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Review: House – The Softer Side e The Social Contract

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House - The Softer SideSérie: House
Episódio: The Softer Side e The Social Contract
Temporada:
Número do Episódio: 102 (5×16) e 103 (5×17)
Data de Exibição nos EUA: 23/2 e 9/3/2009
Data de Exibição no Brasil: 26/3 e 23/4/2009
Emissora no Brasil: Universal

Senti uma variedade incrível de sensações vendo The Softer Side. Ele foi insuportável em alguns momentos e me deixou com raiva. Mas também fiquei surpreso, empolgado e contente com algumas coisas. Foi uma mistura de tudo e o saldo final foi positivo. Estou otimista com esta reta final da quinta temporada e acho que se o seriado passar por algumas mudanças, podemos ficar apenas com lado positivo de cada capítulo.

Optei novamente por ignorar tudo sobre Thirteen e Foreteen e falar só do que interessa no resto do texto. Porque tem um episódio bem legal em meio a esses problemas dessa temporada. Que nessa metade final me deixou mais esperançoso, tentarei ver o lado bom das coisas.

Paciente da Semana

O (A) garoto (a) tem uma doença genética rara, mosaicismo genético. Ou seja, possuía DNA masculino e feminino ao mesmo tempo. Os pais dele tiveram que escolher qual dos gêneros ele desenvolveria e acabraam optando por criá-lo como um saudável menino. Até o dia em que ele cai na quadra de basquete e chega até o House.

Os pais fazem um pedido, para não revelarem para o paciente de sua condição. House aceita numa boa, por um motivo que veremos a frente. Mas adivinhem quem foi lá, meteu a colherzona e revelou tudo ao garoto? Sim, aquela que tem um número no lugar do nome na equipe. Tudo graças a um pré-julgamento por parte dela, ao achar um bilhete suspeito dele. Nada que uma conversa direta com ele não resolvesse, mas conversas diretas sempre assustam as pessoas.

Tenho que dizer que gostei da mãe do garoto brava e indo para cima da Thirteen, mas me pareceu que faltou algo, não ficou tão bom quanto poderia. O episódio pareceu meio forçado em algumas partes. Tem também o fato da mãe ser autoritária e rígida e isso não provocar muita simpatia.

Daí vocês já sabem como funciona a coisa. Muitos diagnósticos jogados pela janela, muitas palpitações e chutes e etc. Tudo errado. Até que House volta para a equipe e já chega solucionando o caso assim, facinho facinho. E em meio a explicação do que o garoto teve, ele ainda dá um baile em seus pais. Tudo começou por ele beber muitas bebidas energéticas…

Seu filho chegou aqui com uma simples desidratação. Por isso ele passou mal durante o jogo.

O P.S. tratou disso e não ajudou com a dor.

Aí que entram os energéticos. Causaram esforço dos rins. Só precisava de mais tempo para se curar da desidratação inicial.

Por que ele não melhora?

É aí que sua idiotice entra. Antes de podermos dar mais um copo d’água, vocês insistiram que eu fizesse uma ressonância. Então entrei cegamente, procurando um útero atrofiado. Minha equipe injetou nele material de contraste. Se os rins estivessem saudáveis, filtrariam o contraste em horas. Como não estavam, o contraste ficou circulando. Acabando sendo absorvido pelo coração, fígado e pâncreas. Causando problema em todo lugar que passou. Seu filho estava bem quando chegou aqui. Foi seu surto de super proteção que quase o matou.

Quase?

Ele é jovem. Algumas semanas de hemodiálise e ele estará bem. Deram a luz a uma aberração da natureza. Não quer dizer que seja boa idéia tratá-lo como tal.

Paciente da Clínica

Tivemos no episódio aquele que provavelmente foi o paciente mais idiota que já apareceu na clinica – e olha que isso dá uma bela disputa. Quem sabe num outro dia não fale mais sobre isso? Mas além disso, também está entre os mais engraçados. E nem mesmo isso mudou o bom humor do doutor.

