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Spoilers

Spoiler Zone da Semana: 90210, Gossip Girl, One Tree Hill, Prison Break, The Shield, The Closer e Greek

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Cena de 90210

Aleluia! Temos seriados novos, novas temporadas, enfim, uma coluna semana realmente renovada. A fall season voltou e a Spoiler Zone está com o gás renovado.

Kelly e Brenda e o sofisticado mundinho de Beverly Hills está de volta a TV em 90210. A série está dividindo opiniões – mas a nossa colunista, uma fã de Barrados no Baile, tem elogios a fazer.

A semana tem ainda quatro importantes retornos: de One Tree Hill, Gossip Girl, Bones e The Shield. E ainda reviews de Greek e The Closer. Leia as reviews, e deixe seu comentário!

90210: We’re Not in Kansas Anymore (1×01) e The Jet Set (1×02)
Exibição: 2/9/2008
MVP: Jessica Walter

Tudo está tão diferente, nada mudou de verdade. Foi isso que eu fiquei pensando ao assistir aos dois primeiros episódios da nova 90210.

Quando Barrados no Baile estreou, no início dos anos 90, eu era uma adolescente da mesma idade dos personagens do seriado e o acompanhei por 10 anos, enquanto todos nós, meus amigos e os personagens, saíamos da escola para a faculdade e tínhamos nossos primeiros empregos, primeiras decepções, primeiras aventuras.

Na nova versão do seriado de sucesso tudo isso também está lá, bem como a música da abertura, as cores berrantes, as cenas rápidas de Los Angeles, a praia com aquelas casinhas dos salva-vidas, as portas de West Beverly. Bateu uma nostalgia imensa ao assistir ao seriado.

E eles não decepcionou. Os dramas mudaram, as atitudes também (ninguém no meu tempo jamais veria a cena protagonizada por Ethan e sua amante no carro bem em frente a escola e presenciada por Annie). Mas o básico está lá: a garota mais popular que é uma menina mimada, o herói do time da escola (que aqui deixa de ser futebol e vira lacrosse), a garota nova na cidade que além de boazinha é linda e inteligente, além de ser um exemplo de aluna, os alunos que não são os mais populares, mas que transbordam personalidade (já virei fã de Navid e Silver), o diretor que quer fazer diferença e a conselheira que serve de exemplo.

A diferença principal para o seriado original é que, aqui, os “adultos” e seus dramas ganham muito mais espaço: Harry, que volta a cidade para ajudar sua mãe que enfrenta problemas de saúde e assume o cargo de diretor da escola, descobre ter um filho que ele desconhecia, sua esposa Debbie, que precisa reencontrar o sucesso na carreira na nova cidade e tem de administrar sua sogra, a ótima Jessica Walter (Arrested Development) interpretando Tabitha, sempre com um copo de whikey, ops, de chá gelado, nas mãos.

Ainda tem a namoradinha de escola de Harry, a mãe do menino dado para adoção, mãe de Naomi, a menina mimada, Kelly Taylor, que foi de menina mimada a mulher bem resolvida na primeira versão e que, aqui, retorna a escola depois de ter cansado da vida no mundo da moda e tem um filho de quatro anos, cujo pai ainda não conhecemos. Acredito que o fato dela não falar o nome dele ao telefone ao cobrar atenção para seu filho foi proposital, abrindo caminho para o eventual retorno de Dylan McKay, grande amor de Kelly no seriado original.

Tem o professor de literatura legal, que tenta fazer com que Naomi tome um rumo, tem treinador de lacrosse legal, que procura ajudar todos os alunos. Tem a menina que toma drogas e ninguém percebe (a não ser o professor legal de literatura)… E tem o retorno aguardado de Brenda Walsh.

Brenda Walsh que foi a menina vinda da cidade de interior no primeiro seriado (e que deixou o elenco após Shannen Doherty arrumar encrenca com mais de metade do elenco), que em Los Angeles descobriu o amor, as intrigas e as maravilhas de muito dinheiro no bolso e pouco compromisso.

