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Spoilers

Spoiler: Resumo da Semana – The Closer, Atlantis, Flashpoint e In Plain Sight

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Cena de The Closer

Voltamos com mais uma Spoiler Zone. E a coluna da semana está magrinha, com apenas quatro reviews, mas ainda assim com alguns acontecimentos importantes.

Em The Closer, o destaque é para um novo episódio centrado no detetive Provenza, que segundo o Juliano Cavalcante é o mais engraçado episódio da história série. Já a Mica comemora o episódio da semana de Stargate Atlantis, importante para os fãs de Elizabeth Weir e que retoma a história dos replicadores, movimentando a mitologia do seriado.

Bárbara Reis comenta ainda o episódio Good Cop, Dead Cop, de In Plain Sight, que traz novas revelações do passado de Mary e tem a presença de Jason Wiles, ex-Third Watch, e Paulo Fiaes completa a seção trazendo uma nova review de Flashpoint. Confira.

The Closer: Dial M for Provenza (4×05)
Exibição: 11/8/2008
MVP: G.W. Bailey

O grande evento televisivo da semana foi a exibição do episódio Dial M for Provenza de The Closer. Com um título desses, o programa em si nem precisava ser grande coisa. Mas ele é.

Dial M é o extremo oposto de Cherry Bomb, exibido duas semanas atrás. Se lá tudo era muito pesado, aqui a comédia rola solta. É facilmente o episódio mais engraçado de toda a série. A trama é parecida com Dumb Luck, da temporada passada: dondoca cansada do casamento quer ver o marido assassinado, mas as coisas não ocorrem exatamente como o previsto. Mas naquele eu achei o humor bem forçado, praticamente sem graça. Aqui, tudo funciona. O timing de todo mundo estava impecável. Digamos assim, quem não votar em The Closer pra melhor elenco no próximo Jerry é a mulher do padre.

Todos os personagens (com exceção da detetive Daniels, acho) tiveram pelo menos uma grande tirada. O melhor de todos foi justamente G.W. Bailey que, ora estava sendo o classic Provenza, ranzinza e cínco, ora estava encarnando o conquistador/matador de aluguel para resolver o caso e ora estava preocupado em salvar sua carreira que ficou por um fio graças à um erro bobo dele.

Como eu sou um cara chato, eu não posso deixar de comentar – COMOASSIM tá tudo bem entre o Fritz e a Brenda? OK, se eles ficassem brigados até o final da temporada e lá eles fizessem as pazes magicamente ia ser esquemático pra caralho, mas assim forçou também. Só não vou fazer biquinho porque a única linha de diálogo dele foi engraçada pra burro:

Desculpe, mas o FBI parou de forjar provas no final dos anos 90?

Estás perdoado, Fritzi. E olha que não sou tarado por você como certas pessoas (confira aqui). (Juliano Cavalcante)

Texto publicado originalmente no Cavalca Blog.

Cena de Stargate Atlantis

Stargate Atlantis: Ghost in the Machine (5×05)
Exibição: 15/8/2008
MVP: Michelle Morgan

Esse foi sem dúvida nenhuma o melhor episódio de Stargate Atlantis desta temporada. Eu venho dizendo há um bom tempo que a série sem Elizabeth Weir não é a mesma, e esse episódio comprovou a minha opinião. É bem verdade que não tivemos Torri Higginson (acho que jamais os perdoarei por a terem tirado e não conseguirem trazê-la para esta temporada), mas Weir estava lá, usando temporariamente o corpo de FRAN (a replicadora que o Rodney construiu e que se auto-sacrificou).

Ghost in the Machine selou o destino dos replicadores. O grupo dissidente comandado por Weir chegou à Atlantis em busca de corpos, já que eles haviam se tornado ondas soltas pelo espaço. Foi estranho ver Weir no corpo de FRAN, e as dúvidas estiveram no ar por todo o episódio. Doeu ver Sheppard dizendo para ela que aquela não era a verdadeira Elizabeth Weir. E doeu ainda mais quando Rodney disse no final que a atitude dela (mais uma vez o auto-sacrifício) selou a questão se ela era ou não Elizabeth. Entretanto o mais importante no episódio foram as possibilidades que ele trouxe: povos desconhecidos e de tecnologia realmente avançada, que conseguiram escapar da coleta dos Wraith e que se mantêm em segredo. Os Wraith como grandes vilões da série estão claramente em declínio e esse episódio, de uma forma simples, mas eficiente, abriu portas para outros desafios para a equipe de Atlantis.

