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Rizzoli & Isles – Bloodlines

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Série: Rizzoli & Isles
Episódio: Bloodlines
Temporada:
Número do Episódio: 2 x 07
Datas de Exibição nos EUA: 22/08/2011

Nessa semana, Rizzoli & Isles adentrou o mundo da magia e do misticismo. E o tema foi abordado da forma mais clichê possível: fogueiras, feitiços, gatos pretos, Sabrina e rituais.

Mas nem isso conseguiu tornar Bloodlines em um episódio ruim. Longe disso. Mais uma vez, vimos um episódio agradável, que soube misturar momentos mais tensos com outros mais divertidos. E o maior mérito do episódio foi tratar do tema “bruxaria” de uma forma bastante delicada, respeitando todas as opiniões acerca dele.

O caso da semana envolveu o cruel assassinato de uma bruxa, à moda antiga: na fogueira. Korsak, Rizzoli e Frost iniciam nas investigações, guiados pelas descobertas da sempre divertida Isles (ela realmente tem uma explicação científica para tudo). E logo chegam aos suspeitos: os demais membros do covil de Helen, a vítima; um empresário que pretendia comprar suas terras e um reverendo, cuja filha foi introduzida no mundo da bruxaria por Helen.

Checados os suspeitos – e seus álibis, os investigadores resolvem comparecer em uma sessão ritualística, na qual os demais membros do covil de Helen tentarão contato com ela através de um tabuleiro Ouija. A cena ficou mais pro lado do bizarro do que do assustador. Mas foi engraçado ver que até os mais incrédulos – como Jane -, ficaram com um certo medo quando as velas apagaram e o bruxo falou com uma voz estranha.

No final das contas, a culpada pelas mortes (de Hellen e do outro bruxo) foi Sabrina, a filha do reverendo, que, esquizofrênica, acreditava precisar acabar com o mal na Terra – mal esse personificado pelos bruxos.  Um final controverso, mas que foi tratado com delicadeza.

E enquanto rolava toda a investigação, a família Rizzoli experienciava seu próprio drama. E graças ao drama deles nós tivemos nossa cota de risadas. Seria Frankie pai da encantadora Lilly? Desde o início do episódio ficou evidente que Theresa era apenas mais uma golpista. E, aparentemente, Frankie estava caindo em sua conversa mais uma vez. E por isso Jane e Angela, com a ajuda de Maura, providenciaram testes de DNA para confirmar a paternidade. O que elas não sabiam é que Frankie já tinha providenciado o teste ele mesmo. No final, o óbvio: ele não era o pai de Lilly. Foi triste, mas serviu para mostrar como Frankie será um ótimo pai – e confirmou a tese que irmãos sempre estarão juntos nos momentos de precisão, embora briguem o tempo todo.

Por tudo isso, Bloodlines foi bom. Aliás, como todo episódio de Rizolli & Isles: um dos seriados que tornam a ‘MidSeason’ mais feliz.

P.S. solitário: como sempre, o seriado foi recheado de bons momentos. Na sessão dos fofos, podemos contabilizar Korsak e seu amor pelos animais (um gatinho preto causador de arranhões foi o fofo da vez). Na sessão de momentos hilários, não posso deixar de citar Jane, Maura, Angela e as panquecas de coelhinho, e a “campana” de Rizzoli e Isles, misturada com propaganda. Ri demais.

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

1 Comment

  1. Anônimo

    korsak tem se revelado um fofo, já são 3 episódios que eu fico toda “awww” quando ele aparece. e é interessante ver casos que, de certa forma, já foram usados em outras séries mas com abordagens diferentes. agora, quant o à superstição da angela, aqui em casa é diferente: se cair um garfo é visita de homem; visita de mulher é colher.

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