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Spoilers

A Semana Lá Fora: as finales de Chuck, Heroes e Private Practice e o 100º episódio de Lost

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Lost - The Variable

Entramos em maio e, ao mesmo tempo que tem um monte de coisas bacanas para assistir e comentar, já começa a vir aquela nostalgia pelas série que começam a sair do ar e que só vão voltar com novos episódios lá por setembro. Esta semana tivemos nos Estados Unidos três finais de temporada: de Private Practice, Heroes e Chuck (e Chuck ainda corre o risco de sequer voltar).

Outro destaque da semana foi o centésimo episódio de Lost. Enquanto isto estamos chegando a clímax de séries envolvente como Criminal Minds, House, Dollhouse, 24 Horas, One Tree Hill, Grey’s Anatomy, The Big Bang Theory e Gossip Girl.

E o bom é que sempre que tem uma série se despedindo tem outra chegando. Esta semana comentamos a primeira parte do episódio de NCIS que apresenta o elenco de uma nova série de investigação militar, também mostramos como foi a estreia de Jeff Goldblum em Law & Order: Criminal Intent e, com um semana de atraso, comentamos como foi a estreia do segundo ano de In Plain Sight. Confira a seguir e deixe seu comentário!

Lost: The Variable (5×14)
Exibição: 29/4/2009
MVP: Jeremy Davies

Pela centésima vez, os telespectadores de Lost terminam um episódio com um nó na cabeça. Como no decorrer de cinco temporadas tivemos sempre várias perguntas e respostas, o episódio número 100 não poderia ser diferente. O negócio que eu não esperava que ele fosse ser o último do mais interessante dentre os novos personagens.

Exceção de Hurley que, de maneira cômica, questiona os absurdos acontecimentos, Daniel Faraday era o único personagem de Lost que, de maneira didática, tentava explicar cientificamente o que diabos acontecia nessa ilha. A viagem no tempo e os paradoxos causados por ela complicaram e muito o entendimento dos mistérios do seriado. E com a morte do cientista cabeludo, a coisa vai ficar um Deus nos acuda.

O que aconteceu, aconteceu… Mas Eloise não podia dar um alerta para o filho? E ele tinha mesmo que ir armado falar com os Outros? Não podia ser com uma bandeira branca? Aliás, todo zelador Dharma tem acesso às armas, assim como Jack? E precisava mesmo ter aquele tiroteio tosco? Como vai ser agora? Jack e Kate falarão sobre a Bomba H? O incidente será impedido? Onde estava Widmore, pai de Faraday? E diga-se de passagem, revelação mais cantada ever. Enfim, 100 já foram, faltam 19. Sendo dois nesse ano… (Thiago Sampaio)

Chuck - Chuck Versus the Ring

Chuck: Chuck Versus the Ring (2×22)
Exibição: 27/4/2009
MVP: Sarah Lancaster e Zachary Levi

Escrevo logo após assistir o episódio final. E que final! Não sei se é a empolgação do momento ou a possibilidade de ter sido o último para todo sempre, mas adorei o que vi. As atuações, as reviravoltas, a seleção musical, os efeitos especiais. Tudo ficou muito bem encaixado.

Escrevendo mais do mesmo, Chuck é a prova que uma série pode ser clichê, criar reviravoltas previsíveis e mesmo assim ser altamente divertida e deixar com vontade de ver tudo de novo. Era óbvio que o casamento daria problemas, que a Sarah teria que optar entre Bryce e Chuck, que no final a Ellie teria seu casamento perfeito e que Chuck acabaria sendo um Intersect novamente. E, claro, os trabalhadores da Buy More teriam o seu momento ‘sem noção’. A diferença, mas uma vez repito, foi a execução. A série parece realmente ter se encontrado. Pena, que talvez, seja tarde demais. Mas não quero ser pessimista. Acredito numa volta, nem que sejam só 13 episódios.

Sarah Lancaster deu um show como a noiva arrasada na banheira e bêbada. Ela apareceu pouco mas arrasou. O ‘show’ ao som de “Mr. Roboto”, do Styx (música que descobri a existência quando descobri a VH1) servindo de fundo musical para a destruição da festa e a invasão do agente Casey e sua trupe também funcionou. E no final ver que até Casey pode ser enganado foi uma boa idéia. Agora, a grande sacada para mim foi o fato que agora Chuck sabe kung fu porque o novo Intersect lhe deu esse ‘poder’. Sensacional. Bem melhor que tentar nos convencer que em dois anos ele aprendeu a lutar da noite pro dia.

