, e todos são fodidos (desculpem-me pelo termo, mas não há palavra melhor para defini-los) de alguma forma, e a impressão que tive nisso é que uns vão se afundar, outros irão crescer e provavelmente todos irão se perder, e no meio disso tudo estará o auto-conhecimento.

A exemplo de Charlie e Marcy, de cara sabemos que Marcy tem problemas com drogas, problemas estes que já fez este casamento entrar em crises em outras épocas e que é bem provável que entre novamente. Temos Mia famosa pelo lançamento do “seu livro” e completamente “sozinha”. Restou a ela fazer o que aprendeu até agora: sexo, drogas e rock n’ roll.

O segundo fator que tenho que destacar é que depois desse episódio me pareceu ter sido uma boa idéia juntar Hank e Karen, porque uma das melhores e ao mesmo tempo piores coisas que poderia acontecer a uma pessoa é conseguir aquilo que deseja, ou melhor, manter aquilo que tanto lutou pra conseguir.

E quando todos acreditam, incluindo Karen, que será questão de tempo para Hank fazer alguma besteira, é porque por mais que ele tente não fazer, as besteiras acabarão encontrando ele, que o diga a mulher que estava pelada na cama e que ele pensou que fosse Karen, e o policial que não gostou do comportamento de Hank e resolveu se aproveitar do poder. Isto é Californication. (Paulo Fiaes)

Cena de ER

ER: Life After Death (15×01)
Exibição: 25/9/2008
MVP: Mekhi Phifer e Scott Grimes

ER deixou um gancho ridículo na temporada passada com a explosão da ambulância com um integrante do programa de proteção às testemunhas, procurando causar uma dúvida sobre a morte de Sam, ou Pratt – resultando numa pobre audiência. Estava óbvio que a vítima seria o médico, mas a execução do episódio me surpreendeu.

Pratt não estava no fundo da ambulância, e sim na frente, junto com Bardelli, paramédico que fora empalado. Abby, que estava por perto, apenas quebrou a mão, enquanto Greg fraturou a mandíbula, o que lhe causaria sérios problemas. Levado ao PS, sua condição foi piorando cada vez mais, Morris precisou ser inventivo com a entubação, mas houve uma embolia. O pescoço de Greg inchou, revelou-se um rasgo em sua carótida, ele se engasgou com o próprio sangue, chorou de agonia, teve uma parada respiratória e por fim morte cerebral. A coisa toda foi muito pesada.

Uma semana se passou e Pratt, que já fora enterrado e teve seus órgãos transplantados salvando três vidas, é lembrado pelos colegas no Ike’s, depois de uma série pesada de momentos dramáticos (a melodia clássica de momentos tristes durante o teste neurológico, o “cortejo fúnebre” quando Pratt foi removido da sala de traumas, Morris avisar que Bettina ia propô-la em casamento, Anspaugh informar de que ele seria chefe e o imenso cartaz com uma foto dele no bar), posso finalmente dizer que voltei a chorar assistindo ER. Ótimo episódio. (Thiago Sampaio)

Grey´s Anatomy: Dream a Little Dream of Me (5×01 e 5×02)
Exibição: 25/9/2008
MVP: Sandra Oh

Finais felizes. Será que eles existem? Nas séries pode até ser que sim, mas o caminho até o final sempre parece deixar um gosto amargo na boca. Como por exemplo no caso de Betty. Ela vai viver o tempo todo achando que o seu marido está quase chegando, e em teoria seria feliz desse jeito. Porém é impossível não sentir um aperto no coração quando Izzie olha pro relógio e percebe que a cirurgia não foi um sucesso.

Ou a relação de Meredith e Derek, que na quinta temporada ainda está perdida nas indagações da Meredith. Por outro lado, nesse episódio, a Cristina realizou o sonho de pelo menos metade (sendo boazinha) dos fãs de Grey´s: Mandou a Meredith calar a boca! Sério, quem nunca quis fazer isso?

E apesar de ter gostado da premiere, tenho que reconhecer que ela foi meio balaio de gato. Em um episódio, Shonda Rhimes, conseguiu juntar: Derek morrendo, Oh e Grey velhinhas, Denny, um doutor gostosão do exército, Cristina sendo atingida por um gelo super afiado, e desenterrar a história do sexo entre Mer e George. Sendo que esse último fato só serviu pra me lembrar o quanto eu gostava quando o George era quase que um “irmão” pras meninas e não alguém que só anda com a chatinha da Lexie.

Porque eu tenho que dizer, a Lexie é uma das personagens mais subaproveitadas de Grey’s (acho que só não perde pro Sloan). Ela até é uma boa pessoa, mas além de não ter muito o que fazer na série além de ser o cachorrinho do George, ela sempre me perde nas pequenas coisas. Como por exemplo aqueles comentários que ela fez enquanto lia a carta do marido traidor, que fazem ela parecer extremamente idiota.

Mas pelo menos no quesito casais parece que Shonda acertou nessa temporada: Izzie e Alex, Cristina e Hunt, Hahn e Callie, todos parecem promissores. Só não estou muito certa quanto a Lexie e George. A coisa toda da relação invertida com a Grey caçula é óbvia demais, e depois desse episódio acho que preferia Lexie com Sloan, seria mais divertido. (Julia Mathias)

House: Not Cancer (5×02)
Exibição: 23/9/2008
MVP: Hugh Laurie

Não é preciso dizer que o novo horário que a Fox encaixou House em sua grade é péssimo. A audiência da série caiu para míseros 12 milhões de espectadores, o que nem se compara aos 27 milhões pós-American Idol e os incríveis 29 milhões pós-Super Bowl. A concorrência deve estar adorando o equivoco mais absurdo da Fox na última década (e foram muitos). Não é possível que a cúpula do canal não vá fazer alguma coisa, porque é obvio que House não está ajudando a “quase” hit Fringe.

