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Reviews

Review: House – Que Será Será

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Cena de HouseSérie: House
Episódio: Que Será Será
Temporada:
Número do Episódio: 52
Data de Exibição nos EUA: 7/11/2006
Data de Exibição no Brasil: 19/4/2007
Emissora no Brasil: Universal

Depois de um começo extraordinário, a série vem se estabilizando com ótimos episódios e esse não foi diferente. Morse continua, mas hoje quem brilhou foi Pruitt Taylor Vince (Deadwood). Com uma excelente caracterização debaixo de uma ótima maquiagem. Ele já é meio gordinho, mas nada perto do George.

Qual o problema do Chase com gordos? Uou, ele nunca se mostrou com tanta má vontade com um paciente assim, fora o preconceito. Será que o Foreman tem razão?

Você apanhou de uma gangue de gordos no colégio?

Tritter

Começa o diagnóstico e cadê o House? É o que a Cuddy e todos estão se perguntando. Então mostram House na cadeia, com um outro preso que canta sem parar e que nas palavras dele, estava dividindo a cela…

Com um cara que pensa que o chuveiro é uma maneira de o diabo entrar em você.

Antes era House e Tritter, agora o Wilson já entrou na história, no começo pagando a fiança do doutor, 15 mil dólares. Pergunta se ele já arrumou um advogado, House diz sim, falando de si próprio. Wilson então diz:

Sabe o que dizem do advogado que tem ele mesmo com cliente?

A mesma coisa do médico que empresta 15 mil para um amigo, mesmo sabendo que ele não pagará de volta.

Soou como aquelas brincadeiras com um fundo de verdade. Mas após ele diz que para ele relaxar, pra onde ele poderia fugir. Mas ele não perde a viagem e diz depois:

A Salma Hayek vive no México ou Espanha?

Para os fãs do Tritter, ver ele no hospital atrás do House, quase o seguindo, deve ter sido bem agradável. Mas o doutor está afiado no episódio, várias respostas ótimas pra cima do policial. Ele ainda pergunta porque não contou pra Cuddy que foi preso, diz que pessoas inocentes não tentam esconder suas prisões. Mais um strike para House:

Isso é baseado nos seus anos de experiências prendendo pessoas inocentes?

O Tritter não se intimida pelo House. Ou seja, continuará atrás dele fazendo de tudo para dar uma lição no doutor. Mas até a enfermeira não gostou da alusão feita a ela pelo policial. Claro que a Cuddy fica sabendo, mas ele tenta ajudar o House o indicando um advogado, que lê o “currículo” do House e ele é extenso. Além de ser bem caro, ele recomenda um acordo. House não gosta muito, mas ele terá alternativa?

Tritter pega um mandado e invade a casa de House e lá acha frascos e frascos de Vicodin. Como o Vicodin não está em falta no mundo, o doutor parece estar com mais problemas do que só o policial que está em seu pé. A visita do Tritter ao Wilson, tentando o fazer entregar o House, mostra isso.

Quanto Tritter mostra as muitas receitas e acrescenta que em várias delas sua assinatura está diferente e Wilson vê, em seu rosto vemos um misto de surpresa e decepção. Receitas dele forjadas pelo House. Ainda perplexo, meio sem saber ao certo o que fazer, mente e diz que às vezes muda sua assinatura. O que foi visto na premiere, volta aqui com força total e essa amizade será posta a teste.

Paciente da Clinica

Esse aqui é rápido, mas é legal pra mostrar que o doutor não mudou após a noite que passou na cadeia. Um cara sente uma dor no braço quando dorme em cima dele e, se dormir normalmente, não sente. Difícil o diagnóstico, imagino porque o House não chamou sua equipe.

Bom, o paciente poderia não dormir em cima do braço. Mas ele não acha uma opção razoável. Então House simplifica mais ainda, uma pequena cirurgia acabando com o problema. Sim, o paciente fica meio assustado quando percebe que seria uma amputação do braço, mas House tenta explicar:

É o braço esquerdo. E um cara tem que dormir.