Ele tinha o dedo quebrado e chegou dizendo que estava com um braço e duas pernas doendo. Sim, o gênio estava tocando eles com o dedo quebrado e possivelmente seu cérebro não conseguia interpretar de onde vinha a dor. Ainda bem que ele não tocou em outras partes.

House e a Metadona

House de bom humor e tratando bem todo mundo. Aceitando sugestões dos pais do paciente, cuidando do paciente da clínica sem reclamar nem nada e etc. Estávamos vendo o lado mais suave do doutor (não resisti e usei o nome do episódio). Porém toda essa doçura tinha uma explicação lógica plausível.

Ele estava usando uma nova droga, Metadona. Ela conseguiu tirar completamente a dor de House. Porém possuía esse efeito colateral de o deixar mais controlado, mais passivo e menos contestador. E vimos que no fim ele se arrepende e prefere sentir dor e continuar sendo o que é, do que ficar sem a dor, feliz e alegre. Ele quer fazer a diferença de alguma forma, de sua forma egoísta de ser o melhor no que faz, passando por cima de quem for. E ser um chato, um pé no saco, contestador… Tudo isso e outros detalhes é que fazem a lenda viva que ele é.

Seria interessante ver a mudança que teria se ele pudesse continuar usando o remédio por mais alguns episódios. As cenas com a Cuddy e o Wilson foram ótimas. Mas sei que deve ser mais interessante insistir em mostrar os dramas da Thirteen e do Foreteen…

Músicas do episódio:
Galactic – “Bobski 2000”
Soul Coughing – “$300”

* * *

House - The Social ContractEu simplesmente adorei The Social Contract. E gosto mais de escrever quando gosto das coisas. Normalmente você lê por ai que a maioria acha melhor falar sobre algo que não lhe agradou e etc. Comigo funciona como algo que descobri e quero partilhar com todos. Como uma banda que está começando e nem todos conhecem ainda ou uma série não muito conhecida que você sente a necessidade de espalhar pra todo mundo o quão boa ela é. E eu adoro fazer isso.

Mas, voltando ao episódio…

Paciente da Semana

Foi um dos melhores da temporada. Ele apresentava desinibição no lobo frontal, traduzindo, ele falava tudo o que pensava sem conseguir se controlar e sofrendo as consequências de dizer a verdade, ferindo as pessoas a sua volta. O primeiro a sofrer com isso foi Taub e seu grande nariz. E como eu adorei ele encafifado com isso durante grande parte do episódio.

Era tanta sinceridade que até me deu vergonha alheia na hora em que ele iria fazer uma ressonância magnética e ele foi dizendo que pensava na Thirteen nua e fazendo todo tipo de coisa. E claro que House não iria deixar a oportunidade passar e chama a Cuddy para um choque de realidade. E ele veio com o paciente dizendo que transaria antes com a doutora do que com a pupila. Não poderia concordar mais com ele. Fora o…

Seu traseiro são como os pistões de uma Ferrari.

Foi muito divertido, nem a Thirteen conseguiu estragar a cena (‘tô me contendo, ‘tô me contendo). E o sorriso maroto da Cuddy fechou maravilhosamente esta parte e este diálogo:

Tem 40 anos…

38.

Administradora de um hospital.

Diretora de medicina.

As pessoas não ficam íntimas com você. Exceto eu, que sou dispensado como um idiota por ficar lhe zombando. Mas ele só pode falar a verdade. Ele prefere seu corpo ao daquela menina gostosinha.

Então esse foi seu jeito de dizer que estou bonita hoje?

Não percebeu que te dispensei de forma sutil?

Não seja ridículo, House.

Porém, falta falar da parte em que ele se machuca. Eu vejo isso como aqueles pacientes que ficam completamente paralisados enquanto estão totalmente lúcidos. Aqui ele tinha consciência de tudo, mas não conseguia se conter de dizer exatamente o que era processado imediatamente em seu cérebro. Não sobrava nem um pouquinho dos seus mais loucos pensamentos. Coisas que você pensa rapidamente, coisas meio malucas, muitas e muitas coisas que tu nunca cogitarias em fazer, mas que passa pela sua mente. Já pensou tudo isso indo para fora sem nem ao menos uma pequena reflexão? Era meio isso pelo que estava passando. E ele machucou, consciente e sem poder fazer nada, sua filha e esposa.