Quanto ao episódio, a influência da morte de Amber sobre a relação de House e Wilson continua dando bons frutos para a trama. O afastamento dos dois parece incomodar House, o que mostra que ele finalmente se importa com outra pessoa, mesmo que seja apenas para satisfazer seus interesses.

Não há nada de muito excepcional no episódio, mas o roteiro é muito bom, bem conduzido, história coesa – o que é já comum na série. Todos os casos apresentados em House são verdadeiros, o que ás vezes assusta. Já pensaram que mesmo com todos os exames feitos nos órgãos antes do transplante ainda assim algo contaminou e matou aquelas pessoas?

Por fim, na última temporada Cameron, Chase e Foreman foram afastados do centro da série. Agora, a mesma coisa está sendo feita com Wilson. Será que os produtores estão tentando garantir uma renovação de elenco sem prejudicar a série? E vocês acham mesmo que Wilson vai ficar longe do House? Bem, eu não. (Gabriel Bonis)

Cena de The Office

The Office: Weight Loss (5×01)
Exibição: 25/9/2008
MVP: Amy Ryan, Steve Carell e Mindy Kaling

O retorno de The Office se focou numa competição entre as filiais da Dunder Mifflin para ver quem perdia mais peso. Claro tudo isso virou um pretexto dos roteiristas para Michal pentelhar os empregados, Dwight pegar no pé da turma que é acima do peso (Phyllis, Kevin e Stanley) e Kelly ficar totalmente neurótica fazendo dietas insanas.

As tramas paralelas tivemos Pam indo pra Nova Iorque fazer o seu curso. Incrível como ela e Jim se desencontram, ele volta de lá, ela vai. Mas finalmente Jim pediu Pam em casamento, no meio da chuva, bem legal a cena, e claro ela aceitou. Holly finalmente falando que Kevin era deficiente mental, engraçadíssimo. Oscar ficou amigo de Holly e apresentou o professor de ioga dele para ela, mas pra sorte de Michael o romance não deu certo. O episódio também contou com a volta do Ryan, como estagiário, pra suprir a vaga de Pam. E claro, as cenas mais engraçadas do episódio, Michael e sua palestra de Michael Clump (I say I say I say, I sit on you), uma versão gorda de Michael, e Andy planejando o casamento com Angela, enquanto ela da suas escapadas com Dwight, pobre Andy.

E com certeza o forte de The Office continua sendo os seus coadjuvantes, nunca vi uma série tão generosa com os personagens menores, várias pequenas cenas engraçadas, a Jan apareceu, até o Toby que eu jurava que nunca mais apareceria protagonizou uma das cenas mais engraçadas no hospital da Costa Rica. Ótimo retorno, dando seqüência na história, abordando um assunto polêmico (obesidade), explorando bem as características de cada personagem, mais acima de tudo, absolutamente hilário. (Lucas Leal)

The Big Bang Theory: The Bad Fish Paradigm (2×01)
Exibição: 22/9/2008
MVP: Jim Parsons

Os nerds estão de volta, finalmente! Sério, eu tinha certeza que estava sentindo saudades do Sheldon, mas não havia percebido o quanto Raj, Leonard, e Howard faziam falta. E nesse episódio todos eles estavam ótimos, mas como sempre, Sheldon roubou a cena completamente e toda vez que ele estava na tela, a série instantaneamente ficava muito melhor. O cara consegue transformar o ato de dobrar roupa recém-lavada em algo hilário!

E às vezes ele nem precisa estar em cena. Uma das minhas cenas favoritas foi a que Howard e Raj enumeram todas as coisas que poderiam ter feito o master-nerd se mudar, e o personagem é tão bem construído em sua paranóia que você realmente consegue ver todas aquelas coisas irritando o Sheldon.

Mudando de assunto, vocês realmente acham que a Penny estava apenas se sentindo burra demais pra namorar o Leonard? Porque pra mim, à primeira vista, o jeito escorregadio dela tinha algo a ver com o beijo de boa noite do Leonard, mas depois, pensando melhor, eles já tinham se beijado! Aliás foi exatamente isso que fez ela finalmente sair com ele na finale. Mas ao mesmo tempo, pra mim, parece estranho toda a coisa de “sou muito burra pra ele”. Afinal ela sabia muito bem disso antes de sair com ele.

The Big Bang Theory começou a temporada muito bem, mas me fez lembrar de uma reclamação de alguns fãs na última temporada. O personagem do Sheldon está obviamente acima dos outros, comicamente, o que faz com que os roteiristas acabem focando muito nele, e isso pode acabar cansando lá pelo meio da temporada. Mas, exercícios de futurologia a parte, Big Bang está mais forte do que nunca. (Julia Mathias)

How I Met Your Mother: Do I Know You? (4×01)
Exibição: 22/9/2008
MVP: Neil Patrick Harris

A história sem fim continua com Do I Know You?, com a retomada da última cena da temporada passada: a proposta de casamento de Ted pra Stella. E a médica não demora muito pra dizer “sim”. Mas graças à Marshall, com excesso de tempo livre devido sua situação de desempregado, Ted percebe que não conhece nada de sua noiva.

Mosby não sabe por qual time ela torce, a cor de seus olhos, sua alergia a amendoim (e que provocou um choque anafilático no primeiro jantar que ele fez pra ela) além de algo mais grave: Stella não só nunca viu Guerra nas Estrelas, como também teve que mentir que gostou, quando intimada por Ted à assistir seu filme favorito. Confidenciando à Marshall, a doutora diz que isso não será um problema para os dois, mas a menos que a série termine esse ano, minha aposta é de que Stella não é a mãe de seus filhos.