Ela retorna como a mulher viajada que vem para a escola como diretora convidada para a peça do ano. Seu diálogo com Kelly no Peach Pit, que mudou de nome, foi meio uma catarse, falando sobre o tempo perdido entre as amigas por besteiras e cita Brandon, seu irmão, que agora viaja o mundo.

Eu, que ia assistir aos primeiros episódios apenas para este texto para poder dar uma ajuda na coluna do TeleSéries, vou ser obrigada a acrescentar o seriado a pequena lista dos que vou acompanhar pela Internet… E olha que eu não assisto a nenhuma seriado adolescente desde que Barrados no Baile acabou…. (Simone Miletic)

The Shield: Coefficient of Drag (7×01)
Exibição: 2/9/2008
MVP: não informou

Aquela Los Angeles eternizada pelo cinema, atraente, ensolarada, habitada pelas celebridades e sonho de consumo de dez entre dez aspirantes à carreira cinematográfica é substituída por uma babel, onde a atração vira repulsa; a noite vira o refúgio dos bandidos; as únicas celebridades existentes são os chefes das gangues que comandam os tráficos de drogas e armas.

The Shield mostra, de forma crua, a realidade por trás dos anúncios de materiais esportivos e bronzeadores: a população que, em busca do sonho americano, encontrou, em vez de tranqüilidade, brigas entre gangues rivais. E aí incluem-se salvadorenhos, mexicanos, armênios, turcos e todo o microcosmo que reflete a triste realidade da periferia de Los Angeles.

Imagine-se trabalhando no centro desse caldeirão. Vic Mackey e seu Strike Team comandaram, durante seis temporadas, uma das séries mais empolgantes e reais de todos os tempos. Trabalhando à margem da lei, fazendo acordos com traficantes, eliminando qualquer um que pudesse quebrar a harmonia da equipe – e aí entenda-se que “eliminar” envolve dentes quebrados, humilhação pública e tiros na cabeça. Esse é o anti-herói dos tempos modernos: durão, corrupto, mulherengo e, ao mesmo tempo, um pai amoroso, um detetive eficiente e um amigo honrado. A lei das ruas cobra agora seu preço por tantos anos andando no fio da navalha.

É a última temporada de Vic Mackey. The Shield vai acabar.

O empolgante capítulo final da temporada passada dá lugar a um episódio que opta por colocar a ação em segundo plano, começando a montar o complexo quebra-cabeça que se formara. Emerge o maior antagonista da série, que, em vez de pelejar nas ruas, age como o chefão supremo do crime; sua batalha existe nos gabinetes de políticos e administradores corruptos, cooptados pelo dinheiro do tráfico.

Em uma visão niilista, poderíamos dizer que Shane, dos integrantes do Strike Team, sempre possuiu uma personalidade ensimesmada, sedento por poder e pelo desejo de ser uma versão melhorada do líder da equipe, quando, na verdade, ele se mostra uma pessoa medrosa, desequilibrada. Armênios, Mackey e sua própria família encontram-se nos seus calcanhares, encaminhando-o para um final terrível.

Em uma reviravolta completa, Ronnie – o mais centrado de todos os integrantes – mostra a sua faceta cruel, moldada pelos anos de rua e, paradoxalmente, exibe uma grande liderança, já explorada em temporadas passadas.

Mackey reencontra seu nêmesis, Aceveda, estabelecendo uma estranha parceria, que pode salvar a pele de ambos. É impressionante a capacidade dos roteiristas em criar situações que coloquem Mackey em encruzilhadas, permitindo que ele se valha de sua imensa capacidade de manter-se no comando, apesar de tudo conspirar contra ele. Além da possibilidade de perda do seu distintivo, a vida de seus familiares corre perigo. O surgimento de uma nova agente na delegacia o coloca novamente na linha de fogo. FBI?

Faz todo o sentido que a música escolhida para o início da temporada seja da banda Social Distortion: uma visão absolutamente deturpada de valores, que surgem como uma nova ordem social. (Osório Coelho)

Cena de Bones

Bones: Yankees In UK (4×01 e 4×02)
Exibição: 3/9/2008
MVP: David Boreanaz

A volta de Bones, após os eventos da última temporada vinha sido imensamente aguardada, e não decepcionou os fãs, que acabaram por elevar em muito a audiência do seriado. Eu acredito que Bones seja daqueles seriados que realmente melhoram com o passar do tempo, com a química da equipe, com cada personagem tendo sua personalidade mais marcada.

