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Reviews

Rookie Blue – Class Dismissed e Good Shoot

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Série: Rookie Blue
Episódios: Class Dismissed e Good Shoot
Número dos Episódios: 3×02 e 3x03
Exibição nos EUA: 31/05/2012e 07/06/2012

Mais dois bons episódios pra lista de episódios gostosinhos de Rookie Blue. Acho que esse início de 3ª temporada tem sido bem sólido, e a série está mantendo a qualidade apresentada anteriormente, especialmente na temporada passada, que superou – e bem – a temporada de estreia. É, leitores. Definitivamente, Rookie Blue não é só um rostinho bonito que aquece nosso inverno com o clima do verão norte-americano.

Se comentei que a season premiere havia dado muito destaque pra Gail e Andy, preciso dizer que os episódios seguintes foram mais “democráticos”. Epstein e Nash tiveram um bom destaque, ela especialmente em Good Shoot. Mas preciso deixar minha indignação registrada: quando vão desvincular a policial Nash da mãe Nash? Cansa que o plot dela esteja SEMPRE relacionado aos dramas de conciliar a maternidade e a vida na policia, como aconteceu, mais uma vez, em Class Dismissed. Pelo menos em Good Shoot Leo teve apenas uma rápida menção no final do episódio. É óbvio que eu compreendo que as coisas se relacionam, mas acho que forçam um pouquinho a barra, nesse ponto.

Tô louca pra ver como vai ser ver a Nash detetive. Espero que ela se dê bem, faça escolhas certas. Aproveite bem os seis meses. Mas, cá entre nós, não sei se ela virará detetive, no final das contas. Ela é super competente, mas não acho que seja ela a detentora do perfil para o cargo.

Outra coisa que sempre acontece é o Epstein dar mancada. Ou ser o policial mais zicado do mundo dos seriados. Em Class Dismissed ele conseguiu a façanha de perder a viatura para um bando de adolescentes. E em Good Shoot ele “matou um cara”. Tá certo que esse segundo caso não se classifica como mancada, já que o menino estava mesmo armado. Mas podemos esperar que a morte do rapaz se manifeste em Dov de um jeito ruim. Talvez todo o trauma da morte do irmão dele volte, já que ele está enfrentando mais um “evento morte”. Talvez, ele tenha problemas em lidar com o trauma. E por um lado, gosto disso. Podemos esperar mais de Epstein, e apesar da zica que ele carrega, considero ele um bom personagem, que merece o destaque, sempre que o recebe.

Chris continua sendo um fofo do tipo mais gracinha. É muito engraçado ver os “eu de papelão” dele espalhados pela cidade, mas ao mesmo tempo é tão bonitinho. Acho que ele ama proteger as pessoas, faz por profundo prazer e altruismo. Ele é super boa gente, e a relação dele com o garotinho “rebelde” de Class Dismissed mostra isso muito bem, assim como o papo dele com a Traci. Aí, nos perguntamos: se esse doce não fez a Gail deixar de ser bitch, quem poderia fazer?

A resposta é Nick Collins. Até porque o novato bonitão tem um “quê” de cafajeste que deixa a loirinha bem mais mansa que de costume. E, de quebra, ainda descobrimos que ser bitch faz parte da personalidade dela, embora antes ela fosse uma “vadia” de outro tipo, e mais feliz. E era óbvio que ia rolar pegação entre os bonitos. Eraóbvio que Gail não daria o braço a torcer. Agora, vamos ver onde vai dar esse relacionamento. Creio que ele será construído ao longo da temporada, e a ideia me agrada. (Confesso, ainda me estressa um poquinho o “final sem final” entre Dov, Chris e Gail. Mas superarei isso, prometo).

Outra coisa que me agrada é como as coisas estão fluindo para Andy e Sam. Em Class Dismissed, houve alguns momentos de “dúvida”. Natural, já que como Swarek bem lembrou, há seis meses ela estava pronta pra se casar com Luke. Óbvio que Sam prefere ir devagar, checando todas as possibilidades do romance dar certo. E ele, mesmo sendo todo fechadão, tá se abrindo pra Andy, deixando ela – com seu jeitinho cativante de ser – ganhar espaço. Prova disso foi a carinha fofa que ele fez ao observar ela indo comprar sorvete, e o jeitinho que ele pega na mão dela, no final de Good Shoot. E o olhar de orgulho dele, quando ela coloca banca pra cima da testemunha da “lambança” de Dov, também foi muito legal.

