Log In

Spoilers

Spoiler: a estréia de Crusoe, Meredith Monroe em Californication, Katie Holmes em Eli Stone e mais 14 séries!

Pin it
office+dvd
http://www.teleseries.com.br/wp-content/uploads/2008/10/szcalif.jpg

Cenas de Eli Stone

Duas sumidinhas ex-estrelas de Dawson´s Creek resolveram reaparecer, e na mesma semana. Katie Holmes roubou a cena em Eli Stone e Meredith Monroe começou uma série de participações calientes em Californication. Aliás, a coluna da semana está bem, digamos assim, apimentada.

Em House temos Thirteen em cenas sensuais (pra quem ainda não viu, colocamos o vídeo), True Blood também tem seus momentos eróticos e em The Office temos um novo casal no escritório. Ah, e temos review da última aventura de Hannah, na season finale da segunda temporada da série inglesa Secret Diary Of a Call Girl.

Completam a coluna reviews de Dexter, Terminator: The Sarah Connor Chronicles, My Own Worst Enemy, Lipstick Jungle, ER, Private Practice, Supernatural, Samantha Who?, The Big Bang Theory e Prison Break.

Vale a pena também ler nossa review de Crusoe, nova série da NBC que reconta uma história clássica da literatura mundial. Confira!

Eli Stone: Grace (2×02)
Exibição: 21/10/2008
MVP: Katie Holmes

Eu não me sentia muito inclinada a dar o MVP para Katie Holmes, para não parecer que eu o fazia apenas por ela ser quem é. Mas a verdade é que foi ela quem mais se destacou no episódio, interpretando a advogada atrapalhada Grace. Embora, devo admitir, não gostei do seu número musical logo no início. Por algum motivo lembrei da Wanda Detroit de Teri Hatcher em Lois & Clark – As Novas Aventuras de Superman.

Eli está afundando em culpa e raiva. Sente-se o responsável por Jordan estar sendo afastado da direção da firma (desculpem-me, mas até eu se fosse seu sócio o afastaria), culpado por ter ganhado o caso do enterro do soldado (afinal, foi graças à vitória que o casamento dos pais do garoto foi pelo ralo), e culpado por Grace. Mesmo assim, é Grace que traz uma nova perspectiva para Eli, fazendo-o olhar para a própria vida e a necessidade que tem de viver apesar de ter barganhado para ter o aneurisma de volta. E quem diria que foi Nate quem enviou para a advogada o convite para o jogo? Ou ainda que o pai de Eli pudesse ver o futuro e soubesse pelo que o filho passaria?

Em suma, foi um bom episódio, mas não o melhor que a série pode fazer. É uma pena que Grace tenha partido. Gostei da personagem e é sempre bom ter Katie de volta (apesar do cabelo com o qual eu não me acostumo, não tem jeito). (Mica)

Secret Diary Of a Call Girl: Episódio 16 (2×08)
Exibição: 23/10/2008
MVP: Billie Piper

Hannah finalmente tomou a maior decisão da sua vida, deixou de ser prostituta e passou a ter um relacionamento sério com Alex, mas Hannah não parece ter aptidão alguma pra algo que não seja o que ela já está habituada, como na ótima cena que Ben pergunta ‘qual suas habilidades’ e ela ‘sei colocar uma camisinha sem as mãos’. Mas Ben não se dá por feliz e sugere ela a escrever um livro, idéia que não agradou muito.

Então surge a proposta indecorosa de Stephanie, a ex-cafetina de Belle: um último trabalho, muito dinheiro, mas Belle não existe mais e Hannah rechaça a proposta. Porém após um dia estressante a procurar empregos a moça cai em tentação e cogita um último trabalho. Bizarro como ela sucumbiu na primeira dificuldade.

Bambi até tenta evitar, fala pra Hannah não ir, fala com Ben pra ele fazer algo, mas eis que o improvável acontece. Hannah vira Belle, arrisca o amor de Alex por dinheiro e novamente vai se prostituir. Ótima cena com a narração da Piper enquanto Hannah anda em direção ao quarto de hotel se perguntando ‘quem será o cliente’? Cai o véu, o cliente era Alex, que fez um teste pra ver se Hannah voltaria a ser Belle, uma cena chocante e irônica em que eu só descobri que era Alex segundos antes da porta se abrir. Eles obviamente rompem o relacionamento, mas de uma maneira amigável. Nisso Hannah resolvi ir adiante com a idéia do livro, que obviamente foi um sucesso, e na vida real idem, afinal virou série e tudo. (Lucas Leal)

Californication: Vaginatown (2×05)
Exibição: 26/10/2008
MVP: Meredith Monroe

Tenho que admitir que assistir Meredith Monroe dando uma com Hank Moody foi estranho. Sim, porque para quem não lembra, ela foi a namorada de Pacey com problemas mentais em Dawson’s Creek. E ela era tão certinha na série que assistí-la querendo transar constantemente, com um homem, com dois homens, com uma mulher, com todo mundo, foi realmente estranho. Agora entendo quando alguns atores fogem de alguns personagens para não ficarem marcados.

Além da participação de Meredith Monroe tivemos Hank voltando pra sua vida de solteiro, sim, porque no último e excelente episódio, The Raw & The Cooked, Karen não agüenta ter lidar mais uma vez com o passado de Hank, e dessa vez tem um bebê vindo, é muito para ela, e até para o próprio Hank.