E a mudança de ares, com dois episódios na cidade de Londres, marcou isso ainda mais. Não importa onde estejam, Booth e Brennan são cada vez mais marcantes. E os roteiristas ainda arrumaram a versão inglesa dos dois, o que permitiu mais brincadeiras e mais bom humor.

O crime da primeira parte, a filha de um ricaço americano com residência na cidade, não chegou a empolgar. Já o da segunda parte, a morte de Ian, a versão masculina e inglesa de Brennan, foi muito mais interessante.

No laboratório as atrações foram o quase substituto de Zack, o ótimo Clark Edison, e com o ex-marido de Ângela, que acaba na cama com Cam. Ângela e Hodgins acabam com seu relacionamento (odiei) e Clark prefere se demitir e procurar um laboratório “normal” para trabalhar. É, a temporada promete. (Simone Miletic)

Prison Break: Scylla (4×01) e Breaking & Entering (4×02)
Exibição: 1/9/2008
MVP: William Fichtner, Robert Knepper

Prison Break inicia sua quarta temporada com uma trama inventiva (e talvez até um pouco “viajada”). Passaram-se três semanas desde o fim do terceiro ano e Scofield, em LA, passou os últimos dias com sede de vingança na cola de Whistler e Gretchen. Levada por Mahone de limusine até uma festa, a dupla compra das mãos de um homem um cartão com informações da Companhia. Depois da troca, Whistler mata o homem e seu capanga, e enquanto fazia uma duplicata do cartão, Michael aparece apontando-lhe uma arma na cabeça. Whistler diz estar do lado dele. Gretchen aparece e Michael resolve entregar a arma depois da mulher dizer que Sarah está viva… Pouco depois, Gretchen se dá mal e é eliminada na entrega do cartão quando o General da Companhia descobre que aquilo era uma cópia. Entra em cena Wyatt: psicopata sem expressões faciais e uma máquina de matar mais competente que os exterminadores de Sarah Connor Chronicles.

Lincoln, que continua no Panamá ao lado de LJ e Sofia, diz por telefone ao irmão que a cabeça na caixa podia realmente não ser a de Sarah. E Mahone entra em contato com Scofield pelo site da fuga. Num cais, conversam sobre “derrubar a companhia”, depois se encontram com Whistler que fala sobre o cartão Cila, que contêm informações vitais da Companhia. Michael não se importa: só quer saber de Sarah. Pouco após falar que Gretchen morreu – ninguém está seguro – e contar a localização da médica – Chicago – a cabeça de Whistler explode com um tiro de Wyatt, que recupera o cartão. Já em Chicago, enquanto falava com o confiável Bruce Bennet à procura de Sarah, Michael é preso pela Segurança Nacional e interrogado por Donald Self. O agente, que conhecia o pai de Michael e Lincoln, propõe um acordo pra Scofield se ver livre de uma condenação de 15 anos.

Whistler era um agente, que anotou em seu livro de pássaros a localização da base da Companhia, mais o cartão com dados que pode derrubá-la. Pouco a pouco, Michael vai sendo convencido: Lincoln é preso no Panamá depois de eliminar um agente da Companhia e extraditado pra rever o irmão e falarem sobre o acordo. Depois, Sarah finalmente reaparece – Bruce pagou a fiança e o casal se reúne pra falar sobre seus stresses pós-traumáticos – e é quase morta ao lado de Michael por Wyatt. O casal foge com Lincoln e resolve ligar pra Self. O plano é o seguinte: roubar os dados do cartão da companhia, e pra isso, usar a equipe de confiança de Michael.

