Log In

Spoilers

Spoiler Zone da Semana: as estréias de Life on Mars e Eleventh Hour, a volta de Friday Night Lights e muito mais

Pin it
http://www.teleseries.com.br/wp-content/uploads/2008/10/mars.jpg

Cena de Friday Night Lights

Vem da Inglaterra a idéia para as duas das principais apostas da nova temporada da TV norte-americana: Life on Mars e Eleventh Hour. A equipe do TeleSéries assistiu na semana que passou as duas estréias e conta o que você pode esperar dos dois novos shows, assim como da edição especial de quinta-feira do Saturday Night Live.

A Spoiler Zone da semana traz ainda resenhas de 90210, Terminator: The Sarah Connor Chronicles, True Blood, ER (lançando uma nova colaboradora do TeleSéries, a Tatiana Leite), Prison Break, Dexter, Californication, The Office, Smallville, Heroes, The Big Bang Theory, Chuck e comentários sobre os dois primeiros episódios da temporada de Friday Night Lights, que acaba de retornar para sua terceira temporada.

Ah, não esquecemos de CSI não. A estréia da nova temporada da série ganhará review nos próximos dias. Aguarde.

Friday Night Lights: I Knew You When e Tami Knows Best (3×01 e 3×02)
Exibição: 1 e 8/10/2008
MVP: Connie Britton (3×01) e Gaius Charles (3×02)

A terceira temporada, agora pelo canal DirecTV, começou com uma série de problemas para a família Taylor. O primeiro episódio coloca Tami Taylor como a atual diretora do colégio Dillon High e tendo que resolver a falta de professores, de materiais básicos e tantas outras coisas. Para Eric, ele precisa lidar com a falta de entrosamento entre Matt e Tim, já que ele perdeu o seu principal jogador, Smash, por uma grave contusão no joelho. Além disso, ele precisa segurar a pressão colocada pela imprensa de Dillon para que um novato quarterback, apontado como o novo Jason Street, jogue na posição. Enquanto isso, Tyra continua perseguindo os seus sonhos de poder estudar numa Faculdade e pensando em não ter o mesmo futuro da sua mãe e irmã.

Já no segundo episódio, a série se debruçou no esforço de Tami para criar melhores condições de estudo para os seus alunos. Para isso, ela comprou uma briga desleal com Buddy Garrity e a prefeita de Dillon, quando resolveu injetar o dinheiro, que seria destinado para um telão no estádio, em educação, contratação de novos professores e compra de materiais. Obviamente, a decisão não foi vista com bons olhos, já que todos na cidade estão realmente preocupados com o futebol e não com o futuro desses adolescentes. E os esforços de Eric Taylor com Smash Williams para colocá-lo em algum time depois da sua grave contusão tiveram resultados, o que mostra a sua preocupação com os seus jogadores. (Vinicius Silva)

90210: Hollywood Forever (1×07)
Exibição: 7/10/2008
MVP: nenhum

O último episódo exibido na semana passada foi bem interessante se pararmos para analisar com mais atenção qual era a sua proposta: mostrar o mundo perverso e corrompido de Beverly Hills. Nesse capítulo, tivemos a continuação desse fato, com Adrianna mergulhando cada vez mais fundo em cocaína, sendo esta a sua maneira de suportar a pressão da sua mãe para conseguir um trabalho. No entanto, Adrianna é a vítima de uma péssima educação, que se preocupou apenas em dar-lhe dinheiro como se ele fosse a única que importava. Com isso, a farsa de Adrianna em relação ao uso de drogas pode estar chegando ao fim, mas levando a sua amiga, Naomi, junto com ela, a partir do momento em que Naomi resolveu defender a sua melhor amiga e decidiu se responsabilizar pelas drogas que Adrianna escondia.

Ainda assim, o grande problema de 90210 é a sua inconstância, oscilando muito entre um episódio e outro. Hollywood Forever tentou seguir os moldes do capítulo anterior, com algumas tramas adjacentes. A decisão de Tracy e Harry em finalmente procurarem o seu filho, mas também a festa de aniversário de Silver, no Hollywood Forever, uma espécie de cemitério onde existem lápides de gênios do cinema, como Alfred Hitchcock e outros que influenciaram completamente uma geração e as bandas que vieram depois, como Johnny Ramone e os Ramones. E as pessoas usam o espaço para fazerem piqueniques, se reunirem ao lado dos seus ídolos e desfrutarem um pouco de todo esse ambiente. E foi com esse clima um pouco bucólico, longe da badalação e com um bom drama no final, que a série encerrou mais um episódio. (Vinícius Silva)

Texto publicado originalmente no weblog Sob a Minha Lente.