Por falar em Hank, ele é meu herói, sempre disse isso, é o tipo de cara ferrado, mas que parece mais conosco do que muitos heróis de novela. E a vida que é retratada na série parece muito real, mesmo essa realidade seja distante da minha vida. Seja com Charie se tornando agente e investidor de filmes pornôs, seja com Marcy fazendo depilação pra viver, e todo sexo, drogas e rock que Hank e Lew tem vivido, tudo isso parece comum, são as viradas da vida que podem acontecer com qualquer um de nós, e assistindo Californication, até que não me assusto como esse possível futuro que eu possa ter. (Paulo Fiaes)

Cena de Crusoe

Crusoe: Rum e Gunpowder (1×01/02)
Exibição: 17/10/2008
MVP: Tongayi Chirisa

Robinson Crusoé nunca foi um personagem que me interessasse profundamente. Talvez por isso eu só conhecesse a história superficialmente (náufrago, viveu em uma ilha por 28 anos e tinha em Sexta-Feira seu único companheiro). A idéia de uma série baseada na história do livro não me animou muito, mas resolvi conhecer só para não dizerem que não tentei. E não é que eu gostei? O episódio de estréia foi cheio de aventura, paisagens magníficas e recheios amorosos que certamente não devem constar da literatura original (o maior defeito é o efeito especial do fogo, muito ruim!).

Na série, Robinson é um jovem apaixonado pela esposa e que naufragou em uma viagem de navio, ficando preso em uma ilha. Sozinho, deparou-se com um grupo de canibais e decidiu salvar o prisioneiro: ninguém menos que o querido Sexta-Feira. E foi com certeza a maior sorte da vida de Crusoé. Sexta-Feira é extremamente inteligente, divertido, hábil e para mim o melhor personagem da série. Pelo menos no primeiro episódio. E habilidade é o que não falta para Robin. As construções que ele faz e as armadilhas são de dar inveja em qualquer um.

Esperteza Robinson e Sexta-Feira também têm de sobra. Ambos são acossados por um grupo de piratas e posteriormente por soldados espanhóis, e seus meios de defesa são no mínimo inventivos. Agora, o que me pergunto, é se com uma bela esposa em casa (e pertinentes flashbacks), os roteiristas o deixarão preso na ilha pelos 28 anos do livro. (Mica)

My Own Worst Enemy: The Hummingbird (1×02)
Exibição: 20/10/2008
MVP: Christian Slater

Se o primeiro episódio foi bom, o segundo foi ainda melhor. Henry está passando literalmente pelo inferno. Nos melhores momentos da sua vida (sexo fantástico com a esposa, vídeo com os filhos, etc.) Edward está acordado, enquanto que Henry se vê às voltas com a violência do dia-dia de seu alter ego. Mas o que eu acho realmente legal é como eles alternam entre uma e outra personalidade. A mudança é bem sutil, sem exageros de caracterização, mas totalmente perceptível. Agora, se eu fosse os chefes de Edward, eu já o teria eliminado. Um produto quebrado, com o qual não dá para se contar e que, pelo contrário, pode colocá-los em inúmeros problemas é algo que a agência não toleraria assim tranqüilamente. A sorte dele é o trio que, sabe Deus o porquê, parece gostar da sua cobaia.

O interessante é que Henry está perdido, não sabe qual atitude tomar e a única que de fato o fez, levou o amigo à morte. Nada fácil sua situação. Ele não tem alternativas. Não é e nem sabe ser um agente, e mesmo assim precisa segurar as pontas (e a boca fechada) senão quem morre é ele.

Para mim a série é consistente. Em tese algumas atitudes poderiam parecer absurdas, mas fazem total sentido com a vida que as duas personalidades levam. Espero que o público também perceba o grande potencial e a série permaneça, porque cansei de ver o que é bom ser jogado no lixo. (Mica)

Lipstick Jungle: Chapter 11: The F-Word (02×04)
Exibição: 22/10/2008
MVP: Kim Raver e Broke Shields

Eu sempre me identifico com Nico Reilly e, por isso mesmo, chorei como criança quando ela e seu pai conversam naquele restaurante, quando ele admitia ter achado que a filha era boa o bastante para não precisar de sua atenção e cuidado.

Nico, mais uma vez, deu seu próprio show no episódio, mas não podemos esquecer da Wendy de Broke Shields, que acabou ficando bem mais interessante nestes últimos episódios, primeiro ao ter de enfrentar a decisão de ajudar ou não seu amigo Noah, tomando a decisão errada, e, agora, enfrentando o desemprego.

Quando ela finalmente desaba e chora, depois de negar de todas as formas que ela não estava bem, ela mostrou o quanto é boa atriz fazendo drama, apesar de ter feito mais comédias nos últimos tempos.

E o que é aquele Rodrigo gente? A filhinha dele é bem chatinha, odeio esse clichê de filha querida que não suporta a namorada do pai, que é a mocinha, para depois adorá-la. Mas que ele é homem para mais de metro, disso eu não tenho dúvida… (Simone Miletic)

House: Lucky Thirteen (5×05)
Exibição: 21/10/2008
MVP: Hugh Laurie e Olivia Wilde

Ótimo episódio focado no descontrole emocional de Thirteen após descobrir que sua doença está avançando muito mais rápido que o esperado. A paciente da trama serve apenas como uma metáfora para trabalhar a situação da médica.