Cruzando os dedos por uma terceira temporada. Porque eu preciso de uma série que não me faça pensar e apenas alegre meu dia, assim, num flash. Rs. (Tati Leite)

The Big Bang Theory: The Vegas Renormalization (2×21)
Exibição: 27/4/2009
MVP: Jim Parsons e Kunal Nayyar

O que eu mais gosto em The Big Bang Theory é que mesmo nos episódios onde a comédia pura e simples não rola solta (quero dizer, quando você não ri o episódio inteirinho feito louca), o negócio consegue ser muito bom. E isso porque a série tem a capacidade de me deixar pra cima, feliz e descontraída sempre.

Impagável o Sheldon se movendo igual ao C-3PO, ou o tema de Superman enquanto o coitado procurava as chaves da porta do apartamento. Não tem jeito, quando o Sheldon aparece em cena, o episódio todo brilha. E embora a trama dos outros três nerds (que eu aprendi a amar e não sei mais viver sem) tenha sido meio capenga, permitiu a interação perfeita de Penny e Sheldon. Acho que fiquei com a musiquinha do gato bolinha de pelo que faz prrrr, prrr, prrr um dia inteirinho martelando na minha cabeça.

E antes que reclamem que eu não mencionei, a atriz Jodi Lyn O’Keefe fez uma participação especial como a prostituta Mikayla. Eu não assisto, mas ela é a Gretchen de Prision Break. (Mica)

Heroes - An Invisible Thread

Heroes: An Invisible Thread (3×25)
Exibição: 27/4/2009
MVP: Zachary Quinto

Heroes é uma coisa complicada. A série não está horrível nesta terceira temporada. Pelo contrário, eu gosto bastante de assistir aos episódios. O problema é que está faltando algo. Até enxergo consistência nos personagens e na maioria de suas atitudes, mas falta uma estrutura. Enquanto na primeira temporada nós sabíamos do que Heroes se tratava, agora ninguém sabe mais. Tudo bem, nesta temporada os mutantes foram perseguidos, escaparam, lutaram com unhas e dentes e finalmente conseguiram voltar ao estado anterior, ou seja, engambelaram o Presidente, recomeçaram A Companhia, eliminaram a ameaça Sylar e voltaram às suas vidas normais. Mas do que a série se trata mesmo? Para que a assistimos toda santa semana? Eu não sei mais, e isso é um defeito imperdoável.

Outra reclamação: de onde surgiu a doença do Hiro? Acho que a pior burrada que eles fizeram na série foi tirar os poderes de Hiro e Peter. Lidar com isso não está fazendo bem a ninguém, em especial à série.

De resto, o episódio em si foi muito bom de assistir, e muito absurdo em última análise. Embora eu tenha adorado saber que Nathan e Peter lutariam com Sylar, a verdade é que o vilão acabaria com os dois com um estalar de dedos. Pelo menos Nathan morreu, e nisso eu dou crédito a Sylar. E pudemos ver um sacada inteligentíssima do roteiro, que foi fazer Peter transformar-se no Presidente para poder capturar Sylar. Por outro lado, idiota manterem o vilão vivo, mas com a consciência de Nathan. Peter poderia ter feito o mesmo trabalho sem a necessidade de um plano tão arriscado e imbecil.

A grande pergunta é: O que nos espera o próximo volume, Redemption? Medo. (Mica)

Dollhouse: Briar Rose (1×11)
Exibição: 1/5/2009
MVP: Enver Gjokaj e Alan Tudyk

Para os que conseguiram ficar livre de spoilers sobre a identidade de Alpha, Briar Rose foi um soco na boca do estômago. Nada foi desperdiçado no episódio. O caso da garota Susan, que foi abusada e que não podia contar com um príncipe para resgatá-la, mas dependida de si mesma, foi uma analogia perfeita para o caso de Caroline/Echo e do príncipe roto Paul Ballard.

Inclusive, nunca senti tanta raiva de Ballard antes. Entendo que ele se sentia enojado por ter se aproveitado de Mellie, antes e depois de saber que ela era uma doll, mas nada justifica tê-la deixado para trás na Dollhouse (e isso depois de usá-la para chegar até o local!), escolhendo salvar apenas Caroline. No fundo ele é apenas um homem obcecado com uma mulher irreal, que criou na sua própria fantasia. E o irônico é que foi esta mesma mulher quem escolheu outro defensor e foi a responsável pela captura de Paul.

