Log In

Spoilers

Spoiler: Resumo da Semana – Doctor Who, Greek e The Middleman

Pin it

Cena de Doctor Who

A Spoiler Zone da semana está movimentada, cobrindo uma estréia e dois finais de temporada. Atendendo a pedidos, a Mica volta a resenhar um episódio de Doctor Who, justamente Journey’s End, que encerra o quarto ano da série e reúne praticamente todos os personagens legais que a série introduziu nos últimos anos. E, com algum atraso, Paulo Fiaes traz a review do episódio que encerra com estilo o primeiro ano de Greek, uma das grandes estréias da temporada.

Nestes tempos de mid-season, com pouca coisa para assistir, a Julia Mathias foi conferir os três primeiros episódios da excêntrica e divertida comédia de ação The Middleman, uma boa opção para esta época do ano.

Completa a coluna resenhas de Swingtown, do Vinicius Silva, de Weeds, da Thaís Afonso, e mais análises das coreografias da semana do reality show So You Think You Can Dance. Confira!

Doctor Who : Journey’s End (4×13)
Exibição: 5/7/2008
MVP: Catherine Tate

Acho que nunca chorei tanto em um episódio de Doctor Who, nem mesmo em Doomsday (que na época eu chorava só de lembrar). Não sei se de raiva, tristeza ou ambos. Neste último episódio toda a temporada fez sentido. O motivo do sumiço das abelhas (que eu tinha certeza que era importante), dos planetas, e é claro, do aparecimento de Rose e mesmo da participação de outros companheiros do new Who (Sarah Jane, Martha Jone, Jack, Mickey, Jackie, Harriet Jones). Eu diria que foi um episódio que realmente encerrou uma era e as coisas definitivamente serão diferentes para o Doutor daqui pra frente. Infelizmente a regeneração não foi completa, pois eu creio que está na hora de conhecermos o décimo primeiro Doutor.

Apesar de tudo ter se encaixado e terminado aparentemente bem, não consigo deixar de lado a sensação de que no fundo todos saíram perdendo. Rose mais uma vez presa no universo paralelo e com uma cópia como prêmio de consolação? Donna, salvadora de toda a vida em todos os universos, obrigada a esquecer tudo o que fez e o que viveu para poder sobreviver? (Para mim, o destino de Donna foi ainda mais triste do que o de Rose. Eu preferiria morrer à esquecer tudo o que fez de mim o que eu realmente sou). Mickey e Martha provavelmente com Torchwood na próxima temporada? (tem notícia pior do que esta?) Por isso que eu digo que não sei se chorava de raiva ou de tristeza. O Doutor está sozinho mais uma vez, após momentos únicos com a TARDIS repleta. É como se para ele fosse negada a felicidade e este é um destino que ninguém merece, muito menos uma pessoa tão fantástica como o último dos Time Lords.

Eu sei que eu deveria usar este espaço para falar do que de fato aconteceu no episódio final, mas Journey’s End me deixou tão desamparada, que tudo que eu consegui foi escrever em meio às lágrimas o quanto essa temporada me marcou e como o fim me fez sentir e chorar.

Mas no Natal tem o especial anual. Sem Donna. Sem Rose. Mas com Cybermen (!?). Troca um pouco injusta… (Mica)

Cena de Middleman

The Middleman: Piloto (1×01), The Accidental Occidental Conception (1×02) e The Sino-Mexican Revelation (1×03)
Exibição: 16, 23 e 30/6/2008
MVP: Matt Keeslar

Estreou há algumas semanas a nova série da ABC Family, The Middleman. Altamente estilizada e com os dois pés no mundo dos quadrinhos, ela conta a história de Wendy, uma artista começando sua carreira, e que devido a sua naturalidade ao lidar com o sobrenatural, acaba sendo contratada como sidekick de um super herói, o Middleman, que como o nome diz é apenas um intermediário em uma organização que ele mesmo sabe pouco sobre. O importante pra ele é apenas lutar contra “o mal, monstros, robôs e aliens” e proteger o mundo em geral. Além de Wendy como sidekick o Middleman também conta com outra ajudante, Ida um robô alienígena disfarçado de bibliotecária e que é simplesmente hilária!