Temos também o retorno de Wilson e do detetive – pois House acha que algo está diferente no oncologista. Obviamente, ele não é bobo e percebe que está sendo seguido e prega uma peça em Gregory dizendo que está apaixonado por uma prostituta e que usa drogas.

A ausência de Wilson em alguns episódios não foi muito percebida, mas com o personagem de volta as tramas de House ficam mais engraçadas. Afinal, quem não sabia que este seria o final da história? A mesma coisa acontece quando um dos médicos da equipe é demitido, no fim das contas eles voltam, mas com Thirteen foi apenas um aviso para que ela não deixe a doença afetar seu trabalho.

E finalmente Cuddy consegue adotar uma criança, mais uma trama interessante – pois House vai infernizá-la ainda mais por causa do bebê. E o que era aquela frase altamente cínica dele?

Se você está feliz, eu estou…

(Gabriel Bonis)

ER: Parental Guidance (15×04)
Exibição: 23/9/2008
MVP: Madison Davenport e Glynn Turman

No quarto episódio dessa temporada, me pergunto pela quarta vez: por que ER demorou tanto pra se reencontrar? Os episódios estão mais centrados no PS e seus pacientes, Morris rouba a cena sempre que aparece, Gates forma com Sam uma química agradável e revive seus momentos de Três é Demais com Sarah e seu piercing, os novos estagiários são um milhão de vezes melhores que Harold e Hope…

Que diabos. Até mesmo Brenner vem funcionando. Claro, ainda não gosto dele, mas sua função (caçador de Neela) vai indo bem e ainda serve como médico, quem diria. Já a indiana resolveu acordar pra temporada e acompanhar o bom ritmo do elenco. Claro, foi necessária uma conversa com Ray (messenger e telefone), mas ainda conta. Negócio que apesar das saídas de Pratt e Abby, ER faz um ótimo ano.

Minha única ressalva é Angela Basset. Ela ainda não acertou a mão com Banfield, e renome por renome, fico com Glynn Turman, que mesmo aparecendo pouco como em Em Terapia, dá mais do que conta do recado. E o que dizer de rever Molly Price (Third Watch) em cena mais uma vez? E como mãe de uma psicótica psicopata que faria inveja a Tony Soprano e Dexter (a filha fora brilhantemente interpretada pela desconhecida Madison Davenport). Melhor que isso só ouvir Mark Greene dizendo a última fala do episódio, numa lembrança de Banfield. A coisa está boa… Pena a Warner demorar tanto pra nos mostrar. (Thiago Sampaio)

Private Practice: Nothing to Talk About (2×03)
Exibição: 22/10/2008
MVP: nenhum

Quando o problema envolve dinheiro, pode ter certeza que a amizade fica em segundo plano. Aquele famoso ditado “amigos, amigos e negócios a parte” se encaixa dentro do que estou falando e, principalmente, dentro da atual conjuctura da clínica. Essa temporada começou com uma falência já programada, mas Naomi (ainda administradora), lutava para tirar a clínica do buraco. Assim, desde o golpe aplicado por Addison e Sam, o ambiente piorou e ninguém mais mantém contato ou uma simples conversa. Todos agora aderiram ao capitalismo e só pensam no dinheiro, no lucro e nas medidas para tornar as consultas mais lucrativas.

Porém, no meio de toda essa confusão eles ainda são médicos e precisam lidar com os pacientes. Pete tem uma difícil tarefa com um paciente travesti e comandante do Corpo de Bombeiros. Já Violet precisa ajudar uma mãe que não consegue dormir porque pensa que o filho é um sociopata. Além disso, os relacionamentos fracassados de Addison não poderiam ficar de fora do episódio. Dessa vez, “o cara da SWAT” deu o ar da sua graça e obrigou a Dra. Montgomery a dar-lhe uma chance dele poder mostrar o seu potencial como companheiro. Por experiência, ela deve saber que não vai durar muito, entretanto são nas tentativas que algo pode dar certo, assim ela deve pensar. (Vinícius Silva)

Cena de True Blood

True Blood: Burning House of Love (1×07)
Exibição: 19/10/2008
MVP: Adina Porter

Incrível como True Blood teve um piloto tão criticado e hoje se firma como uma das melhores, quiçá a melhor, estréia do ano. Quem continuou vendo a série e não largou no piloto com certeza está sendo recompensado. Mas enfim, depois de fazer ‘bad things’ com Sookie, Bill resolve fazer ‘real bad things’ com o tio-avô de Sookie, um pedófilo que marcou a vida da nossa mocinha. E ele ainda apareceu no Merlotte pra salvar a noite quando o trio de vampiros apareceu botando terror.

Mas o que mais me impressionou no episódio foi o show esse que deu (e dá) a Adina Porter, já é a segunda vez que ela vai bem, uma atriz desconhecida (ao menos pra mim), com uma série de participações minúsculas em séries, finalmente conseguir um papel fixo, pequeno como mãe da Tara, mas que ela consegue uma performance espetacular. A cena dela no banco quase me levou as lágrimas (falo sério!), grande atriz, o plot do exorcismo foi bizarro, mas serviu pra ela se destacar como nunca.

