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Opinião Reviews

Review: House – Wilson

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House - Wilson

Série: House
Episódio: Wilson
Temporada:
Número do Episódio: 119 (6×10)
Data de Exibição nos EUA: 30/11/2009
Data de Exibição no Brasil: 17/12/2009
Emissora no Brasil: Universal

Acredito que a demora para publicarmos uma resenha de House no TeleSéries diz muito mais sobre o momento da série do que este texto jamais conseguirá dizer. Em uma frase: a lua de mel dos fãs com House acabou.

E eu peguei emprestado o espaço do Anderson Vidoni (que também estava com dificuldades para escrever para este episódio) para dizer que eu mesmo não consigo mais defender House. E eu sempre defendi House. Eu defendi House desde o início, quando todos ainda gostavam da série, mas torceram o nariz no arco de Vogler e depois com a aparição de Stacy. Claro, ali não tínhamos grandes problemas ainda. Segui ao lado da série quando a coisa ficou mais grave, como quando o arco com o detetive Tritter começou a tomar rumos preocupantes. Permaneci ao lado da série no quarto ano, com o reality show que aumentou o elenco da série, e realmente acho que os fãs implicam demais com Thirteen, Taub e o falecido Kutner.

Acho que House é uma das grandes séries da década e que ela fez algumas experiências muito interessantes para o seu gênero. Os produtores se arriscaram, ousaram e mantiveram (na maior parte do tempo) o controle criativo da obra. House vai acabar – se não na próxima temporada, certamente na seguinte – e ainda vamos falar da série por muito tempo.

A questão é que este ano abriu, com o ótimo Broken, insinuando uma mudança de direção na série. Ainda que muitos fãs torçam o nariz para a ideia de Greg House se tornar um ser humano melhor, a temporarada sugeria que ele começaria mudar. De fato, House é uma série que atrai muito pelo seu cinismo, por sua ironia, e, pensando bem, parece mesmo paradoxal ela abraçar a ideia de redenção. Isto deveria ser coisa pra One Tree Hill, Smallville, essas coisas. Mas eu ainda acho o caminho válido, especialmente se trilhado da forma como os produtores de House conduziram os últimos cinco anos: sem frescura, sem se levar a sério demais, sem ser panfletário, sem ser radical.

Acho curioso observar que os fãs de House não são necessariamente fãs de procedural dramas. Tirando um outro colega de TeleSéries, quem assiste House fervorosamentre não assiste CSI, ou Criminal Minds. E são justamente estas pessoas as que mais criticam a série e as mais apegadas ao formato procedural. Elas não querem que nada mude. Elas querem Chase, Foreman e Cameron juntos. Elas não querem que House fique bonzinho. Elas querem a Thirteen morta. E elas estão indignadas com a saída de Cameron. Mas elas não fazem ideia! Elas não fazem ideia da tristeza que é assistir Criminal Minds e, da noite para o dia, não ter mais o Mandy Patinkin em cena. Ou, de como num dominó, perder Jorja Fox, Gary Dourdan e William Petersen, 50% do elenco do seriado mais assistido da televisão. Em outras palavras: é uma dádiva que House tenha chegado até aqui inteiro e só tenha perdido a Jennifer Morrison agora, de forma planejada (ainda que forçada, admito).

Minha crítica a House, portanto, é diferente da crítica do Anderson e de outros fãs. O que me chateia, neste momento, é que falta a esta sexta temporada coesão. A impressão que dá é que parte da produção da série está indecisa sobre este rumo que House está tomando. Ou não sabe executar a ideia. Ou está mesmo é interessada em descarregar suas últimas ideias maldosas antes do doutor ficar bonzinho. E com isto vem forçando em diversas tramas, como na remontagem rápida da equipe de House e, mais ainda, na superexposição da tensão romântica de House e Cuddy (isto deveria ser House, não A Gata e o Rato!).