O paciente finalmente fala algo realmente interessante e com um fundo de verdade e ainda que combina com a cara que o House está fazendo:

Você é louco?

Cameron

Já falei muito dela nessa temporada, mas ela está aparecendo mais, tendo destaque. Nada mais justo. E depois de passar a série toda sendo totalmente previsível para o House, este fica intrigado com o comportamento da moça no episódio. E tenta em vão descobrir porque ela está sendo tão legal com o paciente. Na verdade ela foi o oposto do Chase. E ainda, ela mostrou atitude durante todo o episódio.

Ela arrisca quebrar uma máquina de ressonância magnética para diagnosticar o paciente. E a máquina quebra, mas Cameron assume a responsabilidade perante a Cuddy. Ótimos argumentos deixaram a chefe sem palavras, até porque ela já estava acusando o House do acontecido.

Ela até manda o House calar a boca e ele fica quietinho, é um avanço. Durante o almoço do Wilson, o doutor fica intrigado de ela ficar sempre mentindo, destruir equipamento do hospital, criticando a Cuddy. Ele fica divagando sobre o porquê da Cameron sempre ser boazinha com pacientes. Ela teria uma mãe gorda? Seria piedade, por se sentir culpada por ser bonita? Todas teorias interessantes. E no fim, uma cena bem engraçada, quando ele pega um pedaço de tomate e morde e faz espirrar na roupa do Wilson.

O ápice dela no episódio foi fazer uma jogada digna de House com o paciente, o dopando para não ir embora. O doutor gostou da jogada. A interação dos dois está ótima na temporada e tivemos uma bela cena, novamente, com os dois. Foi uma conversa franca e com leves provocações de ambos os lados.

George

O paciente nos foi apresentado quando ele era dado como morto e os bombeiros iriam retirar o corpo dele, mas descobriu-se que ele estava vivo. Vale ressaltar a abertura, sem frescuras e engraçada de certa maneira.

Bom, o paciente está em coma, outro detalhe, ele pesa quase 300 quilos. Não tem diabetes, nível de açúcar normal, nível de colesterol menor que o da Cuddy (não é uma medida precisa), sem drogas, sem sinal de trauma. O que eu entendi até agora é que o caso é digno de House e sua turma.

Como podem imaginar ou viram, os testes mais simples ficam difíceis devido ao peso e tamanho da criança. Uma simples medida de pressão se torna ultra difícil, uma ressonância se torna inviável devido ao limite de peso, uma punção lombar se torna perigosíssima.

Mas como eu já falei, a Cameron insiste e consegue a ressonância. Fazem os testes e nada. Mas durante o processo, o George acorda. Ele acorda, não sabe onde está, fica confuso e está dentro de um espaço pequeno. O que vemos é ele se contorcendo todo para tentar sair dali. Devido a seu peso, fica difícil segurar ele e quando tentam tirar ele de lá, a maquina se quebra.

Uma coisa divertida sobre o House no episódio é que ele tenta usar tantos nomes diferentes para o paciente que ele em vários momentos acaba sem nada para dizer, uma situação diferente pra ele e muito divertida.

Cena de HousePelo peso e tamanho do paciente, pensamos que ele seria infeliz. Que se sentia só e meio abandonado, que ele era deprimido e comia cada vez mais devido a isso. Que foi comendo e comendo. Chegara até a falar de um quase suicídio, por ele está nessa situação. Mas quando ele acorda, tudo muda, vemos uma pessoa satisfeita com a vida que tem, que não reclama de nada e que aceita e gosta de como está.

Ele parece ter ficado como está porque quer e não se arrepende, uma de suas paixões é a comida, ele adora fazer e comer. Ele prefere ter um ataque cardíaco comendo um delicioso prato ao invés de acontecer ao correr 300 km sem nenhuma razão a não ser se gabar de que pode.