E Jason só se mete em fria, pior que episódio de Worst Week, ele foi a um bar de vampiros, o mesmo que Sookie foi anteriormente, pra arrumar V, sangue de vampiro! E o que foi esse final, Sam Merlotte correndo pelado, incêndio, caixões e Bill estará ali dentro ou não? É realmente Alan Ball conseguiu mais uma vez. (Lucas Leal)

Terminator: The Sarah Connor Chronicles: The Tower is Tall But the Fall is Short (2×06)
Exibição: 20/10/2008
MVP: Thomas Dekker

Agora entendo a dificuldade que minha colega de trabalho, Mica, passa pra escrever as reviews de Terminator. A série por si só é difícil de falar, pois são dois gêneros complicados para destrinchar, Sci Fi e Guerra.

Sim, porque Terminator é sobre guerra, e a cada episódio fica mais claro o efeito da guerra futura na vida presente dos personagens. John será um líder, que lutará pela sobrevivência da huminidade, mas quem lutará por ele? E como preparar um garoto assim pra agüentar as dificuldades da guerra: morte e sacrifício? John tem visto isso sua vida toda, mas agora ele se dá conta que também se sacrifica e que também terá que matar. Como aceitar esse destino, ou melhor, como aceitar essa vida que ele foi obrigado a viver?

Virou natural para as séries de TV usarem a figura de um terapeuta (e temos até uma série somente sobre isso, Em Terapia), mas se há alguém que precisa colocar pra fora todos os seus traumas, esse alguém é John Connor. Não o líder da resistência, mas o garoto John Connor, aquele que já não teve infância e praticamente se tornou adulto quando pequeno. Claro que até pra uma terapia, era necessário que fosse uma missão, e fiquei curioso por saber o que esse psicólogo representa pra vida de John no futuro. (Paulo Fiaes)

Supernatural: Yellow Fever (4×06)
Exibição: 23/10/2008
MVP: Jensen Ackles

Depois de um adorável (mas nem tão bem recebido pelos fãs) episódio em preto e branco, Supernatural voltou com todo o peso. Dean e Sam estão envolvidos com um caso de ‘morte por medo’. Acabam descobrindo que é na verdade uma doença fantasmagórica contagiosa e que precisam descobrir o fantasma que a originou, principalmente porque Dean foi exposto e tem experimentado minuto a minuto um medo desesperador crescendo dentro dele.

Até seria divertido, não fosse o fato de Dean ter poucas horas de vida. O que, inclusive, deixou-me querendo dar uma surra em Sam por estar tão calmo ao ver o irmão às portas da morte (logo após ter voltado do inferno). Só o desculpo por ter sido dele a idéia que acabou salvando Dean. Eu iria reclamar da idiotice de matar um fantasma de medo, mas a explicação do feitiço na corrente me convenceu… um pouco.

Entretanto foram quatro coisas que marcaram o episódio: 1) o grito assustador de Dean ao ver o gatinho dentro do armário. Parecia aquelas mocinhas de filme de terror. 2) A demonstração dos olhos amarelos (no finalzinho) e do que Sam pode se tornar. 3) A visão de Lilith com as lembranças do inferno. O que realmente se passa no coração de Dean que o infectou com o vírus fantasmagórico? 4) A impagável cena de Jensen Ackles cantando “Eye of Tiger” no final do episódio. Mesmo que o episódio tivesse sido uma droga, já valeria pelo extra. (Mica)

Cena de The Office

The Office: Crime Aid (5×04)
Exibição: 23/10/2008
MVP: Rainn Wilson, Steve Carell e Amy Ryan

O diferencial de The Office é sua equipe de apoio. Até mesmo o mais obscuro coadjuvante dos personagens tem excelentes momentos – e que não conseguem ser eclipsados pelos brilhantes protagonistas. O que dizer da cara de Stanley quando Michael fala sobre “vender seres humanos” ou Creed Bratton dizendo que o último que se meteu com ele se chamava… Creed Bratton?

Quanto aos protagonistas, na ausência temporária de Jim e Pam (Jim que teme passar pelo que Roy passou, presente nesse episódio, e que alerta sobre as farras de Pam com os “amigos” de NY) Michael e Holly me conquistaram. Mesmo com Michael provocando situações daquelas de fazer você querer mudar de canal pra não testemunhar, os dois se encaixam. That’s what she said. Eles transaram; ótimo. Ambos se esqueceram de trancar o escritório que sofreu uma limpa de ladrões; péssimo. C.E.O. David Wallace testemunhou um beijo entre os dois funcionários; desastroso – como Amy Ryan faz só uma ponta, essa ótimo casal pode estar com seus dias contados.

O roubo no escritório levou Michael à criar um Crime Aid com leilões para ajudar quem perdeu seus pertences, e o item vencedor fora um abraço em Phyllis, disputada por seu marido Lance e o figura Dwight – que tentava se desculpar por ter ofendido Phyllis enquanto essa o ajudava à superar a marcação do casamento entre Andy e Ângela. (Thiago Sampaio)

Samantha Who?: Out of Africa (02×02)
Exibição: 20/10/2008
MVP: Christina Applegate e Jennifer Esposito

Samantha está celebrando um ano da chance de mudar sua vida após seu acidente e da perda de memória. Claro que comemorar qualquer coisa perto da Andrea (eu realmente cada vez simpatizo mais com a Jennifer Esposito) é algo no mínimo inusitado. Ela faz questão de ressaltar que Sam não tem nada a comemorar, já que ela não tem mais emprego, não tem mais namorado e ainda mora com o ex dentro da casa dela. Sam acaba bebendo mais e indiretamente, por idéia da Dena, resolve que deve ir para África. Ela ainda acaba, por conta da bebedeira, dormindo com Todd mais uma vez.

