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Reviews

Rizzoli & Isles – My Own Worst Enemy

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Série: Rizzoli & Isles
Episódio: My Own Worst Enemy
Temporada:
Número do Episódio: 2 x 08
Datas de Exibição nos EUA: 29/08/2011

Nessa semana, havia algo de diferente em Rizzoli & Isles. Não foi a qualidade do episódio, que manteve o bom nível da temporada. Também não foi a audiência, que mais uma vez atingiu ótimos índices. A novidade foi o comportamento de Maura. Pois é, até as pessoas mais cheias de racionalidade e cientificidade ficam um tanto bobas apaixonadas.

Em My Own Worst Enemy os detetives tiveram que investigar a morte de um empresário do ramo naval, que transportava mercadorias para vários clientes de Boston. O filho da vítima, que estava com ele no momento do assassinato, ficou ferido, mas sobreviveu. Os detetives seguiram duas linhas de raciocínio. Como suspeitavam de um irmão da vítima, que tinha sido preso por tráfico de drogas em razão do depoimento do morto, começaram a tentar localiza-lo. E ao mesmo tempo, desconfiados com a sobrevivência do filho da vítima, passaram a investiga-lo. E sua súbita alta do hospital levou os detetives a encontrarem um container cheio de mercadorias, prontas para serem transportadas.

Mas demorou até que os detetives encontrassem as drogas dentro do caminhão. Na verdade, foi graças à necropsia nos ratos mortos que Isles descobriu que os cobertores utilizados no transporte estavam embebidos em heroína líquida pura (e eu nem sabia que isso era possível). Com o filho da vítima preso – e seus familiares raptados -, o tio criminoso tentou ajudar, mas acabou morto. No final das contas, os donos de um “Spa para unhas”, clientes da vítima, que estavam negociando transporte de drogas com seu filho, eram os criminosos. Um caso interessante.

Enquanto isso, Maura vivia momentos felizes nos braços de Ian. Foi divertido ver a Dra. Isles, tão científica sempre, apaixonadinha e meio boba. O que era ela trocando mensagens por celular com Ian, e ignorando as perguntas de Jane sobre o caso? Alguém imaginou que veríamos tal cena?

Não menos engraçado foram os esforços de Angela e Jane para descobrir o passado de Ian. Angela, a organizadora de ambientes, xeretou até descobrir vários passaportes na sacola do médico, cada um com um nome diferente. angela passou a informação para Jane, que repassou para Korsak. Em retorno: Ian estava sendo procurado pela Interpol, por contrabando (de medicamentos para a população da África).

É claro que Jane contou para Maura (mas, cá entre nós, quem dá uma notícia daquelas e sai correndo?). E foi tão tristinho assistir Isles abrindo o coração, dizendo que nunca havia contado do seu amor por Ian para Jane por que aquilo lhe causava muita dor, já que ele era o amor de sua vida, mas eles nunca poderiam ficar juntos. Vontade de abraça-la, assim como fez Jane.

Portanto, ainda que correndo o risco de ser repetitiva, preciso elogiar o episódio. A química entre os personagens mais uma vez esteve presente, o que sempre garante bons momentos, sejam eles mais tensos, mais fofos ou mais engraçados. Agora, é esperar pelos 2 últimos episódios antes do recesso da série.

P.S.1: O “blergh” dessa semana vai para os “problemas nós pés”. Jane mancando por causa da unha – e sendo operada sobre a bancada da cozinha de Isles – e Korsak usando substâncias com cheiro repugnante por causa dos fungos? Nada poderia ser mais agradável.

P.S.2: a cada episódio, Lorraine Bracco me conquista mais. Acho ela hilária. Nesse episódio, no qual Angela foi um misto de organizadora de ambientes com detetive, mais uma vez, as cenas mais divertidas ficaram a seu encargo.

P.S.3: Muito engraçado o detetive Vanilla, o morador de rua informante de Jane. Levou uma boa grana nesse episódio.

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

2 Comments

  1. Anônimo

    aaah, eu tava esperando sair sua review pra comentar!

    a angela me entristeceu essa semana. não, acho que “decepcionou” é a palavra certa. sabe, eu entendo que a intenção foi boa e o fato de ian ser um fugitivo da polícia influencia a percepção de que era justificável o que ela fez, mas para mim não era.

    angela violou um voto tácito de confiança, agravado pelo fato de que maura é ingênua e confia nas pessoas. poxa, ela abrigou angela num momento difícil, sem reservas! achei um abuso de confiança – bem intencionado, mas sabe como é o ditado, “de boas intenções..”

    mas a unha encravada me deu gastura. :oD

  2. Mariela Assmann

    Realmente Lu, a atitude não foi legal mesmo. Eu achei hilário ela como organizadora, pq aquelas etiquetas começaram a me irritar demais. =D

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