A operação é completamente secreta: os irmãos deveriam estar num presídio federal, mas estão na equipe, assim como Sarah que prefere ficar por perto – mas não as tatuagens de Michael, pois ele passou pelo melhor removedor de tatuagens do mundo. Mahone também está na equipe. Depois da morte de Whistler, ele resolveu desistir e voltar pra casa. Mas não tem seu final feliz: Wyatt mata cruelmente a mulher e o filho dele. Sem razões pra viver, ele resolve ajudar a derrubar a Companhia. Sucre e Bellick, que fugiram do Panamá depois que Sona fora destruída após uma rebelião, também estão no barco: a nova dupla de amigos fora presa quando Fernando foi ver o filho no hospital. A operação é planejada em LA, num galpão do cais, onde lá há um hacker de computador, também disposto a acabar com a Companhia. O problema é que a localização do prédio está no livro de Whistler, roubado por T-Bag.

O pedófilo maneta, que também fugiu de Sona, fora roubado pelos homens que contratou pra levá-lo até os EUA – onde busca se vingar de Michael – e abandonado no deserto do Mojave. Lá, ele mata e… come Sancho, ex-colega de Sona. Pouco depois, arruma carona até LA onde com informações do livro de Whistler, vai pegando objetos essenciais pra derrubada da Companhia. Porém, com um testemunho de Mahoney, a equipe consegue localizar o paradeiro de Scylla: um casarão com segurança fortemente armada. Antes, Scofield planejava sair de um local. Agora, tenta entrar. O trabalho em equipe tem sucesso, mas apenas parcial. As informações do cartão são apenas uma parte dos dados; assim como Scylla, um monstro de seis cabeças. Ainda há cinco locais à serem penetrados, antes que o prazo dado por Self termine, e que Wyatt, que por algum motivo mantém Gretchen viva, os encontre e os elimine. Ou o seja lá o que cause sangramento nasal em Michael piore… (Thiago Sampaio)

Cena de Gossip Girl

Gossip Girl: Summer, Kind of Wonderful (2×01)
Exibição: 1/9/2008
MVP: Leighton Meester

Apesar do fim de temporada decepcionante que a série teve, eu mal podia esperar pela estréia de Gossip Girl. Por algum motivo oculto, eu me viciei completamente nessa série. E digo que o motivo oculto, porquê na minha opinião, GG apresenta mais defeitos do que virtudes, consegue me decepcionar e irritar muito mais do que me agrada, e fica na maior parte do tempo muito aquém de seu potencial. Minha única desculpa é que GG é uma ótima diversão de quarenta minutos, um escapismo bobo onde eu posso refugiar a minha mente no fim do dia.

Com uma clima leve e praiano, os personagens retornam, no Hampton, para resolver algumas questões deixadas pendentes. Serena e Dan voltam, Blair não perdoa Chuck porquê ele não consegue dizer que a ama e cai nos braços de um lorde inglês, Jenny e Erik voltam a ser amigos e ela está tentando fazer sua carreira de designer decolar, e Nate está envolvido com uma mulher mais velha e casada. Foi um episódio apenas mediano, com um elenco apenas correto, com exceção de Meester, que esteve ótima. Tudo bem GG ser uma série divertida e glamurosa, mas eu acho que seria bem melhor se ela aproveitasse o espaço para também ser relevante. (Thais Afonso)

One Tree Hill: Touche Me I’m Going to Scream (6×01)
Exibição: 1/9/2008
MVP: Sophia Bush

Depois de uma temporada praticamente perfeita, One Tree Hill retorna para mais um ano (possivelmente o último). E tenho certeza que não fui o único a ficar desapontado com essa season premiere. Muitos fãs irão concordar comigo, apesar dos amantes do casal Peyton e Lucas terem adorado esse episódio. Mas a série não se baseia apenas nisso. Não é apenas romance e uma luta desesperada pelo amor. Para quem acompanha, sabemos que tem muita coisa envolvida além dessa paixão juvenil e, agora, adulta. No entanto, me preocupa a maneira como a série começou essa temporada. A tentativa de reinventar um possível Derek na pele de Carrie (ex-babá de Jamie), tem tudo para dar errado e os roteiristas sabem disso, porque já tentaram fazer na angustiante quarta temporada.

