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Reviews

Rookie Blue – Messy Houses e Coming Home

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Série: Rookie Blue
Episódios: Messy Houses e Coming Home
Número dos Episódios: 3×05 e 3×06
Exibição nos EUA: 05/07/2012 e 12/07/2012

Não, pessoas. Eu não abandonei Rookie Blue. Minha agenda só tá meio bagunçadinha mesmo. Mas como vocês não tem culpa alguma, cá estou eu, correndo atrás do prejuízo e tentando colocar as reviews em dia. A má notícia é que ainda não consegui assistir o episódio da semana passada, então ainda não estou em dia. A boa notícia é que hoje passa mais um episódio nos EUA, então até sábado sai mais uma review dupla e faremos as pazes. Ufa!

Gostei bastante de Messy Houses e Coming Home. Achei que os dois episódios tiveram uma temática semelhantes, sobre (re)contrução da vida e seguir adiante, deixando o passado pra trás, ou nem tanto. E acho que a série tem mostrado um grande amadurecimento, com tramas mais sólidas. Certos aspectos que me incomodavam estão desaparecendo e, consequentemente, tenho gostado cada vez mais do que eu vejo.

Em Messy Houses, uma surpresa. Ou melhor, duas! Revimos o pai de Andy – que teve papel importante na 1ª temporada, com seu alcoolismo e suas confusões – e ficou bem apagadinho depois. A boa notícia é que o velhinho vai bem, e até tem uma nova namorada. A segunda supresa foi a aparição da mãe de Andy. E foi assim, de surpresa mesmo. No meio de um caso de uma família confusa, cujos pais bagunçadíssimos prejudicavam o crescimento dos filhos.

Embora o caso não tenha prendido minha atenção como o de Coming Home – quem não sabia que a mãe tinha “participação” na perturbação do menino? -, o andamento foi satisfatório. Especialmente porque no melhor estilo Grey’s Anatomy de viver, os casos tiveram completa relação com o que nossos personagens delicinhas estavam passando.

Gostei de ver Oliver abrindo o coração pra Dov, pra ajudar o mais “frágil” dos “novatos”, a superar seu trauma. E gostei de ver Andy enchendo a mãe de indiretas relacionada ao caso das crianças e a seu abandono. Achei só que a policial aceitou rápido demais se relacionar com a mãe, mas até isso é compreensível.

Ah, preciso dizer que tive peninha de Chris, descobrindo sobre Gail e Collins. adoro ele e o coração gigante dele, e ficou meio evidente que ele ainda sofre pela ex-namorada, muito embora ela tenha se “envolvido” com Dov. E a faceta garanhão dele só deixou isso bem claro.

Até Traci não tem me incomodado. Acho que essa fase de assistente de detetive trouxe muiiiiiiitos benefícios à personagem, que cresceu consideravelmente. Mas confesso que essa “crise conjugal” dela com Barber me incomoda um pouquinho. O detetive tem caído no meu conceito, exponencialmente. Especialmente pelo ocorrido no episódio seguinte.

Em Coming Home – que episódio! -, os holofotes ficaram sobre Oliver. E eu adorei esse fato novo. A trama da filha que se desencaminha pela ausência do pai em casa não é nova, mas nem por isso foi menos tocante. E propiciou momentos de amizade entre Sam e Shaw, o que adoro. O drama do policial me comoveu bastante, e torço pra que ele volte pra casa e consiga exercer o papel de pai.

Nesse episódio tivemos a confirmação, ainda, de que Andy e Swarek estão cada vez mais casal. E como eles são fofos juntos! Enquanto Andy tenta se relacionar com a mãe e se acostumar com sua fase mais “bagunçada”, Sam fica ao seu redor, tentando protegê-la. Querem coisa mais amada do que essa? É claro que investigar a mãe da namorada sem avisá-la não foi a decisão mais inteligente do mundo, mas morri de amores quando ele disse que não queria que Andy sofresse novamente, por isso ele agiu. E ele assumindo que estava errado demonstrou que o casal tem, sim, muito futuro. Estou até repensando minha ideia anterior, que era no sentido de que os roteiristas separariam o casal, em breve.

Estou curiosa, e cada vez mais, sobre a família do Sam. Quero saber porque ele evita tanto o assunto, então torço pra que McNally dê uma brecha pro namorado tocar no assunto, logo.

Meu dó de Chris continuou, no episódio. Pobre garoto, tendo que lidar com a confirmação de Gail sobre o affair dela com Nick. E isso mexeu um pouquinho na dinâmica entre os colegas, mas o coração de Chris, mais uma vez, foi maior que  os sentimentos dele. E isso resultou numa rápida aproximação entre o garoto propaganda da policia e o ex-militar, que também é ex-novato. Progrediu rápido na carreira, e merecidamente. Acho que ele e Gail combinam. Mas senti a loira um pouquinho mexida pelo interesse do ex. Mas pode ser só ilusão da minha cabeça shipper, é claro. Aliás, tem grandes chances de ser!

Sobre Barber, preciso dizer que apesar dele ser o detetive “instrutor”, e Traci ser sua “aprendiz”, acho abuso a questão do café, de ficar deslocando ela pra serviços menos importantes. Porque quando a coisa aperta é pra ela que ele recorre. Por isso não gostei da atitude de Traci, de se desculpar com ele. Entendo que há uma hierarquia entre eles, mas abuso de posição hierarquica é osso. Enfim, ela fez isso mais pelo bem do namoro do que pelo bem da carreira, e isso que me incomoda um pouquinho.

Dov… bom, ele é o Dov, né? Então não espero nada menos do que confusão constante partindo do policial. E não sei onde vai parar essa história dele com a irmã da sua vítima. Tá tornando a vida de ambos mais complicada, em uma relação de co-dependência. No final do episódio fiquei com a pulga “será que eles se envolverão romanticamente?” atrás da orelha, principalmente porque Dov tem mantido, infelizmente, Sue afastada. Torço pra que Epstein se recupere rápido, e pra que sua vida seja menos repleta de dramas. Mas acho que isso não vai acontecer.

Pra finalizar, preciso dizer que Noelle e Frank estão meio sumidos, mas isso não me incomoda. A rotatividade de personagens foco é super saudável ao seriado.

Até breve, muito breve.

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

1 Comment

  1. Maria Regina

    Ótima review, Mariela. Adoro Rookie Blue e aguardo ansiosamente os novos episódios.
    Claro que estou amando a relação entre a Andy e o Sam. Acho eles muito lindos juntos.
    Adoro o Chris e morri de peninha dele pois a Peck come;cou uma conversa que deu alguma esperança para ele e ela sai com o Collins, que tem muito mais a ver com ela.
    O Dov é o Dov, sempre em confusões.
    Também gosto muito do relacionamento do Sam e do Oliver e aquele foi um bom episódio, mostrando um pouco da vida do Shaw. 
    Também achei ridículo o comportamento do Jerry, de quem eu gosto, em relação a Nash. Ciúmes por ela ser agora também detetive? Sei lá.
    E acredito que o Frank e a Noelle vão aparecer mais quando o bebê nascer.
    Nossa, como eu escrevi! Mas é porque acho essa série muito gostosa de se ver.

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