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Reviews

Rizzoli & Isles – Gone Daddy Gone

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Série: Rizzoli & Isles
Episódio: Gone Daddy Gone
Temporada:
Número do Episódio: 2 x 09
Datas de Exibição nos EUA: 5/09/2011

Nessa semana menos ação, e mais dramas psicológicos. E, mais uma vez, Maura esteve no centro do “furacão emocional”. Parece que a Dra. Isles está passando por uma fase emocionalmente complicada. Primeiro, a visita da mãe, que foi um pouco conturbada. Depois, o retorno de Ian, e sua partida. Agora, o retorno do pai criminoso. É muita coisa para pouco tempo. Mas acho que Maura está se saindo bem.

Em Gone Daddy Gone o caso da semana envolveu o assassinato de uma jovem trabalhadora do porto de Boston. E Patti Doyle, o pai biológico de Maura, estava na lista de suspeitos pelo assassinato, o que motivou a introdução de um outro médico legista no caso, por iniciativa da própria Isles.

Enquanto Jane corria, junto com Frost e Korzak, atrás do assassino da jovem; Maura precisava lidar com os problemas do legista assistente. E se distraia jogando xadrez com Tommy Rizzoli (ainda que contra a vontade de Jane). Em um desses momentos de distração, Maura recebe a amigável visita do pai – e de seu capanga armado. Como ele foi baleado, Isles presta o socorro necessário. E enquanto Patti convalesce no sofá, ainda há tempo para uma conversa emocional sobre a mãe biológica de Isles (que não foi revelada), bem como para um momento “só mato bandidos” por parte de Doyle.

Para quebrar a tensão que envolvia o caso, foram ótimas as cenas de Korzak e Jane, e da tentativa desta de trabalhar sua sensibilidade. A forma como ela reverteu a situação com o trabalhador do porto que havia lhe assediado foi ótima. E as cenas com o oficial que entregava as evidências na delegacia também foram engraçadas.

Também foi ótima a forma como Maura auxiliou o problemático legista assistente. Ela teve muita paciência com a forma dele trabalhar, soube ser dura nos momentos necessários, e no final das contas, apesar de ser dela a descoberta dos resquícios de pele na boca da vítima, deixou o crédito – e a lição – para o colega.

Com base nas informações do trabalhador detido, os detetives descobrem que a morte da vítima tem relação com uma antiga briga envolvendo o pai dela com um outro trabalhador do porto – com uma extensa ficha criminal.

Mas quando conseguem localizar tal trabalhador, o mesmo está morto. Maura confirma que ele foi o assassino da vítima. Mas as investigações ainda não estavam encerradas, e com base em um vídeo, os detetives descobrem que um dos empreendedores foi responsável pelo “acidente” que vitimou o pai da garota morta, e que pagou uma boa quantidade de dinheiro para o seu oponente. Com base nessas informações, os policiais partem atrás do homem. E o encontram machucado, após um embate contra Patti Doyle. Caso solucionado, criminosos presos. Ou melhor, criminoso preso, já que Doyle fugiu (e enviou uma grande soma de dinheiro para a irmã e o pai doente da vítima).

No final do episódio, ainda tivemos tempo para uma constatação: Doyle (um mafioso com ética), ama a filha. Mas isso não significa que ela precise amar ele em retorno, como bem pontuou a maior interessada na questão. Embora eu ache que Isles ficou um pouco mexida com a história toda.

Agora, resta mais um episódio antes de Rizzoli & Isles entrar em hiato, até final de novembro. Será que o episódio será de tirar o fôlego, e nos deixará ansiosos pelo retorno da série? Pela ‘promo’ de Remember Me, sim! To torcendo pro dia 12/09 chegar logo!

P.S.1: sim, sou fã da Angela, como vocês já devem ter percebido. Por isso senti falta dela nesse episódio. Mas a “participaçãozinha” no final valeu. Que outra pessoa pensaria que a diária (barata, por sinal) do hotel daria direito dela levar secador, roupão e suprimentos do frigobar pra casa?

P.S.2: gostei dessa insinuação de relacionamento entre Tommy e Isles. Eu sei, ele tem um passado condenável. Mas, aparentemente, Maura desperta o lado “bom” do Rizzoli. Sem contar que renderia cenas divertidíssimas entre eles e Jane. É esperar pra ver.

P.S.3: vou repetir um elogio já feito antes, à produção da série. As participações especiais são sempre muito boas. Ed Begley Jr. esteve ótimo como o legista assistente, e a atuação de John Doman como Patti Doyle também me cativou. Sem contar na minha torcida para Colin Egglesfield passar para o elenco regular de Rizzoli & Isles.

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

2 Comments

  1. Anônimo

    vaaamos por partes: 

    1. jane desobedeceu um mandamento basiquíssimo [pra quem lê sherlock e poirot, pelo menos]: vc constroi a teoria com o que descobre na investigação, em vez de forçar o que descobre dentro de uma teoria pré-concebida nos estágios iniciais da investigação. até o tommy sabe disso!

    2. policial duncan tem uma quedinha pela jane, lalala lala la…

    3. ética profissional da maura, kudos.

    4. o cara realmente acha que é desfavorecido por ser homem branco, pelamor.

    5. cara, o que foi aquela imitação que o korsak fez do marlon brando em ‘sindicato de ladrões’?? rolei  de rir e bati palmas!

  2. Mariela Assmann

    Nossa, to achando o Korzak melhor e melhor a cada episódio. Realmente, ele estava hilário! Jane me irrita, as vezes. Ela sempre (ou quase sempre), tem uma visão prá-concebida das coisas. Nesse aspecto, sou muiiiiito mais a Maura. E nesses últimos episódios passei a gostar ainda mais dela.

    PS: totalmente sem noção o legista assistente. E ainda falando que é desfavorecido para o Frost. Pelo amor!

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