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Reviews

Rookie Blue – Butterflies

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Série: Rookie Blue
Episódio: Butterflies
Temporada:
Número do Episódio: 2×01 (Season Premiere)
Data de Exibição nos EUA: 23/06/2011

Nove meses após o término da 1ª temporada, Rookie Blue voltou. E voltou melhor do que antes, na minha opinião. Ano passado, a série já demonstrou crescimento qualitativo, e considero que a premiere nos apresentou um caso bem construído, com atuações mais seguras e personagens mais maduros. Enfim, a dinâmica do episódio foi boa, e creio que, se os eles continuarem nesse ritmo, a segunda temporada superará a primeira em qualidade.

Butterflies começou com um ritmo leve, com cenas ‘domésticas’, que serviram para nos indicar o que se passou durante o hiato (que, na série, significou seis semanas).

Andy e Luke estão felizes, morando juntos. Quem também está radiante é Diaz, que irá retornar ao trabalho, após seis semanas de molho, nas quais recebeu os cuidados da amada Gail. Achei interessantes as cenas entre o ‘triângulo’ Chris, Gail e Dov. Acho que a interação entre eles poderá render bons momentos, sejam eles divertidos ou mais dramáticos (como ficou evidente no desenrolar do episódio).

Outra coisa que me agradou foi que nossos ‘rookies’ cresceram, e agora tem seus próprios novatos. E pela 1ª vez, MacNally foi designada para comandar uma operação: controlar os ânimos dos espectadores de um show superlotado. Nada muito complexo. Mas, como sempre, nem tudo correu bem.

Inicialmente, tudo estava sob controle, e Macnally até teve tempo até para dialogar (e se identificar) com uma das espectadoras do show. Justamente a garota que seria atingida no tiroteio que aconteceu nos instantes seguintes.

Nesse ponto do episódio, foi introduzido um dos novos personagens da temporada: Jo Rosati. A detetive de homicídios se integrou à equipe da 15ª, já que Callaghan estava no Tribunal. Confesso que gostei do personagem. E a introdução dele vai tornar ainda mais interessante a dinâmica do relacionamento Swarek/MacNally/Callaghan.

Como sempre, Andy se deixou afetar e envolver pelo caso e seus desdobramentos (e ninguém esperava que fosse diferente, afinal, tornar as coisas pessoais é uma de suas características). Resolveu entender a vida da vítima, buscando a resposta para o incidente. E teve que passar o resto do dia repetindo que estava bem, mesmo que isso fosse mentira, como a conversa entre ela e Shaw deixou evidente.

Quanto às investigações, o que parecia ser um caso envolvendo gangues, acabou como um homicídio cometido em razão de um coração partido e de uma mente desestruturada. Mas o que merece ser destacado quanto às investigações foi o perfil colaborativo de nossos Rookies (ou ex-Rookies). Cada qual foi responsável por parte do sucesso da operação, ainda que tenham agido de formas bem diferentes: MacNally usou de sua emoção obstinada, Dov Epstein foi o coração (muito legal a luta dele pela doação dos órgãos, e a alegria pelo objetivo conquistado), Gail e Diaz foram ‘a mão forte’ (quanto à Chris, uma evolução para quem só sabia seguir o manual) e Nash usou sua sabedoria serena pra acalmar os ânimos. Enfim, um time bem afinado e que, milagrosamente, não cometeu nenhum erro que comprometesse as investigações.

Gostei também de conhecer um pouco melhor Dov. A história do irmão suicida explica, de certa forma, o perfil do policial. E esse episódio de estréia ainda levantou duas questões (embora já saibamos a resposta das duas): Sam seguirá para a Narcóticos, deixando a parceria com MacNally para trás? E o relacionamento entre Andy e Luke, sobreviverá à presença da detetive Rosati?

Agora, é esperar pelo 2ª episódio. E enquanto à próxima quinta não chega, aproveita e confere a promo legendada aqui.

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

3 Comments

  1. Lara Lima

    Achei que estava vendo outra série, porque o episódio foi tão bom, mas tão bom que não parecia Rookie Blue. Eu terminei a primeira temporada desacreditada – achei que a premissa era bem legal, mas a execução muito mal feita.

    E me surpreendi nessa premiere. Gostei do início ao fim, principalmente de pequenos detalhes. Sam, por exemplo, preocupado com Andy; Luke e Andy conversando de manhã; os outros rookies muito mais maduros e seguros de si…enfim….amei mesmo.

    Mas não gostei da Jo Rosati. Na verdade eu não gosto da atriz. Recentemente a vi em Hellcats e tomei mais antipatia. E, apesar de achar que o personagem vai mexer na dinâmica do triângulo protagonista de uma maneira bacana, não acho que Jo seja do tipo que lá na frente vai conquistar nossa simpatia….anyway….vamos aguardar.

    Essa premiere faz jus ao apelido de “Grey’s Anatomy com policiais!”. Tomara que a temporada continue assim =]

  2. Mariela Assmann

    Então, a euforia com o nível do episódio foi tanta que quase mudei o Swarek pra Narcóticos. Na real, se ele sair, vai ser pra Crimes Organizados. =D

  3. simone

    Muito bom este começo de temporada.

    Quando o Swarek respondeu com um certo sarcasmo , mas com um fundo de verdade, para a Andy porque ele ainda não tinha aceitado ir para a CO, foi tipo, só paga com mastercard ( não tem preço), porque aquilo é o que ele realmente está sentindo, ele não consegue ficar longe dela,tudo depende da Andy.

    O Luke é bom moço, e tal, mas venhamos e convenhamos o par certo para a Andy é o Swarek e ponto final!

    Antes que eu me esqueça, os roteiristas tem que melhorar as falas e a história da Gail, porque por favor ela está mais perdida do que deficiente auditivo ( é agora temos que usar termos politicamente corretos) em bingo.

    Ps:ansiosa pelo segundo episódio.

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