ER: Another Thursday at County (15×02)
Exibição: 9/10/2008
MVP: Scott Grimes e Julian Morris

Superar o episódio de estréia da 15ª temporada parecia ser uma tarefa muito difícil para os roteiristas de ER levando em consideração a última temporada onde uma seqüência de bons episódios foi um fator raro. Contudo parece que o desejo de dar um desfecho digno para a série está fazendo com que haja um maior cuidado com o roteiro. Acredito que também não foi por acaso a escolha de Paul McCrane para a direção do episódio que apresenta a entrada da atriz Angela Bassett, conhecida principalmente pela atuação como Tina Turner que rendeu-lhe uma indicação ao Oscar em 1994, como a nova chefe da emergência.

O episódio tem seu início com Morris apresentando aos novos internos o hospital enquanto as cenas são cortadas para uma mulher fazendo os seus exercícios matinais (no melhor estilo Jennifer Lopez no filme Nunca Mais). E na seqüência é revelado que a mulher em questão é a nova chefe da Emergência (acredito que não tenha sido nenhuma surpresa para ninguém e nem acredito que essa tenha sido a intenção de quem escreveu o episódio).

Muitas cenas de trauma daqueles de fazer o estômago revirar como há muito não se via em ER. E mais uma vez uma nova chefe para despertar a raiva de seus comandados (Angela Bassett conseguiu segurar bem as cenas, mas nunca ninguém será uma Weaver e/ou um Romano). A diferença é que de cara fica transparente para o público que ela não é tão fria quanto aparenta. Destaque para o Scott Grimes mais uma vez dando um show mostrando o quanto o Morris amadureceu e eu não acredito que hoje ele é o meu médico predileto (já que o Dr. Pratt se foi). Fazia tempo que um novato não me despertava o interesse como o Dr. Wade. As cenas de Julian Morris no centro cirúrgico foram bem interessantes. O ator mostrou um carisma – que guardada as devidas proporções – me lembraram o Carter no início. Estou realmente com esperanças que vai ser uma boa temporada. (Tatiana Leite)

Cena de Eleventh Hour

Eleventh Hour: Ressurrection (1×01)
Exibição: 9/10/2008
MVP: Rufus Sewell

Resolvi assisti Eleventh Hour sem ter qualquer prévia informação sobre a série. Depois é que fui descobrir que é um remake de uma minissérie inglesa protagonizada por Patrick Stewart (o que me deixou com muita vontade de assistir a original). Creio que foi bom que o meu primeiro contato tenha sido com o episódio em si. Sem opiniões pré-concebidas, sem expectativas infundadas. E não me arrependi de ter assistido. EH é uma série bem interessante que acompanha um biofísico – Dr. Jacob Hood, interpretado pelo também inglês Rufus Sewel – que trabalha como consultor científico do FBI. Porém, falta alguma coisa no seriado e eu ainda não consegui captar exatamente o que é.

Neste primeiro episódio, a exemplo da original inglesa, o Dr. Hood investiga um caso de fetos malformados e abandonados que acaba levando-o a um experimento de clonagem e a um pai desesperado por ter seu filho morto de volta. A interpretação de Sewel me cativou e igualmente a frieza apaixonada de Marley Shelton, que interpreta a agente do FBI Rachel Young. E há química entre a dupla, o que é uma coisa boa. Não uma química amorosa (pelo menos espero que não), mas de sintonia em tela, de proximidade e veracidade de personagens. E, confesso, também foi maravilhoso rever Marc Blucas, a quem eu não via desde os tempos da Iniciativa, em Buffy. Agora, se a série funcionará a longo prazo? Sinceramente não sei. Faltou um pouco daquela agonia ansiosa que nos leva a desejar ardentemente o próximo episódio. Mas vale a pena conferir. Definitivamente não é perda de tempo. (Mica)

Terminator: The Sarah Connor Chronicles: Goodbye to All That (2×05)
Exibição: 6/10/2008
MVP: Brian Austin Green

Nos episódios anteriores: Michele foi morta por Cromartie. Ellison acaba se aliando a Catherine para juntos encontrarem outros exterminadores. Mal sabe ele… Cameron acabou lembrando da humana que foi raptada pelas máquinas e que deu origem a ela. E por alguns momentos a exterminadora teve crise de identidade (pane no sistema). Destaque para uma possível relação dela (a humana) com John?

No episódio desta semana tivemos, entre outras coisas, um exterminador voltando do futuro com a missão de matar Martin Bedell, um importante membro do grupo de John no futuro. Derek e John acabam se alistando na escola que Bedell estuda para conseguirem pegar o exteminador e pra que Bedell continue estudando em escolas militares e tenha o futuro reservado pra ele.

E sendo franco com vocês, cada vez mais não entendo o gosto dos americanos pelo que vão assistir, porque sinceramente, olha quanta coisa aconteceu nos últimos episódios da série, não dá pra entender porque uma audiência tão pífia. Bom, pelo menos a série tem conseguido resgatar tudo que este universo representa para o mundo do sci-fi. A única coisa que me incomoda um pouco é a Sarah Connor da série, muito menos agressiva e guerreira do que a Sarah feita por Linda Hamilton. (Paulo Fiaes)

True Blood: Sparks Fly Out (1×05)
Exibição: 5/10/2008
MVP: Sam Trammell

A cada episódio True Blood me cativa mais. Nesse vimos Jason Stockhouse ser acusado de outro assassinato e se ver livre graças ao álibi provido por Tara. Embora eu permaneça não gostando dos dois personagens, se eles continuam movimentando a trama o que eu posso fazer?

