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Reviews

Rookie Blue – Homecoming

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Série: Rookie Blue
Episódio: Homecoming
Número do Episódio: 4x02
Exibição nos EUA: 30/05/2013
92
4.6
2

Rookie Blue começou bem esse quarto ano. A premiere foi um episódio bom, e Homecoming foi bem bacana, também.

A única storyline que me cansa nesse início de temporada é a do Diaz. E isso me entristece, já que eu adorava o personagem, especialmente nas duas primeiras temporadas. É evidente que o policial não irá embora para Timmins, por isso acho desnecessário ficarem dando tanto destaque para essa história. Mas confesso também que tenho dó dele. Sua vida é na 15ª, junto dos amigos. E na conversa dele com Dov confirmamos o que já suspeitávamos: ele está infeliz com Denise. O sacrifício é, então, pelo pequeno Christian, para que ele cresça em um ambiente menos violento e mais saudável. Ainda assim, só espero que esse plot se finalize logo, mesmo que seja para Diaz ir embora de vez. Há muitas outras tramas – infinitamente mais interessantes – para serem desenvolvidas em Rookie Blue.

Dov, com seu voto de celibato, também estava bem chatinho. A atuação dele no caso da turista italiana e tentando “auxiliar” Chris e abrir seus olhos também foi bem esquecível. O ponto alto do episódio, para o personagem, foi a abordagem da menina doidinha sedenta por tequilas. Espero que aquela pegação no banheiro sirva para despertar, também, o Dov legal que ficou um pouco para trás depois do final da 3ª temporada. Eu curtia o personagem, e ele acabou virando um chato vacilão. Estou ansiosa pelos relembrar seus bons tempos.

Se me desinteressei bastante por Dov e Diaz, exatamente o oposto ocorreu em relação à Gail. Hoje em dia a loirinha é uma das minhas personagens favoritas. A maldade dos comentários dela é na medida. E as reações quase bipolares dela me encantam. Peck é um personagem fabuloso, já que tem profundidade. E a história dela com o Nick se desenvolve de forma muito simpática e envolvente.

É claro que Gail não ia aceitar o moço de volta tão fácil, já que orgulho é o que não falta pra platinada. Mas Collins soube driblar muito bem o mau humor e as alfinetadas da “namorada”. E agora posso parar de usar as aspas, pois eles estão em um relacionamento (arrumem um quarto, por favor!). Yay! Muitos motivos pra comemorar. Vida longa ao casal (mas sim, ainda tenho dúvidas sobre as reações de Gail ao descobrir a “pegação” de Nick com Andy. Quem viver, verá).

Por falar em Andy, ela esteve no centro do episódio, cuja temática principal foi o quão difícil é voltar pra casa e se deparar com modificações significativas. Andy passou seis meses fora, trabalhando infiltrada. Optou por não dar uma segunda chance para Sam, naquele momento, e se jogou de cabeça na profissão. E ao voltar, encontrou tudo diferente. Mais, o amado tem outra pessoa.

O papo entre Sam e Andy demorou um pouco, mas foi ótimo. E esclarecedor. Sam interpretou a “fuga” de McNally como rejeição, ausência de sentimento. Ela esclareceu que não. Que só estava de coração partido. Ele replicou que ela deu o troco. E ainda complemento “ela não é você”. Pra mim, isso significa que não há um forte sentimento entre Swarek e Cruz. O namoro com ela é fácil, divertido, justamente pela ausência de sentimentos.

Estou com Oliver: eles são ótimos juntos. E voltarão a ficar juntos em breve (os olhares apaixonados de Sam para a colega denotam isso). Shippo muito, assim como o policial. E Andy não vai deixar de tentar. Tenho certeza disso.

O caso da semana também foi sobre essa temática: o retorno ao lar. E o criminoso optou por tomar o pior caminho ao voltar à vida, após sair de um longo tempo encarcerado, e encontrar a amada casada: tentou matar seu marido. Torci muito para o gerente do banco se recuperar e ficar bem e feliz com sua esposa. Fiquei feliz por ele não ter morrido. E mais ainda porque, mais uma vez, Andy estava certa. Adoro os insights que ela tem, e curti muito o apoio que Oliver deu pra ela. Mesmo que motivado pela pena de ver a aprendiz sofrendo pelo romance de Sam, acho que ele foi crucial para que McNally conseguisse dar a volta por cima.

Falando em volta por cima, pobre Traci. Ela está sofrendo muito, mesmo que vários meses tenham se passado desde a morte de Barber. O olhar dela denota sofrimento profundo. Eu espero que logo ela ganhe uma história legal, e volte a ser feliz. Feliz como Best e Noelle, fofos como noivos e papais babões. Porque há felicidade, afinal de contas. E é isso que desejamos para nossos personagens queridos.

E nessa semana, o episódio promete um embate. E eu já sei de qual lado estarei. Então, até lá!

P.S.1: mais uma vez Rookie Blue teve uma audiência sólida e liderou em seu horário de exibição. Renova logo, ABC!

P.S.2: as cenas entre Andy e Sam foram muito divertidas. Especialmente a deles tentando passar pela porta. Muito fofos esses dois.

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

4 Comments

  1. Márcia

    tá tudo muito bem, mas e o olhar de Nick pra Andy antes de pedir pra Gail morar com ele… sei não posso tá viajando !

  2. Mariela Assmann

    Márcia, tive uma rápida impressão tb. Depois passou. Mas talvez não seja viagem, não…

  3. Caren

    Acho que pela conversa da mulher do gerente com ele, a Andy é o ” fogos de artifício ” que ele encontrou a emoção que ele tava procurando o algo mais e a Gail é aquela pessoa para permanecer e ficar mesmo que demore a perceber isso!

  4. Mariela Assmann

    Pode ser, Caren! Boa tese. Eu ainda acho que vai emergir o fato deles terem sido “um casal” em algum momento da temporada.

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