No primeiro episódio os nosso heróis têm que enfrentar um gorila que acha que faz parte da máfia italiana e uma cientista louca (Mary Lynn Raskjub, a Chloe de 24 Horas, ótima como sempre), que fez com que o gorila ficasse daquele jeito em primeiro lugar, isso tudo enquanto o namorado aspirante a cineasta da Wendy decide terminar com ela (e gravar a sua reação) porque o seu professor disse que ele nunca tinha tido um momento realmente triste e emocionalmente desafiante na vida dele. Praticamente um emo ao contrário. No final do episódio eles fazem as pazes, mas parece que a relação não vai pra frente, já que no terceiro episódio a Wendy se interessa por um outro cara e em nenhum momento menciona o namorado. Erro de continuidade ou apenas aproveitaram pra descartar um personagem meio chatinho?

O segundo episódio não foi tão bom quanto o piloto, mas ainda assim teve seus momentos. Dessa vez Wendy e o Middleman tiveram que proteger o herdeiro do Imperador da China de ser capturado por um guerreiro ancestral feito de terra com ajuda de uma sucubus fashionista, e com a melhor amiga da Wendy, Lacey, uma artista conceitual de confronto para atrapalhar (eu sei, essas sinopses são o máximo!). Apesar do episódio sofrer com os péssimos efeitos visuais do monstro de terra, a parte onde eles vão ao submundo (terra dos mortos) foi ótima. Pra começar o submundo é igualzinho a um prédio de escritórios, inclusive vem com um atendente arrogante, e super engraçado. Fora que nesse episódio ainda aprendemos um pouco mais sobre o passado de Wendy, descobrindo que o pai dela foi um piloto de caças e que desapareceu quando ela tinha 14 anos. Alguns fãs da série tem teorizado que o pai de Wendy poderia ser o Middleman anterior ao atual. Seria algo interessante de se ver.

Já no terceiro episódio (o melhor até agora) conhecemos Sensei Ping, o cara que treinou o Middleman em artes marciais e que vem da China para treinar Wendy também. Porém quando Wendy vai buscá-lo no aeroporto eles acabam discutindo e facilitando o seqüestro de Sensei Ping por uma gangue de luchadores mexicanos mascarados. Tentando salvá-lo o Middleman acaba sendo capturado também e Wendy voa até o México para salvar os dois. Vale destacar o ótimo comentário da Ida quando Wendy pergunta aonde ela vai posar o jato:

Você não pousa, você se ejeta do caça e depois rouba o que os vilões usaram pra chegar aqui. Nunca viu um filme do Bond?

Além disso Wendy também encontra o cara que quase foi contratado como sidekick do Middleman antes dela, um músico que entende de luta livre e que acaba ajudando ela mais tarde, contra alguns lutadores. É uma pena que no final do episódio ele fique com amnésia, porque eu realmente queria vê-lo como regular na série. Aliás em Middleman isso é uma constantes, eles tem participações especiais tão legais que dá vontade de manter todo mundo no elenco.

Enfim, a série mistura diversas referências a histórias em quadrinhos e a cultura pop em geral, tem diálogos rápidos e prolíficos e contrasta o sarcasmo do diálogo com a atitude séria dos personagens. Ela tem alguns problemas, como o baixo orçamento que acaba resultando em efeitos especiais no melhor estilo Jiraya, mas é difícil não se cativar com as personagens estranhos mais adoráveis e com as histórias beirando o nonsense. Provavelmente não é aquela série que vai mudar sua vida, mas serve muito bem como distração enquanto as nossas séries favoritas estão em hiato. E se começar a investir um pouco mais em vilões que não precisem de efeitos especiais, e em desenvolver mais a sua mitologia pode até virar umas daquelas séries de sci-fi que pode até não ser muito conhecida do grande público, mas é um hit entre os geeks aficcionados por ficção científica. (Julia Mathias)

Swingtown: Cabin Fever (1×04)
Exibição: 26/6/2008
MVP: Miriam Shor

Cabin Fever mostrou uma pequena evolução na história de Swingtown, principalmente porque o conservadorismo do casal George e Janet finalmente foi deixado de lado, tendo que considerar o efeito que um brownie misturado com maconha pode ter, fazendo com que todos pudessem aderir, de alguma forma, o lance de estarem juntos e de não sentirem vergonha uns dos outros, aproveitando os momentos para desfrutar de novas experiências.