Mas o destaque mesmo ficou por conta de Stephen Kepler, o agorafóbico que na verdade era Alpha (Alan Tudyk simplesmente arrasou na pele do ativo psicopata) e que usou Paul como bode expiatório para conseguir fugir com Echo.

E, é claro, com Victor interpretando Dominic. Foi assustador de tão perfeito. E será que a Dra. Claire Saunders também é uma doll? Foi o que pareceu. (Mica)

House - House Divided

House: House Divided (5×22)
Exibição: 27/4/2009
MVP: Hugh Laurie e Robert Sean Leonard

Foi um ótimo episódio. House teve ótimas sacadas e grandes momentos cômicos, Chase apareceu por mais que 30 segundos, Wilson foi engraçado como nunca e até o paciente da semana foi interessante. Episódio irretocável? Não mesmo. Há algo importante em pauta…

Nesta temporada outro seriado médico, Grey’s Anatomy, de maneira absurda utilizou um personagem morto em diversos episódios. E o fantasminha camarada transou até com uma das protagonistas. Algo ridículo e que desagradou 99% dos fãs dessa série.

Pois bem, justo no momento em que sua qualidade está sendo posta em xeque, House resolve utilizar do mesmo artifício que outra série do mesmo gênero (há controvérsias) e tão recentemente fez: trazer de volta um personagem que morreu e que era bastante popular entre os fãs. Logo, deu que Amber, a Cobra Cascavel, está de volta.

Vale o risco? Não me entendam mal, o argumento em House foi sensacional: Greg sabe que está lidando com seu subconsciente, os insights são “ao vivo” e seus planos mórbidos estão vindo à tona na figura de Amber. Só que de certa maneira imitar Grey’s, e em algo que deu tão errado, não é perigoso? Mal comparando, já imaginaram Jack Bauer conversando com David Palmer? Pode até ser curioso e resultar numa boa história, mas a longo prazo, isso vai custar caro. Ainda mais se no momento você está em xeque. (Thiago Sampaio)

Private Practice - Yours, Mine & Ours

Private Practice: Yours, Mine & Ours (2×22)
Exibição: 30/4/2009
MVP: Amy Brenneman e Amanda Foreman

Com um finale que serviu mais como um teaser para a próxima temporada, Private Practice deixou praticamente todas as histórias em aberto, com a exceção de Dell, que conseguiu sua filha de volta, mas ainda assim, sabe-se lá por quanto tempo.

Addy quase transou com Noah mas acabou desistindo na última hora, algo que por mim ela já devia ter feito à muito tempo. E sinceramente, não entendi muito porque Shonda Rhimes fez essa história durar tanto! Eu não gosto nem um pouco da pessoa que Addison está se tornando (ou sempre foi) e sei que outros fãs da série também não gostam nem um pouco.

Já Naomi resolve cortar os laços de vez e ir para o lado do “inimigo”. E isso sim, é uma história que faz sentido para o personagem, porque apesar de eu não gostar nem um pouco de ver a clínica sem Naomi, depois de tudo que aconteceu com a clínica e o Sam, talvez seja mesmo a melhor coisa a se fazer. A não ser que ela ainda goste de Sam, o que tornaria tudo bem diferente.

Além disso, essa decisão resultou em algo bem interessante: finalmente alguém disse pra Charlotte que eficiência fria não é tudo, e que as pessoas também precisam de um pouco de inspiração pra trabalhar. E por mais que parta meu coração ver uma das minhas personagens favoritas levar um tapa na cara, eu espero que ela use isso pra se tornar ainda melhor no que faz.

E sim, deixei para o final os grandes acontecimentos. Violet finalmente aceita a felicidade e se declara pro Pete e assiste imóvel a tudo ser destruído alguns moimentos depois. Private Practice usou bem os pacientes recorrentes nessa temporada, e quando Katie voltou nesse episódio já dava pra imaginar que algo ruim fosse acontecer com Violet. Eu só não imaginava que fosse tão ruim! Katie deu uma de meninamá.com e resolveu fazer uma cirurgia caseira em Violet, pra tirar o que segundo ela, era o seu bebê roubado. A série se superou na loucura, e alguns até podem dizer que ela exagerou, mas uma coisa é certa: com certeza estarei lá, no início da terceira temporada, pra saber o que aconteceu com o bebê de Violet. (Julia Mathias)

Grey’s Anatomy: No Good at Saying Sorry (5×21)
Exibição: 30/4/2009
MVP: Ellen Pompeo, Katherine Heigl e Sharon Lawrence

O 21º episódio dessa quinta temporada de Grey’s foi sobre família, e apesar de esse ser um tema muito explorado em todas as séries, sempre rende alguma coisa boa. Família sempre é complicado.