Quando a season finale do último ano foi ao ar, fomos surpreendidos pela maneira com que a série tinha evoluído, amadurecido. Assim como os seus personagens. Retroceder no tempo com histórias de perseguições e assassinatos não fazem bem o estilo da série. Quando Dan sofreu o acidente de carro, tudo indicava que havia acontecido uma punição por tudo aquilo que ele fez. Mas a série errou profundamente quando quis colocar Carrie como a grande culpada, por algo que deveria ser tratado apenas como uma fatalidade. Mais um desejo de vingança, mais um personagem obsessivo.

Porém, o que todos estavam esperando mesmo foi pela resposta da seguinte pergunta: “qual delas havia recebido a ligação de Lucas? Na verdade, é um pouco óbvio. O que acabou diferenciando foi a estratégia que o roteiro utilizou para se chegar até a decisão de Lucas. Para cada pretendente que ele tinha e que poderia ter recebido a chamada, sempre existia um certo empecilho que fazia com que as coisas não acontecesse da maneira que ele gostaria. De qualquer maneira, a sua escolha por Peyton mostrou um desgaste na relação dos dois dentro do seriado, o que só serviu para comprovar a minha tese de que eles continuam não possuindo química alguma quando estão em cena. (Vinícius Silva)

Greek: Crush Landing (2×02)
Exibição: 3/9/2008
MVP: Scott M. Foster e Dilshad Vadsaria

Recentemente, um dos colaboradores do site falou que estava revoltado com as séries teens. Ele falou que está cansado dessas séries que não mostram os jovens querendo crescer como pessoas, e sim apenas terem vidas regadas a sexo, drogas e hip-hop. E entre as exceções ele citou Greek, apesar de não assistir a série.

Bom, eu sou um que elogia Greek, mas a série definitivamente não é pra ser levada a sério. Ela não tem uma pegada de Dawson’s Creek, Everwood, ou ate mesmo Anos Incríveis e nem é bem trabalhada como Gilmore Girls ou Veronica Mars. Enfim, Greek é uma série que diverte, não chega a ser superficial, mas não sai da superfície.

Conseguiram entender? Não? Eu Explico.

Este episódio foi sobre Rusty questionar a profissão que ele sempre sonhou. E quem nunca passou por isso? Além disso, tivemos Cappie não sabendo agir com os problemas da namorada, e Casey se interessa sem saber pelo mesmo cara que Ashleigh está apaixonada, ao mesmo tempo que tem que processar a idéia de Evan e Frannie juntos. E tirando o problema de Cappie (a imaturidade), que deve ser um dos plots da temporada, todo o mais foi resolvido nesse episódio. E assim é Greek, uma série muito bem feita pra divertir, mas que quase nunca se propõe a nos fazer refletir. (Paulo Fiaes)

The Closer: Split Ends (4×08)
Exibição: 1/9/2008
MVP: Kyra Sedgwick

Split Ends é um episódio diferente de The Closer. Além de trazerem os pais de Brenda para mais uma impagável participação, o caso da semana foi too much normal.

A equipe investiga a morte de uma atriz que foi brutalmente espancada e o único e principal suspeito acaba sendo seu ex-marido que, claro, tinha uma ficha criminal do jeito que a Brenda gosta. O machão foi fichado diversas vezes por agressão a esposa. Ele acaba ficando preso mesmo que a policia não tenha nenhuma prova concreta. No final eles encontram o verdadeiro assassino numa tacada de sorte e o ex-marido solto, sem nem mesmo um pedido de desculpas da LAPD por ter ficado em cana injustamente.

Porém o mais legal do episódio foi vermos, mais uma vez, Clay e Willie Ray Johnson atentando a filha e Fritz. Sabemos que Brenda não costuma enfrentar seu pai e sempre quando ele vinha falando sobre o casamento dela com Fritz, ela fazia de tudo pra escapar ou desconversar. Daquele jeito que estamos acostumados. Após criar coragem e dizer a ele que casaria quando ela estivesse pronta, eis que Fritz solta uma bomba, deixando-a boquiaberta:

Quero me casar no final de janeiro ou fevereiro do próximo ano no mais tardar. E da próxima vez que falarmos sobre isso, é melhor já ter uma idéia da data.