Os diagnósticos vão indo e eis que conseguem diagnositcar o paciente. Mas ele iria continuar permanentemente com sua desinibição no lobo frontal, pois era um problema em seu cérebro que estava muito perto de uma área delicada e ele sofreria grandes chances de morte. Mas perto do que ele estava passando, se vendo destruir tudo a sua volta, era algo que valeria a pena.

Então House mexe os pauzinhos com o Chase e consegue sua cirurgia. Mas o importante aqui é o paralelo dele com o paciente e isso não soou de uma forma forçada, como poderia. E ficou muito marcante a cena, mostrando o reflexo do doutor no espelho após ele dizer:

Porque se importa. O quebra-cabeça está resolvido. O cara está vivo. E as chances de sair dessa cirurgia com o mesmo estado não são grandes.

Meu paciente tem um problema de qualidade de vida. Ele diz coisas horríveis. Dificilmente uma condição médica. Quando ele sair daqui, vai perder a família, vai alienar as pessoas com quem trabalha. E se ele encontrar um amigo disposto a lidar com essa merda, será muita sorte. Até que ele o afaste também.

Isso foi uma declaração indireta do quanto ele valoriza o Wilson, mas isso é outra história. Episódio cheio de choques de realidade. Voltando ao paciente, ele sai ileso da cirurgia, mas continua com seu problema. Eles batem cabeça mais um pouco, até o House acabar descobrindo que ele tem uma doença chamada Síndrome de Doege-Potter. Só removerem o fibroma dele e ele estará curado.

Neste ponto, a relação do paciente com sua família está num ponto delicado. O que vemos no fim é um final meio feliz, mas com o paciente curado e com grandes chances de cicatrizar as feridas criadas.

Wilson e seu irmão

“Wilson tem um segredo. House descobre e vai aprontar altas confusões para tentar descobrir tudo.”. Foi só eu que de uma forma obscura e estranha imaginou isso como uma daquelas chamadas da sessão da tarde? Aqui é num sentido de que, ao ver o plot, tu já sabe que vai ser bom.

E o Wilson foi atacar logo na ferida? Falar que odeia ao Monster Truck foi uma facada nas costas de seu amigo. Mas também, claramente, parecia suspeito. Seu erro foi envolver outra pessoa no meio do assunto. Taub não foi páreo para House e ele logo descobriu tudo.

Wilson havia dito que iria jogar raquetebol com o pupilo do doutor e este para arrancar a verdade, faz um teste prático com seu funcionário. Taub arrisca umas raquetadas, porém não resiste e no fim acaba confessando o crime:

Está bem. Não estou jogando raquetebol com o Wilson. Nunca joguei raquetebol com o Wilson. Não jogo raquetebol com o Wilson. Pensei que ajudaria se o chefe de departamento ficasse me devendo. Mas não vale à pena.

Nada mal. Se saiu bem. Você teve a intenção. O Wilson reservou uma quadra. Mas se fosse mesmo jogador de raquetebol, saberia que está segurando uma raquete de squash.

No final, descobrimos que Wilson estava indo atrás de seu irmão, que tem problemas psiquiátricos. E uma coisa legal, são as concessões que eles fazem um para o outro, o contrato social do título. Um esforço mútuo para o bem da relação. Mas acho que o dialogo que finaliza este review consegue explicar melhor:

Não incomoda você o fato de não termos contrato social?

Minha vida é um grande compromisso. Cuido para não tocar em ninguém, como se fossem de porcelana. Passo o tempo todo analisando: ‘Como será o efeito se eu falar isso?’. E tem você. Um viciado em realidade. Se eu o oferecesse uma mentira reconfortante, bateria em mim com ela. Não vamos mudar isso.

Certo.

Não, isso… Se estivesse implementando o contrato social, diria isso, mas só porque faria eu me sentir melhor.

