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Review: Life – The Business of Miracles

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Life - The Business of MiraclesPrograma: Life
Episódio: The Business of Miracles
Temporada:
Número do Episódio: 14 (2×03)
Data de Exibição nos EUA: 6/10/2008
Data de Exibição no Brasil: 18/2/2009
Emissora no Brasil: AXN

Preciso falar que eu AMEI esse episódio? Crews estava sensacional e, além de tudo, dopado? A cena em que ele começa a enxergar Jen em todos os lugares – e fica com aquela cabeça enorme – só não foi melhor do que, bem, do que quando ele “quebra” a vítima, do que quando o capitão precisa soltar Dani da porta do carro, ou quando Crews pergunta ao marido dela se ele pode transar com ela.

Jen:

Pediu permissão ao meu marido para fazer sexo comigo?

Crews:

Era a coisa honesta a ser feita.

Jen:

Era a coisa estúpida a ser feita. Quando coisas assim acontecem, você finge que não e continua. Não fala para o marido da mulher que quer transar no banco do carro.

Crews:

Nós queremos fingir que nunca aconteceu?

Jen:

Essa seria a coisa civilizada a ser feita.

Crews:

Queremos ser civilizados?

E para quem tinha falado que não existia mais mistério: quem são os seis que agora são os cinco? Eu nem respondi ao comentário quando falaram sobre o fato de Crews ter resolvido o mistério na temporada passada justamente porque eu sabia o que viria. A parte mais importante a ser solucionada ainda nem começou a ser mostrada.

Crews prendeu o homem que executou o assassinato, mas nem chegou perto de entender os reais motivos dele (ou vocês acham que foi só por causa da lavagem de dinheiro?), por que Rachel é tão importante e, mais que tudo, por que escolheram Crews como culpado do crime?

Agora, para quem torcia pela Connie: depois do que ela falou vocês ainda torcem? Sim, eu sei que ninguém é tão louco quanto Crews de sair enfrentando qualquer um a ferro e fogo, e eu nem a culpo por não brigar para que a confissão gerasse uma nova investigação, mas falar para Crews, olhando em seus olhos, que não ouviu nenhuma denúncia contra Jack Reese? Isso, para mim, foi demais.

Life - The Business of MiraclesTambém curti muito o crime da noite: achei que a morte foi muito diferente de tudo que já vimos (e olha que eu assisto seriado policial para caramba), o rol de suspeitos não tinha nenhum desinteressante, desde Betsy, a ex-assistente e namorada defensora de animais – e que mora com um macaco – até a assistente atual sexy e preocupada com a carreira.

A descoberta da diferença entre os ratos, que só mesmo alguém como Crews para perceber, foi a chave para a verdadeira descoberta, e bem a cara dele ajudar ao faxineiro entregando a caixa de pílulas – Evidências são perdidas.

Agora, falando de Betsy: nada mais estranho do que usar “Jim Shoes” (brincadeira com Jimmy Shoes), não é verdade? Eu não teria coragem de encarar o uso de um sapato feito com pele humana (e não adianta brigar comigo por ter coragem de usar um sapato de couro de animais, não é a mesma coisa).

Dani teve dois importantes momentos: quando confronta seu pai na mesa de jantar, com toda a família reunida, perguntando se ele realmente teria mandado um homem inocente para a cadeia; e depois quando, tentando fugir de Tidwell, acaba presa pelo cabelo a porta de seu carro. E nada mais Dani que pensar em simplesmente cortar o cabelo, ao invés de tentar abrir a porta.

Tidwell fica cada vez mais interessante, e nem falei da interação dele com a dupla de detetives – perfeita, sempre.

Séries citadas:

3 Comments

  1. Fernando dos Santos

    Uma das coisas que eu acho mais legais em Life é que os cadáveres quase sempre são encontrados em situações ou posições inusitadas.E o episódio foi mesmo um dos mais engraçados da série até o momento.

    Espero que esta trama de fundo envolvendo o Jack Reese não se alongue demais para não virar enrolação.Por enquanto eles de fato estão conseguindo conduzir esta história de maneira interessante, mas com a obrigação de se fazer 22 episódios por temporada o desafio fica bem maior.

  2. Arnaldo

    O humor nesta série tem sido bem explorado. A cena em que ele “quebra” a vítima não ficou devendo nada ao Mr. Bean ou a Maxwell Smart, embora a série não seja de um humor excrachado.

    Concordo com o Fernando quanto a “enrolação”. Prefiro que uma série seja curta, tenha um final digno e que deixe saudade, do que uma que se extendenda e fique enrolando até vc não aguentar mais assistir.

  3. Paulo Antunes

    Oi Si,
    Só consegui assistir a este episódio ontem, depois de assistir a reprise gravada.
    Olha, eu não curti muito o caso da semana.
    Mas as tramas pessoais do Crews e da Reese foram ótimas, muito boas mesmo e valeram pelo episódio.

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