(Eric Fernandes)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

17 Comments

  1. Lucía

    Concordo absolutamente com os comentários feitos de 90210, OTH, GG…
    OTH me desapontou totalmente, sendo que era a série que eu mais esperava;
    GG foi bem superficial mas divertido;
    90210 me levou ao passado e adorei…
    Só não concordei muito com greek, como opinião cada um tem a sua, acho uqe greek tem sim algumas coisas para refletir, claro que tudo meio pastelão, mas no fundo estão lá…

  2. Júnior

    90210 é simplesmete horrivel…
    E de que buraco tiraram akela atriz que faz a Annie??? nem pra Malhação ela entrava de tao
    ruim ( com toda a entonação da palavra)…

    Gossip girl é muito melhor, e eu nem gosto muito da serie….

  3. Rafa Bauer

    Eu era muito fã de Barrados no baile, por isso, ver 90210 foi triste pra mim. O elenco é péssimo, a trama só tem clichês, não traz nada, absolutamente nada de novo. Nem como revival vale a pena.

    A trama dos pais é ridícula. De uns tempos pra cá (acho que desde OC) os produtores resolveram trazer pais muito garotões para as séries teens. E o pior não é só a inverossimilhança física, é a psicológica. As histórias desenvolvidas para eles são meras repetições das tramas que os adolescentes vivem. Muito trash.

    Como não dou tanta importância para o piloto, vou assistir a mais alguns episódios, pra ver se melhora, e pra aproveitar a presença da Kelly e da Brenda que, apesar de não serem excelentes atrizes, perto do resto do elenco mereciam um Oscar (ou melhor, um Emmy).

  4. Dani Libanio

    Sobre OTH.
    Não sei fico pensando depois de tanto sofrimento, de tantas coisas ditas por Lucas, do seu sentimento pela Linsday, entre outros. Aconteceu esse encontro e tudo deu certo tão prontamente? Como se a temporada passada não tivesse deixado marcas em nenhum dos dois…boas e ruins….?
    Queria ver Peyton e Lucas juntos sim. Mas não dessa maneira…
    O Lucas devia aprender e crescer, talvez sozinho por um tempo. Afinal suas ações inseguras só causam sofrmento a tantas pessoas que o amam. Seus impulsos e sua indecisão machucaram mta gente… gosto dele, mas devemos lidar com a consequencia dos nossos atos, com o que eles repercutem na vida do próximo. Por exemplo, vcs viram o filme Crash? é desse tipo de responsabilidade dos seus atos que eu falo……….
    Espero q ao longo da temporada, possamos ver algo semelhante……….

  5. Carlos Tubs

    O episódio de “The Closer” foi OK, valeu pelos pais da Brenda, adoro a Frances Sternhagen, ela também fez um excelente trabalho em ER como a avó do Carter.

    Mas o da semana anterior foi acima da média (falha para o site que não publicou o mini-review) e o MVP foi o Raymond Cruz, que faz o detetive Sanchez, deu um show no episódio. É bom saber que o seriado é muito mais que a Kyra Sedgwick, a temporada está muito boa, no mesmo nível das anteriores.

  6. janaina

    Eu me decepcionei com 90210…
    Clichês demais, e isso não pode ser justificado apenas pelo fato dos protagonistas terem pretensamente 16 anos.
    A tal da Annie é horrível como protagonista…
    O que naum fez muita diferença por que a maioria dos atores no núcleo adolescente estavam robóticos!!!!
    Gostei da Silver, mas aquele clichezão estupido que seria a justificativa para alguns de seus atos… PELAMORDEDEUS!!!!!!!!

    Ou seja, uma série imatura em seu primeiro episódio, sem o carisma que GG conseguiu colocar desde seu piloto. Um resultado apenas mediano.

  7. Barbie

    90210 = Lindo, amei… foi um sonhe que se tornou realidade! \o/

    Bones = LIFE!! O melhor de todos no ar.. TÃO feliz que já voltou!!!