E, o mais importante para mim: Weir está ‘congelada’ no espaço, mas não morta. Algum dia, talvez, os produtores queiram tirar uma carta da manga e consigam trazer Higgins de volta e, quem sabe, possam reanimar a replicadora e dar-lhe o corpo humano que ela ansiava em construir. (Mica)

Flashpoint: Who’s George? (1×05)
Exibição: 7/8/2008
MVP: Enrico Colantoni, Nicholas Campbell e Shauna MacDonald

Um episódio forte em atuações, mas com algo que particularmente tem me irritado. Tirando o primeiro episódio que tivemos um sujeito fora de si, todos os demais episódios até agora, a série tentou humanizar os criminosos. Não me entendam mal, eu sou talvez o maior fã de se ter um vilão humanizado numa história, mas desde que não façam dele um coitadinho. Eu lembro que no terceiro episódio houve a operação para prender um grande traficante, mas pouco trabalharam o traficante, e preferiram destacar um ex-viciado desesperado pra reconquistar a família. Bom, não sei quanto a vocês, mas eu sinto que com isso a série força a barra pra querer me emocionar, e é exatamente nisso que eu estou cada vez mais me distanciando dela.

Vamos ao episódio, dessa vez tivemos Parker e seus comandados negociando com um assaltante de banco, que estava obtendo êxito em pegar os gerentes dos bancos como refém obrigando eles a sacarem uma quantia de dinheiro. As coisas mudam de figura quando esse assaltante não é o assaltante dos outros bancos, e sim um ex-funcionário exemplar que foi demitido por causa de redução de custos e que estava com sua mulher com Alzheimer pra ser despejada do asilo que cuidava dela.

O episódio foi cheio de reviravoltas, e vale destacar também a visão diferente que Parker e Sam tem para lidar com uma mesma situação. Enquanto Sam se sentia tranqüilo por ter “libertado” a refém, Parker se culpava por ter perdido a conexão com o bandido, que resultou no assassinato do mesmo. Provavelmente, esses modos de agir distintos entre Parker e Sam ainda irão colocá-los em lados opostos, e mesmo Parker sendo o chefe do grupo, Sam tem se mostrado impulsivo e inconseqüente, e uma hora os dois vão acabar se batendo de frente. (Paulo Fiaes)

Cena de In Plain Sight

In Plain Sight: Good Cop, Dead Cop (1×09)
Exibição: 27/7/2008
MVP: Mary McCormack, sempre a Mary

Mais um episódio acima da média. Focando mais na vida pessoal, até mesmo no caso da semana. E tivemos um flashback (parece que virou mania).

O caso da semana foi sobre um policial corrupto que virou informante do FBI. Podemos ver sua saída da corrupta Chicago, sua chegada em Alburquerque e sua saída do Programa de Proteção a Testemunhas, num período de 16 meses. É esse policial era ninguém menos que Boscorelli, desculpa, seu nome era Eps, mas sempre me lembrarei dele como o Bosco, da ótima Third Watch.

E finalmente tivemos uma cena mais quente, só que não entre Rafael e Mary ou Rafael e Brandi, mas sim entre Mary e Eps. Uma única noite, na qual Mary não se arrepende de sua escolha, mas que não quer repetir os atos. E é em momentos como esse, que descobrimos mais sobre Mary, seus desejos, arrependimentos e escolhas.

Estamos na reta final da temporada e já com assuntos pendentes: Brandi e sua mala de drogas. O que Mary irá fazer quando descobrir essa armação da irmã mais nova? Ainda mais agora que as duas estão abrindo a guarda uma para outra.

Só que como nada é perfeito, Mary e Rafael não estão mais juntos, e nem Brandi ficará com ele. Será que isso acaretará na sua saída da série? Tomara que não. Senão o time de beldades masculinas ficará desfalcado, somente com o Marshall para admirar.

Obs.: Que mãe mala é essa da Mary? Essa sim tinha que vazar! (Bárbara Reis)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

6 Comments

  1. Carlos Tubs

    Realemtne o episódio de “The Closer” foi muito engraçado, a atriz que escolheram para fazer a viúva não poderia ter sido melhor. “The Closer” consegue fazer episódios tão engraçados e divertidos como esse e ao mesmo tempo tão pesados como o “Cherry Bomb”.

    Pensei que teria alguma tensão entre Firtz e Brenda, mas esse episódio era do Provenza, tanto que acho que pela primeira vez na história da série a cena final não é com a Brenda. Acho que nos próximos episódios teremos a continuidade daquela discussão. Ótimo episódio, está temporada está muito boa.

  2. cavalca

    “Desculpe, mas o FBI parou de forjar provas no final dos anos 90?”

    Põe o balãozinho, tio! E é uma afirmação, e não uma pergunta.

  3. Mica

    Vixe, notei no mínimo um erro de concordância e um erro de digitação no meu texto. Socorro!!! Horrível reler as coisas depois…

    Uma coisa que nunca entenderei é pq não assisti The Closer. Tenho a impressão que perdi tanto :-(

  4. Abelardo

    Pq “The Closer” nao segue o calendário das outras series que estréiam em setembro/outubro ???

    Ta que nem Weeds q estréia em mid-season.

    Essas séries nao têm cara de mid-season. Sorry!

  5. Eric Fernandes

    Aberlardo, é pra fugir da concorrência do forte prime-time da TV aberta. Lembrando que são séries da TV fechada por lá, ou seja, já tem uma ‘baixa’ audiência. É estratégico!

  6. Paulo Antunes

    Cavalca e Mica,
    Desculpe os erros de edição e revisão. A segunda-feira foi meio complicada.

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