Essa é a premissa quando Bruce e Susan decidem passar um final-de-semana numa casa que eles possuem. Os dois convidam Trina e George, que estão um pouco receosos em se encontrarem com o casal por conta da nova experiência contada por Bruce. De qualquer maneira, eles logo cancelam a ida e quem surge para acompanhá-los é Trina e Tom. E assim eles vão passar o fim-de-semana juntos com a promessa de viverem novas experimentações em conjunto. No entanto, tudo parecia perdido para eles quando George e Janet resolvem ir e aparecem no lugar de surpresa.

O lado conservador, tanto de George quanto de Janet, é deixado de lado após um bom diálogo entre eles e de um leve empurrãozinho de sementes de maconha escondidas no brownie. Mesmo assim, ambos gostaram de fugirem um pouco da normalidade, sendo mais ousados. E enquanto eles se divertiam na casa do lago de Susan, os seus filhos também estavam atrás de novas coisas. A filha de Susan agenda um encontro com o seu professor e o seu irmão se aproxima ainda mais da filha da vizinha.

Mas o destaque mesmo do episódio fica por conta do Twister que os casais acabam jogando. Eu nunca imaginei que ele já existia nos anos 70. E cai perfeitamente para a série, porque é uma disputa extremamente sensual, principalmente pelas posições que ele acaba provocando ao longo da partida, ficando cada vez mais díficil à medida em que as pessoas vão saindo. É, meus amigos, Swingtown é pura cultura! (Vinicius Silva)

* Este episódio foi ao ar há uma semana atrás, mas devido a falta de legenda só está sendo comentado agora.

Weeds: The Whole Blah Damn Thing (4×03)
Exibição: 29/6/2008
MVP: Justin Kirk

A vida é um blá, em que esperamos pelo blá, e no final é tudo blá, blá, blá. Graças a Deus Andy sempre tem mais algum insight brilhante em seu bolso. E graças a Deus os roteiristas de Weeds sempre tem mais um episódio engraçado pra fazer. Às vezes, apesar de muito bem escritos, dirigidos e atuados, os episódios de Weeds não conseguem arrancar gargalhadas de mim. Mas The Whole Blah Damn Thing foi um simplesmente hilário, graças principalmente a Justin Kirk e seu Andy Botwin. Apesar disso, a cena de Celia com o policial ainda foi pra min, a mais engraçada. Mas eu estou sentindo falta do resto do elenco. Doug e Dean apareceram só um pouquinho, e Isabelle e Sanjay nem isso. Lenny foi uma boa adição, mas não substituiu os outros. Nancy não teve tanto destaque, apesar da Parker ter sido competente como sempre. Simplesmente o roteiro não fazia muito por ela dessa vez e isso também não ajudou a tirar de min a sensação de que apesar de excelente, o episódio foi meio vazio. (Thaís Afonso)

Cena de Greek

Greek: Spring Broke (1×22)
Exibição: 9/6/2008
MVP: Scott M. Foster, Spencer Grammer

Se pudesse dar um prêmio pra Greek nessa temporada, com certeza seria de “melhor série pra descontrair”. É impressionante como assisto a série do início ao fim com um sorriso na boca. Até mesmo os episódios que critiquei nessa temporada, a crítica era justamente por isso, o sorriso na boca me fazia acreditar em algo maior, que acabava não vindo.

Felizmente, dessa vez meu sorriso na boca fez jus ao episódio, que alguns podem até estranhar o fato de não ter tido um grande gancho, mas isso só afirma ainda mais que Greek é descontraída. Esse é o grande barato da série, além dessa grande interação entre os mais diversos tipos de personagens.

