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Opinião Reviews

Review: Private Practice – In Which Cooper Finds a Port In His Storm

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Private Practice - In Which Cooper Finds a Port In His StormSérie: Private Practice
Episódio: In Which Cooper Finds a Port In His Storm
Temporada:
Número do Episódio: 8
Data de Exibição nos EUA: 21/11/2007
Data de Exibição no Brasil: 12/1/2009
Emissora no Brasil: Sony

Não. Não. Não. Nãããããããããããããããããão!

Desde os bons tempos de ER sabemos que dramas médicos precisam chocar. Que tem consultores dentro de cada uma dessas séries fuçando livros de medicina atrás de doenças raras e nojentas. Por ser ambientada em uma clínica, e não em um hospital, sempre imaginei que Private Practice nos livraria destes “disgusting moments”. Mas eis que a série, com os pacientes de Violet, parece abrir todo um novo leque de distúrbios psicológicos.

Mas, não por favor, vamos colocar alguns limites. Colocar Addison namorando um homem com compulsão por colocar objetos no ânus não é engraçado. Private Practice não é Scrubs, lá este tipo de piada, com a devida abordagem, pode ser engraçada. Aqui não.

Veja bem, antes da Sony programar as reprises de Private Practice, a gente tinha acabado de assistir ao melhor episódio da série. E este prometia ser ainda melhor: os garotos de um lado, as garotas de outros, o consultório dividido pelo constrangimento sexual, Dell tentando entender o que estava acontecendo, uma epidemia em um convento, um bom tempo de tela para a Charlotte e alguns atores convidados que eu adoro, como a Keiko Agena (a Lane de Gilmore Girls) e o Tom Irwin (Graham Chase em Minha Vida de Cão, um dos melhores pais da TV).

Private Practice - In Which Cooper Finds a Port In His StormE, mais ainda, um episódio que entrega a melhor atuação de Kate Walsh na temporada. Ela é puro instinto materno e ainda passa por todo o drama de perder dois nenês em uma noite – um morre e o outro, a Batgirl, é devolvido à mãe depois de Addison criar um forte vínculo com ele.

No fim, o drama da Addison foi tão emocionante que até reduziu minha incomodação com as bobagens do episódio – Naomi achando que cometeu pecado ao transar com o ex-marido e, especial, todo o humor em torno do the Trunk.

* * *

Caríssimos leitores. A season finale de Private Practice vai ao na próxima segunda-feira e na seqüência a Sony estréia a nova temporada da série. É a hora exata de fazermos a mudança. Infelizmente, a Ana Boleyn não voltará a escrever sobre a série e eu gostaria de me dedicar a outros textos do site. Logo, para que as resenhas da série continuem sendo publicadas precisamos de um novo colunista. Alguém se dispõe? Interessados podem escrever para mim – editor@teleseries.com.br.
Atualizado às 23h50: Inscrições encerradas. A partir de amanhã estarei contatando os interessados.

Paulo Antunes está substituindo interinamente a colunista Ana Boleyn.

Séries citadas:

É jornalista, pós-graduado em Jornalismo Digital pela Pucrs e trabalha com produção de conteúdo para Internet desde 1995. É editor de internet do Jornal do Comércio, de Porto Alegre. Fundou o TeleSéries em agosto de 2002. Na época, era fã de The West Wing, The Shield, Família Soprano e Ed. Atualmente é viciado em The Good Wife, NCIS, Game of Thrones e Parks and Recreation.

7 Comments

  1. Aline

    Kate simplesmente arrasou nesse episódio. E estou adorando a sex tension entre Addison/Pete e Naomi/Sam. Pra mim Private Practice continua sendo uma série interessante de se assistir. Não é a melhor do mundo, mas me diverte, então pra mim tá valendo.

  2. Carlos Iago

    Eu até me candidataria, mas Private Practice não é nem de perto uma série que eu “goste” mesmo.
    Só vejo por Grey’s Anatomy e vou ver a 2ª temporada só vou assistir pq disseram que melhora. Se não melhorar, largo. Mas eu adoro os reviews de PP aqui do site. Não podia parar nããão.

    Ah, o TRUNK foi a coisa MAIS RIDÍCULA que eu já vi. Não sei como ainda dou chance a essa série…ahauhauah

  3. Rodrigo B.

    Hahahaha…eu também me candidataria, se não fosse pelo pequeno “detalhe” chamado Private Practice.

    Mas, seja como for, deve ser uma tarefa inglória achar, entre o universo de leitores do site, mais alguém que saiba escrever uma boa review, além do fato de gostar de “Private Practice”.

    Aliás, Paulo, gostaria de perguntar(e tudo bem se você não quiser responder, eu entendo): qual é o critério pra escolha das séries que ganham um review próprio, como PrP, por exemplo? Popularidade? Ou é uma simples escolha pessoal?

  4. Mary

    Ixi Rodrigo…acho que você mesmo respondeu: o critério é escrever uma boa review! hehehe

    (Completamente off topic: poxa, ontem faleceu o ator Ricardo Montalban, da Ilha da Fantasia e, apesar do meu personagem favorito na série em questão ser o Tatoo, ele não merecia nem um textinho não, gente?)

  5. Paulo Antunes

    Mauro Cesar,
    Não, não vou morrer. Nem vou dizer que fiquei revoltado, que não fiquei. Mas realmente achei a piada apelativa, o que mostra que a série não acertou ainda o tom. É isto.

    Rodrigo B.,
    O critério não é só popularidade. Popularidade é um deles. A capacidade do review de gerar feedback é outro – ou seja, mais do que ter leitura gerar discussão e comentários. Mas algumas séries são realmente apostas pessoais – queremos falar delas porque se não ninguém falar em nenhum outro lugar.
    Viu, tem critério. Mas ele não faz muito sentido.

    Mary,
    Infelizmente estamos sobrecarregados e não estamos dando conta de publicar todas as notícias que saem. E é por isto que esta semana começamos a testar algumas colunas especiais, com várias notinhas num único texto.

  6. Rodrigo B.

    “[i]Viu, tem critério. Mas ele não faz muito sentido.[/i]”

    Hahaha…tudo bem. Obrigado pela resposta, Paulo. Essa era uma dúvida que eu já carregava há algum tempo.

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