Sookie ainda tem dúvidas sobre o caráter de Bill e acabam brigando, o que a aproxima de Sam. Infelizmente as coisas entre os dois não dão muito certo e o encontro também acaba em discussão (para minha tristeza, que adoro os dois juntos).

De forma geral, o episódio teve três coisas de destaque:
1) As experiências de Jason com o V (que eu achei patéticas);
2) As lembranças de Bill tanto da guerra quanto da noite que foi transformado (a comunidade toda se emocionou e eu também);
3) A morte da vó da Sookie (imagino que esteja de fato morta).

E agora, quem é o assassino? Bill era o suspeito nº 1 da polícia, mas nenhum corpo teve o sangue drenado, o que teoricamente exclui um vampiro da autoria do crime. Jason é idiota demais e não sei se mataria a própria avó (principalmente por não ter um motivo neste caso). Minha aposta continua sendo Sam, meu personagem preferido e o ser mais adorável de True Blood. O que foi ele se esfregando na cama da falecida no final do episódio passado? Senhor!!!

Só para constar, Sam é o meu suspeito desde o início, mas a série dá pistas demais, o que me faz duvidar da minha própria certeza. (Mica)

Cena de Life on Mars

Life on Mars: Out Here in the Fields (1×01)
Exibição: 9/10/2008
MVP: Jason O’Mara

Curioso que só assisti ao piloto da série inglesa, gostei muito por sinal, mas acabei não assistindo o restante (ainda). E mesmo sem assistir o restante, percebo que esta versão norte-americana terá que melhorar muito pra atingir o nível da inglesa. Vamos aos fatos:

Pontos Negativos:
• A série foi corrida de mais, e com isso não apresentou direito os personagens, nem no futuro (ou seria presente, sei lá), nem no passado. Em nenhum momento fiquei comovido com o drama de Sam pra voltar pro presente (ou futuro, vocês entenderam) pra salvar Maya, porque simplesmente, não houve tempo de gostar do casal, e a pouca cena dos dois juntos deixou a desejar.
• Tem um elenco bom, mas ainda caricato. Faltou carisma nos personagens, claro que isso deve ir mudando no decorrer dos episódios, mas é nítido que Harvey Keitel pode render muito mais que isso.

Pontos positivos:
• Excelente sacada dos roteiristas em colocarem as torres gêmeas como o elemento chave pra Sam descobrir que viajou no tempo (ou ficou maluco).
• A trilha sonora é sensacional, sem duvida alguma, o ponto forte do episodio.

Conclusão:
Parece uma cópia do piloto inglês, mas que deixou muito a desejar. Mas tem potencial para melhorar, resta agora esperarmos pelos próximos episódios. (Paulo Fiaes)

Prison Break: Five the Hard Way (4×07)
Exibição: 6/10/2008
MVP: Robert Knepper e Amaury Nolasco

O melhor par de Scofield na não é Sara, e sim T-Bag. A recepcionista do decote entrou em contato e aconteceu o reencontro da dupla – e valeu bem mais que a reunião de Michael com Sarah, apesar de… Porque diabos Michael, que não sangra há três episódios, não deu umas porradas num cara com uma mão só e que insiste em não ter a arma em punho?! Não faz mal. Mahone apareceu na hora certa e trancou T-Bag próximo da entrada de Scylla.

E enquanto o General se preocupava em fazer a morte de Self parecer um acidente (mata logo e pronto, ué) o agente dá um passo à frente e consegue sua proteção. Fácil demais. E Sucre, que num “beco sem-saída” e prestes a virar maricón pra pegar um cartão, acabou sendo pago pelo portador pra traçar a mulher gostosa, só porque era impotente? Onde eu consigo um “trabalho duro” desses? E quem escreveu isso?! Sério?

Mas nem tudo deu certo – claro, isso é Prison Break! Gretchen roubou páginas do livro de pássaros, Lincoln contou a Sara que Michael pode estar morrendo e o hacker perdeu o “sugador de dados” tentando lucrar uns trocados em Las Vegas. Na próxima semana, mais problemas impossíveis com soluções rasteiras. (Thiago Sampaio)

Dexter: Finding Freebo (3×02)
Exibição: 5/10/2008
MVP: Michael C. Hall

Depois da sensacional segunda temporada de Dexter, fiquei pensando se os produtores iriam conseguir fazer algo muito melhor no terceiro ano. Até agora os dois episódios foram ótimos, mas a série ainda não entrou no ritmo frenético de costume.

Parece que os produtores optaram pelo mesmo eixo da temporada anterior, mostrando Dexter sempre no limite de ser descoberto. Esta abordagem proporciona um excelente clima de tensão que combina perfeitamente com o show.

Em Finding Freebo temos uma situação estranha, Dexter se torna o homem de confiança do promotor Miguel Prado – que nem suspeita estar ao lado do assassino de seu irmão.

