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Reviews

Review: House – Needle in a Haystack

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Cena de Needle in a HaystackSérie: House
Episódio: Agulha num Palheiro (Needle in a Haystack)
Temporada:
Número do Episódio: 59
Data de Exibição nos EUA: 6/2/2007
Data de Exibição no Brasil: 7/6/2007
Emissora no Brasil: Universal

Depois de 12 episódios que mudaram um pouco os rumos dos personagens da série, neste episódio House finalmente volta à rotina. Um caso desafiador, pacientes da clinica e o doutor brigando com uma nova médica que usa cadeira de rodas. Tudo volta ao normal. Porém, esse começo de temporada não será esquecido, apenas passou, tudo que ocorreu está enraizado nas pessoas da série.

O paciente era de uma família cigana. Quando eles chegam, começam a dar suas comidas, roupas, colocarem seus objetos no quarto, duvidar da medicina… Como fiquei torcendo pro House chegar distribuindo bengaladas pra todos os lados. Mas também ele ficou distraído pela sua disputa com a nova médica e a Cuddy e nem percebeu muito. Sobrou para o Foreman que a seu jeito conseguiu resolver tudo.

Foi bem interessante também que após tudo o que aconteceu com o garoto, House examinando seus intestinos (ugh!), operações, diagnósticos diversos, hemorragia pelo pênis e tudo mais que tinha direito. Que tudo se resumiu a um palito de dentes que tomou outro caminho antes de sair de seu corpo, uma tradição herdada do pai de ficar mordendo o palito e que aconteceu dele engolir.

A disputa entre House e a nova médica pela vaga do estacionamento foi muito divertida. E é interessante falar que o personagem do doutor havia sido concebido originalmente usando cadeira de rodas. Os executivos do canal então convenceram o criador da série a dar uma bengala para ele no lugar. E pra completar o assunto, depois de um primeiro dia bem sucedido, nosso querido médico decide enfeitar seu novo brinquedinho, coloca um adesivo atrás da cadeira:

Eu preferiria estar andando.

Paciente da Clínica

O que fazer quando seu filho acha que está doente para não ir à escola e ainda está te enchendo? Leve em um médico para ele perder o tempo dele e assim você se livrar do problema. E daria certo em muitos lugares, mas não neste hospital, não com este médico:

Jack, a sua mãe é uma grande idiota?

Paciente da Semana

Cara com a garota no carro, se pegando. Vai pra cá, vai pra lá. Ele de repente começa a sentir fortes dores, tem parada respiratória. Então ele chega até a equipe de House. Foreman é quem toma a frente do caso, já que o doutor estava distraído com outras coisas. Também parece ter tido derrame pleural.

Tem que se falar também da namorada do paciente, Jessy Schram (Veronica Mars), que estava lindíssima no episódio. Ela ajudou o cara a enganar os médicos, apesar de hesitar um pouco e no fim revelar a origem dele. Mas não deixou de ser engraçado a Cameron e o Chase invadirem uma casa e ainda o pupilo acusando um casal de traição.

Ele é cigano. Seus pais o impediram de continuar indo na escola. Porém ele continua estudando por conta própria, principalmente anatomia. Cria-se uma ligação entre ele e Foreman, bem interessante. Ele chega a oferecer um estágio no fim do episódio para o garoto. Que recusa-se, diz que não viu nenhuma aliança nos dedos dos médicos da equipe, diz que eles têm sucesso, mas são sozinhos. Foreman questiona o garoto, que depois responde:

Porque eles (sua família) não querem te deixar. Eles não deviam estar fazendo você escolher.

Talvez não. Mas eles estão. Eu estou escolhendo eles.

Cena de Needle in a HaystackMas voltando ao problema do garoto. Quando parece que tudo vai se resolver com ele fazendo um tratamento experimental, algo da errado e ele precisa de uma cirurgia. Foreman testa o baço, sem sucesso. House então quer examinar o intestino dele. Os cirurgiões se recusam. Então com cadeia de rodas e tudo, ele vai escada abaixo e, quebrando sua aposta, se levanta e começa a examinar o paciente, também sem sucesso. Uma cena de fazer alguns (eu), virar os olhos.

A família cigana chega, coloca a sua própria decoração no quarto, traz sua própria comida. Isso tudo já me irritou, mas o Foreman estava com uma paciência tamanha, que tiro o chapéu, e a parte que engana o povo para dar o remédio para o garoto explica porque estava sendo tão bonzinho. Discussões sobre racismo e discriminações, bem interessantes. Mas após nenhum tratamento dar certo, eles não estavam contentes.