Eu entendo perfeitamente a situação de Izzie. Robbie, sua mãe, não é uma pessoa ruim ou uma mãe negligente. Pelo pouco que Sharon Lawrence apareceu, ela se mostrou bem carinhosa e preocupada (e extremamente divertida, de uma maneira constrangedora). Mas ela é muito mais vulnerável emocionalmente que a própria Izzie, e acaba demandando atenção e força da filha mesmo quando sua intenção é consolar e cuidar. Izzie prefere tê-la a distância, mas de todos os pais que apareceram nesse episódio, ela consegue ser a melhor.

Thatcher, o pai de Meredith e Lexie consegue se inserir de volta na vida da caçula, e esta aceitação da Lexie, mesmo depois do que ele a fez sofrer, também é compreensível. Ele é o único pai que ela tem, o homem que a criou. E para Meredith, que virou as costas e saiu, ele nunca foi nada além de uma lembrança distante, de alguém que como Richard pôs a si mesmo antes dela. Foi tocante a maneira como ela reagiu ao caso da menininha, e sua reconciliação com o Chief foi catártica. A personagem cada vez se fortalece mais e não pára de crescer no meio conceito. E a série também. (Thais Afonso)

Gossip Girl - Southern Gentlemen Prefer Blondes

Gossip Girl: Southern Gentlemen Prefer Blondes (2×22)
Exibição: 27/4/2009
MVP: Leighton Meester

No episódio de Gossip Girl dessa semana o grande tema foi confiança. Confiança que Serena tem em Gabriel, até demais, mesmo o conhecendo tão pouco. A história de Gabriel parecia mal contada desde o início então não fiquei nada surpresa quando vi que ele estava tramando um golpe com a Poppy. A única coisa que não entendo é o que a socialite ganha com isso. Ela já não tem dinheiro o bastante? Pra que correr esse risco?

Confiança que falta a Nate, e o faz agir, e o Chuck bem o disse, como um animal marcando território. Eu até entendo que deve ser difícil pra ele ver os dois juntos, já ele e Blair não tem nem um terço da química que Queen B tem com Chuck, mas ainda assim odiei quando ele disse pro Chuck pra ficar longe, como se a Blair fosse propriedade dele.

Confiança que sobra Rufus, entrando em mais um negócio furado. Aliás eu não entendo como uma pessoa pode botar tanto dinheiro em alguma coisa baseado apenas em uma conversa de festa, mas tudo bem, são coisas que acontecem no mundo das séries.

E por fim sobra a pessoa que ninguém em sã consciência deveria confiar: Georgina! Ela acabou surgindo só no final do episódio, numa espécie de retiro cristão bizarro, ou algo do tipo. Não entendi porque os roteiristas vieram com toda esse história de “salvação” se foi só o Chuck tocar no nome da Blair que a garota (aparentemente) voltou a ser como sempre foi. Veremos se essa ambiguidade será trabalhada melhor no próximo episódio. (Julia Mathias)

One Tree Hill: A Kiss To Build A Dream On (6×21)
Exibição: 27/4/2009
MVP: Sophia Bush

Ok, a Sophia Bush realmente se supera a cada episódio. A história que foi selecionada para o personagem esta temporada esta sendo bem desenvolvida e acredito que o desfecho irá nos surpreender. E é sempre na presença de bitchtória que temos o melhor do personagem.

Assim como o desfecho para Lucas e Peyton, porque a cada episódio fico na dúvida em que acreditar: em um final feliz ou na tragédia que sempre atinge aos moradores de Tree Hill.

Outra história ótima, como todas que envolvem o pequeno Jamie e o Skills são divertidas, e ver os dois sofrendo por amor. Cada cena mais adorável que outra.

Nathan e Haley, e seus futuros profissionais, as suas escolhas e seus sonhos. Nathan com a NBA e Haley sendo cantora. Neste episódio tivemos Nick Lachey querendo gravar uma composição da Haley e Nathan recebendo uma oferta para a liga européia. Haley diz sim ao Nick e Nathan diz não a Europa.

E também tivemos de volta o drama adolescente com Mia e Chase. O motivo: claro que é Brooke. Sempre é sobre ela e seus casos.

