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Revolution – Tomorrowland e Memorial Day

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Serie: Revolution Episódio: Tomorrowland e Memorial Day Número do episódio: 2x20 e 2x21 Exibição dos EUA: 7 e 14/05/2014
100
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Foram dois episódios ousados, inovadores e bons. O que me faz pensar: “Por que raios vocês não fizeram isso antes de a série ter sido cancelada?”.

Tomorrowland traz a grande questão do Gás Mostarda. O núcleo é semi-uno, então a história do episódio ficou deliciosamente contínua, e achei a introdução de uma ferramenta de extermínio em massa muito interessante, apesar de tardia.

Priscilla ainda está dominada pelo ritmo da ragatanga pela nanotech, e vem dando um trabalhão para Aaron. Em compensação, é ela quem avisa do perigo, fazendo com que os seres humanos de Willoughby corram e se escondam a tempo, além de matar uns patriotas que chegam com máscara de gás – pois é, nanotech maneirassa, o corpo da Priscilla resiste a tudo!

Depois disso, nossos queridos vão atrás de respostas: o que era aquele gás amarelo? De onde veio? O que faz? Como vamos parar os Patriotas e roubar essa treta que parece muito legal, se usada a nosso favor?  Acontece que o gás foi a arma escolhida por Truman (que virou hominho e mandou o presidente parar de encher o saco e deixar ele agir) para assassinar Miles e Bass, os quais, por sua vez, são manés o suficiente pra brigarem e se separarem. Pois é. Bass então pega sua escova de dentes e seu filhinho e vai embora. “Não precisamos do Miles”. Bate o pezinho umas vezes, pega armas que escondeu e, surpresa! Neville tem um faca no pescoço de Connor, e não é pra bancar o barbeiro (por mais que a posição da faca tenha ficado muito parecida com isso xD).

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E então veio Memorial Day, para nos mostrar a que Neville veio. Querendo vingar a morte de Julia, vai atrás de uma aliança com Bass, que aceita sem titubear. Enquanto isso, Miles se alia a Marion – sim, a mesma que sacaneou ele e o Gene há uns episódios – para descobrir os planos de Truman. Pois ela descobre, arranja uns team mates para Miles (poucos, mas quem não tem cão caça com gato, né?) e depois volta a posar de noiva modelo, enquanto o time arquiteta um plano que, teoricamente, é perfeito: sequestrar o trem com o carregamento de gás mostarda. A cena do sequestro foi bem legal, e eu meio que curti ver a Charlie toda felizona em cima do trem, enquanto o maquinista fazia póóón! apitava. Mas legal, legal mesmo, foi o que veio depois. Bass, Neville e seu grupo abordam o trem e dizem que “isso é um assalto”. Daí eles descobrem que o vagão onde o gás deveria estar, na verdade, está vazio. Agora me digam: quem é que rouba uma mercadoria sem antes conferir se está tudo certo com ela? Claro que eu ri um bocado das caras de tacho de todo mundo e dei uma de “cumpáde Uóxito”: Sabe de naaaaaaaada, inocente!

Nisso, Rachel está com Aaron e Priscilla na casa que a moça tomou no episódio anterior e que eu esqueci de comentar. A nanotech tem Aaron na mão, e com a chegada de Rachel, a coisa muda um pouco de figura. Depois de chamar Priscilla de “meu projeto de ciências”, o que eu achei incríííível, deu um tapa na cara dela! Confesso, babei muito ovo pra Rachel nesse episódio. Toda a chatura que ela apresenta quando está perto da trupe se esvai quando ela tá com o Aaron e brincando na parte efetivamente científica da série. Pois bem, Rachel trata de irritar a nanotech um tantinho depois de matutar um plano massa, mas bem rudimentar – era o que dava pra fazer, gente – com Aaron. Tentam queimar o circuito com água e eletricidade. E quase funciona. Claro, se tivesse funcionado seria decepcionante. Imaginem, a bagaça tá dominando o mundo há mais de vinte anos e, um belo dia, com água e energia elétrica, conseguem queimar a nanotech? Broxante. Derrotar a criatura é o grand finale dos criadores, tem que ser algo dantesco, senão não tem graça.

Terminando o episódio temos então Marion, numa reunião do povo em que Truman está fazendo discurso. O patriota então chama seus convidados especiais: o presidente dos EUA e o do Texas. Retira-se e leva a noiva para o andar de cima, onde está… *tambores rufando* O GÁS MOSTARDA! E aí a gente descobre que o Truman quer matar todo mundo e acaba o episódio.

Bem, revolucionários, apenas mais um episódio para o fim. Muito a se esperar do finale, muito. Sabemos todos que a série teve pontos baixos demais, mas oremos para que não tenha um series finale estilo Dexter.

Séries citadas:

Futura jornalista. Medrosa e sonhadora que só. Escritora de margem de caderno, adora os Beatles, filmes e livros em geral. Fácil de agradar. Sitcoms são o melhor acompanhamento para as refeições e o resto das séries, para qualquer horário livre. Doida de pedra e antissocial, nerd até à medula. Apaixonada pelas culturas britânica, hindu e hippie. Sintam-se à vontade pra me amar.

Website: http://tempoedimensoesrelativasempalavras.wordpress.com/

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