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Reviews

Rookie Blue – Bad Moon Rising

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Série: Rookie Blue
Episódio: Bad Moon Rising
Temporada:
Número do Episódio: 2×03
Data de Exibição nos EUA: 07/07/2011

Mais um bom episódio de Rookie Blue. Um daqueles ótimos, na verdade. E, ouso dizer, talvez um dos melhores do seriado, até aqui. É, essa 2ª temporada conquistou definitivamente meu coração. E, pelo que tenho ouvido e visto por aí, a coisa só vai melhorar. Ou seja, já comecei a buscar notícias sobre a renovação da série para a 3ª temporada (e fiquem tranquilos. Assim que ela for anunciada, o TeleSéries comunicará).

Seguindo a linha dos outros episódios, o início de Bad Moon Rising foi leve e feliz, até mesmo engraçado. Vimos Andy sendo pedida em casamento (ainda que forçadamente), Tracy e Barber retomando seu complexo relacionamento, e Dov e Gail interagindo. E foi realmente hilário vermos Epstein ‘prendendo o espelho’. Agora é definitivo: um dos pontos positivos dessa 2ª temporada foi apostar em uma maior interação entre Dov e Gail. Falando nisso, vocês repararam que essa dupla tem mais tempo na tela do que o casal Diaz e Gail? Será que veremos um clássico fura-olho em breve?

Em Bad Moon Rising nos foi apresentado um dos casos mais interessantes de toda a série. Uma prova de que não é, necessariamente, o suspense de ‘quem é o culpado’ que prende a atenção do telespectador até o final da ação. Nesse episódio, nós sabíamos desde o princípio quem era o criminoso: um jovem esquizofrênico. O caso era clássico: por amor, o criminoso resolve agir de uma determinada maneira. Uma maneira bem doida, diga-se de passagem: ele pretendia fazer um transplante de cérebro para curar-se. E, para isso, cortou as cabeças de 3 cadáveres.

E sobrou para Andy e Sam conduzirem as investigações. E, pasmem, mais uma vez MacNally agiu perfeitamente bem. Isso significa dizer que ela não comprometeu o trabalho dos colegas nem uma vez (considerando que não tinha como ela imobilizar o criminoso na briga, ele era realmente transtornado). É, parece que Andy se desenvolveu muito, mesmo. Até mesmo no final do episódio, sob fortes emoções, ela conseguiu agir.

Além do bom trabalho de investigação desenvolvido pela minha dupla favorita, foi muito interessante ver as reações e tiradas de Sam sobre o precoce noivado de MacNally. Realmente, a parceria deles, além de produtiva, acaba rendendo bons momentos cômicos. Durante todo o episódio, Sam e MacNally seguiram o rastro do criminoso, mas sempre chegaram tarde para efetuar sua prisão, ou não conseguiram detê-lo quando tiveram chance. O que eles não poderiam prever é que Daniel iria se fixar em MacNally e resolver tirá-la do seu caminho.

Totalmente perturbado com o desfecho insatisfatório de sua paixão platônica por Tanya, Daniel resolveu ir até a casa de MacNally, onde encontrou Luke. Armado e descontrolado, Daniel até foi contido, inicialmente, por Luke, que estava conduzindo bem as ‘conversações’. Mas Callaghan foi audacioso demais na abordagem, e acabou baleado duas vezes. E coube à Dov e Gail atenderem ao chamado de Luke, e abordarem o suspeito. No final do caso, a impulsividade de Dov acabou evitando o suicídio do criminoso. E foi necessário que MacNally, devidamente auxiliada por Sam, socorresse o amado.

O final do episódio foi tenso. Afinal de contas, ninguém sabe se Luke sobreviverá, já que sua situação é crítica. E ainda resta a pergunta: se ele acordar, como ficará nosso quadrado amoroso? Porque tive pena da MacNally, velando o ‘sono’ de Luke. Mas também tive pena da Jo, do lado de fora, totalmente devastada com a possibilidade da perda daquele que, acredito, ela ainda ama.

A única crítica que tenho à essa temporada, até agora, é o baixo aproveitamento de personagens com potencial: vide Noelle, Diaz e até mesmo Tracy. Pra mim, os três mereciam um pouco mais de destaque. Tal fato, contudo, não comprometeu em nada o episódio. E agora nos resta esperar pelo desfecho do caso Luke, torcendo pela sua recuperação.

P.S.: vários momentos do episódio foram bons demais, e merecem menção, ainda que tenha optado por não inseri-los no texto, por motivo de espaço (e cansaço de vocês, que teriam que ler meu ‘livro’) – Diaz discorrendo sobre os efeitos da lua sobre a água do nosso corpo e, depois, sua fixação com o casamento de Luke e Andy; o papo de Luke e Jo sobre o anel de noivado, que revela que as coisas entre eles não estão tão encerradas assim; Oliver e Noelle disputando quem não sairia com Dov, e Gail se oferecendo para ser a supervisora dele; e, por fim, o momento fofo entre Dov e Gail, que, no final das contas, entendeu que o fato de Epstein se jogar de cabeça nas situações acaba criando problemas, mas solucionando alguns, também.

P.S.2: Curioso sobre as próximas emoções de Rookie Blue? Então confere a promo legendada do próximo episódio aqui.

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

2 Comments

  1. Mayara

    Concordo em gênero e grau contigo. Essa temporada está bem mais regular e, por incrível que pareça, a protagonista me cativou bastante. Méritos de Missy Peregrym, ao meu ver. Justamente por isso torço para que juntem logo o casal Andy/Sam. Deu pena ver Luke sendo baleado e tudo o mais, mas Swarek é louquinho por ela.

  2. Renata Barboza

    Gosto muito da série e estou gostando ainda mais desta segunda temporada. Sinceramente, acho a Missy Peregrym meio chatinha e a personagem também, mas o seriado é ótimo, o humor, os personagens, a dinâmica, um seriado de policiais com casos criminais e muito mais! O Ben Bass e Cia são ´ótimos!

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