E onde estará Dan? Já morreu e esqueceram avisar? (Bárbara Reis)

Criminal Minds - The Big Wheel

Criminal Minds: The Big Wheel (4×22)
Exibição: 29/4/2009
MVP: Alex O’Loughlin e Jake Cherry

Eu adorava o Alex O’Loughlin em Moonlight. Então estava bem ansiosa por esse episódio, mesmo não sabendo exatamente o quê esperar. A verdade é que apesar de curtí-lo na série sobre vampiros, acho que O’Loughlin nunca atuou tão bem quanto aqui. Seu serial killer que sofre de transtorno obsessivo compulsivo é totalmente diferente de Mick St. John.

Ele é assustador, mas a atrai a nossa simpatia, o que é essencial quando se trata de um episódio mais focado no unsub do que no time e seu trabalho. Durante os quarenta minutos em que seguimos o desenrolar da estória de Vincent, que não consegue parar de reproduzir o assassinato de sua mãe e pede ajuda a BAU através de vídeos, O’Loughlin é a grande estrela, e ele nunca deixa a desejar, especialmente quando se trata dos maneirismos do personagem.

O único que consegue se igualar a ele e roubar a cena é o garoto Jake Cherry, que mostra-se um talento precoce na pele do filho cego de uma das vítimas de Vincent.

O final tenso e comovente é a cereja no topo desse ótimo episódio, que entra para a lista de um dos melhores da temporada com facilidade. (Thais Afonso)

24 Horas: Day 7: 3:00 A.M. – 4:00 A.M. (7×20)
Exibição: 27/4/2009
MVP: Kiefer Sutherland

Quando acho que não tem como melhorar, a presidente Taylor reativa a CTU. Contudo, somente veremos o desenrolar desta história na próxima semana. Analisando a temporada até o momento, a história que foi posta a Tony quase faz sentido. Tomara que nos episódios finais, os roteiristas consigam nos convencer da volta dele. Agora, se pedissem a minha opinião, Tony bem que podia matar a filha da presidente e a chata do FBI que fez o Jack perder o controle e falar o nome do presidente Palmer duas vezes.

Hodges não morreu, revelando tudo que já sabíamos. Um novo plano está em prosseguimento e CTU é a única esperando do governo americano. Isso que é ironia.

E a filha da presidente vai aprontar e acabar matando a família do Hogdes. Justiça?

Será que a Kim vai aparecer novamente? Ela foi a grande surpresa nesta temporada. Nada de seguestros, tentativa de assassinato e nem rebeldia. Por esses motivos, ela e a pequena Terry deveriam aparecer mais. (Bárbara Reis)

Law & Order: Criminal Intent - Rock Star

Law & Order: Criminal Intent: Rock Star (8×02)
Exibição: 26/4/2009
MVP: n/a

Podemos dizer, com certeza, pelo menos duas coisas sobre o episódio: primeiro que a intenção de criar uma persona interessante para Jeff Goldblum foi maior que a história do episódio; segundo que o sotaque foi britânico demais, dissonante até. Até a Juliane Nicholson me pareceu ter sotaque a certa altura do episódio.

A idéia de que o detetive Nichols é um gênio já não funcionou no primeiro bloco, talvez pelo exagero na hora de mostrá-lo como desastrado – como se toda pessoa inteligente demais fosse ruim de coordenação. E ele foi sendo meio idiota até os minutos finais, quando ele teria a resposta para o criminoso, digo, criminosos, da noite.

E aí a história de gênio morre por terra: alguém mais não sabia que o novo talento da república de músicos estava relacionado com os crimes? Certo, eu não imaginei que o antigo roqueiro estivesse, mas, no andar da carruagem, isso se tornou lógico.

Apesar disso, consegui ver algum potencial na nova dupla de detetives, na verdade fiquei até surpresa de ver esse potencial, já que assisti ao episódio com baixa expectativa. Mas os roteiristas precisam esquecer a estrela de Goldblum e melhorar a história para que deixe de ser apenas potencial. (Simone Miletic)

NCIS: Legend – Parte 1 (06×22)
Exibição: 28/4/2009
MVP: Mark Harmon e Chris O’Donnell

Eu sempre fico curiosa em como os escritores apresentarão novos personagens de uma nova série sem prejudicar a história da série principal. A solução foi a de sempre: dividir o elenco. McGee e Gibbs interagindo diretamente com a ‘nova’ equipe enquanto o resto da equipe ajuda a distância.

Sobre a nova equipe, de cara eu gostei do Nate e confesso que Chris O’Donnell me surpreendeu, parece que ele não vai fazer mais do mesmo (e ele tem talento pra isso). Fiquei curiosa para saber a relação dele com o Gibbs. E, assim como McGee, fiquei empolgada com o novo equipamento. (Tudo bem que CSI:Miami usa direto, com um pouco mais de cor. rs)

A grande sacada do episódio (apesar de previsível) foi fazer uma ligação entre o segredo de Ziva e o ‘crime da semana’. Assim, na segunda parte, acredito, haverá uma interação maior de todos.