House - Wilson

E Wilson? Wilson é um episódio que prometia ser diferenciado, mas por ter sido exibido no meio desta confusão, perdeu a sua força. Toda a novidade narrativa – de vermos o Wilson como protagonista, tendo insights e envolvido com a saúde de um amigo – acabou diluída pela percepção que o Wilson, de fato, é um banana. E um chato. Durante anos, como fã de House, defendi que Robert Sean Leonard merecia ser indicado ao Emmy de Ator Coadjuvante em Drama. Agora, bom, não tenho mais certeza disto.

A sacada do episódio, no entanto, era boa. E a frase final do personagem do Joshua Malina (ator que tem lugar garantido no Olimpo das artes por conta de Sports Night e The West Wing), uma pérola:

… mas a pessoa que você quer do seu lado quando está morrendo não é a mesma que você quer quando está vivo.

É, esta não é a sexta temporada House que eu queria assistir.

Séries citadas:

É jornalista, pós-graduado em Jornalismo Digital pela Pucrs e trabalha com produção de conteúdo para Internet desde 1995. É editor de internet do Jornal do Comércio, de Porto Alegre. Fundou o TeleSéries em agosto de 2002. Na época, era fã de The West Wing, The Shield, Família Soprano e Ed. Atualmente é viciado em The Good Wife, NCIS, Game of Thrones e Parks and Recreation.

20 Comments

  1. Lara Lima

    “Elas não querem que nada mude. Elas querem Chase, Foreman e Cameron juntos. Elas não querem que House fique bonzinho. Elas querem a Thirteen morta. E elas estão indignadas com a saída de Cameron.”

    E não é que é verdade?!!! Em Grey’s por exemplo eu detestei a constante troca de elenco. Em House além do elenco outras coisas mudaram, principalmente no que toca na personalidade de House e não sei se os fãs (inclusive eu) estão preparados para um personagem mais maduro, ou bonzinho.

    Excelente texto Paulo. Parabéns!

    Resposta do Paulo: Mas Lara, a série não pode estagnar, tem que andar pra algum lugar. Esta é a questão! Absurdo seria a Cameron, o Chase e o Foreman trabalhando seis anos seguidos com um chefe insuportável. Eles saírem e voltarem deu credibilidade ao show, mesmo que as pessoas não percebam isto. É isto que eu questiono nos fãs. Obrigado pelo elogio.

  2. Sérgio

    House é Holmes, Wilson é Watson. Foi essa a premissa básica da série, que funcionou muito bem por três anos (Vogler e Tritter à parte). Chase estava ali por causa do pai, Foreman porque era negro e tinha ficha criminal, Cameron porque era bonita. Os três patetas faziam o trabalho duro e serviam de saco de pancada, fazendo escada para a genialidade de House. Wilson assistia, ajudando a narração. Era um procedural médico – e muito bom! Bons textos, diálogo inteligente, sem muitos absurdos médicos (pelo que dizem os blogs, eu não sou médico).

    Essa série acabou no final da terceira temporada, naquele episódio em que todos saíram. Dela resta somente o talento do Hugh Laurie. A série que começou na quarta temporada é uma “soap”, uma novela, em que o central são os personagens, os relacionamentos. Os casos médicos perderam a importância, House se infantilizou: de “nerd” manipulador, tornou-se um bobo cuja principal ocupação é fazer “pranks”.

    Falta inspiração. O fundo do poço foi quando copiaram descaradamente as alucinações de Grey’s Anatomy… esta uma novela declarada.

    Em resumo, House foi uma das melhores séries de todos os tempos. Pena que durou apenas três temporadas!

  3. Simone Miletic

    Paulo,

    Acho que o colega fã de procedurais sou eu, estou certa?

    Pois bem, você colocou em texto tudo que eu pensava em escrever e não criava coragem. Admitir que House pode ter perdido sua magia e que é melhor parar que decair ainda mais é bem difícil.

    Eu não me irritei com tritter e nem achei de todo ruim o novo trio de assistentes, sempre repeti isso, o problema foi a falta de sentido nas histórias.

    Sentido quando falamos do que vimos desde o início: assistir aos primeiros episódios de House enquanto assistia à quinta temporada me fez sentir uma saudade imensa daquele homem que era amargo e infeliz e que, mesmo sem saber, não queria isso para ele.