À propósito, preciso dizer que Andy amadureceu, e muito. Ela já não comete mais os erros de novata que costumava cometer de balde na primeira temporada, e eventualmente na segunda. Ela é uma ótima policial, e seu progresso é notável. Só não acho que ela é a melhor candidata ao cargo de detetive porque gosto muito dela como policial.

E os episódios foram tão democráticos que até Barber, Noelle e Best tiveram seus momentos sob a luz dos holofotes. Bacana de ver o destaque que eles recebem, ainda que por poucos momentos. E nem teria como exigir mais tempo, já que Rookie Blue tem muitos protagonistas, e acho que nenhum desses três se enquadra nessa categoria. O mais apagado, até agora, é Shaw, mas até ele teve seus momentos de estrela, ainda que sejam eles perdendo o carro junto com Dov e sofrendo com a distância das filhas.

Por fim, preciso dizer que curti bastante os dois casos apresentados nesses episódios. A trama do mecânico apaixonado que faz a namorada de refém, no meio de uma caça ao tesouro escolar, rendeu. E nem preciso dizer que a trama “tinha uma arma, ou não?”, de Good Shoot, me cativou profundamente. Bom tiro, equipe de roteiristas. Com essa mira, Rookie Blue vai longe!

P.S.1: O dois episódios marcaram, respectivamente, 5,84 e 5,42 milhões na audiência. Houve uma pequena queda, se compararmos com a estreia da temporada. Mas são bons números para esta época do ano. Afinal, como diria a Andy, “qual é, vamos lá. É verão!” – lá no hemisfério norte, porque aqui “winter is coming” – e os americanos colocam o bloco na rua. Consequentemente, vêem menos televisão.

P.S.2: é tempo de finais da NBA, o campeonato nacional de basquete do EUA – o mais importante campeonato nacional do mundo. Então, nessa quinta-feira, nada de Rookie pra nós. Só nos resta torcer pras finais acabarem logo e termos episódio inédito dia 21/06. Caso isso não ocorra, só no dia 28/06. Infelizmente.

P.S.3: ADORO a Sue. Acho que ela e Epstein funcionam muito bem juntos, e torço pra ver cada vez mais dela em Rookie Blue.

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

7 Comments

  1. Raquel

    Tem como não amar Sam e Andy juntos? Não tem, são fofos. E pensar que tudo começou com um erro tosco da Andy…
    Quanto ao Epstein, poxa, queria ele com Gail… pra ver se dá um jeito nessa ‘bitchisse’ dela. tsc tsc

  2. Maria Regina

    Excelente review, Mariela. Gosto muito de Rookie Blue e adoro o Sam com a Andy. Ele fazem um casal muito gostoso. Também adorei a carinha dele quando ela vai comprar sorvete e a maneira como eles saem de mãos dadas.
    Agora, o Luke ainda não apareceu nesta temporada. Será que ele vai atrapalhar o andamento das coisas entre os dois?
    Adoro o Dov, mas de fato ele precisa amadurecer um pouco e deixar de ser tão trapalhão. O Chris é uma gracinha. Esse Collins ainda não fui muito com ele, mas é só a chegada dele, então vamos aguardar.
    Gosto do todos os outros personagens e acho essa série uma delícia de se assistir.

  3. Maria Regina

    Esqueci de comentar: só dia 28???!!!! É muito tempo para esperar!

  4. Vanessa

    Puxa.. aguardei com tanta ansiedade o inicio da temporada e vou ter q ficar todo este tempo sem Andy & Sam na telinha? =[

    Rookie Blue sempre me fazendo feliz….

    Adorei a Review Mariela… =]

  5. Lukelover

    Luke, cadê vocêeeee? Assistia Rookie só pra te veeeer!!!

    (estou desapontada com essa terceira temporada)

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