Eles estão meio perdidos sobre o que é. House cria uma área que deve delimitar onde está o problema, mas procurar uma doença, mesmo neste pequeno espaço é como procurar uma agulha num palheiro (não resisti). O engraçado é que ao invés de uma agulha, se encontra um palito que havia sido ingerido por ele e que perfurou seu intestino e pulmão naquela hora dentro do carro com a garota, que começou a afetar seu fígado, bexiga e depois o baço. Como o palito absorveu os líquidos em volta dele, não foi visto na tomografia nem na ressonância. Simples assim a resolução.

Eles chegaram até o palito, fazendo uma colonoscopia. Mas como conseguiram se seus pais não queriam mais nenhum tratamento? House resolveu o probleminha distraindo os pais do garoto. Ele espionando eles foi muito divertido, mas não melhor que a frase que usa pra chamar a atenção e ganhar tempo para seus pupilos fazerem o trabalho. Ele grita:

Sem chance que a Cuddy vai me trapacear como uma cigana!

Bengala x Cadeira de Rodas

Neva em Nova Jersey, fazendo com que o doutor tenha que deixar sua moto de lado e tirar seu carro da garagem. Ao chegar ao hospital sua vaga está ocupada por uma nova médica. Seu novo local é um pouco mais distante e o fato dele molhar seu pé na água gelada, só ajuda a tudo que ocorre a seguir.

A única coisa que odeio mais que um ladrão, é um ladrão aleijado.

Ele se sente prejudicado e vai confrontar sua “oponente”, que não cede aos “gentis” pedidos do doutor. Cuddy é sua próxima parada. Ela está irresistível aos argumentos de House, diz que na requisição da vaga ele falou poder andar 46 metros, sua atual fica a 42 metros:

E na de Whitner diz que ela pode rodar 80 km, antes de trocar o óleo. Eu não posso trocar minha perna.

E House arruma uma maneira de tentar conseguir sua vaga de volta, apostando que consegue passar uma semana numa cadeira de rodas. Topado, já que a Cuddy não tem intenções de devolver a vaga, já que há uma lei que a apóia. Mas o que são leis para o nosso doutor? Coisas para serem quebradas e burladas. E usando a cadeira e se divertindo, ele vai abrindo passagem pelos corredores do hospital:

Com licença! Desculpe, aleijado passando.

Melhores momentos do House na cadeira de rodas:

– Ele indo embora de seu primeiro e bem sucedido dia com a cadeira de rodas, deslizando até seu carro e sua risadinha, momento foda.

– Continuando a cena, após entrar no carro com a cadeira e não poder fechar a porta. A forma como ele consegue fechá-la e o sorriso de satisfação dele no fim, fantástico.

– Ele chegando no outro dia já com luvas para manejar a cadeira, com aquele adesivo atrás. Outro momento muito bom.

– O duelo entre ele e a médica no corredor do hospital. Foi uma das coisas mais legais da série. Ela diz que ele não tem força de vontade para continuar e fechamos a cena com o House inspirado:

Minha vontade pode ser fraca, mas minha coluna é forte. E indolor, agora que parei de usar a bengala. Claro que é mais difícil ver o decote da Cuddy. A vantagem é sua bunda, que é muito melhor. Mas esse sou apenas eu, sempre olhando pelo lado positivo. Sou o cara que diz que seu sutiã está meio cheio.

– Para finalizar, House tentando vencer a aposta a todo custo. Desce as escadas de cadeira de rodas. Cáustico radical.

No final, mesmo com a lei a favor da outra médica, House recupera a vaga. Ele manipula a Cuddy, a faz se sentir culpada e assim dar a vaga de volta para ele. Ta certo, não foi das atitudes mais honradas que ele já fez, mas a sua reação com a vitória no final do episódio compensa tudo isso. E para acabar, a conversa dele com o Wilson após dar sua última cartada com a Cuddy:

O quão culpada ela parece?

Mais ou menos uns 8.

Aquela vaga é minha.

Séries citadas:

32 Comments

  1. Leon

    Como de costuma, gostei do epi, mas não gostei de a cuddy ter dado a vaga para ele no final. no começo da temporada quando o wilson pressionava a cuddy a negar as coisas ao house, era mais interessante.