Um casal que se destaca é Cappie e Casey, a química dos dois é muito forte, e dificilmente eles não terminarão a série juntos. Gostei de Casey admitir que Cappie é sua alma gêmea, o lance dela e Evan ainda não pude entender, mas me parece que ela apenas gosta do ex por saber que ele é o oposto de sua alma gêmea, mas não que Cappie esteja certo por ser tão perdido na vida, mas parece que ela o julgava pelos motivos errados. A trama envolvendo Rebecca também é muito boa, e espero realmente que a próxima temporada trabalhe melhor esse quinteto amoroso que foi formado.

E do outro lado tivemos os três mosqueteiros (Rusty, Calvin e Dale) se reconciliando, e quer melhor interação do que um nerd, um homossexual e um evangélico? (tá, chutei a religião do Dale, peço que me desculpem se eu estiver errado e me corrijam).

E num ótimo episódio, com muito mais coisas do que disse aqui, encerrou de forma divertida a série mais divertida do ano, que venha a próxima temporada. (Paulo Fiaes)

* Este episódio foi ao ar há um mês atrás, mas devido a falta de legenda só está sendo comentado agora.

So You Think You Can Dance: Top 14 (4×13)
Exibição: 3/7/2008
MVP: Mia Michaels

Em uma noite completamente abarrotada de coreografias (14 em uma hora e meia) algumas foram brilhantes e umas poucas terríveis. Mas a maioria ficou ali no mais ou menos, perdida entre as múltiplas apresentações. Acho que foi um pouco cedo demais para começar com a jornada dupla, já que o programa acabou ficando super corrido. Espero que na semana que vem, com menos um casal, o ritmo do programa desacelere um pouco.

O melhor: Definitivamente Mia Michaels se superou essa semana, trazendo não apenas uma, mas duas coreografias maravilhosas de dança contemporânea. É difícil dizer qual das duas é a melhor. A de Katee e Joshua (video acima), sobre duas pessoas egoístas que acabam se encontrando, tem uma técnica incrível, e os bailarinos fazem movimentos completamente inesperados. Já a de Twitch e Kherington (veja aqui) é quase toda emoção, conta a história de um cara de coração partido e usa uma cama como suporte para os seus movimentos. Mais uma vez, incrível e inesperado como só Mia Michaels consegue.

Mas a noite não foi apenas de Mia, Mandy Moore e o seu jazz também foram responsáveis por duas das melhores performances da noite. A primeira, dançada por Mark & Chelsie (veja aqui) teve como o tema o beijo, e foi uma das mais divertidas da temporada. Mais uma vez o inusitado casal mostrou uma química e sincronia incríveis. Mais tarde o jazz ficou lírico, e Will e Jessica dançaram uma coreografia sobre intimidade (veja aqui), usando uma camisa que era compartilhada pelos dois. O uso de acessórios é sempre meio arriscado mas nesse caso funcionou muito bem e até a normalmente insossa, Jessica, conseguiu brilhar um pouquinho.

O pior: Uma das maiores decepções da noite (ao menos pra mim, já que os juízes não reclamaram muito) foi o Swing da Costa Oeste, dançado por Katee e Joshua (veja aqui) e coreografado pelo vencedor da segunda temporada do programa: Benji Schwimmer. Especialmente quando na temporada passada Benji coreografou o melhor swing que eu já vi na vida (veja aqui), mas essa semana ele resolveu levar as coisas pro lado country e simplesmente não deu certo. Além da coreografia não ser lá essas coisas, o figurino estava trágico e os dançarinos completamente desconectados da dança.

Outra grande decepção foi o hip-hop de Matt e Kourtni (veja aqui) que foi com certeza o pior da temporada. Os dançarinos estavam suaves demais, e era clara a formação contemporânea dos dois. Comfort e Thayne (veja aqui) e Courtney e Gev (veja aqui) não foram completos desastres, mas suas coreografias foram completamente esquecíveis.

