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Reviews

Smash – The Callback

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Série: Smash
Episódio: The Callback
Número do Episódio: 1×02
Exibição nos EUA: 13/02/2012

Estava ansiosa por esse segundo episódio. Não exatamente pela escolha da Marilyn, até porque nem esperava que a escolha fosse tão “rápida”, e sim para saber como a trama se desenvolveria após um piloto tão bem feito. Arrisco a dizer que a qualidade melhorou.

As tramas paralelas não são tão interessantes a ponto de me prender totalmente. A história da adoção, e o fato do filho adolescente de Julia aparentemente não ser chato, é legal mas, não sei, falta alguma coisa ali. Talvez porque é algo que já veio pronto, não temos o sofrimento do casal, as discussões, tudo está “bem resolvido”. Por mais fofo que seja Dev também é meio óbvio que as coisas entre ele e Karen terão os mesmos conflitos que os demais casais da ficção. A única história que me desperta um pouco mais de curiosidade será esse divórcio da Eileen porque pode gerar um problema para produção da peça.

Os bastidores da produção do espetáculo continuam excelentes. Aparenta mostrar como funcionam os bastidores da montagem de um espetáculo da Broadway. Digo aparenta por não ser algo da qual tenha muito conhecimento. Mas a sensação que fica é que o cuidado para fazer com que o público entenda como as coisas funcionam está sendo muito bem trabalhada.

Durante todo o tempo, intercalado com as apresentações musicais, acompanhamos a dificuldade entre decidir quem irá protagonizar o espetáculo. Ivy Lynn acaba sendo a escolhida.

Duas coisas parecem ficar claras: Karen ainda acredita que poderá ser a protoganista porque a vemos esperando a ligação e depois treinando a coreografia na sala de casa. A decisão de Ivy dormir com Derek não parece ter influenciado na decisão dele. A cena foi tratada com algo casual, ao contrário da cena com Karen no piloto. A impressão que fiquei é que Derek tentou se aproveitar da falta de experiência de Cartwright e o fato dela ter recusado fez inclusive que ele a respeitasse mais.

Falando em Derek, o personagem não parece ser tão cretino como foi apresentado no piloto. Não que eu não o ache um idiota (lindo, mas um idiota) mas a decisão em continuar o trabalho com Eileen mostra que ele não é tão horroroso quanto Tom faz questão de frisar. Tom é outro personagem que me desperta uma leve desconfiança. Entendo que ele é amigo de Ivy e que desde o início ele a queria para o papel, mas não consegui ver profissionalismo na opinião dele sobre Karen. E isso é um ponto muito positivo para mim. Gosto de personagens “cinzas” cujas atitudes ora me despertem raiva, ora me despertem alegria.

Séries citadas:

Pós-graduada em História Contemporânea, pretende fazer mestrado usando séries como fonte. Seriados fazem parte da sua vida desde sempre. Magnum, Casal 20, Macgyver, Super Vicky são alguns deles. Assiste aproximadamente 40 séries (incluindo algumas já canceladas). Está aprendendo a abandonar séries mas sempre acaba colocando outras no lugar.

4 Comments

  1. MicaRM

    Eu gostei deste segundo episódio ainda mais do que o primeiro. Muito bom. 
    Não sei se Ivy continuará como Marilyn, mas por mim ela é de fato a que melhor se encaixa na personagem. Karen é graciosa, canta bem, é esforçada, tem um potencial enorme, mas não é a Marilyn. E não falo nem só por biotipo, é que ela não emana Marilyn quando tenta encarná-la. Ivy grita Marilyn por seus poros. Não que eu ache isso maravilhoso, já que particularmente não sou lá muito fã de Marilyn Monroe, mas…

    Acho que Kate se daria muito melhor em algum outro tipo de papel. Espero que ela fique na peça, mas não como o papel principal (embora possa servir de substituta, já que todo ator tem um substituto para emergências, não?) Só que aí não sei bem qual seria o propósito da personagem para a série em si.

    Eu gostei da trama da adoção, porque me tocou profundamente. Eu entendo a preocupação do marido, afinal, ser pai-avô não é algo agradável nem para o pai nem para o filho. Um acabará perdendo boa parte da vida do filho pela simples limitação da velhice. O outro terá uma distância muito grande do pai, e é muito provável que o perca cedo.
    Mesmo assim, achei lindo o desabafo do filho, sou a maior defensora da adoção. Acho o maior gesto de amor existente e uma das coisas mais lindas desse mundo. Só me pergunto porque tem que ser uma criança Chinesa…deve ter outros órfãos desesperados ao redor do mundo que seriam adotados bem mais rápidos, não?

    Me apaixonei por Derek. Deus, como esse homem é lindo!

    Amo o Raza Jaffrey há anos e cada vez que o vejo na tela eu fico sorrindo de orelha a orelha. Não quero que o romance dele (ops, do personagem dele) com Karen azede, mas cá entre nós, eu acho que rola faíscas entre ela e Derek.

    Estou ansiosa para ver os bastidores da produção. Marilyn em si não me desperta nada (e provavelmente eu não veria um espetáculo focado nela), mas os segredos dos bastidores de uma peça musical muito me atraem.

    Amei Smash. Espero que vingue, de verdade. A série merece.

  2. Gabriela Assmann

    Eu to sinceramente amando Smash! Amo esse universo da música e acho que a série foi uma das melhores coisas que aconteceu na tv nos últimos tempos. Sim, eu sei que to exagerando pela empolgação inicial, mas é que é muito amor.A escolha rápida da Marilyn me surpreendeu, então tenho algumas dúvidas sobre essa escolha ser definitiva, mas amei. A Karen é boa também, mas como disse a Mica, a Ivy emana Marilyn, grita Marilyn pelos poros. Fica bem claro que pra Karen ser escolhida para esse papel significa apenas ganhar um grande papel em um musical da Broadway. Para a Ivy representa muito mais. Representa ganhar um papel para representar alguém que a inspira muito. É um sonho. Falando nisso, achei lindo ela cantando aquela canção final do episódio.Quero muito que a Karen se dê bem, mas em outro papel. Adorei também que o fato da Ivy ter dormido com o Derek não significou absolutamente nada na escolha do papel. E O Derek tem me intrigado. Uma hora odeio ele e em outros momentos já nem odeio tanto assim. Gosto de personagens assim, que não são rasos.
    Gosto muito da Julia também. Acho ela uma mulher de fibra e achei super fofo ela ter o cuidado de dar atenção pra Karen quando todos estavam focados na Ivy.
    Acho que as tramas paralelas ainda podem melhorar e espero que a Karen não perca destaque na série, que encontrem uma forma de encaixá-la mesmo ela não sendo a Marilyn.

  3. Mariana

    Eu também tenho pensado nessa história da adoção. Meio sem gracinha, mas é o que a série precisa para inserir o marido e o filho da Julia na trama. Para mostrar a vida pessoal da produtora.

    Sobre a escolha… eu tava torcendo bastante pra Ivy. Não sei por que, mas não vou com a cara da Karen. Não mesmo. Não sei o que será dela a partir de agora. Veremos…

    Mas conseguir o papel assim, hein, Ivy… Até eu! Ou não.

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