  8. Ana Carolina

    90210. a aguardada estreia… e?? nao vejo carisma para conquistar o publico jovem atual, o apelo dela esta nos fãs antigos, esses talvez voltem a ver a serie.. mas os cliches foram demais, embora ela esteja mais moderna e ousada, mas a maioria das histórias sao repetições do que ja vimos em diversos seriados. porem foram 10 anos de barrados, 8 bons regulares anos e 2 ( o 9º e o 10º péssimos) que só valeram pela historia de steve, pois os furos no roteiro com a volta de dylan foram imensos – crateras, mas talvez esses 10 anos sejam motivos para nos fazerem assistir…

    1. silver morena? ok digamos que ela pintou o cabelo pois a irma de david e kelly sempre foi loira

    2. a filha de andrea e jesse no jornal da escola? perae, andrea voltou a morar em LA??

    sobre gossip concordo com tudo q foi dito, é fraca, irritante, parece que brinca com nossa paciencia ao colocar situações tao irritantes, mas adoro o dan, vamos ver no que da essa temporada..

    OTH, otimo review, perfeito, nota 10 para quem escreveu aqui, a serie voltou fraca demais, nao fazendo jus aos seus fãs e mensagens que passa.

    ainda sobre 90210, apesar de tudo é 10x melhor que gossip, e acho que vai bater gossip nessa temporada. nao apenas em audiencia mas em popularidade.

  9. Fernando dos Santos

    Prision Break virou meio que um Missão Impossível,mas pelo menos deu uma melhorada.

  10. Ana

    Eu não gostei de 90210. Os atores são muito ruinzinhos coitados (me lembrou, vagamente, Malhação e Rebelde dublada), mas vamos ver, não? Provavelmente, vou assistir mais alguns episódios para ver se melhora…

    Gossip eu gostei! Quero dizer, gostei das cenas da Blair com o Chuck (e OK, essas cenas me lembraram The OC, segunda temporada quando a Summer arranja um novo namorado e deixa o Seth louco. É… acho que isso tá igual a Gossip Girl no momento)

  11. Lucas "Gandalf" Leal

    achei 90210 uma verdadeira bomba…
    a única atração da série pra mim foi a trama do filho perdido…pq de resto junta tudo e joga fora!

    Prison Break eu gostei…não q tenha sido a sétima maravilha, mas pra quem estava no fundo do poço a série soube ir bem…

  12. Euler

    Adoro BONES, sou fã incondicional, alguem sabe quem vai substituir o Zack?

  13. Henrique Martins Henriques

    Ah, o passado passando…
    Não gostei nem desgostei do novo Barrados no Baile (por razões sentimentais eu evito o referir-me à serie anterior pelo CEP de Bervely Hills). Uma dramédia teen com todos os clichês possíveis, mas que seguramente tinha a parte mais legal nas referências aqui tratadas – a Velha Guarda da Portela reconhecer a filha da Andréia, saber do que Kelly e Silver falavam quando faziam referência ao alcoolismo da mãe, o Nat… e pelo menos pra mim a maior expectativa é saber quem é o pai do filho da Kelly e por eventuais participações especiais que saber o que separou as melhores amigas, ou quem é o filho perdido.
    Meu palpite: por ser CW, chega no fim do ano, e até será renovada, mas não façam planos pra muito tempo – pelo menos nessa estrutura.

  14. Cristina

    A Jessica Walter é um peixe fora d’água em 90210. Como ela pôde baixar o nível desse jeito? De Arrested Development pra 90210! Tadinha, deve estar difícil arranjar algum trabalho por lá, o jeito é ter que fazer papel de vovó clichè de Beverly Hills…

    Gostei da Naomi e de rever o elenco antigo, porque o resto é muito ruim, a Annie chega a me dar calafrios… e ela e a Silver precisam comer um x-tudo! Elas estão muito magras! Dá nervoso olhar para os bracinhos fininhos delas…

  15. Patricia E.

    “É a última temporada de Vic Mackey. The Shield vai acabar.”

    E se continuar com suas tramas bem amarradas, personagens bem construídos e mantiver sua capacidade de nos surpreender mesmo depois de 6 temporadas, encerrará seu ciclo de forma impecável.

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