    Mas ele não conseguia enxergar o caminho para melhorar. Quando assisti a Broken pensei o quanto eles estavam sendo inteligentes em achar esse caminho.

    Mas aí eles se perderam. Mesmo Hughie parece se sentir assim: perdido. Ele ainda é um excelente ator, mas parece que até mesmo ele se perdeu em qual o futuro possíve.

    E sim, Wilson faz com que a gente se decepcione com aquele que era o único personagem consistente nesses anos todos.

    Resposta do Paulo: Você e a Thata, claro! Mas só pra deixar claro, o que eu quis dizer é que quem não assiste procedurals é quem mais gosta do formato procedural. Você, a Thais e eu sempre pensamos que o seriado tinha que se movimentar. Os jovens fãs de procedurals, como nós, adoram dar uma espiadinha na vida privada dos personagens – a gente vibra cada vez que o Gibbs aparece escovando o barco…

  4. Mariana França

    “People don’t change” – Mas a série um dia teria que mudar..acho que é a sindrome da sexta temporada, pois muitas séries quando chegam a tal ano começam a perder forças ou não saber qual caminho os personagens seguirão…

    House precisa tomar cuidado para que essa mudança descaracterize um personagem tão importante da serie

  5. rosana

    concordo plenamente com o Sérgio. House acabou mesmo na terceira temporada.
    Se fosse apenas o problema de coesão era uma coisa, mas tem vários outros problemas e a entrada de novos personagens com estorias novelescas proprias e a infantilidade do House acabaram com a série. E fala sério, não dá para aguentar a 13.

  6. Joelma

    não sou fã de procedural dramas… o único que assistia era CSI e não nego era pelo Grinsom! quando ele saiu fiquei desconsolada
    adorava House tb, não via a hora de assistir um novo episódio, corria para comprar os DVDs, agora… nem sei que episódio tá passando mais, é verdade! eu quero a equipe antiga de volta, não odeio mais a Thirteen como no começo, mas ela ainda não me diz nada, talvez pq escolheram matar a Amber, que começou detestável e depois me encantou pelo menos, se bem que ela era quase um House de saias, mas era interessante, ai ainda tenho raiva

  7. Marlene Freitas

    A melhor observação do Paulo, foi o trecho reproduzido abaixo:

    “A questão é que este ano abriu, com o ótimo Broken, insinuando uma mudança de direção na série. Ainda que muitos fãs torçam o nariz para a ideia de Greg House se tornar um ser humano melhor, a temporarada sugeria que ele começaria a mudar. De fato, House é uma série que atrai muito pelo seu cinismo, por sua ironia, e, pensando bem, parece mesmo paradoxal ela abraçar a ideia de redenção.”

    De minha parte, esperava que os acontecimentos do episódio ‘Broken’, causassem uma mudança no rumo no personagem, sim! Não que ele, de repente, virasse bonzinho, mas que House percebesse sua humanidade e ‘aliviasse’ um pouco no tratamento com os demais!
    Porém os roteiristas… sempre eles… parecem não conhecer nada sobre psicologia ou a natureza humana – não há coerência nas ações de alguém que passou por uma crise e não aprendeu nada com isso! É pena que um personagem tão forte tenha história tão desconexa.
    Quanto ao Wilson… o personagem está cada vez mais fraco. A compaixão dele pelo paciente e o retorno de tal dedicação… francamente! Lembrou-me muito a manipulação do pai do Locke (LOST) para obter um rim dele…

  8. Lara Lima

    Sim Paulo, a série não pode estagnar, mas o que acontece é o seguinte: as mudanças foram, ao que parece, mal elaboradas firmando-se na sorte, ou seja, vamos esperar pra ver se agrada ou vamos tentar hoje isso e se não der aquilo, de forma desordenada. E algumas escolhas, como por exemplo a especialização dos novos pupilos, não abrem espaço para muitos arcos. Os novos pupilos também não despertam simpatia (eu até não acho horríveis, gosto de Taub e também gostava de Kutner, mas a 13 é de doer..) e o que era acessório passou a ser principal: saem os casos clínicos interessantíssimos e entra esses romances bobos, além da eterna análise psicologica que Wilson faz de House.