Tony, mais uma vez, começou agindo como um bobão para no final nos lembrar que não é a toa que é sucessor de Gibbs. Se faz de fofoqueiro e chato para atingir um objetivo: no caso, descobrir o que Ziva esconde. E tanta desconfiança faz todo sentido levando em conta que o ano começou como uma traidora dentro do time. Não que eu acredite que seja o caso de Ziva. E aposto que Gibbs sabe a verdade, porque Gibbs sabe tudo. (Tati Leite)

In Plain Sight - Gilted Lily

In Plain Sight: Gilted Lily (2×01)
Exibição: 19/4/2009
MVP: Mary McCormack

Realmente um episódio digno de estreia de nova temporada. 48 horas após o seu seqüestro, a morte do “cunhado” e da vistoria do FBI, Mary está de volta num caso antigo, mesmo estando de licença. As mudanças de humor trouxeram diversão ao episódio. E a história conseguiu prender a atenção.

Um caso de 17 anos atrás vem a tona, com a morte de Lily, mãe de três filhos e viúva. Ela foi baleada por um motoqueiro e perdeu o marido na mesma noite. Após todos estes anos descobre que o marido escondeu moedas preciosas e isso causa o seu suicídio e quase leva a morte de toda a sua família. E foi o que causou a morte do seu marido, é o que descobrimos no final do episódio.

Mary e Marshall, com sua dinâmica mais que perfeita, transmitiram o caos que se torna a vida de um agente federal após uma experiência traumática. E no final deste episódio derramei uma lágrima e espero ansiosa pela próxima legenda.

Ah, e a nossa querida Paris de Gilmore Girls também estava no episódio. Bom demais! (Bárbara Reis)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

19 Comments

  1. Victor Hugo

    One Tree Hill foi muito bom.. mas o motivo da briga entre Mia/Chase foi infantil.

    Lost foi Lost como sempre supreendente.

    Fringe foi o melhor até agora me refiro ao epi 1×18- Midnight.

  2. Eduardo

    O princípio do “course-correction” sempre surte efeitos em Lost, não importa qual o rumo que os personagens tomem, invalidando parcialmente um pouco o conceito de livre-arbítrio.

    Por mais que Faraday tentasse mudar o rumo dos acontecimentos, eles iam acabar mordendo ele por trás. Não havia como Eloise não atirar, afinal aquilo já havia acontecido, e não havia como reverter. Faraday cumpriu seu papel e representou uma ameaça física para os hostis.

    Quanto a troca de tiros, vale lembrar que a iniciativa Dharma não é tão inocente, e o nível de paranóia de gente como Radzinsky favorece situações como essa. Faltando 3 horas para fim de temporada, não há dúvidas de que tudo ainda pode escalar para pior.

    Foi um bom 100º episódio. Não foi escrito para dar a sensação de que fosse. Foi apenas mais um capítulo da história dos sobreviventes e sua jornada nos anos 70.

    Por sinal, adorei a aparição da Enterprise no logotipo de Lost. Bela referência ao filme de JJ Abrams.

  3. anderson

    To tentando achar um adjetivo a altura para esse espisodio de LOST.
    Pq eu nao penso nele como o episodio 100, pq lost nao é feita com a possibildade de termos episódios comemorativos.

    mas foi um episodio beirando a perfeiçao, não entendi o porquê de uma crítica tão fria.

  4. Fabio Peixoto

    LOST
    Ainda não vi (MEDA de spoilers…), por isso nada a declarar.
    .
    .
    DOLLHOUSE
    Mica, concordo 100% com a sua review. Menos no título do episódio, que é “1×11 – Briar Rose” ;)

    Episódio simplesmente perfeito, daqueles de deixar com muita raiva, exatamente pelo fato de que a série deve ser cancelada logo em seu melhor momento.
    .
    .
    24 HORAS
    Caminhando para um final de temporada tão bom e eletrizante quanto foi o da 5a.