É divertido vê-lo se torturar.

Acha que as coisas vão dar certo com meu irmão?

Não. Mas quando der errado, não será sua culpa.

Obrigado, House.

Você realmente gosta de Monster Trucks.

Claro.

Música do episódio:
Badly Drawn Boy – “The Shining”

Séries citadas:

14 Comments

  1. Tina Lopes

    Adorei também O Contrato Social. Que cena mais triste aquela em que o pai diz que a filha tem inteligência limitada, está abaixo do padrão. Ao contrário de vc, Anderson, acho que o final não foi feliz não; pelo contrário, imagino que numa continuidade da vida do casal o próximo passo seria a separação e o afastamento. Fiquei imaginando se estivesse no lugar dele. Pediria ao Taub que me colocasse um tubo na boca e só deixaria tirá-lo para falar sobre sintomas e nada mais.
    Todos reclamam da “nova” equipe, eu realmente ignoro a 13 (logo vcs estarão chamando de ‘aquela-que-não-se-diz-o-nome, pelo jeito) mas gosto bastante do Taub; a cena dele batendo bolinha foi muito patética.
    Já a história com o Wilson eu achei forçada. Nada que estragasse este episódio.

  2. Chelsea

    Acho que a temporada só melhora de agora em diante Anderson. Softer Side foi interessante pra vermos como seria o House sem a sua amargura, como ele seria se fosse “normal”. Isso foi interessante, eu gostei bastante de ver como ele poderia ter sido, mas gostaria que durasse um pouco mais (talvez nao tenham querido se arriscar, mas eu queria ver ele um pouquinho mais docil as vezes). Mas o Paciente da Clinica foi o ponto alto da semana, sem dúvida. E Cuddy teve razao pra ficar preocupada com o fato de o cara ter ficado mais de 3 minutos com ele e nao ter saido chorando(pelo contrario).
    The Social Contract foi um dos episódios mais legais da temporada e um dos mais tristes. Eu tive realmente pena do cara, imaginando que coisas horriveis podem acontecer quando voce fala uma coisa ruim pra uma pessoa que vc gosta (as vezes num momento de raiva as pessoas fazem isso e dizem que foi por causa da raiva. No caso dele, nem essa desculpa tinha). Mas uma coisa eu nao gostei: Esse plot do irmao do Wilson. Achei meio forcado na historia, nao acha nao?
    Tina, em relacao a essa personagem, ela é a “Você-Sabe-Quem” de House.

  3. Raphael Pinheiro

    Fã de House é crescidinho demais pra ficar brincando de Voldemort com a Thirteen. Fala sério.

  4. CAT

    Gente!!!! adorei os episódios (apesar daquele problema persistente…13…não aguento, mas é outra estória).
    Sempre q focam em House a coisa rende é por isso q ele “era” o protagonista. Esse episodio iniciou uma volta ao House e o social contrat acrescentou muito…sempre tive curiosidade sobre o irmão do wilson e vê o sua tortura por causa dele e ainda mais de sua amizade com house, bom demais!!! e ainda um dos pacientes mais interessantes q já apareceu (a cara do house surgindo pra cuddy na ressonancia…mt legal!!!!!)

  5. Cyssa

    Eu simplesmente falo 13 ou Thirteen porque nem o nome da personagem eu sei. Muito menos o nome da atriz.

    Mas, ei!!! Até o Kutner usou o Harry Potter como exemplo para explicar um possível diagnóstico do paciente…

    Adorei os episódios e a review dupla.

  6. Ana

    The Social Contract foi um episódio que me fez tão feliz. Foi tão agradável. E sem uma certa personagem para estragar o episódio (cof,cof,cof,THIRTEEN, cof,cof,cof), tudo correu tão bem. E a parte em que o paciente fala sobre a Cuddy… eu acho a Olivia Wilde linda (péssima atriz, mas bonita), mas a Lisa Edelstein é Lisa Edelstein.

    Sobre o Softer Side… eu nem gostei muito. Eu só tive vontade de entrar na TV e dar uns bons socos na mãe do menino. Simplesmente insuportável.