Prado fica grato a Dexter porque ele matou Freebo e os dois se tornam cúmplices. Será que alguma coisa boa pode sair daí? Afinal, a última pessoa que vi a “outra face” de Morgan morreu.

Por fim, já imaginaram Dexter pai? Essa trama será muito interessante de acompanhar. Ver Morgan em crise consciência novamente e tendo alucinações é hilário. Onde esta trama vai chegar? Afinal ter um filho seria o perfeito disfarce. Porém, poderia implicar em uma mudança de vida ou até mesmo no fim da “carreira” de serial killer de Dexter? (Gabriel Bonis)

Cena do Saturday Night Live Especial

Saturday Night Live Especial: Weekend Update Thursday
Exibição: 9/10/2008
MVP: Amy Poehler e Bill Murray

A NBC exibirá edições especiais do “Weekend Update”, quadro do jornal satírico e de maior sucesso do Saturday Night Live, nas três últimas quintas-feiras que antecedem a votação presidencial dos EUA. A primeira edição teve um bom retorno de audiência (mais de 10 milhões) apesar da concorrência de CSI e Grey’s Anatomy, mas acredito que isso não se repita na próxima semana.

Se eu estiver correto, o público não esperará ansioso pela próxima edição, já que essa fora um tanto decepcionante. Abrindo com uma ótima paródia do debate entre McCain e Obama, que inclusive contou com participação surpresa de Bill Murray, o programa cai de qualidade justamente no bloco seguinte, quando começa o “Weekend Update”. As piadas não foram marcantes e o fato do jornal ser estendido não ajudou muito. Nem mesmo a simpatia de Poehler me arrancou algumas risadas (Thiago Sampaio)

Californication: The Great Ashby (2×02)
Exibição: 5/10/2008
MVP: Evan Handler

Neste episódio vemos Charlie tentando colocar um fim na sociedade dele com Dani, mas ele que acaba sendo demitido por ter vídeos seus em cenas constrangedoras. Já sua esposa, Marcy, está cada vez mais se afundando em drogas.

Tivemos Hank pagando pelas conseqüências do último episódio. Karen decidiu de inicio não pagar a fiança dele pra que ele ficasse um tempo preso pensando. Acontece que na cadeia ele reencontra Lew Ashby, um importante produtor musical que estava dando a festa que ocorreu o “Mouth Rape” de Hank. Lew tenta convencer Hank a escrever a biografia dele, que por forças maiores (Charlie), Hank acaba aceitando, e além disso, ele tem que encontrar uma forma de fazer com que dê certo com Karen e Becca.

Melhor frase do episódio foi de Becca para a sua mãe:

Ele é assim, mãe. Sabia disso quando pulou no carro conosco. Se está preocupada em ter cometido um erro, não é culpa dele. Tem que amá-lo por quem ele é, não pelo potencial dele.

Alguém mais concorda que a melhor coisa da série é a relação de Becca com Hank? (Paulo Fiaes)

The Office: Business Ethics (5×02)
Exibição: 9/10/2008
MVP: Rainn Wilson e Amy Ryan

Amo The Office e dificilmente critico a série, mas achei Business Ethics um pouco arrastado e a ausência de Pam, presente só numa ligação, foi um crime. Ao menos alguns ótimos momentos salvaram o segundo episódio da temporada. E Holly precisa ficar pra sempre na série. Ela como cópia de Michael está na medida – bem, uma cópia não tão exata, pois mentalmente Michael tem 10 anos. Os dois indo de encontro com o fato de Meredith dormir com um concorrente foi bem legal, apesar de arrastado.

O que valeu mesmo foram as pegadinhas de Jim pra cima de Dwight: pra provar que é extremamente ético, Schrute passou o dia inteiro sem perder tempo no trabalho. Espirrou de olho aberto, mijou numa garrafa em cima da mesa e teve que sobreviver calado enquanto Jim destruía Battlestar Galactica numa conversa com Andy; algo que afetou até os meus nervos.

Viu Battllestar Galáctica ontem? Foi bem fraquinho. Eu gosto desses monstros, klingons, wookies e tal, mas é esquisito. É um remake total. A história é sem sal. É sobre um tal de Dumbledore Calrissian que precisa levar o anel de volta a Mordor.

Mas no fim, não teve problemas em passar 20 minutos num encontro com Angela. (Thiago Sampaio)

Cena de Smallville

Smallville: Instinct (8×04)
Exibição: 9/10/2008
MVP: Cassidy Freeman e Erica Durance

Smallville se reinventou nesta oitava temporada e tem crescido episódio a episódio. Toxic foi um dos mais instigantes para mim até agora, e Instinct – que eu pensava que seria mais uma daqueles episódios tolinhos – me manteve vidrada na tela sem piscar. Tess, que eu ainda não consegui decidir se devo amar ou odiar, aciona inadvertidamente o cristal kryptoniano que encontrou no Ártico, o qual emite um sinal que acaba guiando Maxima, uma mulher da realeza do planeta Almerac, à Terra em busca do seu parceiro perfeito. O problema é que até encontrar o homem ideal Maxima vai matando os pretendentes pelo caminho. Em tempo, Maxima é personagem dos quadrinhos que foi modificada para se enquadrar no universo Smallville.