  2. Helena

    Um bom episódio, mas um pouco abaixo do nível que House deixou nesta temporada. Depois de tantos ótimos episódios, algo abaixo disso é inaceitável e este episódio foi apenas bom. Na parte dramática apenas a conversa final do paciente com Foreman foi boa. Fiquie esperando um confronto dos pais dele com House, mas isso não aconteceu.
    Na parte da comédia foi boa, cenas muito divertidas, mas foi só isso. Se ainda fossetão engraçado quanto o quarto episódio desta temporada, mas não foi tanto assim.
    Algumas coisas que gostei foram o Chase dando uma de House quando errou a casa e principalmente o fato dele ter errado a última parte (Pode ser parecido, mas ninguém é tão bom quanto House) E a solução do caso que foi simples, nada de soluções mirabolantes.
    Um episódio que voltou ao velho esquema de House voltando a ter a equipe procurando coisas nas casas das pessoas. Não que este esquema seja ruim, mas neste episódio acho que poderia ser melhor.
    Se o pesódio não esta a altura da séria, ao menos a review continua excelente. Parabéns.

  3. vera lúcia pinheiro de oliveira

    Particularmente, gosto deste modelo original do House (acho que considero a atuação de Hugh Laurie o “tempero” excitante e renovador de cada semana). Adorei o sorriso do Dr. House quando deslizou sua cadeira de rodas até o local em que o carro estava estacionado (é tão difícil ver seus dentes!). Aliás, a disputa pela vaga foi hilária.
    Também adorei a reflexão do paciente sobre a vida solitária dos médicos da equipe de House (que não poderiam estar cobrando dele uma escolha) e, é claro, a maneira como House mais uma vez “enrola” a Cuddy (ou como ela, mais uma vez, deixa-se “enrolar”).
    Anderson, gostaria de perguntar duas coisas a você: o House ainda está tomando Vicodin e, em caso afirmativo, como está conseguindo o medicamento? Finalmente, você sabe o nome da música linda (e seu intérprete) que tocou no final do epsódio?
    Um abraço e até semana que vem!

  4. Helena

    Mais uma coisa que esqueci de mencionar no meu comentário e que gostei neste episódio foi a música tocada. Ela é sempre boa, mas neste episódio foi demais.
    Vera Lúcia, a música é In the waiting line de zero 7.

  5. Silvia

    Depois do Tritter, este episódio, apesar de bom é o mais fraco. Vale por ver o House sendo extremamente infantil, batendo o pé feito criança até conseguir o que quer. Já sabemos o quão manipulador ele é,mas aqui ele se mostra quase retardado. Discutir com a outra médica quem tem mais direito à vaga,quem é o “pior” foi demais. Não acho legal quando a Cuddy cede por culpa, seria melhor se ela cedesse por ele encher tanto o saco. As nojeiras nas cirurgias não consigo ver.
    Prá mim ele fez um acerto com a Cuddy sobre o vicodin, provavelmente está mais controlado.
    Hilário é a cena dele se divertindo na neve com a cadeira de rodas e aquele sorrisinho irresistível.

  6. sandra

    Pode ser que a lei estivesse do lado da médica de cadeira de rodas mas, se eu tivesse que resolver o impasse, com certeza a vaga ficaria com o House porque: 1. ele tem direito adquirido, 2. a médica pode muito bem andar mais um pouco com a cadeira,3. é muito mais fácil andar de cadeira do que uma bengala e sentindo dor, já a médica só iria usar as mãos e sem dor. 4. Iria transformar uma vaga padrão em mais uma para deficiêntes.
    Por outro lado, gostaria de saber se é legal ir até a casa do paciênte investigar quando não tem ninguém presente.
    Aqui no Brasil também é assim? Estão explicadas as intermináveis filas nos postos de saúde.
    Adorei o review. Parabéns.

  7. Flávia

    O ciganinho por acaso não percebeu que engoliu um palito de dente?

  8. Cesar

    Achei o episódio apenas “bom”, o que, para House, é fraco.

    Apesar de aceitar os exageros das séries como “licença poética”, entendo que a resolução da “disputa” com a nova médica foi fraquinha. Colocá-lo numa cadeira de rodas apenas para brigar por uma vaga de estacionamento? Ok, é bem House, mas muuuuuito House.

    A questão do paciente principal também me pareceu over. Como perguntou a Flávia, o que não sabia que tinha engolido um palito?