Ele diz que sempre esteve bem, que nunca teve nada e que já testaram ele para tudo e nunca acharam nada. Mas apesar de ser bem esclarecido e ser bem consciente, ele acha que tudo que estão fazendo é só porque ele é gordo. Ele tem um tipo de complexo de perseguição. Ele é bem inteligente, utiliza ótimos argumentos para tentar ir para casa. Ele só quer voltar a sua rotina normal.

Durante as investigações, Cameron vai até a casa do George e lá vê algumas semelhanças entre o paciente e o House. O doutor pergunta o que ela descobriu, ela diz que descobriu que ele e o paciente tem os mesmos gostos para mulheres e mobílias. Ele então pergunta:

Estilo dinarmaquês e ginastas russas?

Na verdade eram pianos e prostitutas. E então House e George se encontram. Ele já chega fazendo uma piada e após isso lança suas teorias, George refuta algumas de bom humor. O doutor então acha que ele deve ter medo de hospitais ou pode ser também abuso sexual, o que aponta para um evento traumático especifico, então ele chuta:

Então vou dizer: sua mãe num hospital com um castiçal.

Após a Cameron o dopar para ele ficar no hospital, fazendo o paciente desmaiar e atravessar uma vidraça. E fazendo ela se machucar. Então fazem mais testes, estão pensando em envenenamento da comida. Como não podem fazer a punção lombar, vão furar sua cabeça, literalmente. Ele perde a visão durante o procedimento e se revolta.

Na cena mais tensa do paciente, ele recusa-se a tomar um liquido que testará se ele tem diabetes. Então House tenta enfiar goela abaixo o negócio. George não admite que sua doença tenha algo a ver com seu peso e a cena se torna um embate, argumentativo e físico, entre ele e o resto. A briga termina numa cena triste no momento House tem seu insight.

A doença é o velho conhecido câncer. Um câncer de pulmão. Mas como ele chegou a esse diagnóstico? Durante a briga, ele segura a mão do paciente e nota que os ossos dos dedos dele estão “tortos”, não sei o termo certo. Mas isso é uma indicação do câncer, que se confirma após os testes do Wilson. É inoperável, mas ele pode fazer quimio. Mas pelo histórico, ele deve ir pra casa e apreciar boas comidas enquanto pode.

Cameron vai dar a noticia ao paciente e fala da quimio e tudo mais. George está meio perplexo, meio atordoado. Mas ainda assim, mais do que tudo, consciente de seu futuro. E ao final, aceitando seu destino diz:

C’est la vie.

É a vida.

Séries citadas:

21 Comments

  1. João da Silva

    Ótimo episódio. Gosto do crescimento da Cameron. Só acho que a Jenny Morrison deveria voltar ao penteado da segunda temporada, já que ela fica muito mais bonita com este penteado que com o penteado da temporada atual.

  2. Anderson Vidoni

    João, sabe que no começo eu também preferia o cabelo dela da segunda temporada, demorei pra acostumar com esse novo visual. Mas agora acho que já acostumei e to gostando no novo.

  3. João da Silva

    Anderson Vidoni, eu gosto dela com este cabelo, mas ainda assim prefiro o penteado da temporada anterior. Ela fica bem com qualquer um dos dois penteados, de qualquer forma.

    Não sei o que vocês acham, mas considero House muito superior a Grey’s Anatomy. Tanto em roteiros quanto em talento do elenco.

  4. Fer Funchal

    meh.

    (o episódio, claro. não tua review, q parece até melhorar os episódios, de algum modo)

    (e o Chase já tinha se mostrado preconceituoso com gordos na primeira temporada, com a menina do Heavy).

  5. Mica

    Eu gosto mais do penteado da Cameron agora do que antes. Odiei o cabelo dela na segunda temporada. Agora, quanto a Cameron em si, apesar de eu saber que a personagem está evoluindo, mostrando mais a sua personalidade e tal, eu gostava mais dela antes. Por algum motivo que eu ainda não consegui identificar, essa postura mais ativa da Cameron não me agrada.