O episódio mais uma vez trás a sucessão de erros da vida da protagonista. Claro que ela não vai à África, e como ela mesmo diz, ela consegue fazer as coisas piorarem. O que também não é de se estranhar com os pais da Samantha. Eles são mais responsáveis pelo caráter dúbio da personagem do que possamos imaginar. Como não é um drama. Tudo é tratado de uma maneira bem leve e divertida.

O ponto alto para mim é quando a Samantha finalmente decidiu mandar Todd embora do apartamento. Ela diz:

Eu preciso de alguém que pense/acredite que eu sou melhor do que sei que eu sou.

Acredito que é exatamente assim que nos sentimos muitas vezes. Não basta alguém que nos aceite, mas sim alguém que acredite no seu potencial e te ajude quando você quiser mudar para melhor. (Tatiana Leite)

The Big Bang Theory: The Euclid Alternative (02×05)
Exibição: 20/10/2008
MVP: Jim Parsons

Mais um episódio de Sheldon, para alegria daqueles que acham que este seriado deveria ser somente dele. Mas foi um episódio apenas médio. Acho que o mais fraco desta segunda temporada.

Mesmo fraco, TBBT acaba sempre arrancando ótimas risadas: Sheldon e Wolowitz na motoca, Sheldon questionando o questionário do departamento de trânsito e a atendente apontando para a placa onde não estava escrito que ela se importava, ele não conseguindo controlar um carro nem num jogo de videogame.

Tudo bem que o finalzinho do episódio, com Sheldon atacando a máquina de bebidas e aterrorizando o trio de arrumadeiras, foi impagável. Adoro a maneira como eles enchem os episódios de referências, sejam de jogos, sejam de filmes, como se eles e o público fizessem parte de um universo próprio. (Simone Miletic)

Cena de Prison Break

Prison Break: The Price (4×08)
Exibição: 20/10/2008
MVP: James Hiroyuli Lao

Prison Break tem suas falhas, mas preciso reforçar: a série sempre faz questão de chegar a algum lugar. E sem enrolação! Como Roland perdeu o cartão em Las Vegas (taí uma babaquice) Lincoln sugere uma ação que ele praticava anos atrás – e mostrada em flashback: uma dupla joga seu carro contra o alvo e faz o que tem que fazer.

A ação de Scofield pra pegar o cartão do General envolve mais gente (ele, Sarah e Bellick numa ambulância conseguida num momento útil de Don Self, Mahone de vigília e Lincoln e Sucre no carro). O problema é Roland, expulso da equipe depois da mancada de Vegas… que sem vigilância, resolve se comunicar com o Terminator Wyatt e entregar os irmãos. A ação dá errada – Sucre é baleado – e o melhor está por vir.

Nosso senso sádico é agradado quando, frente a frente com Wyatt, Roland é baleado nos dois joelhos e recebe um tiro fatal na barriga durante a entrega da localização. Pouco depois a equipe, que seguia o traidor, imobiliza o Terminator. Ele está preso, imobilizado e toma um cacete de Mahone. Perfeito.

E tem algo mais sádico que desejar Sarah chicoter Gretchen, que resolveu oferecer um olho por olho? Ponto pra médica, que perigando injetar morfina durante a ação, ficou por um triz de cortar o pescoço da assassina de olhos azuis. E T-Bag, num amor bandido com a secretária do decote, vai ter problemas: o General quer mudar Scylla de lugar. (Thiago Sampaio)

Dexter: All In The Family (3×04)
Exibição: 19/10/2008
MVP: Michael C. Hall, Jimmy Smits e Julie Ann Emery

Participo ativamente da comunidade da série no Orkut, mas tento ver o episódio e escrever aqui sem ficar lendo comentários, pra não me influenciar, mas dessa vez fui ler e o que vi foi quase “uníssono”: pior episódio da série. Bom, defenderei o contrário.

Um episódio mais lento, que muitos desgostam, a famosa calmaria que antecede a tempestade. Mas ainda assim foi muito bom, minimalista, focado nos sentimentos. Genial a cena da Fiona, confessando o assassinato e falando do seu sentimento pela vítima, mais genial que isso só Dexter reproduzindo com extrema maestria. Estaria ele fingindo mesmo, ou ele sente um pouco daquilo? Acho que o Dexter se enquadra naquela poesia do Fernando Pessoa falando do poeta (o poeta é um fingidor…).

Miguel Prado fez bem a série, ambíguo, forte, inteligente, decisivo pra uma mudança em Dexter. Muitos torcem o nariz, não eu, que adoro e bato palma sempre que o ótimo Smits entra em cena pra nos entregar seu Miguel, que nesse episódio foi manipulado até dizer chega.

Por fim tivemos Debra se estranhando com o Quinn e a Yuki. Angel quase sendo preso por tentar sexo com prostitutas, Dexter pedindo Rita (e as crianças) em casamento e Ramon Prado sendo jogado pra escanteio graças aos truques do Dexter. (Lucas Leal)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

[poll id=”8″]

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

29 Comments

  1. André

    Cadê Smallville e o melhor episódio dos últimos tempos, Committed?

