Log In

Reviews

Rizzoli & Isles – A New Day

Pin it
Série: Rizzoli & Isles
Episódio: A New Day
Número do Episódio: 5x01
Exibição nos EUA: 17/06/2014

Um novo dia chegou à Rizzoli & Isles. E pode-se dizer que foi um bom dia. Ou pelo menos um bom começo.

Jan Nash assumiu a condução da série com a partida de Janet Tamaro. E esse episódio foi roteirizado por Michael Sardo, estreante na série. Mas quem achou que isso significaria uma revolução na forma como as coisas aconteceriam se enganou. A série continuou sua jornada sem maiores percalços – ou seja, não houve perda de identidade -, e houve o resgate de alguns elementos que fizeram R&I ser amada e que andavam meio esquecidos. Ou seja: win win.

Um dos primeiros acertos dos estreantes Nash e Sardo foi trazer um caso que estava intimamente relacionado à pequena “tragédia” pessoal de Jane. Rizzoli está aprendendo a lidar com sua nova condição, e está aterrorizada com isso, como o seu sonho indica. E colocar um caso que envolveu um bebezinho desaparecido colocou as coisas em perspectiva: quanto a nova condição de Jane modifica a sua “capacidade” e sua parcialidade como Detetive? E assim, consequentemente, ficou interessante observar uma Jane mais vulnerável. Ela precisa pensar em uma série de coisas agora, e elas envolvem enjoos e evitar riscos. Parece fácil, mas para uma detetive fica bem difícil. Ainda mais para uma bem acostumada a ser badass.

Tirando toda essa parte da Jane descobrindo como ser uma grávida ativa e detetive, o episódio ainda contou com bons momentos de humor. O melhor da interação entre Maura e Jane esteve presente, e Angela investigando a nova condição de Jane foi impagável. Ah, e preciso citar também que fazer Maura e Frankie concluindo que sentem-se como irmãos – ainda que com lábios macios – foi um enorme acerto. O casal não tem química, e se for para “sacrificar” a química entre Rizzoli e Isles, que seja por um relacionamento pleno de química. O que ainda não vimos com nenhuma das protagonistas até agora, diga-se de passagem.

O caso em si foi bem previsível. Desde bem cedo deu pra sacar que a madrasta do pequenino era a assassina. Só a participação do pai estava sob judice. Mas há que se elogiar ao episódio nesse aspecto também: a previsibilidade não significou um caso arrastado, já que antes da metade do episódio as cartas já estavam todas na mesa, e aguardávamos apenas a localização do bebê. Fugiu um pouco do esquema de revelar o culpado só no fim do episódio, e essa fuga foi interessante.

E o final do episódio foi bem genial. A forma como a morte do Frost foi introduzida foi bem inteligente, considerando que a morte do Lee inviabilizou que ela se desse de forma muito elaborada. E com certeza o segundo episódio dessa quinta temporada será uma bela homenagem ao intérprete e ao personagem.

Por fim, espero que essa nova temporada resgate o espírito das 3 primeiras, com casos mais interessantes, plots mais consistentes e aquele humor gostoso que só R&I sabem fazer.

P.S.1: eu acredito que a gravidez de Jane não chegará ao final. Só não sei como ela seria interrompida, se for o caso.

P.S.2: Tia Maura é ou não é a melhor tia do planeta? <3

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

6 Comments

  1. Carol

    “P.S.1: eu acredito que a gravidez de Jane não chegará ao final. Só não sei como ela seria interrompida, se for o caso.”

    Acho que não é o caso, não. Nos livros, a Jane tem uma bebê chamada Regina.

  2. Carol

    E também, acho que não teria muito sentido colocar a Jane grávida se não for pra ir até o fim com a gravidez.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Log In or Create an account