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Review: Private Practice – The Parent Trap

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Private Practice - The Parent Trap

Série: Private Practice
Episódio: The Parent Trap
Temporada:
Número do Episódio: 40 (3×09)
Data de Exibição nos EUA: 3/12/2009
Data de Exibição no Brasil: 19/4/2010
Emissora no Brasil: Sony

Primeiro eu acho importante dizer que esse episódio foi exibido nos EUA seguido pelo episódio Blowups (3×10), que a Sony só vai exibir na semana que vem. Eu juro que gostaria de conhecer a pessoa que teve a brilhante ideia de atrasar a exibição de Private Practice e ainda separar um episódio que é … duplo!!! Mas, vamos nos virar com o que temos.

Em The Parent Trap, os pacientes de Cooper, Violet e Charlotte abdicam do sexo visto, que para a Torá o sexo é para a reprodução e não para o prazer, e sete filhos depois eles só pensam em uma saída – abstinência.

E mesmo trabalhando no mesmo caso, Cooper e Charlotte não se entendem. Acho muito interessante ver que ela passa a maioria do tempo evitando contato – se abrir com o namorado e com os amigos, mas quando acorda bem e disposta força uma conversa com eles. E achei mais interessante o trabalho em grupo pra encontrar uma saída para seus pacientes.

Foi o que Addison e Pete também fizeram pelos seus. Uma mulher de 60 anos está grávida, mas a criança desenvolveu uma anomalia dentro do útero e como ainda era muito cedo para o nascimento, o feto precisava de uma cirurgia cerebral que podia custar a vida da mãe.

Ambos os casos tiveram um final feliz o que me fez pensar que talvez tivesse sido melhor se alguém morresse.

Mas de longe o mais gostoso desse episódio foi Addison e Capitan. Pra mim essa storyline tem um sabor especial. Como venho dizendo nas reviews anteriores sobre a minha insatisfação com o desenrolar da trama de Meredith e seu pai, ver Addison questionar e enfrentar o pai por todos os anos de galinhagem bem no nariz de Bizzy, ahh, não tenho nem palavras pra dizer o quanto tenho gostado.

E com a semelhança entre os pais de Addie e Mer dá pra ver algumas diferenças na postura de cada uma. Addie é obstinada o bastante pra saber enfrentar o pai, pra não se fazer de bobinha e pra seguir com a vida – embora ela sofra com algumas sequelas sobre conceitos como família e fidelidade que a impede de ter um relacionamento que dure.

Mer, por outro lado, ficou mais danificada com o desleixo da mãe e com a indiferença do pai e ela nunca foi capaz, e acho que não será, de bater o pé e tomar a rédea da situação.

Mudando de assunto, Violet e Capitan dormiram juntos. Eu prefiro nem falar muito porque duvido que alguém tenha se surpreendido com ela. A desculpa dela foi a mesma que deu quando explicou porque dormiu com Sheldon e com Pete e cada vez mais ela se torna insuportavelmente egoísta a ponto de, mesmo eu, que tanto gosto dela, não me interessar mais.

Private Practice - The Parent Trap

Seguindo, Naomi e Sam enfrentam uma crise com Maya porque a garota está levando o namorado pra dentro de casa quando devia estar na escola. O que aconteceu com o ‘sim, Senhor (a)’ e ‘não, Senhor(a)’ quando nós filhos falávamos com nossos pais? E como pode Sam ser tão mole pra explicar a Maya a diferença entre liberdade e libertinagem? Tava me dando urticária ver a tranquilidade com que ele tratou o assunto, não havia necessidade de matá-la como Nai queria fazer, mas uma boa conversa (e uns tapas também iam bem) seria bom, né? Tudo que ele fez foi pedir pra filha lhe contar tudo, e convenhamos, quem acha que ela vai?

Senti falta de Sheldon, Fife e não vou mencionar Dell porque eu não to entendendo as aparições dele de vez em quando na série, semana passada apareceu casado, nessa nem deu as caras. Até semana que vem gente! E pelo que vi as coisas vão ficar melhores. Bizzy chega à LA!

Séries citadas:

Bacharel em Direito e servidora pública. Já chegou a ver mais de 30 séries, mas hoje prefere ter vida social. Atualmente acompanha Arrow, The Good Wife, The Voice e Scandal.

3 Comments

  1. Alessandra

    Lara,

    Gosto da Violet tb, é um personagem interessante…e o trauma que ela sofreu realmente não é coisa fácil de lidar. Mas impossível ela não notar o quanto seu processo de cura, por assim dizer, não magoa as pessoas ao seu redor – pessoas, diga-se de passagem, que estiveram do lado dela incondicionalmente (pobre pete, a última foi demais para ele…) em todos os perrengues da vida dela.
    E uma coisa meio óbvia, para mim, que alguém que tenha passado pelo que ela passou precisaria entrar logo em seguida em uma terapia, após os danos físicos serem reparados. Como é que ninguém do PP obrigou ela a fazer terapia (como obrigaram o pete quando ele entrou como sócio no PP, após a morte da esposa dele, por recomendação da Violet até…). Aquela coisa de ela argumentar com os outros “ó, não se preocupem eu sou uma terapeuta treinada e sei exatamente o que está acontecendo comigo” que ela mandou no 2×2, acho, claramente não está funcionando; a rejeição ao filho é um sintoma claro que ela não processou o que ocorreu com ela. Estranho que a Addison ou o Pete não tenham feito uma intervenção nela com isso…
    Outra coisa inacreditável foi ela nem ter pensado em como o Pete se sentiria ao dormir com o Captain; a primeira reação dela foi pensar na Addison e no medo de que a amiga a odiasse!
    Como disse, gosto muito da Violet; mas há poucos argumentos no mundo que me convençam que ela não está caminhando para ser, no mínimo, uma pessoa extremamente desequilibrada…

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