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Reviews

Rizzoli & Isles – Welcome to the Dollhouse

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Série: Rizzoli & Isles
Episódio: Welcome to the Dollhouse
Número do Episódio: 3×04
Exibição nos EUA: 26/06/2012

Vou começar a review com um mega YAY. Rizzoli & Isles foi renovada pela TNT para a sua 4ª temporada. É claro que amei a notícia – e sei que vocês também – já que a série tem se tornado mais querida para mim a cada episódio. Acho incrível a constância que a série tem. Então, vocês já sabem o que vou dizer agora: Welcome to the Dollhouse foi mais um bom episódio. Bom não, ótimo.

O caso foi esquisito e deu medinho. Especialmente por que depois de American Horror Story (ai, aquela abertura) não consigo desvincular bonecas de coisas amedrontadoras e cruéis. Então o caso da semana caiu como uma luva para a minha mente insana e perturbada. Além de ter o fator pavor no tema, achei o desfecho pouco óbvio, já que desde que começaram a ligar todos os acontecimentos com “20 anos atrás”, pensei que o policial de trânsito era o assassino das 3 vítimas – a do passado e as do presente. Portanto, fiquei surpreendida quando soube que era o filho o responsável pelas mortes atuais, inspirado na vontade de encontrar a mãe. E a morte de Jonathan pelo pai criou uma atmosfera tocante e eficaz, no que se refere à criar o famoso drama presente na série, para contrabalancear os inúmeros momentos cômicos.

Lorraine Braco, novamente, fez um ótimo papel com Angela. A cada novo episódio mamãe Rizzoli (ou seria mamãe Vanilla?) se mostra mais sem noção, e com um potencial maior para ferrar os filhos e embaraçá-los. Convocar Rondo (estou adorando vê-lo com mais frequencia) e sua turma para defender as moçoilas indefesas de Boston foi a maior mancada de Angela até agora, e ela só se safou pelos seus dotes culinários e, é claro, o aroma que exala, que deixou Cavanaugh um tanto quanto apaixonado (será que veremos um affair em breve?). E se não bastasse essa mancada, ela ainda quebrou o juramento que fez sobre o Gray’s Anatomy (best. moment. ever. Todo amor do mundo por Maura) e mandou aquele bilhetinho cara de pau para o Casey.

Dito isso, é preciso dizer que fiquei com o coração na mão quando Jane o convidou para correr ou patinar. Era evidente que ela não sabia de nada, mas ainda assim deu dó do Casey. Dó maior da Jane, vendo o amado indo embora com tanta dificuldade e limitação. Ficou claro que os dois tem futuro, e creio que Maura vai usar sua posição privilegiada para ajudar no processo de restabelecimento de Casey. Torço bastante pelos dois, porque Jane gosta dele de verdade.

Maura está melhor a cada episódio. O timing cômico de Sasha é ótimo, porque o humor dela é sutil, como a situação exige. Então até os momentos absurdos tem credibilidade, e compramos a personalidade da Maura interinha. Além disso, oOs diálogos entre as duas amigas são nada menos do que ótimos. Sério, se todo o resto fosse ruim – o que definitivamente não é -, valeria ver a série apenas pela interação entre as duas. Uma das melhores duplas no ar, certamente. Ali sobra química, e não estou falando em termos sexuais.

Os momentos com Frost e Frank também estão se tornando mais divertidos, e o aprendiz de detetive tem se saído muito bem na empreitada. O que foi a cena com o 1° suspeito e a Marlene?! Morri rindo da boneca, e do desespero do marido apaixonado (a reação da Jane quando conheceu Marlene também foi ótima). E foi super bacana ver Korsak interagindo com animais novamente, eu estava com saudade dessa faceta dele. E a Barney Milles era a maior fofura sapeca do mundo.

Enfim, Welcome to the Dollhouse foi bem bacana. E nessa semana tem mais Rizzoli & Isles para nós. E só nos resta aguarda, comemorando pelo nível mantido pela série. Então, até lá.

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

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