Enquanto isso, Barney, recuperado depois de ser atropelado por um ônibus, resolve pedir socorro à Lily pois acredita que o que sente por Robin é uma doença: ele está completamente apaixonado pela jornalista e não sabe como agir nessa situação. Mas, claro, não deixa de transar por causa disso. Inclusive com uma garçonete “haaaave you met Barney?” que Robin arranjou pra ele, depois de um aparente encontro perfeito entre os dois, onde Barney agiu tão diferente a ponto de estar irreco – espere um pouco – nhecível.
O episódio foi dividido em dois segmentos, e o núcleo de Ted não interagiu de forma alguma com o de Barney, o que deixou a coisa um pouco esquisita. Resta esperar pelo próximo episódio pra reação dos colegas sobre o noivado do arquiteto e a queda de Barney por Robin.(Thiago Sampaio)

Cena de Criminal Minds

Criminal Minds: Mayhem (4×01)
Exibição: 24/9/2008
MVP: Thomas Gibson e Shemar Moore

Quem morreu na explosão da van? A resposta é Kate Joyner. Eu não esperava que um integrante principal da equipe fosse morrer e que alguém tenha de fato morrido foi até corajoso (apesar de eles terem feito de tudo, na finale, para que antipatizássemos com a agente sósia da ex-mulher do Hotch), mas que fica um gostinho de artifício barato fica. Porém, isso é televisão, e a não ser que você esteja em CSI, tenta-se manter o elenco principal intacto ao máximo de suas possibilidades e Criminal Minds já perdeu dois de seus integrantes originais.

Ainda assim, o episódio Mayhem é um verdadeiro primor, contribuindo para o patamar cada vez mais alto que a série atinge em qualidade. Quem dera os filmes de ação do cinema conseguissem injetar em mim um quarto da tensão que esse episódio conseguiu. É claro que há muitas diferenças entre TV e cinema e o fato de eu acompanhar esses personagens há anos ajuda em minha empatia imediata, mas a verdade é que o roteiro é extremamente inteligente, a direção prima pelo realismo, a edição cria um ritmo angustiante e as atuações são extremamente convincentes, elementos que andam em falta em Hollywood (talvez eu esteja vendo os filmes errados. Aceito sugestões). Redondinha e emocionante do jeito que está, Criminal Minds tem tudo para ser a melhor série policial da temporada (e umas das melhores no geral). (Thais Afonso)

CSI:Miami: Ressurection (7×01)
Exibição: 22/9/2008
MVP: Emily Procter

Alguém realmente esperou que Horatio fosse morrer? Não, não é dessa vez que nos vimos livres das frases de efeito e das pausas dramáticas, que em conjunto com um roteiro que insiste em fazer de Caine uma espécie de super-herói, tornou o protagonista dessa franquia de CSI em caricatura. Para piorar, juntando as pistas da finale com a primeira cena da premiere, eu precisei de meros dois segundos para entender que Horatio e Ryan Wolfe tinham, juntos, armado tudo. Pelo menos os roteiristas entregaram tudo aos 14 minutos (não que tenha sido pouco), ao invés de tentar fazer alguma revelação de última hora.

É claro que entregar a “ressurreição” de Horatio tinha um propósito, afinal, como o maior justiceiro do Miami poderia ficar escondido enquanto uma trama burlesca para derrubar seu arqui-rival Ron Saris e o traficante Juan Ortega se desenrolava? É claro que no final tudo acabou bem. Bom, quase tudo, porquê o corpo de Saris desapareceu depois de uma massiva explosão. Parece que o vilão é tão invencível quanto Horatio. Será que os dois são algum tipo de mutação genética? Honestamente, acho que eles teriam lugar cativo em Heroes.

Para completar, o desaparecido namorado de Calleigh, Jake Berkeley volta a dar as caras e nós descobrimos que ele tinha voltado a trabalhar disfarçado, explicando o porquê de ter estado completamente ausente da série desde o episódio nove. Mas ele só voltou para colocar um ponto final na relação, que parece ter acabado de vez, o quê possivelmente deixa o caminho aberto para Eric.

O episódio foi previsível e emaranhou tantas tramas que até me deu dor de cabeça. Apesar de eu já assistir CSI:Miami esperando o trash, um pouco de criatividade nunca faz mal. Menos maquiagem e melhores atuações também, mas aí já esperar de mais. (Thaís Afonso)

NCIS: Last Man Standing (6×01)
Exibição: 23/9/2008
MVP: Liza Lapira e Mark Harmon

A nova temporada de NCIS começou de forma tão fenomenal quanto a quinta terminou. Passados 126 dias desde que o grupo ‘A’ foi desmantelado, Gibbs continua tendo que agüentar o grupo de agentes mais chatos da história: a estranha agente Lee, o ex-FBI agente Langer, e o nerd agente Keating. Ao investigar a morte de um oficial do Pentágono (e ao tomar conhecimento de uma bomba no local onde estava Ziva em um caso que se conectava ao deles), Gibbs decide perguntar ao novo Diretor o motivo real do seu time ter sido desmantelado e é avisado que foi uma forma de colocar sob os cuidados de Gibbs três suspeitos de traição. Cabe a ele descobrir quem é o traidor (Não poderia ter avisado isso antes? Talvez quatro meses atrás?). Precisamente por este motivo cada um dos agentes antigos foi relocado para um lugar chave.