Mas esse episódio foi fantástico por vários motivos. Ele mostrou que Clark, embora ainda sofra pela Lana, está realmente decido a seguir em frente. Também demonstrou que Chloe superou seu amor por Clark e com isso conseguiu ensiná-lo que ele também superará o seu amor por Lana e encontrar sua alma gêmea. E o melhor, mostrou Clark sendo homem de verdade. Confesso que as cenas de Clark com Maxima no Planeta Diário foram as minhas preferidas da vida romântica do Clark até agora. Mas o melhor de tudo foi ver Lois e Clark finalmente interagindo afinados, como a dupla deve ser. (Mica)

Heroes: I Am Become Death (03×04)
Exibição: 6/10/2008
MVP: nenhum

Eu estou ficando cada vez mais com medo do futuro. Ou eu deveria dizer do futuro programado por Heroes? A cada semana a série apresenta um novo fato quatro a frente do tempo presente, e sempre acaba complicando ainda mais o que já é demasiadamente confuso. Primeiro, no futuro, todos parecem odiar Peter Petrelli por algo que ele fez e por isso a Companhia, agora liderada por Claire Bennet, o persegue. O Sylar que conhecemos no presente, como um assassino frio e calculista, dá lugar a Gabriel, um pai de família, solitário e responsável pela destruição do mundo, daquele mesmo jeito previsto no final da primeira temporada, quando Peter reuniu todos aqueles poderes e não conseguiu controlá-los. E o futuro, armagurado e apocalíptico, não terminou por aí. Com a injeção da fórmula, Mohinder ganhou os poderes que ele desejava mas, aos poucos, foi obtendo efeitos colaterais.

A história está ficando tão limitada, que o roteiro pouco se esforça para tentar criar um entendimento nisso tudo, criar uma relação que pudesse levar cada personagem até o seu destino. Ao invés disso, ela prefere transtornar a mente dos seus telespectadores, com idas e vindas, presente e futuro, pessoas descobrindo seus poderes, outros se transformando em algo esquisito, perseguições sem propósito aparente e mais algumas loucuras que Heroes vem proporcionando. Não sei exatamente qual será o futuro de Heroes daqui pra frente, mas ela precisa mostrar urgentemente um episódio que possa desfazer essas loucuras de alguma forma, porque tudo que ela está fazendo até o momento é complicando a história. (Vinícius Silva)

Leia a versão ampliada desta review no weblog Sob a Minha Lente.

The Big Bang Theory: The Barbarian Sublimation (2×03)
Exibição: 6/10/2008
MVP: Kaley Cuoco

A segunda temporada de The Big Bang Theory continua ótima. E esse episódio foi mais uma comprovação disso. A mudança de personalidade da Penny (em ótima atuação da atriz Kaley Cuoco) foi o que, de fato, movimentou o episódio, quando ela se viu viciada no mesmo jogo de Sheldon, se tornando um nerd como ele. Quanto mais o capítulo avançava, mais ela se degradava e se via completamente mergulhada no mundo virtual. E para isso acontecer, teve uma premissa também inteligente para justificar essa mudança. Depois de não ter passado em um teste que havia feito para atriz e de não receber nenhum aumento salarial, ela usou o jogo como um escapismo para a sua própria realidade.

Além disso, toda essa confusão rendeu excelentes momentos no episódio. No momento em que ela, por exemplo, atrás de uma dica para subir de estágio invade o quarto de Sheldon, foi um daqueles momentos impagáveis que só comprova o ótimo humor que reside em The Big Bang Theory, mais precisamente em Sheldon, que consegue transformar qualquer cena normal em algo muito mais divertido. O mais engraçado foi Penny perceber no que ela estava se tornando, já que ela não tinha mais vida social. (Vinícius Silva)

Chuck: Chuck vs. The Seduction (2×02)
Exibição: 6/10/2008
MVP: nenhum

A busca por um novo Intersect continua, uma vez que o anterior foi infectado por um Cavalo-de-Tróia e mandou tudo pelos ares. Com isso, surgiu um novo elemento para se chegar ao Intersect: a Cifra, o cérebro artificial para o novo programa que está em posse da ex-agente da KGB Sasha Banacheck (interpretada por Melinda Clarke, a Julie da série The O.C.). Ela está em Los Angeles para vender a peça e Chuck terá que bolar um plano, juntamente com a sua equipe, para recuperá-la. Para isso, eles contarão com a ajuda do agente Roan Montgomery, uma espécie de James Bond e foi único a conseguir se aproximar de Sasha, que é conhecida por matar os seus parceiros enquanto estes dormem.

