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Reviews

Rizzoli & Isles – In Over Your Head e But I Am a Good Girl

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Série: Rizzoli & Isles
Episódios: In Over Your Head e But I Am a Good Girl
Número dos Episódios: 4x02 e 4x03
Exibição nos EUA: 2/07/ e 9/07/2013

Antes de falar de In Over Your Head e But I Am a Good Girl, preciso confessor que esperava mais desse início de temporada de Rizzoli & Isles. Eu sei que só 3 episódios foram exibidos, mas queria estar mais empolgada com as tramas. Na verdade acho que estou sentindo falta de uma boa trama para Jane. Todas as histórias estão situadas em Maura, e isso acaba gerando um desgaste excessivo. Mas ok, não reclamo demais, porque AMO Isles e sempre curto quando os holofotes estão sobre ela.

Ah, e sendo justa, eu adorei a introdução de Rafael Martinez (favor ler com o sotaque que a Maura usou). Se reclamei que Jane não tinha química com Gabriel ou Casey, e com Martinez parece sobrar. E olha que não aconteceu nada entre os dois – o que não impediu que faíscas voassem para todos os lados. Espero que ele volte a aparecer logo, seria uma boa adição ao time de personagens.

E a presença de Martinez no episódio ainda nos deu a chance de conhecer um pouco sobre o passado de Jane – que teve um relacionamento mal sucedido com o latino, já que uma informante morreu ‘por culpa’ deles. Esse acontecimento do passado ainda deu a tônica para o caso da semana, que envolvia a morte de uma jovem repórter investigativa, tráfico de drogas, corrupção policial e o primeiro caso de Frankie como detetive. Um caso bacana, mas nem perto de ser memorável.

Me diverti muito com Frankie vestido de motoqueiro, com os comentários da Maura sobre como motoqueiros atraem as garotas, com o instinto protetor de Jane (só ela pode encher o irmão). Aliás, a parte cômica dos episódios de RandI sempre funciona muito bem. A cena inicial do episódio, com uma Isles de galochas amarelas sendo enganada por Korsak, Jane e Frost foi ótima (e a segunda participação das galochas também!). Mas ainda sinto falta de ver mais da Angela – que bom que But I Am a Good Girl supriu um pouco dessa falta.

Outro serviço de In Over Your Head foi sabermos mais do passado de Maura. Doyle e Hope mantiveram contato, mesmo depois do nascimento/morte de Maura. E agora “os federais” estão na cola de Hope e de – PASMEM – Isles, para investigar a origem do dinheiro que foi utilizado para a abertura da fundação de Hope. Adorei a visita de Isles e Rizzoli ao arquivo, e do raciocínio brilhante de Maura. E também gostei de ver Cailin procurando a irmã para pedir ajuda. Significa que ela confia na legista. O que me desagradou um pouco foi não ter havido nenhuma referência à toda essa história em But I Am a Good Girl .

Pode parecer um contra-senso eu ter “reclamado” do foco em Maura e agora reclamar de não ter havido menção à tal história. Mas é que a trama familiar de Maura era algo muito grande para simplesmente ser esquecido assim, ainda que por um episódio. Especialmente porque Maura estava bem preocupada com tudo, E ESTAVA SENDO SEGUIDA. Enfim, achei que ficou meio esquisita a questão da continuidade da trama, embora tenha certeza que isso virá a tona na sequência.

Apesar disso, gostei de But I Am a Good Girl. O lance do batizado completamente infeliz foi realmente engraçado, assim como todas as armações da família Rizzoli (e seu apenso loiro e charmoso) para juntar Tommy e Lydia. Até Rondo deu as caras para soltar seus “Vanilla” pra lá e pra cá. Os pais de TJ fazem um casal bacana – ambos são meio tontos – e dei boas risadas com as armações e confusões dessa parte da história. E convenhamos, seria triste não ver mais o garotinho sendo fofo nos episódios. E não poder mais suspirar por Collin. Aiai.

O caso do episódio também foi bom. E não foi óbvio, pois jurei que Sammy seria o assassino. Que nada, era o pai religioso. E a trama ainda deu brecha para Frost e Korsak serem impagáveis tentando disputar o posto de “maior entendedor tecnológico”. Ponto a favor do episódio, então. Mas ainda to sentindo falta daqueles casos eletrizantes, cheios de ação, e que nos deixam com o coração na mão.

De resto, é elogiar a química incrível de Angie e Sasha. As duas mandam muito bem, e cada vez melhor. É sempre bom assistir Rizzoli & Isles, mesmo quando os casos não estão aquela coca-cola toda, nem que seja só pra rir e se emocionar com elas. Adoro!

Amanhã tem episódio novo. Fico torcendo para que seja maravilhoso, e para que a temporada engrene de vez. Até lá!

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

1 Comment

  1. Patricia Emy

    Começou devagar mesmo, mas creio que é mais pra preparar o terreno pro arco de episódios envolvendo a família biológica de Maura, daí o enfoque nela (sou suspeita pra falar pois sou fã da Doutora hehehe). De resto gostei do fato de terem equilibrado bem o humor e o drama nesses dois últimos episódios. Os próximos episódios prometem um pouco mais de emoção — e, como você, também gostaria de um pouco mais de tensão e, por que não, alguém pra agitar um pouco (o Hoyt faz muita falta) e o Doyle apesar de ser quem é não é “o” vilão ou alguém que represente perigo real. E também me incomodou essa falta de continuidade, mas essa é uma característica da série, basta ver o que aconteceu entre o final da primeira e o começo da segunda temporada (não engulo até hoje aquele “salto” no tempo). Pelo menos vão amarrar algumas pontas soltas da season finale da segunda e mostrar algum desenvolvimento dos personagens, o que já é alguma coisa.

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