E é com seus antigos pupilos que Gibbs conta para desvendar o crime. E, confesso, as melhores partes do episódio foram as que McGee, Ziva e Tony apareceram, cada qual em seu setor. Impagável ver Tony no navio hackeando o pentágono enquanto chamava Gibbs de pai e McGee de irmão. E melhor ainda (como sempre) foi Abby lendo os cartões postais de Tony e dizendo para Gibbs que ele tinha 10 dias (não, 12, para não colocar muita pressão sobre ele) para juntar o time “A” de volta. Mas a grande bomba é saber (nós, pelo menos) que a estranhíssima agente Lee é a agente dupla, e que havia um motivo real por trás de toda aquela agarração com o Palmer (quero vê-lo nos créditos!) na temporada passada. (Mica)

CSI:NY: Veritas (05×01)
Exibição: 24/9/2008
MVP: Elias Koteas

Mac Taylor continuará sendo o mais atacado CSI dos três seriados da franquia? Na excelente quarta temporada ele teve problemas com: o assassino do 333, a assassina do Second Life, o taxista assassino e acabou a temporada em um carro com uma arma apontada para sua cabeça após ter sido enganado pelo assaltante. Só podíamos esperar por mais problemas para o líder da equipe de New York na estréia da nova temporada.

Um bom episódio, talvez por isso um pouco decepcionante também, afinal, a quarta temporada foi ótima e se tornou a base de comparação para o início desta segunda.

O objetivo do episódio foi mostrar o que aconteceu com Mac após ele ter descoberto que Joe tinha lhe enganado. A história acaba tendo reviravoltas demais, o sumiço de Joe, o corpo de Derek sendo encontrado no lugar de Joe, depois Lauren, a mesma garota que salvou Mac, sendo a namorada de Derek e acabando morta por Joe. Parece que os roteiristas se esforçaram ao máximo para não deixar nenhuma ponta solta e acabaram inventando um pouco demais.

O que garantiu o episódio foi o ótimo vilão, interpretado por Elias Koteas, que garantiu um belo trabalho para Mac conseguindo cobrir muito bem as suas pistas, por um tempo pelo menos. Adam acabou chegando a pista que serviu para ligar os pontos e a cara dele contando ao Mac que a irmã de Flack estava envolvida e que ele tinha dado uma mancada acabou sendo um dos melhores momentos do episódio. Diga-se de passagem, a ligação de Sam (irmã de Flack) com o caso aconteceu porque… Alguém aí sabe de algum motivo para a aparição dela?

Mas os roteiristas até se redimiram na cena final, quando Mac faz o último movimento no jogo criado por Joe. Do jeito dele. (Simone Miletic)

Cena de Merlin

Merlin: The Dragon’s Call (01×01)
Exibição: 20/9/2008
MVP: Eve Myles

Magos, reis, príncipes, dragões, bruxas, decapitação, todos os elementos clássicos de uma obra de magia medieval estão presentes no piloto de Merlin. Indo na onda do sucesso do mago Gandalf de O Senhor dos Anéis e no sucesso do jovem bruxo Harry Potter, a BBC resolveu explorar esse nicho. Acertadamente a série resolveu contar a história de um jovem Merlin, ainda adolescente e descobrindo seus poderes, desvinculando aquela imagem do bruxo velho e de enorme barba branca.

Logo de cara vimos uma decapitação de um bruxo, pois o rei mandou banir toda e qualquer magia do reino. Mas quem não gosta nada disso é a mãe do executado, uma bruxa, que pretende vingança prometendo matar o príncipe, o futuro rei Arthur.

A trama do primeiro episódio gira em torno dessa promessa de vingança e da nova vida de Merlin e de suas habilidades mágicas. E aos poucos somos introduzidos as pessoas da cidade de Camelot: Morgana, Guinevere (Gwen), Arthur, Uther Pendragon e Gauis. E aos a série se foca no relacionamento do jovem Merlin e o irritante príncipe Arthur.

Mas Merlin se sente perdido, ainda tenta se encontrar no mundo e desvendar o porquê dele ter esses poderes mágicos, qual é seu destino, e o que seria a voz que vem das profundezas, chamando seu nome. O jovem mago acaba descobrindo que o dragão preso numa caverna subterrânea é o responsável pelo chamado e acaba conseguindo conversar com ele e descobrir que o seu destino está mais perto do que ele pensa, ele deve proteger o futuro do reino, ele deve proteger o futuro rei, Arthur.

Gostei muito do piloto, mas sou suspeito pra falar como fã dos dois magos citados no inicio. Os efeitos são críveis, a construção do dragão não é nenhuma perfeição, mas é bem feita, as atuações não são brilhantes, mas não comprometem, enfim nada excepcional, mas é uma boa série que promete ser uma ótima diversão. (Lucas Leal)

Two And Half Men: Taterhead is Our Love Child (6×01)
Exibição: 22/9/2008
MVP: Charlie Sheen

Two and a Half Men ainda cumpre muito bem teu papel de nos fazer rir. Sejam com os momentos inseguros de Alan, as one-liners engraçadíssimas de Berta ou pelo jeito sincero – até demais – de Evelyn. O inicio do sexto ano de Two and a Half Men não foi nada excepcional, porém deu para matar a saudade.

Quão ruim seria se Charlie Harper tivesse um filho? E se tivesse, como ele reagiria? Esse foi o plot desta season premiere. Ele vê um antigo affair numa lanchonete com um garoto que é a sua cara e a idade da criança coincide com a última transa do casal. Ele, claro, fica louco com a possível paternidade.

Mas não é de hoje que tão querendo dar um filho a Charlie Harper. Quem é fã sabe que o assunto casamento e filhos são figurinhas marcadas, simplesmente por entrar em contradição com os ideais e pensamentos do protagonista. Eu imagino a series finale de Two and a Half Men, daqui a no máximo umas duas temporadas, com o Charlie finalmente casando e o casal esperando um filho juntos. É o que o telespectador da série espera que aconteça. (Eric Fernandes)

Texto publicado originalmente no weblog Série Maníacos

True Blood: Mine (1×03)
Exibição: 21/9/2008
MVP: Anna Paquin

True Blood é o típico programa trash que vicia. Simples assim. O negócio entra na veia e não sai mais. E não importa o chato do Jason e sua mania por sexo ou a voz enjoada da Tara e seu gênio ruim. Os personagens cativam e você fica curioso com o que vai acontecer em seguida e fim de papo.