  2. Rafa Bauer

    True blood: não tenho mais comentários originais pra fazer. A série é ótima e ponto. A mãe da Tara realmente está dando um show de interpretação. Nesse episódio ela me pareceu bem jovem.

    Dexter: meus olhos marejaram quando Dexter faz a proposta no final do episódio, mesmo já sabendo de antemão que a cena iria acontecer e o texto que ele iria repetir. E isso vem ao encontro do plot desse episódio, o da emulação de sentimentos. Palmas não só para o texto, mas mais ainda para a atuação nada menos que brilhante de Michael C. Hall.

    Nada de comentários sobre o episódio The cure, de Fringe? Não há nada que destacasse mesmo, achei o anterior melhor. Continuo gostando muito da série.

  3. Junim

    Eu já ia perguntar por que a review das séries teens não estavam mais saindo. E How I Met Your Mother?

    Vocês estão interessados em mais pessoas pra fazer reviews?

  4. Mica

    Culpa minha, andré. Minha missão era falar ou de smallville ou de supernatural. Como achei esse o pior episódio de smallville da temporada (não é uma crítica tão negativa…eu estou achando esta temporada muito boa) e provavelmente passaria o review criticando o clark e a chloe (mas encantada com o davis), escolhi falar de supernatural que teve cenas inesquecíveis e que definitivamente merecia e pedia por um review.

    True blood: a cena do exorcismo foi bizarra, mas…eu sinceramente queria que ela se livrasse da bebida.
    aaahhh…como eu queria que o bill fosse mau…

    ER: Concordo. Pq ER demorou tanto para se reencontrar? Se tivessem feito isso antes, não precisariam estar acabando agora :-(

  5. Anaa

    Jura q MVP para Olivia Wilde? Eu a achei MUITO sem sal no episódio inteiro (e cá entre nós… quando ela aparece se agarrando com a mulher no começo do episódio… logo me veio a cena dela com a Mischa Barton em The OC). Na verdade, a única parte do epi de House que eu realmente gostei foi o finalzinho (e só porque eu assisti o preview do próx epi… que realmente promete mais do que esse Lucky Thirteen).

    ER… Bom, será que eu fui a única a pensar que a menina que tinha empurrado a irmã? Sei lá, para mim, aquilo foi bem óbvio. Mas eu estou cada vez mais feliz por ER, o episódio prendeu a atenção e eu fiquei incrivelmente feliz ao ver que a atriz de Third Watch participou do epi.

    Ah… façam a crítica de Gossip semana que vem! É que o próximo… tem a presença da Willa Holand.

  6. Mica

    Esse episódio de TSCC foi bem interessante, apesar do foco estar no drama e a única cena de ação ser mais cômica do que qualquer outra coisa (aquela exterminadora TEM que ser contorcionista, só pode!).
    Irônico que eles perderam a informação que queriam, justamente pq o John retirou a escuta para pode desabafar.
    As cenas com a T1001 foram excelentes e a menininha de cara macabra é uma gracinha.
    A grande pergunta é qual a importância do terapeuta. A exterminadora veio para salvá-lo ou eliminá-lo? Ele é um dos nomes na parede por ser alguém que ajudará John a superar alguns traumas (e matar alguém pela primeira vez é um trauma sim), ou porque é um dos principais auxiliares na construção da IA que vai deflagrar a guerra?
    Infelizmente episódio novo só na próxima semana :-(

    AAAHHH!! Estou atrasada com os episódios de Call Girl.

  7. Lucas "Gandalf" Leal

    Mica Call Girl foi mtooo massa!!!adorei a temporada…pena q foi mega curta, 8 episódios só

    e o Bill é mau…ele não matou o tio-avô da Sookie? não vejo isso como bondade…

    não vi ainda Crusoé nem Californication =/

    adorei MOWE, e realmente não da pra saber o pq deles ajudarem ele mas da pra ter indicios…a chefona parece ser ‘amiga’ do Edward antes dele criar o Henry…agora o amigo dele o ‘Tom’ (acho q é isso…o outro nome não lembro hehehe) esse não sei pq acoberta ele…
    e o outro acoberta pq acho q perderia o emprego heheeh afinal ele q é o responsavel pelas trocas de personalidade…

    gostei de House tb…mta gente falando mal, mta gente odeia a 13…eu gosto dela e gostei do episódio, não achei genial mas tão pouco achei ruim…

    falando nisso q foi aquele final, será q foi o Edward q matou o cara? eu acho q não…acho q ele foi lá evitar algo maior pq sabia q estariam atras dele, ainda mais depois do gás na cara lá…

    bom depois comento o resto…

  8. Carla

    Mica, vc está falando de ‘Prey’, não? O André perguntou sobre o episódio anterior, que eu também achei um dos melhores .