    Eu não me convenci pela conversa do George de que ele é feliz sendo extremamente gordo. A situação dele limita demais. E a birra dele com os diagnósticos que possam envolver sua gordura, é uma prova de que ele não é tão satisfeito quanto diz ser. Acomodado e medroso estaria mais perto da realidade.
    Não digo que todo gordinho seja infeliz, mas alguém no estado dele se incapacita para muitas coisas que a vida proporciona.

    Agora estou com medo do policial. O que ele pode trazer de mal para o House e, por conseqüência, para o Wilson. (cá entre nós, adoro a amizade dos dois, não gostaria que algo estragasse o único elo real que o House tem com seres humanos)

  6. Anderson Vidoni

    Vamos dizer que depois de ver quase toda a terceira temporada, que gosto mais do cabelo atual dela.

    Victor Hugo, bem vindo ao louco mundo do Dr. Gregory House.

    Fer, hehehe, já falamos sobre o episódios, mas obrigado pelas palavras. E sim, já tinha mostrado neste episódios que falou, mas aqui foi mais intenso.

    Mica, eu prefiro a nova Cameron, chega a um ponto que quando revejo alguns episódios antigos, eu que suportava ela neles, não suporto muito hoje.

    E não acho que feliz seja a palavra certa, acho que que ele aceita sua condição e não se arrepende. Acho que se ele pudesse, não seria do jeito que é, mas entende e aceita como chegou nela. Mas você tem razão, ele é meio acomodado e fica na posição meio de perseguido pelos outros, pela sua condição. Mas convenhamos que psicologicamente não deve ser fácil enfrentar todo tipo de preconceito que há. Então deve ser por isso que há essa mistura de sentimentos.

    E quanto a seu medo, parece que ele está ficando perto de se concretizar pelo andar da carruagem. Mas eu também adoro a amizade dos dois e não quero que ocorra.

  7. Lucas Leal

    acho a Cameron um dos melhores personagens…pq ela tem um pouco da personalidade de todos os outros da série, Cuddy, House, Wilson, Chase, Foreman…ela tem muito pouca dela mesmo e nessa temporada e ainda conserva esses aspectos

    quanto ao paciente…realmente chocante o peso dele…mas não achei que ele parecia infeliz não…acomodado sim, mas infeliz não…acho que ele se aceitou e preferia não enfrentar mudanças…mas ele era feliz mesmo assim!!!

    “A Salma Hayek vive no México ou Espanha?”
    uauhauhauh essa piada eu ri MTO quando vi o episódio!!!

  8. Thá

    Bom epi, ótima review como sempre. Só queria comentar uma coisa, não sei se alguém mais concorda: às vezes me irrita muito o fato de que o diagnóstico dificílimo “de repente” se resolve, como se fosse por mágica. Isso é extremamente irritante!! Eu, como estudante de medicina, presto atenção nos casos e tento sempre aprender algo com as discussões das hipóteses, e às vezes as resoluções são muito inacreditáveis. Como nesse episódio. As pessoas leigas podem até achar que é assim mesmo que acontece, mas não é. De onde que só olhando pros dedos do paciente ele “se tocou” de que era câncer de pulmão? Porque não pensou nisso antes? E os sintomas clássicos de câncer de pulmão, onde estão?? Os tais “dedos tortos”, não sei o que eles queriam dizer, mas se fosse pra significar “osteodistrofia hipertrófica”, esse é um sinal de outro tipo de câncer de pulmão e não o de pequenas células. Anyway, posso estar falando sozinha aqui, mas eu só queria que as soluções fossem um pouco mais “reais”, mais verossímeis, mais fáceis de engolir. Assim está milagroso demais.

