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Rizzoli & Isles – Don’t Hate the Player

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Série: Rizzoli & Isles
Episódio: Don’t Hate the player
Temporada:
Número do episódio: 2×05
Data de exibição nos EUA: 08/08/2011

Semana passada, minhas suspeitas se confirmaram, e a TNT renovou Rizzoli & Isles para sua terceira temporada e ainda encomendou mais três episódios para a temporada atual, como noticiamos aqui. Mas essa não foi a única boa notícia da semana. A outra foi que o seriado manteve o ótimo nível dessa 2ª temporada, e os roteiristas nos presentearam com outro bom episódio.

Logo no início do episódio – mais uma vez super leve e divertido, um novo “jogador” foi adicionado à série: Tommy Rizzoli. O problemático irmão caçula de Jane e Frankie apareceu, para alegria de Angela e Maura, e um certo desgosto de Jane.

Em Don’t Hate the Player, Jane, Maura, Frankie e Kosak investigaram a morte de um ex-viciado em drogas contratado para auxiliar Manny Vegas – a estrela dos Boston Pilgrims, time de beisebol de Boston. E muitos eram os suspeitos, e suas jogadas para se manter incógnitos.

E quando o que parecia ser um homicídio se tornou um duplo assassinato, o empenho dos investigadores precisou redobrar para a captura do criminoso. Isso porque Manny Vega, aquele que teria mais motivos pra matar seu “instrutor da reabilitação”, morreu em um acidente de trânsito – mas não antes de ser sistematicamente envenenado. E como Vega morreu “limpo”, uma nova linha de investigação passou a ser seguida.

Achei as investigações, mais uma vez, bastante interessantes. E, novamente, Isles foi o destaque da área, na minha opinião. Todo o subsídio para as ações de Rizzoli e Kosak foi fornecido por Maura e sua técnica apuradíssima. Com base nas informações da autópsia, os suspeitos foram sendo descartados.E, no final das contas, Frankie e o lixo encontrado por ele acabaram sendo vitais para a solução dos crimes.

O criminoso não era Vega – o drogado em recuperação. Muito menos Philip ou Gina Young – o ex-casal que brigava pela gestão do clube. Nem mesmo o chefe de segurança que manipulou as provas e encobriu o crime. Nessa semana, o culpado foi o jogador simpático (e bonito) que convidou Jane para jantar – e que, assim, nos propiciou uma das cenas mais engraçadas do episódio: a troca de roupa entre Rizzoli e Isles.

Mais dois crimes solucionados, e mais um criminoso preso. Ah, e um possível criminoso inocentado. Sim, eu estou falando de Tommy, o temperamental – mas boa gente – caçula da família Rizzoli. Ele até gritou inexplicavelmente com o veterinário – que quase agrediu -, mas no final das contas não era o responsável pelo furto dos móveis de Maura. Quem sabe, depois desse desfecho, Jane não dá uma chance de regeneração ao irmão?  Afinal, não é fácil ser “a ovelha negra” da família do Oficial e da Detetive Rizzoli (e os cachorros, bons julgadores de caráter, gostam dele).

Nesse episódio, assim como em Sailor Man, os roteiristas conseguiram introduzir vários momentos divertidos na trama, o que deixou Don’t Hate the Player com um ritmo mais ágil. Assim, apesar dele não ter sido um episódio de ação, foi um ótimo episódio. Agora, é aguardar pelas emoções de Rebel Without a Pause, que contará com a participação especial da ótima Jacqueline Bisset como a mãe de Maura. Já estou ansiosa.

P.S.1: a produção da série tem escolhido muito bem os atores para as participações especiais. Colin Egglesfield  (All My Children e Melrose Place) fez um ótimo trabalho como Tommy Rizzoli. Espero que ele torne a participar da série.

P.S2: o ‘plot’ do assassinato de um jogador de beisebol foi excelente. Assim, os roteiristas puderam explorar muito bem as bizarrices, superstições e inimizades existentes em um vestiário. Adorei.

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

1 Comment

  1. Anônimo

    e a solução pro caso da jo friday rizzoli?
    :oD

    adorei o nome da cachorrinha, que raça que é, você sabe?

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