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Rookie Blue – Might Have Been

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Série: Rookie Blue
Episódio: Might have been
Temporada:
Número do Episódio: 2×02
Data de Exibição nos EUA: 30/06/2011

E veio o segundo episódio de Rookie Blue, que confirmou muito do que eu falei aqui na semana passada. Houve, inegavelmente, um amadurecimento dos personagens, embora não de todos.  Outra coisa que se confirmou é que as histórias dessa segunda temporada estão sendo mais bem conduzidas. E estou gostando do espaço que eles estão dando para os personagens: quem não apareceu tanto na estréia da temporada, teve mais destaque nesse episódio.

O episódio começou com os policiais atendendo um chamado em uma boate. E foi esse chamado que originou todas as tramas desenvolvidas no episódio: os casos de agressão doméstica e de venda de drogas. Apesar do final de ambos os casos serem, até certo ponto, previsíveis, achei interessante a forma como eles se desenvolveram, especialmente o caso das drogas.

Esse caso da venda de drogas no interior da badalada boate de um ex-policial foi o centro do episódio, e rendeu os melhores momentos de Might Have Been. Andy e Gail estiveram ótimas trabalhando disfarçadas (muito melhor do que na última vez, na qual se disfarçaram de prostitutas).

 

Outro ponto positivo do episódio foi mostrar que o caso não se resolveu em uma noite. Muitas vezes, quando assistimos seriados policiais, ficamos com a impressão de que tudo é fácil de resolver, por mais complexo que o caso seja. Em ‘Rookie’, foram necessárias três noites de trabalho sob disfarce para se chegar à uma conclusão. E fiquei com a impressão que a história do ex-policial Murphy ainda tem como render mais, já que, pelo discurso de Shaw, fica claro que não serão obtidas provas contra ele (vocês já notaram que em toda série policial usam esse gancho de ex-parceiro criminoso? Apesar de batido, achei interessante a introdução da temática, já que deixou Shaw, que é um bom personagem, mais em evidência).

Um dos pontos altos do episódio, como bem anotado por Swarek no final do mesmo, foi que Andy agüentou o tranco e não se revelou, nem sob pressão. É interessante notar o crescimento de MacNally. Na 2ª temporada, ela tem sido peça chave na solução dos casos. Na 1ª temporada, constantemente, era ela que colocava tudo em risco. Espero que esse crescimento continue.

O outro caso do episódio foi conduzido por Dov que, mais uma vez, ultrapassou a barreira entre policial e cidadão. Na 1ª temporada ele já havia feito isso inúmeras vezes. Mas, dessa vez, parece que as conseqüências serão mais sérias, já que ele foi colocado sob supervisão. Como ele mesmo falou no final do episódio, não importa se ele estava mesmo certo sobre a personalidade violenta do namorado da vítima, ele não deveria ter agido como agiu. Agora, nos resta esperar para ver se Epstein aprenderá a manter-se mais distante dos casos, ou se continuara agindo sob impulso, motivado pelo seu grande coração (sinceramente? Acho que é da personalidade dele ser assim).

Enfim, gostei desse episódio. Se continuar assim, essa 2ª temporada promete muito mais que a 1ª.

PS: mais uma vez, a interação entre Andy e Swarek proporcionou ótimos momentos no episódio. É muito divertida a forma que eles tem de demonstrar o carinho um pelo outro: através de sarcasmo, ironia e longas trocas de olhares carregados de significado.

PS2: achei interessante a forma como inseriram histórias para serem desenvolvidas no decorrer da temporada. Noelle deixou evidente que tem algo por trás da sua decisão de não correr atrás do posto de sargento (seria o bebê que ela quer desde o início da série?). Também precisa ser explicado o rompimento de Luke e Joe, já que todo mundo fala muito do quão maravilhosos eles eram juntos, e ainda não ficou evidente o porquê do término (embora tenhamos recebido uma pista de que a culpa foi dela). E ainda fomos premiados com um ‘revival’ de Trace e Barber. Viram? Ainda tem muita coisa boa pra vir por aí!

Ah, e o próximo episódio promete muita tensão. Curioso? Confere a promo legendada aqui

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

1 Comment

  1. Lara Lima

    Mari, o que mais gostei do episódio foi Traci e Barber! Amooooo os dois!! Acho lindo o carinho, o desejo de estar junto, mas não poderem. 

    Mas no geral eu gostei também. Como te disse em pvt, gosto de Luke e Andy, mas reconheço que a química com Swarek é ótima e mais cedo ou mais tarde eles vão viver uma história.

    Só achei previsível a trama envolvendo Dov. Além de óbvio demais, o ator tem uma carinha de criança que impede eu simpatizar com seu personagem. 

    E que venha os próximos episódios!

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