    Em tempo: na última review, alguém tinha perguntado se sarcoidose é uma doença real. Sim, ela existe mesmo, assim com todas as doenças já mencionadas na série, por mais esdrúxulas ou inventadas que possam parecer. E, sim, House é milhões de vezez melhor que Grey’s, não tem nem comparação!

  9. Anderson Vidoni

    Lucas, sim concordo, a Cameron é pra mim é um dos melhores personagens e dos pupilos a que teve um maior desenvolvimento em seu personagem, nos a vimos crescer muito. Quanto ao paciente, concordamos e a piada que destacou é ótima mesmo.

    Mica, eu como leigo não me incomodo, alias acho que é mais pra ressaltar a genialidade do House essas resoluções instantâneas.

    E se souber inglês, tem um site bem interessante que analisa exclusivamente a parte médica dos episódios, sempre dou uma consultada nele pra tirar algumas dúvidas, aqui vai ele:

    http://www.politedissent.com/house_pd.html

  10. Lucas Leal

    poh legal esse site…vou consultar quando tiver duvidas nos episódios mais adiante e não tiver paciencia pra esperar chegar o dia do review hehehe
    pena que meu inglês é fraco…mesmo assim
    valeu Anderson!!!
    ;)

    e Thá sim as vezes é milagroso D+ até quem é leigo percebe isso…mas se fosse tão real seria documentário pra estudantes de medicina e não seriado…acho que podia sim ser menos fantasiosos…mas acho, pessoalmente falando, que essa falta de verossimilhança não prejudica em nada a série!
    eu como estudante de direito cansei de ver N absurdos em seriados diversos (House inclusive) e nem por isso me incomodo…eu me incomodo sim quando vejo absurdos na vida real ;)

  11. Mica

    Anderson, não fui eu quem falei das soluções mirabolantes, foi a Thá…se bem que eu concordo com ela, hehehehe.
    Isso sem contar que várias vezes me pergunto pq só descobrem a causa no finalzinho do episódio….mas se descobrissem antes, não teriam como encher lingüiça até dar o horário, então eu acato ^_^.

  12. Thá

    É, concordo com vcs, as resoluções espetaculares não prejudicam a série, só exaltam a genialidade do House (que eu adoro anyway). Claro que não precisava transformar em documentário, só deixar um pouco mais “humana” a coisa. Se bem que aí o House ia ficar um médico “comum” demais e ninguém ia dar bola pra ele, hehehe.
    Quanto ao site que analisa os casos, adorei, obrigada pela dica!

  13. Thá

    A propósito (e mais uma vez acho que estarei falando sozinha aqui), os tais “dedos tortos” foram um erro de tradução. Na verdade o que ele tinha era baqueteamento digital, uma modificação no formato das unhas devido ao baixo nível de oxigênio no sangue, e que é relacionado ao câncer de pulmão. Aí sim a coisa faz sentido! Porque quando o diagnóstico do câncer apareceu, eu imediatamente me perguntei: mas ele tinha baqueteamento digital?? Agora, a coisa mais sem sentido do mundo realmente é fazer diagnóstico disso pelo rx… pois basta olhar os dedos, nada mais. (PS: desculpem-me pelo “medicinês”, gente, às vezes eu me empolgo.)

  14. Lucas Leal

    Thá é na legenda que eu peguei parece que ia mais nessa direção que vc falou mesmo e não “dedos tortos” era algo relacionado a unha…
    mesmo assim ele sacar isso no meio do pau com o gordinho foi bizarro…mas foi o que eu disse série é série…as séries de tribunal se fossem ser mais realistas iam acabar a maioria!hehehe

  15. Anderson Vidoni

    Opa, me desculpem a Thá e a Mica. Eu li o comentário e escrevi os nome errados.

    E Thá, eu não lembro como o Universal traduziu, eu coloquei dedos tortos porque não achei a tradução certa, eu tinha li e vi que era diferente, mas foi o mais certo que cheguei. Mas legal que falou o nome certo.