  5. Mica

    Dollhouse: Ai, erro meu, Fabio, desculpe. Eu provavelmente estava com a cabeça nas nuvens quando escrevi as reviews, pois revisei tudo um milhão de vezes e ainda passou erros crassos como esse. Que vergonha!!
    Antunes, você pode corrigir para mim, por favor? (Dollhouse – Briar Rose (1×11)

    O que me dá muita raiva é esse imediatismo do público. No passado as pessoas esperavam uma série engrenar, montar a sua história para então decidirem se gostavam dela ou não. Dollhouse, admito, começou devagar e demorou alguns (poucos, nem foram tantos assim) episódios para começarmos a nos identificar com os personagens e com a história como um todo, mas a coisa enfim aconteceu. Entretanto, o público imediatisma e sem vontade de pensar de hoje em dia, sequer deu chance da série demonstrar o quanto pode crescer.
    E se for cancelada, vai pro beleléu no seu melhor momento.
    Nossa, só de lembrar dos trejeitos perfeitos do Victor encarnando o Dominic eu me arrepio. E embora eu soubesse que o Alan fosse o Alpha, eu fiquei pasma mesmo assim. Nossa, o cara estava muito bem! E que corpo, Senhor amado! O Alan disse que teve que malhar um bocado para fazer jus ao dublê que usaram nos episódios iniciais.
    Mas o que eu quero saber mesmo são três coisas:
    1) Saunders é Whiskey, uma doll?
    2) Como ficará November agora que foi chutada por Paul?
    3) O que acontecerá com o Victor?

    LOST: Eu tenho cá comigo que a Eloise só permitiu que o filho voltasse a ilha, pq a morte dele colocaria em movimento importantes acontecimentos, que inclusive é da morte dele que depende a vida do filho dela enquanto pequeno.
    Eu sei da frieza de Eloise, mas não acredito que ela tivesse mandado o filho rumo à sua própria morte apenas por obsessão com a ilha.

    NCIS: Eu sempre acho estranho quando outras equipes de outros seriados aparecem, mas gostei muitíssimo da nova equipe. Macy parece meio chatinha, mas talvez seja por causa da presença do Gibbs. A interação do novo grupo, entretanto, pareceu super afinada, e eu adorei o Chris O’Donnell como Callen (é isso, né?)
    Mas desde o princípio eu achei que o tal Michael tivesse metido nessa história.
    Só não gostei (ao contrário de todo mundo com quem conversei) da nova super tela. Hi-Tech demais para o clima de NCIS. Me incomodava.

    Grey’s Anatomy: Não gosto dessa mania que eles tem de sempre fazer os pais tão defeituosos (sabichões demais ou limitados demais). Será que não podemos ver um pai/mãe decente e um bom relacionamento pra variar?

  6. Pedro Paulo

    sinceramente, não entendi muito porque Shonda Rhimes fez essa história durar tanto! Eu não gosto nem um pouco da pessoa que Addison está se tornando (ou sempre foi) e sei que outros fãs da série também não gostam nem um pouco.

    JÁ FALEI E REPITO QUE ADDISON NÃO É MAIS O DESTAQUE DA SÉRIE HÁ MUITO TEMPO. ESSE ÚLTIMO CASINHO DELA FOI UM SACO E NÃO DEU EM NADA, PARECIA ENCHEÇÃO DE LINGUIÇA. MAS A SÉRIE ESTÁ NUM RITMO EXCELENTE. MAS PRECISAM DAR UM FOCO MELHOR PARA A ADDISON, QUE PARECE MEIO “PERDIDA”.

  7. Mica

    Eu não assisto Private Practice (contenção de downloads), mas o que tem mudado na Addison para todo mundo reclamar?

  8. ALESSANDRA

    É IMPRESSAO MINHA OU TIRAM O CHUCK DA WANNER? pq EU ADORAVA ESSA SERIE E NUNCA MAIS VI PASSAR, CANCELARAM AKI NO BRASIL FOI? ALGUEM PODE ME DIZER?

  9. Julia Mathias

    Além dela ter perdido totalmente aquele ar de “mulher fatal”, ela está envolvida em um adultério novamente, e como o Pedro Paulo falou parece totalmente perdida na série. Não juntaram ela com o Pete, não juntaram ela com o Kevin (policial que era o pai da Rory em Gilmore Girls), e agora fazem ela ter um caso com um cara casado? A storyline dela nessa temporada foi a pior.

  10. Ana

    House.
    Hum… eu sou uma das fãs da Amber, então, preciso dizer que a presença da Anne Dudek foi simplesmente FORMIDÁVEL. Adorei ela e o Hugh Laurie interagindo juntos.
    O que dizer de um episódio em que a 13 não foi um pé no saco, a Cuddy parou com essa de ‘adolescente apaixonada’, Cameron e Chase apareceram muito mais e.. o Wilson está completamente bêbado? Sério, foi muito bom. Tive medo desse plot à lá Grey’s, mas confesso que ficou interessante.