O único modo, então, de Chuck se aproximar da “Viúva Negra” (o apelido carinhoso da Sasha) é conquistando-a e, para isso, a ajuda de Roan é inevitável. Ele não é apelidado de James Bond por mero acaso. A paixão entre Chuck e Sarah também evoluiu consideravelmente. No entanto, os fatos funcionaram muito bem para o episódio, apesar da trama secundária na Buy Moore e toda aquela coisa envolvendo o sub-gerente, não ofereceu muito sustento dentro do capítulo, que conseguiu se segurar com a participação dos novos personagens e do final inesperado. Apesar disso, a temporada continua com a medida certa da anterior, já que a série não mudou o seu formato e tem apostado bastante no humor e no romance entre o personagem-título e Sarah. (Vinícius Silva)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

21 Comments

  1. Eric Fernandes

    Paulo, mais é claro que o piloto da versão americana de Life On Mars é semelhante da versão original, é por isso que se chama ramake. Não vejo isso como algo negativo já que a idéia central tem que ser passada claramente. Agora, o que vão fazer daqui pra frente é outra história. O que você falou é verdade, não deu pra se importar com o fato de Sam ter se ‘separado’ de Maya. Mas eu achei muito bom mesmo!

  2. Fernando dos Santos

    Concordo que a Sarah Connor da Linda Hamilton é imbátivel, mas considero a Sarah da Lenna Hadley bem interessante.Pra mim o ponto fraco da série é aquele ator péssimo que faz o John Connor, eu até esqueci do nome dele.
    O sujeito é tão inexpressivo que se colocarem ele contracenando com um cadáver, é capaz do defunto roubar a cena e conseguir indicação pro Emmy.

    Este Eleventh Hour americano tem ainda mais clima de Arquivo X do que a minissérie britânica.Por outro lado o original tinha o Patrick Stewart e este tem o Rufus Sewell que eu acho bem inferior.

  3. Mica

    O único ator (atriz) que eu não gosto em Terminator é a Lena Hadley. Ela tem cara de choro eterno. Me irrita. Mas gosto da Sarah, mesmo na série. É só a Lena que não entra güela abaixo.

  4. Mica

    Olha, Vinícius, eu estava gostando bastante desta terceira temporada de Heroes, até chegar nesse episódio. Confuso…estranho…requentado. Não sei mais para quem torcer, pois vilões e mocinhos mudam de posição a cada nova mudança do passado, e o futuro está tão tumultuado que eu não sei se eles se entendem. Duvido que os caras saibam o que estão combatendo ou o que estão querendo evitar.

  5. Paulo Fiaes

    Fernando,

    acho esse john connor melhor do que o terceiro filme, aquele sim era lastimável. e a atriz é uma boa atriz, mas descarecterizou muito sarah connor, a sarah de hamilton no segundo filme, ja vivia na guerra, essa ai parece q n se dá conta do futuro, sei la, muito boazinha, provavelmente por ser uma tv aberta, mas isso incomoda, o derek por exemplo parece mais com um guerreiro e com a sarah de hamilton.

  6. Fernando dos Santos

    Paulo,
    Eu acho esse John Connor da tevê pior até que o do terceiro filme.No elenco da série além da Lena Hadley eu também gosto da Summer Glau e acho bem competente o ator que interpreta o agente do FBI que é encarregado de caçar a Sarah.

  7. Thiago

    Tentei acompanhar Terminator na Warner… mas sei lá. Acho que o ritmo do seriado cansa um pouco. Talvez não tenha sido pra ser uma série, mas sim uma mini-série. Sei lá. Com certeza verei a 2ªtemporada, mas… sem esperar muito (apesar de concordar q merecia audiência melhor).

    Prison Break é outra história: enredo mais furado do mundo, mas não largo. Adoro a série. SNL Thursday foi um pouco sem sal. Fui exigente com The Office, mas o episódio podia ser melhor do que esse.

    Quanto a ER, bom episódio. Corrido, teve evacuação (de novo), sangue, múltiplos pacientes e traumas (yes!), Sam e Gates estão funcionando como casal e Morris está dando o tom. Excelente! Só Acho que Basset precisa exagerar menos no “papel de bitch”. Quanto à Andrew Wade… bom personagem. Mas sou muito mais a irmã dele. Daria é ótima. E a Tracy? Muito, muito gata!

    Parece que finalmente acertatam a mão. Tarde demais! Mas acertaram a mão

  8. Junim

    Nem acredito que perdi 45 minutos vendo 11th Hour.

    As atuações são canastronas, o casal até que se dá bem em cena, mas daí a ter química é outra coisa bem diferente. Essa linha procedural tá me dando no saco e esse piloto além de não deixar nenhum gancho, também não me deixou com um pingo de vontade de assistir ao próximo episódio. Tudo é repetitivo (te dá aquela sensação de “ah, já vi isso antes”) e a série não acrescentou ou pontuou nada de interessante.

    Enfim, só mais um seriado pasteurizado.