Noite de eliminação (4×12): O convidado de dança da noite foi o ex-competidor e popper Robert Murraine. Matt e Kourtni, Comfort e Thayne, e Courtney e Gev ficaram no bottom 3. Os juízes mandaram Matt e Kourtni pra casa. (Julia Mathias)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

14 Comments

  1. Felipe

    Parabéns Julia, deve ser difícil falar de uma série como Middleman.

    To gostando bastante também e concordo quanto aos vilões. Deviam tentar usar efeitos o mínimo possível.

  2. Israel

    Doctor Who .. mto triste.. =/
    A única que se saiu bem foi a martha.. Donna e Rose deu pena d+..

    O triste é ver o Doctor abatido .. debaixo de chuva..

    Agora… heh Doctor Donna.. mto loko.. XD

    Bom o review.. fora as lagrimas que escorreram por aqui.. :P (chorei tb..)

  3. Rafa Bauer

    Swingtown foi boa, tá na média da série, que não teve altos e baixos…

    Weeds, realmente, teve um episódio que não foi tanto focado no desenvolvimento da trama (com exceção da Celia), mas demonstrou que os roteiristas sabem como prender a atenção, sem que nada aconteça… a fala do Andy que deu nome ao episódio foi brilhante, uma das melhores da série…

  4. Gui Barranco

    Poxa, só assisti até o 9° episódio de Doctor Who. Tô morrendo de curiosidade, mas o site de onde eu baixo ainda não disponibilizou do 10 ao 13…
    E contrariamente à Mica, fico feliz de saber que tem chance da Martha ir pro Torchwood. Eu gosto dela, e acho que ela interagiu bem com o pessoal do Torchwood, em alguns dos episódios da segunda temporada deles.

  5. Julia

    Concordo Thais, também dei umas boas risadas com o Andy, mas no final achei o episódio meio blah!

    E sobre Greek, realmente, esse foi o finale com menos cara de finale que eu já vi na vida. Até o episódio em que eles vão pra casa, nas férias, tem mais cara de finale do que isso. Mas ainda assim não deixou de ser um episódio ótimo.

  6. Mica

    Sinceramente? O final de Doctor Who é simplesmente inesquecível.
    Eu entendo que algumas pessoas gostem da Martha e fiquem felizes de tê-la em Torchwood, mas…aaahhh….não acho que a série tenha ganhado em perder dois personagens que eu gostava muito e colocado Martha e Mickey no lugar. Além do que, como Mickey pode ter ficado aqui e Rose ter sido obrigada a voltar?

    Julia, ainda não assisti The Middleman, mas confesso que seu review me deixou muito curiosa.

  7. João da Silva

    O ifnal de temporada de Doctor Who foi fantástico.

    Eu não gosto muito da Donna, mas a personagem não merecia o destino que teve.

    Não me incomodo de ter a Martha em Torchwood, mas o Mickey me parece deslocado para a série.

    Alguém sabe quem vai ser a nova companheira do Doutor?

    E que venham os Cybermen!

  8. Olive

    Se o David Tennant não voltar, eu não assisto mais Doctor Who! Ele é melhor doutor! Só por ele já vale! O cara é impagável e super carismático!

  9. Pedro Ortega

    Olá Mia,
    Vi a chamada desse So You think..no American Idol e fiquei interessado. Já está passando na Net ou os comentários são baseados em epis baixados?
    Obrigado

  10. Pingback: Weeds - The Whole Blah Damn Thing « Séries Addict

  11. Michael

    vou ver os tres ultimos episódios de The Middleman hj, então em breve meus comentários lá no NaTV!!!
    hehe
    mas confesso que acho bem complicado comentar essa série pelo nivel de loucura que ela possue…

    e qt a SYTYCD… é… a coreografia do Benji foi bem fraquinha… e acho que nem se o Benji dançasse com a Lacey ela ficaria boa

  12. Julia

    Pedro, So You Think You can Dance não passa na tv a cabo, infelizmente! Sempre faço os reviews baseados em episódios baixados. Mas dá pra encontrar torrents dela bem facilmente e se você preferir, tem tudo no youtube.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Log In or Create an account