    E Mica, exato, dai não teria graça e etc. Mas dependendo do que quer os roteiristas, pode acontecer.

    Lucas, sim o site é muito bom, eles falam se foi meio absurdo, como no caso desse episódio. A Cameron fez um exame nas mãos do paciente no começo e não percebeu nada. E o House no fim percebe. Mas é ficção e como disse, não prejudica em nada a série.

    Acho que agora não confundi ninguém, hehehe.

  16. Luciano Bruce

    Voltando a falar do Pruitt Taylor, ele fez um dos melhores episódios “Mostros da Semana” de The X Files: UNRUHE, da quarta temporada…onde ele assassino que sequestrava as vítimas pra fazer lobotomia e conseguia, sem saber, deixar rastros psíquicos em fotografias….

    Assustador…

  17. Mica

    Acho que o House fez o rx pq como a mão do cara era tão gorda, era o único meio dele confirmar a suspeita…pq a gordura o impedia de ter certeza absolura. Sei lá.

  18. Lucas R.

    Estou adorando a Cameron esta temporada. Ela está muito mais humana agora. E está dando fora (metendo moral) em todo mundo, não só nesse, como no ep. anterior. E estou gostando do cabelo dela.

    OK, sobre o Tritter. Apesar de ter gostado do personagem no episódio anterior, não gostei de como ele foi desenvolvido neste episódio. O personagem está se tornando muito obsessivo, ao ponto de se tornar irritante.

    Alias, vou fazer minha aposta para como será o final do arco do Tritter:

    Tudo acabará indo para o tribunal, com o House conseguindo ser absolvido porque seu dvogado mostrará que o Triter terá feito algo ilegal para conseguir alguma prova ou simplesmente (o advogado) argumentará que houve uma perseguição policial contra o House e que ele não teve todos os seus direitos ssegurados no processo. House será absolvido e o Triter tentará surrar o House fisicamente mas será impedido. É isso ou eles viram miguxos para sempre (LOL).

    Ok, isso sõ minhas apostas no atual momento. Mas espero que eles não sigam por este caminho. Queria que eles buscassem humanizar o Tritter, torná-lo um personagem mais ambínguo, nem bom, nem mal. Esse episódio praticamente o mostrou como um super-vilão troglodita obsessivo de meio cêrebro. Espero que este caminho para a vilanização não continue. Ficaria muito decepcionado.
    Fora que o David Morse anda interpretando muitos vilões recentemente (em 16 quadras, Paranóia, etc). Queria ver o ator interpretando alguem menos vilanesco (fora que as melhores atuações dele foram como caras bonzinhos em À Espera de um Milagre e Hack). Não me entendam mal, eu ainda quero ele como rival do House, mas não como alguém que vc ach que do nada possa começar a gargalhar malignamente do nada. Eu não considerei o Vogler um super-vilão psicopata e espero não considerar o mesmo do Triter.

    No mais, um dos melhores episódios da temporada até aqui.

  19. Lucas Barreto Gomes Leal

    Lucas R. não vou dizer se vc está certo ou errado como vc acha que vai acabar…mas vai te surpreender pra bem ou pro mal!;)
    ps o Tritter é mto humano…ele busca fazer o trabalho dele acima de tudo, e busca fazer as coisas certas mesmo que pela forma errada, mais ou menos como o House! isso pra mim é agir ‘humanamente’ mas acho que vc queria dizer ele ser mais como a Cameron mais passional!
    e poh e ele não tem nada de obsessivo o House é um drogado isso é evidente!não tem como ele fugir disso…se ele não tivesse ‘esqueletos no armario’ duvido que o Tritter estaria atrás dele!ia dar aquele susto pela alta velocidade um dia na cadeia e olhe lá!!!(minha opinião)
    agora que ele viu que o House é um drogado ele quer fazer o certo e quer que o House aprenda a ser uma pessoa mais …passional ¬¬

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