  9. Cat

    Bom, das séries comentadas só assisto House e Dexter. Adorei os dois episódios.
    De House,como mtos não gosto da 13, mas nesse episódio ele me surpreendeu, deu pra sentir com ela todo peso e a bagunça q sua doença lhe trouxe. Ela tá sozinha e perdida. gostei mto do paralelo do foreman, sobre ter a vida mto nos eixos e não fazer nada de interessante nem pra ele e nem pra ninguém, vê como ele se afetou com o q o house e a 13 disseram. O house adoro sempre e aqui ele tava ótimo, a expressão final dele a notícia da adoção…maravilhosa!!!
    Sobre dexter, o Michael C. Hall é um ator completo, assim como dexter, vivenciar as experiencias do dexter é extremamente envolvente. Como dexter manipula e cria situações pra se livrar de Ramon e também como lida com a rita e as crianças. Realmente ele não se dá conta de que tem sentimentos…e ele repetindo p texto da assassina pra rita foi tocante. No fundo, ele busca realmente esse espaçõ pra ele. Adorei a entrada do Miguel Prado, nos deixa perdidos qto suas intenções e torcendo pela nova amizade. Série perfeita.

  10. Lucas "Gandalf" Leal

    The Office teve uma otima piada…pq o ator q faz o Cred Bratton se chama…Cred Bratton!hahahaha
    e salvo me engano o marido da Phillys se chama “Vance” e não “Lance”…é Bob Vance…
    e realmente o episódio foi ótimo…pena q a Amy vai sair eu sentirei MTAAA falta de Holly Flax

    Simone concordo plenamente com TBBT, mto Sheldon cansa…mas tem quem goste…mas eu achei esse episódio apenas legalzinho

  11. Túlio

    Alguém já viu a promo do próximo the office? o Creed vestido de Coringa Heath Ledger e falando “let’s put a smile upon that face”! Promete!

  12. Lucas "Gandalf" Leal

    puts e esqueci de comentar to adorando PB…depois de uma ótima primeira temporada, uma péssima segunda temporada, uma mediana terceira temporada, agora estamos tendo a segunda melhor temporada de PB, uma boa temporada…
    e realmente ESSA temporada tá sem enrolação…pq a segunda pqp aquilo foi enrolação PURA!
    a primeira realmente tb não foi…mas enfim depois da segunda pb quis se alongar demais e passou a enrolar…agora voltou aos eixos e voltou a ser uma boa série, bem aquém do q era na primeira temporada…mas nem acima da terceira e principalmente da segunda

  13. Flávio Santos

    Esse ultimo episódio de Supernatural foi hilário… me lembrou a primeira temporada, q foi engraçadíssima.
    A cena do grito foi uma das coisas mais hilárias q eu já vi na minha vida, mas só quem é fan e sabe o qto o Dean não gosta de demonstrar medo pôde rir de verdade. Todo mundo sabia q ia sair um gato dali de dentro, foi clichezaço mais ainda assim engraçado. Eye of the tiger no final foi a cereja no bolo!

  14. Flávio Santos

    Ah, e Dexter manipulando a situação pra o Miguel parar com aquele lance de colocar o Ramon na parada, foi demais…

  15. Mica

    Vc tem razão, Carla. Eu nem me dei conta que era do episódio anterior que o André falava. Esse eu adorei. Se bem que se eu fosse a Lois, teria dado uma desculpa diferente para a confissão dela. Uma mais crível. A única coisa que não gostei muito no episódio foi o amor inabalável da Chloe pelo Jimmy. Acho os dois tão chatos juntos. Individualmente os dois são personagens que eu gosto bastante (em especial a Chloe), mas juntos eles são os reis da chatice. Sem mencionar que eu AMEI as cenas do Oliver com a Tess. Adoro os dois em cena.
    Mas é como eu disse: Supernatural x Smallville, e eu TINHA que comentar o episódio em preto e branco ^_^.

    E já que toquei no assunto de Supernatural. O que era aqueles olhos amarelos do Sam bem no finalzinho, quando Dean conversava com ele recostado ao carro? Muito show!!! Até o Dean ficou com um pé atrás (e desconversou).
    De fato o gato no armário era super cliché, e exatamente por isso é que o grito foi tão engraçado. Era uma coisa tão óbvia, que o grito mocinha-de-cinema do Dean foi a coisa mais sem noção do mundo, hehehehe.
    E ele trocando a arma pela lanterna? Imperdível ^_^.

    Sobre a menina de ER, estava na cara desde o início que era ela quem havia empurrado a irmã, mas isso não diminui o seu papel no episódio. A forma como ela interpretou a garota foi muito legal e deu toda uma emblemática diferente ao caso.

    Quanto à MOWE, o que me intriga mesmo é o motivo que levou Edward a se voluntariar para a projeto. Quero dizer, o cara estava abrindo mão da própria vida. O que levaria alguém a fazer isso?

    Eu baixei Call Girl inteira, mas no turbilhão de coisas para assistir e fazer review, fui obrigada a sacrificá-la por uns dias. Quase não consegui assistir Crusoe, Supernatural e Eli Stone para esta semana!!! (também, quem mandou eu ficar assistindo NCIS, Farscape, Heroes, Smallville, ER, Terminator, The Sarah Jane Adventures, Merlin, True Blood…)

  16. Patrícia

    Sobre ER, também achei logo de cara que a menina tinha empurrado a irmã, essas coisas estão cada vez mais óbvias… Mas foi um episódio muito bom, nem senti falta da Abby… realmente, por que ER demorou tanto pra se reencontrar? E o melhor do episódio foi o “clear!” do Dr. Greene… até voltei um pouco pra ter certeza que era a voz dele mesmo… hehehe

  17. Carol

    Tb gostei do ep de HOUSE… Principalmente a cara dele no final… sei lá… me pareceu meio decepcionado algo assim… Como se tivesse perdido algo…

    A dúvida é o por quê dele ter feito essa cara….
    Afinal, tecnicamente, essa adoção não tem nada a ver com ele, né? Diz respeito somente à Cuddy…

  18. André

    Concordo com a Mica, o Jimmy é insuportável, e quero ver até quando esse amor inabalável da Chloe por ele vai durar.