    Pelo menos não virou uma zorra de entra e sae médico como foi a temporada passada de Greys.

    Ainda assim eu sou fiel a House. Hugh Laurie é incrível (!!!!!!) e amo a série.

  9. Diogo

    Na minha opinião House melhorou em relação ao seu ano anterior (5ª temporada).

    A série teve as 4 primeiras temporadas geniais e realmente precisou mudar.

    Como fã da série, gostaria sim de uma nova mudança, ou melhor, que ‘House’ voltasse a ser o que era antes sem cair no clichê.

    Como nos comentários anteriores a 3ª temporada foi o “auge” da série, mas certamente se a trama dessa temporada se repetisse com a do ano de 2007, concerteza todos iriam reclamar.

  10. Carina

    Primeiramente, excelente texto Paulo! Suas contribuições são sempre especiais.

    No entanto, eu tenho uma opinião um pouco diversa da sua… concordo que House não tem a mesma magia das primeiras temporadas mas acho que esta 6ª temporada está, aos poucos, se recuperando da irregular temporada anterior. A 5ª temporada foi a pior da série. Saiu tanto de sua essência que, agora, está tentando voltar ao eixos em um árduo caminho. Ainda acredito que teremos excelentes episódios mas também acho que House deverá durar, no máximo, umas duas temporadas.
    Em relação ao episódio, por eu sempre gostar do Wilson, eu vi tudo com outros olhos. Gostei do episódio e eu adoro o Robert Sean Leonard. Foi interessante ver o dia a dia no hospital por outro ângulo, de como ele está acostumado com os absurdos dos casos médicos do amigo (a cena que a maca passa com Foreman “montado” no paciente é bem representativa disto). Também vimos os insigths de Wilson, como ele descobre que um paciente está com câncer por não ter falado sobre os netos. E o fato de Wilson ter ajudado o amigo foi movido pelo sentimento de culpa pelo tratamento de químio usado… é um personagem que é movido pela culpa, que ele carrega desde que o irmão esquizofrênico sumiu por ele não ter atendido uma ligação do mesmo. No geral eu gostei do episódio.

  11. Cat

    É com muita tristeza q admito q a série House q me conquistou não existe mais. Lendo todos os comentários me sinto em consonância com alguns…é triste vê uma série tão bem construída nas primeiras 3 temporadas desmoronar assim…Broken foi um sopro de esperança pra mim, pq tava quase desistindo de House desde a 4ª temporada. Pra vcs terem uma ideia, até hoje sei o nome e o número de cada episódio da minha termporada favorita: a 3ª! e me surpreendo, pq posso assisti “n” vezes e não abuso. Já a partir da 4ª, poucos são os episódios q gosto e guardar o nome…tá dificil…
    Ainda tenho fé, por isso, continuo acompanhando…

  12. Mariana

    Pois é, estava sentindo falta de House ser comentada aqui e quando venho pra ler a resenha de Wilson foi mais um desabafo pessoal sobre a série do que a resenha do episódio, que pra mim foi muito bom, apesar de que achei que o da Cuddy foi melhor.
    Pra mim a 6ªT está melhor do que a 5ª e que House ainda me envolve e me faz sentar na frente da TV pra ver.
    Eu sou fã de House e amo CSIs da vida e vejo CSI muito mais perdida em sua essência do que House.
    Acho que House ainda é tema de se sentar numa mesa e discutir o episódio, coisa que CSI infelizmente vem perdendo cada vez mais.

  13. cavalca

    O Sergio foi o que chegou mais perto da minha opinião, hehe.

    O aspecto novela (casos que refletiam a vida pessoal dos personagens, blergh) e a ‘humanização’ do House mataram a série.

    O Sepinwall disse que esse episódio lembrou muito o THE ZEPPO de Buffy, o que me deu uma pontinha de vontade de assistir.