    Gossip Girl
    Meu Deus, como a Serena é IRRITANTE, mas confesso que o episódio valeu a pena só por causa do finalzinho em que a G aparece! Ela é uma das vilãs que eu AMO odiar.

  11. Vera

    Chuck e Leverage são as séries que assisto pra me sentir feliz. Eu amo Supernatural, todo mundo sabe disso, mas a série tem me deprimido demais.

    Então, por favor TPTB, renovem Chuck! Leverage eu já tenho garantida!

    Dean Winchester rocks!

  12. Fernando dos Santos

    Lost- eu estou achando que os sobreviventes não conseguirão evitar que a rocha seja perfurada e este evento acabará por jogá-los de volta aos dias de hoje.

    Chuck-legal esta idéia de transformar o Chuck num Bruce Lee.

    Primeval-por favor voltem a fazer reviews desta série.

  13. Jorge P. - DF

    Lost – eu acho tanta coisa e não acho nada. Esta temporada bem irregular, com mais episódios ruins do que bons está terminando. Que bom. Até uma revelação que deveria ser surpreendente ficou tão óbvia que perdeu a graça.
    Uma pena ver bons seriados como Lost, Supernatural, Ghost se perdendo pelo caminho.

  14. Francisco Costa Neto

    Heroes – Não entendi a razão de não terem recuperado a vida de Nathan com o sangue de claire. Não foi o que aconteceu na 2ª temporada com o Noah, após morrer com um tiro no olho? Outra coisa que não me saiu da cabeça: ok, Peter tocou Sylar e replicou seus poderes. E a partir de agora, se ele tocar outro, como Matt, por exemplo. Perde os poderes adquiridos e passa só a ler e controlar mentes?

  15. Mica

    Acho que tem que ser mais ou menos intencional, pelo menos depois dele ter aprendido a controlar o poder.
    Mas até agora não gostei do Peter ter perdido os poderes. Se é para o Sylar manter os dele, deveriam ter mantido os do Peter também, ou pelo menos ele ir reencontrando-o aos poucos.

    Nathan poderia ter voltado com o sangue da Clair (ou do próprio Sylar), Peter (no caso do Nathan permanecer morto) poderia tomar o lugar do irmão só para convencer o Presidente e depois “morrer” de alguma causa natural, enfim, qualquer coisa menos manter o Sylar vivo.
    Quero dizer, eu fico feliz do Sylar estar vivo e tal, mas que foi incoerente foi. E mais incoerente foi o Noah ter aceitado. A Angela estava em choque com a morte do filho, mas Noah? Não deveria ter concordado com aquilo de jeito nenhum.
    E falando sério, se eu fosse mãe, não gostaria de ver o homem que matou meu filho todos os dias, mesmo que ele tivesse o rosto do meu filho e pensasse ser ele. (e mesmo que aprendesse a perdoá-lo, seria um sentimento diferente, não um amor de mãe e filho, o que torna a atitude da Angela mais absurda ainda)

    Hiro está doente por ter usado demais seu poder (e isso depois de usar muuuuuito mais antes de perdê-los). Quer dizer que outros também podem adoecer? Ou é só ele e talvez Peter, por terem perdido e readquirido parte deles?

  16. Leonardo Toma

    Law & Order: Criminal Intent
    Simone, sotaque britânico demais? Como assim? Pelo que ouvi só o roqueiro decadente que era british…

    E sobre o Det. Nichols, eu até gostei dele. Vai ser interessante a interação dele com a Wheeler. Ela meio que vai ser o contraponto sensato do seu parceiro, como a Eames é com o Goren.

    House
    Eu estou realmente ficando cansado desses personagens que voltam da morte. Se os escritores gostam tanto do personagem, por que matou então?

  17. Lara Aurich

    Eu estou realmente ficando cansado desses personagens que voltam da morte. Se os escritores gostam tanto do personagem, por que matou então? (2)

    A coisa mais óbvia mas que parece que os roteiristas só conseguem pensar depois que já fizeram a merda. Uma vez que o personagem está morto não há muito que fazer, aliás, tem sim, pode virar uma novela do Manoel Carlos e o fantasma pode aparecer até o ultimo capitulo.

  18. Julia Mathias

    Jorge P. como assim Supernatural está se perdendo? Eu até entendo que algumas pessoas não gostem do aldo mais sci-fi de lost, apesar de eu estar gostando abstante dessa temporada, mas Supernatural? A série só está melhorando, e MUITO!

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