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Reviews

Rizzoli & Isles – Burning Down the House

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Série: Rizzoli & Isles
Episódios: Burning Down the House
Temporada:
Número dos Episódios: 2×15
Datas de Exibição nos EUA: 26/12/2011

Na semana passada chegou ao final a 2ª temporada de Rizzoli & Isles. E que final!!! Certamente todos os fãs contarão os segundos para o retorno da série.

Mas, antes de falar do episódio, em si, preciso abordar dois pontos. Em primeiro lugar, preciso elogiar Rizzoli & Isles. Essa segunda temporada foi bastante regular, e de ótima qualidade. Não teve um episódio ruim, sequer. A audiência manteve bons índices, apesar de uma queda em relação à temporada anterior. Mas em tempo de queda generalizada, isso não significou muito, e a série garantiu, cedo, sua 3ª temporada.

Também preciso me desculpar pelo afastamento das reviews. Seventeen Ain’t So Sweet e Don’t Stop Dancing, Girl ficaram sem comentários. Então, vou fazer alguns breves comentários sobre os episódios, antes de Burning Down the House.

Seventeen Ain’t So Sweet levou Jane e Maura de volta aos tempos do colegial. Dois colegas de Jane foram assassinados, por outra colega. Um quarto companheiro de colégio foi preso por produzir uma válvula cardíaca defeituosa, que causou a morte de várias pessoas, entre elas uma outra colega dos tempos de colégio (sobrou pouca gente, literalmente, pra contar a história do colegial). Apesar de tantas mortes, o clima de nostalgia e de diversão quebrou a tensão, e vimos um episódio equilibrado. Aliás, essa é uma das marcas de Rizzoli & Isles. Usualmente, os episódios são bem balanceados, de forma que a trama mais obscura não pesa excessivamente.

Nesse episódio ainda foi introduzida uma nova história para Korsak: o retorno da ex-esposa, e o drama de ter passado muitos anos sem ver seu enteado. A trama do estúdio de Yoga até que foi divertida, mas não por muito tempo…

Don’t Stop Dancing, Girl o foco ficou sobre dois crimes diferentes e independentes. O assassinato da mãe de uma garotinha bailarina, e a tentativa de assassinato de um policial, cujo suspeito era ninguém mais, ninguém menos que … o enteado de Korsak. Enquanto o sargento buscava se entender com o garoto e descobrir se ele era, de fato, o culpado; Jane, Maura e Frost buscavam solucionar o outro caso. E gostei do desfecho de ambos. Sempre gosto de tramas que envolvem a questão de proteção a testemunhas, e dessa vez não foi diferente. E a reconciliação entre o padrasto e o jovem problemático foi bem bacana.

E se nesses dois episódios o foco ficou todo em Jane e Korsak, foi diferente em Burning Down the House. Nele o destaque ficou, legitimamente, em Maura.

Foram muitos retornos. Constance Isles, Paddy Doyle e Gabriel Dean desembarcaram em Boston, e as coisas ficaram bastante agitadas – e um tanto quanto afetuosas – por lá.

O episódio começou com a morte de um bombeiro em um incêndio. Maura desconfiou que ele possa ter sido “aquela palavra que começa com C”, e requisitou alguns arquivos para investigar o modo como o fogo começou.

Até aí, nada de muito novo. Novidade foi ver Maura e a mãe mais amigas, se dando bem. Passeando e jantando juntas. E ver Constance tirando a filha da frente do carro que visava matá-la.

A outra novidade do episódio ficou a cargo de Jane e seu “Gabriel”. A detetive resolveu dar uma chance ao agente Dean, e isso não poderia ter acontecido em pior hora: bem no momento que o mafioso irlandês Doyle volta a Boston para proteger a filha biológica.
É claro que as coisas não terminariam bem. A sempre “fria” Maura passou por momentos delicados no episódio. Teve que lidar com a possibilidade da morte da mãe e com a proximidade de Doyle E ainda tinha um assassinato pra resolver. Obviamente, Maura foi bastante profissional e desvendou a questão dos incêndios criminosos. Mas a resolução da questão custou um alto preço: o pai foi alvejado por Rizzoli. Fim.

Sim, você não leu errado. Fim. Acabou assim. Com uma Maura brava e decepcionada, e uma Jane perplexa e amedrontada. As amigas inseparáveis conseguirão superar esse grande problema? Doyle morrerá? Qual seria o sentido das palavras finais de Doyle?  E quem seria a mãe biológica de Maura?

Falando em mãe biológica… fiquei bem tentada a acreditar que há algo escondido por Constance. Quando ela pergunta à filha se Patrick esteve ali, estava se referindo à Doyle. Qual a ligação entre eles? Certamente essa história se desenrolará na 3ª temporada.

Enfim, uma longa espera nos aguarda para que possamos descobrir quão profundas serão as marcas que esse dia deixará na amizade de Rizzoli & Isles. Pessoalmente, acredito que as coisas demorarão um pouco para se acertar. Prevejo um período de intenso estranhamento. Raiva e mágoa de um lado, culpa de outro. Mas as coisas deverão se acertar, creio que em algum momento chave e de muito drama.

E que venha a 3ª temporada!

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

2 Comments

  1. Claudia Temporal

    Gostaria de saber quando começa no Brasil a segunda temporada????

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