O terceiro episódio continuou construindo a trama da morte das moças após o sexo e a garota da vez é Dawn (que depois de prender Jason por um dia inteiro em sua cama, expulsa o rapaz com as calças na mão). Quem será o assassino? Jason? Um vampiro? Sam? (não, nada indica que seja Sam, mas a idéia passou pela minha mente)

Já a chatinha da Tara afogou as mágoas (e a desilusão com a mãe bêbada) na cama de Sam, que é o ser mais adorável desta série. Até então eu tinha certeza que ele fosse aquele cachorro que parece estar sempre por perto de Sookie, mas este episódio provou que eu estava errada. Mesmo assim, nada tira da minha mente que há algo canino em Sam.

Quanto a Bill e Sookie, depois que ela se deparou com o ninho dos vampiros na casa de Bill e teve que reagir à altura, as coisas não ficaram tão bem para os dois. Mas ainda não sei quem sairá vitorioso nessa história. (Mica)

Smallville: Plastique (8×02)
Exibição: 25/9/2008
MVP: nenhum

Parece que a série finalmente começou a se afastar de Smallville. Clark e Lois trabalhando juntos no Planeta Diário, ela obviamente começando a enxergar os ‘encantos’ do garoto da fazenda, ele desaparecendo assim do nada para salvar alguém… Os ingredientes principais de Superman estavam presentes, mas também os caracterizadores de Smallville: as roupas azuis e vermelhas do Clark (agora sociais, mais adequadas ao jornal), a Luthorcorp como vilã e os infectados pelo meteoro. Mas eu creio que a maior mudança foi na atitude de Clark. Ele deixou de lado a indecisão e começou a pensar por si próprio, a agir e a aproveitar o poder com o qual nasceu. E, é claro, despertou a atenção de Tess, que sabiamente percebeu que Clark estava mentindo.

Tess, ao contrário de Lex, não tem fobia dos infectados. Ela os recruta de uma forma mais eficiente e talvez ainda mais perigosa. O que nos leva ao ‘freak’ da semana: uma garota com poder de combustão e que colocou fogo num ônibus ao tentar escapar da Luthorcop. A garota acabou tendo vital importância na decisão de Chloe de reabrir a fundação Isis e se dedicar a ela. E também possibilitou o encontro da ex-repórter com Davis, que é uma graça e tem uma química mais quente com Chloe que o Jimmy. O que terá acontecido com o paramédico no final do episódio? (Mica)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

34 Comments

  1. Marcio

    E antes do Ídolos começar eu acabo sendo obrigado a assistir alguns pedaços de Os Mutantes.

    Essa desculpa não cola, porque entre um e outro tem uma segunda novela :P

  2. Lucíola Abreu

    Por favor escrevam sobre Gossip Girl,90210…estou loca pra saber o q vem por ai

  3. Carol

    Aeee! Finalmente um “reviewzinho” de NCIS!
    Foi uma ótima season premiere!

    Agora to só esperando “Life”! =D

    Depois de ver Gibbs e Cia de volta, hj é a vez de Crews & Reese!

  4. Mica

    hahahahahahah…fui obrigada a rir do comentário do Márcio ^_^.

    E percebi que eu regulei tanto as linhas dos reviews, e no final das contas eu fui a que menos falou em todos eles -_-.

    Aff, essa semana tem tanta série que eu acompanho nos reviews, que não sei qual devo comentar primeiro. Assim que o tempo permitir começo a pensar…

  5. Giselle

    Adorei o retorno de Dexter.
    Ri mto com o retorno de Heroes…. Assim que vi o Mohinder descamisado lembrei do Marcos Pasquim tb…haha…

  6. Thiago

    The Office foi meio longo. Não gosto dos episódios duplos, mas mesmo assim, é The Office. Amo essa série e é ótimo que ela esteja de volta. Pode ter sido meio longo, mas teve ótimos momentos.

    A equipe de coadjuvantes realmente é sensacional. Stanley querendo perder peso, Kelly querendo perder a qualquer custo, Creed e seu jeito creepy, Toby todo loser quebrando o pescoço no começo de sua viagem… Além do mais, a Holly como versão feminina de Michael me conquistou – o que é bom, pois me vejo um pouquinho (só um pouquinho) casado de Pam e Jim.

    E só reforçando: o epi de ER foi sensacional!

  7. Daniel

    Quanto a True Blood, o Sam é sim aquele cão,(nos livros) ele pode se transformar em qualquer animal, apenas gosta de se transformar num cachorro igual aquele que apareceu junto dele (que foi colocado na série para despistar)

  8. Tati

    ER é a única série – de todas trocentas que acompanhei e acompanho (parei de contar na 30º) – que eu nunca perdi 1 episódio sequer. Confesso que a temporada que passou eu não revi nenhum episódio pela primeira vez em 14 anos. Eu também já sabia que o Pratt iria morrer. E isso me deixava irritada porque ele (não incluindo: Ross, Greene e Carter, antes da África) era o meu médico predileto juntamente com o Luka. E justamente pela similaridade que eu notava entre ele e o Ross. Ótimos médicos mas com uma dificuldade incrível de amadurecer, respeitar as regras e terem bom relacionamentos com as mulheres. E quando finalmente o Pratt consegue o que deseja a personagem é retirada da história. Na minha opinião seria uma ótima história acompanhar o crescimento dele nessa última temporada.

    A morte dele foi uma das mais tristes de ER. Todo o episódio foi muito pesado e difícil de assistir justamente porque, na minha opinião, foi muito bem dirigido e escrito. E a atuação do Mikhai (não lembro como se escreve corretamente) foi muito intensa. Quando ele começa a chorar de dor, eu não consegui mais impedir as lágrimas. E mesmo sabendo que ele iria morrer foi difícil de acompanhar. Espero que o padrão dos episódios continuem assim. Para ao menos a série ter uma despedida a altura.