    De positivo, além de Laurie, que continua ótimo, a abordagem da questão da diversidade cultural. Sem fazer juízo de valor, mas colocando o assunto em discussão. Este foi, na minha opinião, o ponto positivo de um episódio que será “Muito bom” na maioria das séries, mas que foi “fraco” para House.

    Ah, é chover no molhado elogiar o review! Perfeito!

  9. João da Silva

    Foi um bom episódio (embora House já teve episódios melhores nesta temporada), que ficou ainda melhor por causa da linda Jessy Schram. Que ela faça mais trabalhos na TV e no cinema.

  10. Costa

    Adorei o episódio. Voltou a ser o House que eu gosto. Depois de tanto drama e irritação dos episódios passados consegui me divertir e me alegrar com a volta do esquema padrão. Sinceramente estava precisando de algo mais descontraido. O começo da temporada já foi tenso e o final vai ser também. Para mim, A temporada começa a ficar boa agora, poriqe não gostei muito da história envolvendo o Tritter.

  11. Ana

    Naum foi um epi maravilhoso, mas eu amei a parte do House perguntando para o menino se a mãe era grande idiota. Ri muito.

    Eu fui a única a achar que foi meio forçado a culpa recair sobre o palito de dentes?

  12. Ana

    Naum foi um epi maravilhoso, mas eu amei a parte do House perguntando para o menino se a mãe era uma grande idiota. Ri muito.

    Eu fui a única a achar que foi meio forçado o culpado ser o palito de dentes?

  13. Marcelo

    House é,na minha opinião,a melhor série da TV por assinatura das que são exibidas no Brasil.
    Ela atingiu um nível de excelência difícil de se encontrar em outros shows.Os diálogos,o roteiro,as interpretações e o melhor de tudo:Hugh Laurie.
    Como fã do seriado,fico aguardando ansiosamente a quinta-feira chegar para me deliciar com mais um novo episódio.
    Mas este último…Foi muito fraco!
    Ele não acrescentou nenhum novo elemento à série,o que sempre acontece.
    Desculpem-me,mas detestei a situação de House com a médica,muito forçada.House é misantropo,tem um gênio terrível,mas picuinha por causa de vaga no estacionamento?Não combina com a inteligência dele.
    A família de ciganos encheu o saco.A relação de Foreman com o paciente realmente foi bacana,mas muito pouco para salvar o episódio.
    Se assistirmos,quando pudermos,a terceira temporada completa,e pularmos “Agulha no Palheiro”,veremos que não fará falta alguma.
    Abraços a todos.

  14. Anderson Vidoni

    Ana,
    não achei forçado não. É legal ver que um palito inofensivo podê causar tantos problemas. Eles deve ter partido dessa premissa e criaram o caso médico. E foi uma mudanças dos casos ultra complicados que vinham tendo.

    Prue,
    Veja na reprise, é bem divertido esse.

    Leon,
    É que era mais inofensivo isso, era só uma teimosia do House.

    Ivan,
    Não se se chega a tanto, mas é bem por ai.

    Maiara,
    Também ri muito.

    Helena,
    Obrigado. E eu achei que foi até uma boa um episódio mais basicão depois de tudo que se passou. Ta certo, não foi dos melhores da temporada, mas mesmo assim foi bem bom.

    Vera Lúcia,
    Concorco com relação a atuação de House ser o tempero. E a Helena respondeu a segunda pergunta e a Silvia a primeira. Abraços e até o próximo.

  15. Anderson Vidoni

    Silvia,
    O mais fraco sim, mas ainda sim muito bom. Pelo menos pra mim, hehehe. E o House entrou nessa disputa porque não acha que a médica precisava mais que ele e pra se divertir, foi isso. E eu queria aquelas camisetas pra mim.

    Sandra,
    Obrigado. E concordo com o que falou. Sobre a invasão, acredito que não. Mas é divertido.

    Flávia,
    Ele percebeu, mas achou que seria digerido. Não tem muitos casos como esse dai.

    Cesar,
    Obrigado. E eu respondi a questão que a Flávia levantou, acho que não tem problemas não. E sim, o lance da cadeira é House e House de raiz mesmo, hehehe. Eu achei um episódio bom e bem encaixado, pelos episódios anteriores, daria uma nota 8. Mas ta entre os menos bons da temporada.

    João da Silva,
    A Jessy Schram é um colírio, também quero ver mais ela.

    Costa,
    Entendo o que quer dizer. E realmente, agora vem uma sequência forte de episódios ótimos.