    Gostei mais de The Mentalist (que não apareceu aqui). Outra coisa que me cansa é que essas séries investigativas sempre tem um protagonista super-dotado com alguma característica especial que ninguém mais no mundo possui. Pior que tudo isso é preguiça de roteirista em criar séries com um bom roteiro. Onde estão as séries com gente normal, de QI normal, enfrentando problemas regulares? Sei que não dá pra comparar a maioria desses dramas policiais da CBS com The Shield ou The Closer, mas bem que esses novos programas poderiam aprender algo com os antigões que citei.

  9. Lucas "Gandalf" Leal

    concordo com EH!!!e tive mta comparação com Fringe, tem algumas semelhanças sim, mas em geral são séries distintas…e eu por hora gostei mais de EH

    Sarah Connor eu ainda não vi!!! =(

    True Blood adorei!!!esse final me deixou super tenso já até puxei o outro e to só esperando a legenda hehehe

    Thiago que amargura com Prison Break hein???
    realmente algumas decisões ficam sempre forçadas, como a do Sucre, mas no resto eu gostei…o episódio não foi tão bom pq aquele japones me irrita e ter visto ele em cena por mais tempo foi irritante hehehe mas no geral eu gostei!

    adorei essa decisão de Dexter com o Prado!!!o Smith é mto bom ator ele está roubando a cena mto forte e a ‘vaga’ a série abriu com saida do Doakes foi suprida pelo Prado!!!
    acho q mta coisa boa vai sair ainda dessa trama e mta polemica com ctz!!!

    Californication “Tem que amá-lo por quem ele é, não pelo potencial dele.”
    foda…curti mto!realmente essa decisão de Hank e Karen juntos parecia arriscada, mas até agora deu mto certo!

    The Office não foi tão bom quanto a premiere…quando tava começando a ficar bom acabou =/
    achei arrastado mesmo, mas Dwight como sempre foi foda…

    TBBT foi hilário o final quando ela se da conta te tudo hahaha sem comentários!!!

    Thiago eu concordo com vc, apos ver a primeira temporada de TSCC eu senti o mesmo, gostei mais sei lá…mas a segunda tá MTOOO boa!

  10. Thomaz Jr.

    SHELDON “marcando” com o cariha na cafeteria foi impagável. Ele me lembra mto o NILES de FRASIER. A expressão facial é a mesma.

    The OFFICE não foi de td mal, o que matou foi a ausência de Pam. Holly não é o Michael de saias, acho que foi isso que o episódio quis passar. Acho que ela é espertinha, faz um joguinho com o Michael. Mas ela não é aquele ser humano carente de atenção e sem senso de ridículo que o Michael. Que empresa recontratária alguem demitido por fraude?

    FNL retornou morna, alguns personagens foram abandonados, Matt não tem um trama interessante desde a 1a temporada.

    DEXTER – por mais que eu relute, não tem como não querer ver o próximo episódio.

    TRUE BLOOD – a série resolveu abrir mão do trash um pouco e explorar o existêncial de suas personagens. Mas, ainda insiste em cenas que não ajudam em construir a trama ou as personagens.

  11. Paulo Antunes

    Paulo e Eric,

    Sobre Life on Mars, se eu me lembro bem do piloto inglês, mal dá tempo pra gente se acostumar com a vida de Sam nos dias atuais. Ou seja, este elemento da série – os vínculos de são com o presente – não são tão aprofundado na série inglesa.

  12. Carlos Tubs

    O episódio de ER realmente foi muito bom, acho que superior aos episódios das últimas 2 temporadas. Tudo bem que o PS foi evacuado pela 1.256.548ª vez, mas teve bastante trauma, Gates e Brenner menos malas, mais destaque para Sam e Morris… não preciso dizer nada, é o cara da 15ª temporada.

    Adorei os novos estagiários, excelente aquisições, finalmente criaram coadjuvantes decentes, depois de bizarrices como Hope, Crenshaw (que está melhor nesse episódio) e Harold. Minha favorita é sem dúvida a Daria, a hora que o Gates manda ela conversar com o maluco é hilária.

    Gostei da nova chefe, acho que a Angela Basset exagerou um pouquinho, mas gostei, deu pra perceber que ela tem uma história a ser explorada. Também estou com esperanças quanto a essa temporada.

  13. Rubens

    Paulo Fiaes, eu me considero uma pessoa com um gosto por seriados extremamente semelhante ao do publico americano, com a única exceção que eu perdi o saco por séries policiais dramáticas (ainda que goste das comédias com casos policiais, como Psych, Monk e Pushing Daisies). Ou seja, para os padroes americanos, eu tenho um gosto normal.

    Dificilmente lamento os seriados cancelados por baixa audiencia (eu nao gostava deles mesmo, ou já tinha enjoado), costumo gostar dos seriados com altissimos indices de audiencia nos EUA e decididamente nao consigo gostar de seriados como 30 Rock, Mad Men e outros, que não são bem recebidos pelo público (só pela crítica).