  7. Carina

    The Social Contract me fez ver o quanto House pode ser bom e mostra que, depois de uma temporada que recebeu muitas críticas (especialmente pela ênfase naquela pessoa chama por um número), está voltando a ser o que era: focada no House, e tendo suas estórias permeadas pelas relaçãos com os outros personagens, especialmente Wilson e Cuddy.
    Eu, ao contrário de muitos, não achei a história do irmão do Wilson forçada. Sempre tive curiosidade de saber mais sobr este irmão que ele não via há muito tempo e fiquei feliz que eles voltaram a abordar o plot. explica muito da personalidade do Wilson, do jeito como ele dá atenção as pessoas e por ele aguentar tanta coisa do House. Espero que os roteiristas dediquem mais episódios para conhecermos este irmão e, quem sabe, um possível encontro deste com o House. Tenho que destacar o diálogo final entre eles, o que nos mostra o quanto esta amizade é especial e diferente: a química entre eles é inegável e é sempre um prazer ver cenas House x Wilson.
    E Anderson, não demore tanto a fazer as reviews, fazem falta! ;)
    Ah, faltou falar de The Soft side… foi um bom episódio, foi aonde a série começou a voltar as suas origens. O dilema de House com a nova medicação, as artimanhas do Wilson para tentar descobrir o que ele estava tomando, a preocupação deste com o que o amigo estava se tornando… muito bom. E, eu sei, sempre falo da amizade House e Wilson: enfatizo isto pois acho uma das melhores coisas da série e não canso de dizer e elogiar cada cena dos dois.

  8. bia mafra

    Amei The Social Contract, trouxe de novo as crises existenciais de house, o lado humano dele. amei aos montes. mas acho que a serie ta devendo uma reviravolta, nao sei explicar, mas um arco de historia grande, e esse irmao do wilson pode trazer isso.

  9. Anderson Vidoni

    Sobre o fim do paciente não ter sido triste e etc. Concordo, eu só vi tudo de uma maneira diferente de alguns. Eu falei meio feliz, porque apesar de tudo o que aconteceu e ele sofreu, foi curado e terá uma nova chance de reconstruir sua familia. Se no fim dará certo ou não, é dificil saber. Mas lhe foi dada uma nova chance de tentar.

    Sobre o irmão do Wilson ser algo forçado, não pensei nisso nem por um minuto e só comecei a pensar ao ler os comentários e discordo. Foi algo tão natural e trouxe tanto para a trama, que foi muito bem vindo e também quero ter mais disso nos futuros episódios.

    E como sempre, obrigado pelos comentários. Quero fazer logo o próximo review para lançar a discussão sobre ele mais cedo.

  10. Carina

    Ainda sobre o Wilson: Tem gente que vê Wilson como um babaca (opinião que discordo veemente!! Eu amo o personagem) por aceitar tantas coisas do House. Vimos que isto acontece por ele carregar uma culpa que ele não tem. E gostei da conversa entre eles e House tentado mostrar que Wilson não teve culpa com o que aconteceu com o irmão – o diálogo deles na sala de espera do hospital psiquátrico foi uma forma de vermos nuances até então desconhecidas desta amizade, dos motivos emocionais e, por que não, egoístas, de um querer a amizade do outro.
    E, por favor, lembrem de Robert Sean Leonard nos grandes prêmios. São episódios como este em que ele mostra o quanto merece ser reconhecido.

  11. Vincent

    Eu gostei do episódio,mas eu não entendo por que o pessoal odeia tanto a Thirteen, pois ela é muito melhor que aquela chata da Cameron.

  12. Tina Lopes

    Ah, minha implicancia com o irmáo do Wilson náo foi pelo plot, que é legal, mas por ele ter tentado esconder o reencontro do seu melhor amigo, House. Mas que explica muito da personalidade do Wilson, vcs estáo certíssimos. E sabem que eu nunca assisti Harry Potter? Essa de náo dizer o nome eu peguei de outra referëncia, náo sei qual.

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