  9. Mica

    Paulo, eu quis assinar embaixo do teu comentário de Heroes. Eu pensei a mesmíssima coisa de cada personagem ^_^. Só estou cá com a sensação de que o Ando não estava sendo ‘vilão’ ao pegar a fórmula do Hiro no futuro. Eu fiquei com a impressão de que ele é quem estava fazendo a coisa certa (algo que o Hiro do presente não consegue conceber).

    Dexter, ER , HOUSE e Grey’s ainda não tive tempo de assistir.
    Merlin….bom, não foi das melhores séries que eu já vi. Aliás, eita seriezinha de gente feia! Acho que as únicas pessoas bonitas ali eram a atriz que fazia a Morgana e a Eve Myles. A maquiagem da Eve Myles também foi de matar. Precisavam usa-la para fazer a velha bruxa? Não teria sido melhor pegar outra atriz? Faria mais sentido e não ficaria tão ridículo.
    O roteiro não é dos melhores e eu tenho um pé atrás com tudo quanto é história sobre Arthur. Eu tive o azar (ou sorte, sei lá) de conhecer a história de Arthur aos 8 anos de idade, ao ler As Brumas de Avalon (que li mais 4 vezes no decorrer da adolescência), então a visão que eu tenho do Arthur e da Morgana (e do Merlin e afins) é aquela que a Marion criou e que não condiz exatamente com as lendas mais conhecidas, mas…é a que eu cresci aprendendo. Então é difícil aceitar outras versões :-/
    Mas acho que vou acompanhar. Simpatizei mais com a série mais para o final (principalmente com a bruxa cantando. Lindo!).

  10. Paulo Fiaes

    pra mim Mother foi sensacional, ri muito mesmo.

    Half Men deixou a desejar, tpo, foi engraçada, mas Chuck Lorre apenas repete as mesmas piadas,a série as vezes sai do lugar, mas ele prefere sempre voltar para o inicio, fazendo um paralelo com the office, que pra mim é a melhor série de comedia da atualidade, os personagens estão lá, Michael é Michael, Dwight é Dwight, mas há evolução, há mudanças, como eu gosto de dizer, é uma série com continuidade, e não sei quanto a vocês, mas pra mim isso é muito importante.

    Essa semana estou atrasado com os dramas, só assisti One Tree Hill, que por sinal foi muito bom, e tem muito da continuidade que falei.

    e me empolguei pra assistir ER e NCIS, vou baixar ER hoje, e estou esperando a legenda de NCIS.

    essa semana temos Life??

  11. Antonio

    é mesmo como voce disse: eu tou viciado em True Blood…aqueles mais de 50 minutos passam a voar e fico sempre a querer mais…ainda bem que vai ter 2ª temporada! Já agora, como é que True Blood vai de audiencia?

  12. Jefferson

    Eu gostei da nova temporada de Heroes.
    Senti falta das reviews de 90210 e GG.
    Queria que voces fizessem uma review das estreias de Ugly Betty e Old Christine

  13. Nanda

    “… os personagens estão lá, Michael é Michael, Dwight é Dwight, mas há evolução, há mudanças, como eu gosto de dizer, é uma série com continuidade, e não sei quanto a vocês, mas pra mim isso é muito importante.”

    Paulo Fiaes, você acertou em cheio. The Office é um exemplo de comédia que consegue evoluir seus personagens, sem perder sua essência. Outras comédias poderiam seguir o exemplo. Two and a half men é uma delas. Adoro, mas… está na hora de evoluir um pouco, não?

  14. Jason

    Vou ser sincero!. True Blood está se tornando uma boa surpresa!. O episódio piloto me deixou totalmente cético em relação ao futuro da série. Se eu tivesse a mesma opinião da maioria que confere apenas o primeiro de uma série e tira suas conclusões com base únicamente nele, eu estaria perdendo uma das séries mais cativantes da atual temporada. Mas há uma justificativa para isso!. A série é de Alan Ball, a emissora é nada mais nada menos que a mestra HBO, eu fiquei temeroso em relação ao episódio piloto e as críticas negativas em torno dele, mas agora a série está mostrando a que veio e agora é que não perderei um só episódio. Quero destacar um detalhe!. Foi somente eu ou mais alguém aí gostou da abertura e a canção tocada durante a abertura da série?!.

  15. Paulo André

    Poderia ter de gossip girl!
    Acredito que o episodio dessa semana foi o melhor da história da série!

  16. Rodrigo

    Por favor…façam resenhas de Gossip girl e Supernatural…
    abraços…

  17. André

    veeelho, to chocado com o quanto q foi RUIM essa premiere de Heroes, depois de tanto tempo fora do ar. e como são RUINS os eps. escritos pelo Tim Kring, pqp. Tira ele que a série volta aos eixos. Ou será que não? To achando q é caminho sem volta.

  18. Vinicius Silva

    “O cara consegue transformar o ato de dobrar roupa recém-lavada em algo hilário!”

    aiuahiauhauiahaiiaiuaaahuauhauihaiu

    é a melhor cena do episódio, eu não conseguia parar de rir. The Big Bang Theory tem se transformado numa das melhores séries pra mim, nossa senhora. E o Sheldon, sem palavras.