    Marcelo,
    Foi um episódio stand alone mesmo, mas a série está cheio deles. E como eu já disse, ele fez toda aquela briga também para se divertir. Mas entendi porque não gostou. Vamos ver quinta agora o que vai achar.

  16. Marcelo

    Anderson,
    Gostei bastante de sua resposta.
    Vi o comercial do próximo episódio e,pelo visto,será excelente.
    Abraços.

  17. crisguilhon

    Anderson Vidoni, parabéns pelo review e parabéns tb pelas respostas com respeito e educação. Como seria bom se todos concordassem ou descordassem dessa forma!

  18. vera lúcia pinheiro de oliveira

    Não resisti e voltei. Primeiro para agradecer a vc, Helena, pela informação sobre a música. Quero dizer à Sílvia que tb adoro a maneira como House se veste (camiseta, camisa e blazer). Sandra, adorei o seu comentário sobre a invasão às casas dos pacientes (sempre me intrigou a forma como conseguem entrar nas casas – será que lá não existem ladrões e as pessoas deixam as portas abertas?). Flávia, pensei a mesma coisa que vc: como alguém engole um palito INTEIRO e não se dá conta? Finalmente, claro que concordo com Marcelo sobre o nível de excelência da série.
    Anderson, não quero tomar seu lugar – só quis interagir com o pessoal que tb adora House. Agora, sim, um abraço pra valer!

  19. Anderson Vidoni

    crisguilhon,
    obrigado e se as pessoas são educadas nos comentários e o fazem de forma amistosa, também o serei, não há motivo para mais que isso.

    Vera Lúcia,
    Sem problemas, comente a vontade.

    E sobre o palito, ele deve ter percebido, mas como não aconteceu nada, deixou pra lá, como muitos fariam. Achando que poderia ter sido digerido.

  20. henrique

    O FIM DESSA 3ª TEMPORADA VAI PEGAR FOGO SERÁ *** CENSURADO POR CONTER SPOILER ***

  21. Webmaster

    Henrique,
    Esta é a tua sua segunda advertência. Mais uma e você será banido de postar comentários no TeleSéries.

  22. Carol

    Oii!

    Entrei aqui por acaso hj e gostei muito das reviews e dos comentários!

    Já acabei a 3ª mas to vendo na universal de novo..heheheh
    Qnto a esse episódio…eu gostei, concordo com a nota 8 do Anderson, não foi dos melhores, mas foi legal e bem engraçado, querer brigar por uma vaga pra mim é a cara de House, só de pirraça mesmo…as caras dele de vitória, são as melhores!
    Também achei que House ia entrar lá e começar a soltar as famosas frases com os ciganos lá, mas foi bom ter usado o Foraman..foi legal a reflexão que ficou p ele!
    Também concordo com os que disseram q a atuação de Hugh é o tempero..é incrível como ele consegue melhorar a cada dia…e eu particularmente gosto dos episódios mais básicos…bem House mesmo…o draminha de Triter já tava na hora de acabar msm!

    Vou até favoritar, p ficar vendo as reviews…foram as melhores que eu já vi sobre House..

    :)

  23. Anderson Vidoni

    Carol, sempre bom receber novas visitas. Obrigado pelos elogios e volte sempre aqui. Nos próximos dias terá o review do último que passou no Universal e pode vir discutir o episódios com o pessoal ;)

  24. Silvia

    Anderson, concordo contigo : fraco não é ruim.
    É que a gente já tá acostumada com um certo nível. Mesmo quando o caso não é dos melhores, tem o lado dramático do House e da equipe dele.
    Este episódio foca no Foreman – que começa a questionar certas coisas: família/profissão/solidão
    Mas apartir de agora o negócio pega – até o final todos episódios são ótimos. O que justifica a gente torcer pro Hugh Laurie ganhar um Emmy mais uma vez.( eu ainda vou ter aquela camiseta lilás!)

  25. Lu

    IMHO, foi o episódio mais fraco da temporada (concordo com o comentário acima, “fraco não é ruim”), a melhor parte foi mesmo o lance da cadeira de rodas. Por mais que a lei estivesse contra o House, em termos práticos ele realmente enfrenta mais dificuldades para caminhar. Gostei do desfecho.

  26. Carlos Aguiar

    A parte mais positiva do episódio foi o paciente cigano demostrando no final, após todas as coisas que Foreman disse que ele conseguiria trabalhando no hospital. Simplesmente respondeu que ninguem usava aliança, ou seja, não trocaria seu povo pela solidão.

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