    Dito isso, pode apostar, desde o inicio eu achei “Terminator: The Sarah Connor Chronicles” um porre. Cansa muito rápido assistir TODA SEMANA a um seriado que se resume a “corram, que o Terminator vem aí”, e lá vem correrias e tiros pra todo lado. Eu sequer tive paciência de assistir até o fim o primeiro episódio. Assisti metade e apaguei o resto.

    Entao acho que é por aí que o seriado perde audiência, o problema é que o plot basico de “Terminator” (desde o primeiro filme do cinema) já deu o que tinha que dar, ja espremeram tudo que era possível e hoje esta história já encheu. Se não tiver o Suasnêga como Terminator e efeitos especiais revolucionários, não dá mais para encarar uma maratona de episódios e achar interessante. Chega! Enterrem logo esse seriado e troquem por outra coisa útil.

  14. Rafa Bauer

    Discordo em parte do comentário sobre Life on Mars US.
    Eu vi o piloto anterior que vazou e achei sofrível, apesar de ser decalque do original.
    Neste, tudo melhorou, a direção, o elenco, até o roteiro, com as mudanças que fizeram em relação ao original (com o claro objetivo de expandir a mitologia da série, já que é impossível fazer uma série como a Life on Mars britânica nos moldes americanos).

    A sacada da Torres gêmeas não foi apenas visual. Foi muito mais profunda. Isso porque um dos grandes conflitos da série é a maneira da investigação policial em 1973 e a atual. Até há bem pouco tempo, na investigação e na ação criminal havia, pelo menos em tese, respeito aos direitos humanos. Mas que dão margem a brechas que os criminosos usam para, aproveitando-se dos mecanismos de defesa das liberdades individuais, escaparem da Justiça.
    Em contraposição, no começo dos anos 70, esses mecanismos se mostravam bem mais fracos e menos desenvolvidos. Por isso, existe o personagem do Gene Hunt, representativo desse sistema brutal, de obtenção de confissão por tortura, de desrespeito às regras para obtenção de provas e de reiteradas violações às garantias fundamentais do ser humano.
    O atentado ao World Trade Center representa justamente um abalo nas estruturas dos direitos civis, pois o que vemos hoje é justamente um retorno àquele esquema arcaico: a tortura sendo legitimada como forma de investigação, provas ilegais sendo admitidas no processo, etc..
    Por isso, o uso da imagem das Torres gêmeas foi genial e serve para resumir todo o conflito que vamos ver no decorrer da série.

    Minha “review” completa sobre o piloto de Life on Mars US está em http://www.fotolog.com/rafabauer/32051133

  15. Tatiana Leite

    Thiago e Carlos: Eu iria escrever sobre a Daria mas não tinha como. Se ela tiver realmente a personalidade parecida com a sua xará do desenho da MTV já vou achar o máximo. E achei curioso o fato de mais uma atriz de Roswell como residente na TV.

    E a preferência pelo Dr. Wade e não pela irmã foram por 2 motivos: ele teve um maior destaque e ele é muito gato. rsrsrsrs

    Eu acredito que foi proposital a atuação ‘oi, eu sou muito má e mato criancinhas’ da Angela Bassett. Realmente espero que isso diminua.

  16. Lucas "Gandalf" Leal

    adorei Terminator!!!acabei de ver e de fato o episódio foi mto bom…é o tipico caso de uma série q tem a segunda temporada MTO melhor q a primeira…mas parece q o povo já ‘reprovou’ a primeira temporada e não vai voltar atras…uma pena!

  17. Lucas "Gandalf" Leal

    Rubens
    “Dito isso, pode apostar, desde o inicio eu achei “Terminator: The Sarah Connor Chronicles” um porre. Cansa muito rápido assistir TODA SEMANA a um seriado que se resume a “corram, que o Terminator vem aí”, e lá vem correrias e tiros pra todo lado. Eu sequer tive paciência de assistir até o fim o primeiro episódio. Assisti metade e apaguei o resto.”

    contraditório…vc fala ‘toda semana se resume’ mas fala q nem terminou o PRIMEIRO episódio!!!!!

  18. Mica

    Principalmente pq a maior reclamação do povo era justamente a falta de ‘corra que o Terminator vem aí’. Todo mundo reclamou que tinha drama demais e ação de menos (o que eu acho um absurdo, mas deixa quieto).

  19. Mica

    Mariana, o Thiago não estava comentando ER pq a proposta do spoiler zone era os autores dos reviews de temporadas não fazerem mini-review das próprias séries (para o povo não ler duas vezes a mesma opinião).
    Mas do jeito que ele ama ER, já-já ele está de volta ^_^.

  20. Paulo Fiaes

    Sobre Life on Mars,

    uma coisa chamou minha atenção, eu comparei este piloto ao piloto inglês, e achei inferior. Recebi algumas críticas, mas essas críticas só compararam este piloto ao outro piloto americano, tem algo errado não? deixa queto. E só respondendo ao Eric por aqui, remake não quer dizer que seja necessariamente igual, tanto que Li no Revista TV que a partir do segundo ep Life on Mars seguirá uma linha diferente da série inglesa

    abraços!!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Log In or Create an account