  19. Eduardo

    “O cara consegue transformar o ato de dobrar roupa recém-lavada em algo hilário!”
    Realmente Sheldon é o mais ferrado da série, mas como foi dito, tem que se tomar cuidado pra não cansar isso…
    Two and a Half Men foi dahora também… Mas pareceu mais um episódio qualquer de temporada qualquer e não uma premieeeere assim…
    CSIs de parabéns. Claro que Horatio não morreria. A parte que os csis recebem a notícia da “morte” do Horatio e que o Ryan já liberou o corpo e tals já entrega tudo. Muito fácil. CSI: NY foi mais ferradão… Além de ter o tradicional “Previously on CSI: NY…” (que esqueceram no Miami me deixando perdido), foi incrível ver o Elias “Joe” Koteas se livrando toda hora da prisão. Ficou meio mal explicado a parte do Mac sair na água do nada. Pensei até que ele teria jogado o carro na água propositalmente… Mas depois explicaram.
    Ainda tem Dexter, Criminal Minds, NCIS, Heroes e The Office já baixados, esperando para serem assistidos…
    E por favor tirem aquela imagem do E.R. ;)
    Tô parecendo o Hurley do LOST, tipo… Sangue […](desmaio)
    E muito obrigado por já “contar” que o Hotch fica vivo no Criminal Minds… Já risco o nome dele na lista de possível obtuário.

  20. Ana

    Gossip Girl, foi um dos melhores episódios da série (tirando aquela Amanda que, pelo amor de Deus, teve o cabelo queimado e ficou toda calma. Tipo, nós estamos falando de uma galerinha fútil que acha que o cabelo é super importante e tudo o mais). Se precisarem de alguém para fazer a review de GG, eu adoraria ajudar.

    House.
    Ah, o Gabriel nem falou sobre o detetive. Sério, morri de rir com ele. Foi um episódio que teve um início maravilhoso. Um monte de gente ao mesmo tempo, me fez achar por alguns segundos que o House trataria um monte de gente ao mesmo tempo, mas isso nem aconteceu no final.

    ER
    Eu posso me considerar masoquista, mas por ser a última (por favor!!!) temporada de ER, eu precisei baixar esse episódio. Acabei percebendo que os primeiros vinte minutos, eu fiquei meio desesperada (muito tempo sem assistir ER acontece isso comigo ¬¬) e os outros vinte, bom, acabei chorando MUITO, mesmo sabendo que seria o Pratt, pois eu realmente adorava esse personagem.

    Heroes
    OK. Marcos Pasquim falando inglês e com aquele sotaque irritante = Mohinder Suresh. Bom, achei legal essa premiere, foi bem melhor que a Season Finale da segunda temporada (aquilo nem eh season finale, né?). O problema de Heroes é que começa com episódios médios a ótimos, passa para um meio completamente intragável (onde, normalmente, as pessoas DORMEM) e termina numa season finale meia boca.

  21. Thais Afonso

    Ana, nós até temos colunistas para falar de GG, o problema é que não dá para colocar todas as séries na coluna, ou ela ficaria gigantesca, e agente tenta revezar.

  22. Pingback: CSI:Miami - Ressurection e Criminal Minds - Mayhem « Séries Addict

  23. Ana

    Ah, Thais, mas bem que vocês podiam dividir a Spoiler Zone, né? Porque essa também já ficou bem grandinha.

  24. fabiano

    parabens ao teleseries pela iniciativa de comentar Merlin, e com respeito a serie. a serie é ótima, merecia um comentario mesmo.

    parabens a equipe.

    sobre greys, parece que regrediram com meredith, ela havia melhorado com a terapia e ja no primeiro episodio shonda faz merda.. e derek na pose de bom moço depois de ter chutado a enfermeira.. sloan pelo menos é o que é, meredithe terminava com derek e ficava sozinha ja derek ja arrumava outra logo em seguida.

    george continua insuportavelmente chato e de novo vai pegar mais uma? lexie agora, ok, vao destrui-la igual izzie?

    e izzie voltando a ser izzie da temp 2 q nos apaixonamos..

    apesar dos pesares bom retorno.

  25. Marianna

    ER foi digno!

    Quero Review de Supernatural!
    Foi Foda!

    Dean voltou do inferno com tudo!

  26. Hanna

    Sobre HIMYM:
    ADOREI essa de irre – wait for it- conhecível.
    Tão Barney!

    Sobre Two And a Half Men:
    Acho que arrumar um filho para o Charlie vai ser a saída que vão arranjar para o fato de Jake estar crescendo (alías espero que “usem” melhor o menino essa temporada, quase não o vi na temporada passada!!)

  27. Lucas "Gandalf" Leal

    Thiago é a mimica de Jim e Pam era ele atras dela…aquela coisa deles tentando ficar juntos e tal
    agora q eles tão junto sempre fica meio boring…ai ou os caras ficam criando motivos pra brigas e etc, o q sempre prejudica a qualidade, ou explora eles de uma outra forma, como eu achei q fizeram mto bem nesse episódio! (o Jim esperando a maluca sair do quarto foi D+!)
    e Paulo falou tudo The office tem continuidade as coisas anteriores não são descartadas (como eu Heroes!) elas tão ali pra mudar os personagens…fora q vc ve a mudança das pessoas graças a alguém…a entrada da Holly tá ai pra provar isso!(assim como a entrada de Andy nas temporadas passadas)

    Heroes honestamente nem li…o q vi foi TÃO ruim q não me arrisco a ler pra não vomitar…
    sério o nome devia mutar pra Heroes – Caminhos do Coração!
    só falta dinossauro e lobisomen pra ficar no mesmo nivel de roteiro!
    e essa trama do Mohinder saida de The 4400 foi BIZARRA
    Dr. Burkof TOTAL!

    eu gostei do retorno de Dexter, apesar da premiere da segunda temporada ter sido bem melhor…
    mas mta gente detestou…ainda mais a coisa do filho!

    adorei Californication…o Mouth Rape foi demais hahaha
    realmente a decisão q parecia ruim foi ótima…por isso q falo q tem q respeitar os roteiristas q mostraram qualidade…(por isso q larguei Heroes inclusive, pq se fosse só esse episódio eu ainda engolia…mas acumulou não da mais!)