    Mas 2 minutos depois já tinha passado.

  14. Thiago Sampaio

    Excelente texto, Paulo. Ainda assim, devo discordar de uma coisa ou outra… Gostei do episódio Wilson, apesar de voltarem com o assunto da Cuddy em pauta na cena final, o personagem de RSL ainda é das melhores coisas da série, não odeio tanto quanto antes a Thirteen, mas sem dúvidas prefiro a Cameron e… bem, pode acrescentar meus pensamentos ao comentário do Sergio.

    Não gosto da novelização de House (parece que a produção esqueceu suas origens e está preocupada demais com um casal que não rende), os casos médicos eram muito melhores antes, o trio original não precisava ser mudando.. Que seja. People don’t change e eu não gosto de mudança. Entendo que uma série precisa ir de um ponto A ao ponto B, mas não estou gostando do local que House está indo.

    Resposta do Paulo: Cavalca e Thiago, comentando meus textos, que bacana. Olha, admito que fui voto vencido: eu não concordo com o que disse o Sergio. Não acho que House virou soap, virou novela (dizer isto é não ter ideia do que é soap). É só comprar as tramas paralelas de House com as de Grey’s. É outro nível de drama. Mas o fato, e aí concordo com o Sérgio é que de uns anos pra cá a série pegou mais fundo no elemento do humor e isto tornou o show menos sério.

    Mas, diferente de vocês, já não tenho certeza de que a sexta temporada é melhor que a quinta. O triângulo amoroso House-Cuddy-Lucas me deixou muito incomodado…

  15. cristiane martins

    Eu amo House e concordo que alguns episódios desta 6 temporada, estão bem mornos, mas é difícil entender o rumo que os produtores e roteiristas querem dar.
    Quando lí esse texto fiquei triste, pois não consigo ver House, como uma série acabada, e sim a adorável CSI, que perdeu o seu coração Willian Petersen, ter saído a Cameron foi um erro, pois podia promover uma mudança na personagem como à Chloe de Smallville, aliás essa série foi uma que teve várias mudanças e está na 9. terminou no temporada completamente reiventada.
    Por mais que você Paulo tenha essa visão pessimista desta temporada de House, tenho esperança que achem uma solução ou acabem com a série como em Familia Sopranos, que terminou no auge.
    Seria uma pena disperdiçar o talentoso Hugh Laurie……..

  16. Eliane Moura

    O problema é que House era viciado em analgésicos pq sentia dor. Aí, começou a morrer gente famosa com overdose de medicamentos e os roteiristas resolveram curar o House com aquele episódio lamentável do centro de reabilitação. Pq eles simplesmente não tiraram a dor e os analgésicos da história é um mistério.
    House é um médico que faz diagnósticos que ninguém mais faz. Então, o episódio precisa de um caso médico e mais umas abobrinhas pra encher o tempo. Os roteiristas se afundam nessas abobrinhas e criam histórias paralelas chatíssimas. Francamente, colocar o House perseguindo a Cuddy e tentando acabar com o namoro dela é insuportável!!! Era divertido ver os 2 juntos, implicando um com o outro, pq não mantiveram essa parte?
    Quanto aos furos médicos… tem um monte!!!
    Tb era divertido ver o House tratando doentes no ambulatório, mas não tem mais.
    E a Thirteen era lésbica, mas não é mais; tinha Doença de Huntington, mas tb não tem mais, tava namorando, mas tb já acabou!
    O fim da picada mesmo foi o médico matar o paciente pq ele era um ditador. E todo mundo soube e ficou por isso mesmo. Lamentável.

  17. Regina Monteiro

    Se não ficasse muito extenso faria um recorte e cole na opinião do Sérgio. Ele disse exatamene o que eu penso.

  18. Andrea

    Eu ainda estou esperando o texto sobre o episódio Wilson. E, como fã de House ainda em lua de mel com a série, sinto a obrigação de alertar: cuidado com as generalizações.

    Resposta do Paulo: Andrea, sinto muito, this is it.

  19. Pingback: House: 5 To 9 (05×13)

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