    Será que o Brainiac infectou ela com um virus de amor pelo Jimmy, por só isso explica.

  19. Lucas "Gandalf" Leal

    Mica é tudo uma questão de ponto de vista…vc acha q como espião ele tinha uma vida???
    ele abriu mão da sua ‘vida’ pra poder ter uma vida…contraditório mas se vc pensar bem vai ver q faz sentido…

  20. Pablo

    Prison Break tá ficando cada vez mais perfeito!

    E o que é aquela Kath & Kim! Fraquíssima, pelo menos o piloto foi horrível! Vou dar outra chance!

  21. Mica

    Mas veja bem, ele não lembra da vida que ele tem como Henry. Eu não vejo muito sentido em viver uma vida que eu não lembro.

  22. Vera

    Sobre Supernatural, concordo plenamente que o Sam estava muito calmo frente ao prognóstico do Dean morrer novamente. Eu tive vontade de esganá-lo. Alguns teorizaram (ou usaram a desculpa) que a ficha ainda não caiu para o Sam, então ele está mantendo distância, com medo de se aproximar e no final perder o irmão novamente. Eu sei que ele tem estado muito distante e isso me deixa muito triste e irritada.

    No mais, o episódio foi ótimo, e o Jensen dublando Eye of the Tiger foi o máximo.

  23. Mauro

    Parei de ver Secret Diary no começo da segunda temporada, achei que ficou muito arrastado o ritimo da história…

  24. Thiago

    Não gostei de House. As cenas da Thirteen com outras mulheres foram forçadas demais. Tipo… só a sugestão de duas mulheres juntas já é algo excitante, mas as cenas foram muito fracas. E o episódio todo foi muito arrastado… Um dos piores da história da série.

    Eu tava o tempo todo vendo quanto tempo faltava pra terminar o epi… Coisa rara em House. O que valeu mesmo foram as cenas com Wilson e Cuddy (a série precisa com urgência por esses dois, além de Cameron e Chase, em cenas)

  25. Morgana

    aiiiiiiiii…lendo o o texto de ER q o Thiago escreveu,só me dá mais vontade de ver…
    huahauahauh
    ah! Warner F.D.P

  26. Silvia_05

    A 13 com a mesma cara em todas as cenas – que atriz! Cheguei a pular de alegria com a demissão dela. Pena que durou pouco. Mas não dá +. Um episódio inteiro com ela. Deve tá “fazendo o teste do sofá”. Impressionante. Tirar a Cameron prá botar “isso”. A história da Cuddy, que é muito + interessante prá trajetória da série, durou 1 minuto e olhe lá. Pelo menos terá seqüência. House não é mesma coisa. Prontofalei.

    Curto bastante Eli Stone, mesmo com seus defeitinhos. Gosto do Eli e do texto ágil.
    E esse episódio só achei arrastado e muito triste. Faltaram aquelas cenas + leves, típicas da série, mesmo quando o assunto é sério. E a Katie Holmes tava legal. Gosto dela como atriz. Mas vamos combinar que tá muito magra – pele e osso. Por sorte ela ainda tem as maçãs do rosto salientes e os olhos expressivos. E fez uma bela cena com Eli.
    Mas o meu elogio prá série vai pro irmão Nate. É duma naturalidade a cena dos 2 – uma dupla escolhida a dedo.

    Sheldon me diverte à beça. A cena da almofadada de Penny valeu a temporada. Estou atrasada com The Office, mas só de ler o comentário já morri de rir – o maconheiro Creed é um dos personagens + hilários.

    E depois de tantos comentários, vou dar uma chance prá True Blood. Não morro de amores por vampiros, mas vamos ver …

  27. Nanda

    Também não consigo entender House… Tem Cuddy, Wilson, Cameron, e não exploram o potencial deles. Ok, o Wilson teve a atenção e o destaque que merece recentemente, felizmente. Mas e a Cuddy? Se ela aparece 5 minutos em cada episódio é muito. Que desperdício.

  28. Mica

    Também gosto do Nate. Ele cada vez cresce mais no meu conceito.
    E concordo que a Katie está muito magra. É o defeito dessas atrizes atuais. Vão perdendo o corpo a cada novo ano e ganhando novos ossos -_-. Mas gosto dela atuando (embora a boca torta dela me irrite um pouco) e a personagem dela foi muito simpática. Gostei dela. Não tanto quando a Maggie para o Eli (espero do fundo do coração que eles fiquem juntos), mas eles ficaram uma gracinha.

  29. Rafael

    Que papelão fez Meredith nesse eps (Californication), acho q ela ñ precisaria si expor tanto p/ voltar as telas… era muito fã dela, + assisti aquela cena foi traumatica, eu esperava q ela volta-se em mais light.. preciso tomar uma dose de D.Creek p mi recuperar !!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Log In or Create an account