    House eu adorei o detetive!!!
    e meu a Fox briga com a CW pra ver quem toma as piores decisões…emissora estupida!

    adorei TBBT!!!só me irrita ainda (de leve) (e nem me irrta vendo a série, mas sempre q busco algo pra comentar) q eles não usem mais situações deles fora do ninho…eles só ficam no apartamento e no trabalho!
    queria ver eles no cinema, por exemplo, numa fila de banco…ou indo numa viagem e etc…isso ia ser MTO engraçado!

    Merlin, Mica nem achei tão ridiculo usarem ela velha…
    não ficou bom com ctz…mas tão pouco ficou ruim
    a única coisa q me incomoda um pouco ainda é o Dragão q não ficou mto bom…acho q era melhor terem usado só a voz e mostrado ele na penumbra…ia ser um recurso melhor!e eu achei o roteiro bem divertido…no começo me incomodou a linguagem atual, mas depois achei uma opção valida…achei meio bobo o piloto ter se focado na vingancinha e foi meio previsivel o q ia acontecer, mas ainda assim foi satisfatório…sei lá como disse sou suspeito!hahahah
    e valeu pelo elogio fabiano…(q não foi só a mim mas com ctz ao Paulo q assim q eu sugeri aceitou e incentivou a ideia!) realmente desde q entrei no TS adoro o site por isso, é um diferencial em relação aos demais q só comentam as mesmas séries de sempre e não abrem espaço pra novidades até elas virarem ‘hit’…

    True Blood tenho adorado
    o episódio 2 foi mto bom focado na discussão dos direitos dos vampiros e tals
    esse 3 voltou a se focar mais na trama e isso é sempre mto bom, a trama é misteriosa na medida certa, tem um q de engraçado e etc
    e no começo me irritava ter colocado numa cidade pequena…o sotaque os lugares e etc
    mas me arrependi instantaneamente…faz todo sentido, a mentalidade (a cena deles falando do pseudofuracão foi mto boa), os problemas, a ambição de sair dali (quando Sookie le as mentes isso fica nitido), a coisa de só ter aquele bar na cidade e todos os bebados estão ali…o impacto q o UNICO vampiro da cidade causa…etc etc etc…
    fiquei meio assim no piloto (e eu q escrevi pra cá inclusive) mas esses 2 ultimos episódios me conquistaram
    até pq eu adoro vampiros hahaha
    ps ainda acho a abertura uma das coisas mais fodas q eu já vi na vida!concordo com vc Jason!(já tinha até falado isso no e-mail do TeleSéries hehehe)
    ps2 Daniel puts isso foi mto spoiler hahaha
    mas aquele cachorro (q realmente pode estar ali pra despistar apenas) tem alguma coisa sim!

  28. Thiago

    É vero. O desenvolvimento dos personagens é o que tem de melhor em The Office. As vezes até atrapalha a audiência da série, pois a história é segmentada, cheia de arcos e não rola novos telespectadores pegarem o barco andando… Tem que ver desde o começo. Mas compensa mesmo pelo desenvolvimento!

    Quanto a Pam e Jim… o que tive foi identificação total. Total, mesmo. Mas como aqui é a vida real, não tive esse final feliz dos dois, então paciência. Negócio que na TV, bom mesmo é o conflito… Pena eles cairem nessa fase de marasmo.

    E House… Putz! Esqueci de falar de House. Eu achei bem melhor que o 5×01. O começo foi ótimo, com as pessoas tombando e morrendo de repente. Achei genial essa história e fiquei me perguntando “como que esses caras criam isso?!”.

    Quanto ao detetive, outro bom personagem da série. Tá virando franquia pq tão pensando em fazer série com esse cara, né? Nhá… Mas pena que a audiência foi tão baixa (pros padrões de House) já que esse seria uma espécie de piloto pro personagem…

  29. Rafa Bauer

    Gostei do review de Dexter, só tem uma correção: Dexter não sente remorso. Ele pode estar um pouco confuso por ter matado alguém “inocente”, mas isso está longe de ser remorso. Os próprios produtores da série disseram que a série vai acabar no momento em que ele começar a sentir culpa. E remorso, se não entendido como culpa, pode ser encarado como o começo dela.

    Californication está excelente!

    Grey’s voltou morna. Mas não está ruim não. Ainda vou assistir.

    True blood: viciante! A melhor nova série que vi até agora. Personagens bem construídos, ótimos diálogos, ritmo adequado, equilibra cenas longas só com conversas, com outras de ação, sempre com um olhar sarcástico sobre o mito do vampiro – e inteligente, ao fazer o paralelo com as minorias. Se bem que em determinados momentos o humor é deixado de lado e funciona também como série de suspense e terror… nossa, estou apaixonado. Mal vejo a hora de ver o 1×04.
    A abertura realmente é muito foda. Baixei a música na hora… Jace Everett.
    Agora seria melhor controlar os spoilers aqui né galera, avisa antes, quem já leu os livros, que vai contar alguma coisa que não passou na série!

  30. Lucas \"Gandalf\" Leal

    Rafa tb fiquei chateado, mas se levar em conta Dexter e outras adaptadas de livros capaz de ficar só na curiosidade mesmo pq as séries mudam mta coisa!

  31. Diego

    Apesar da torcida do contra (vide: vários sub-críticos de blogs por aí que se julgam especialistas de seriados), True Blood é tudo isso mesmo que o pessoal opinou e um pouco mais. Só ressaltando o comentário do Rafa Bauer, a música-tema da série realmente é show de bola, quanto a abertura… uma das mais ridículas já produzidas.

    Ah, também deixo o meu pedido para maneirarem nos spoilers. Agora vou ficar com aquela história da metamorfose do Sam na cabeça. Fuc…

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