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Review: Heroes – Ink

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Heroes - Ink

Série: Heroes
Episódio: Tinta (Ink)
Temporada:
Número do episódio: 62 (4×03)
Data de exibição nos EUA: 28/9/2009
Data de exibição no Brasil: 26/1/2010
Emissora no Brasil: Universal

Não foi um episódio muito movimentado, mas nem estou realmente preocupado com isso. O que importa é que Heroes tem conseguido manter um equilíbrio que não se via nas temporadas anteriores (com exceção da primeira). Agora, os motes têm uma ligação entre eles, o que os torna muito mais agradáveis de se acompanhar do que antes. Aliás, toda aquelas estórias que vimos anteriormente parecem não ter efeito algum sobre o que começamos a assistir neste volume cinco.

Neste capítulo, Samuel e Peter tiveram a primeira aproximação. O Petrelli caçula é o mais cotado pelo “vilão” para assumir o lugar do seu irmão, que morreu ainda sob circunstâncias não reveladas pela série. Por enquanto, este mistério por trás do personagem tem se mostrado bastante interessante, uma vez que não sabemos nada sobre ele, ou sobre as suas tradições, muito menos sobre da onde ele e o restante do seu povo vieram. Uma coisa é certa: a bússola parecer ser o elemento marcante para eles. Pode significar algum tipo de poder, algum tipo de marca. E isso só começaremos a descobrir a partir do momento em que a temporada continuar avançando. Mas, até então, a série tem conseguido prender a atenção quanto a esta trama, principalmente porque Peter se apresenta de uma maneira muito mais comum do que antes.

Na outra ponta do episódio esteve o detetive Parkman (ganhando até um espaço maior neste início de quarta temporada). Até agora, é a melhor estrutura que Heroes conseguiu criar. A maneira perturbadora com que Sylar toma conta do espaço mental de Matt é impressionante, obrigando até mesmo ao detetive fazer coisas impensadas e acreditar em fatos que, no primeiro momento, parecem reais, mas que depois são vistos apenas como mais um jogo psicológico de Sylar, que continua sendo um personagem extremamente ambíguo, mesmo sem ter tanto espaço quanto antes (até agora!).

Heroes - Ink

Enquanto isso, Claire resolveu contar a verdade sobre a sua vida para a nova amiga, Gretchen. Não quero pensar no óbvio, mas estou quase acreditando que ainda teremos surpresas sobre ela, apesar do jeito “ingênuo” pelo qual ela se comporta. E um novo poder também foi apresentado em uma mulher surda. Ao que parece, ela perdeu o sentido de ouvir, mas ganhou outras habilidades com a visão, com o tato. Na cena em que vemos a manifestação do seu poder, o violoncelo em que ela toca começa a chamar atenção das pessoas, como se elas estivessem sendo hipnotizadas por algum tipo de magia musical, adquirindo “presença” sobre as pessoas. Tomara que não seja apenas “mais um que tem poder”, uma vez que a série tem esta trajetória de não saber aproveitar os novos personagens que são apresentados. E pode soar repetitivo demais mas, até o momento, Heroes tem demonstrado um equilíbrio e uma lucidez nas tramas que está apresentando, que me faz acreditar que esta temporada poderá ter alguns rumos diferentes das anteriores.

* * *

Texto publicado originalmente no weblog Sob a Minha Lente.

Séries citadas:

4 Comments

  1. sidnei

    NAO ASSISTI ESTE EPISODIO DE HEROES PORQUE O UNIVERSAL CHANNEL ACABOU COM AS REPRISES DA MADRUGADA.

  2. Fernando dos Santos

    Eu concordo totalmente com tudo que foi dito no review.Essa temporada está muito boa.

    Quero apenas acrescentar que considero o Robert Knepper um grande ator e em Heroes ele ganhou um papel a altura.Outra coisa que tem me agradado também é o fato dos roteiristas terem conseguido transformar o Matt Parkman num personagem mais suportável, fazendo ele dar uma guinada para o lado do mal.Apontado quase por unanimidade como um dos personagens mais chatos da série nos anos anteriores(e com razão) ele agora ficou um pouco mais interessante.

  3. Juninho

    Não me lembro com exatidão desse episodio,já estou bem a frente,mas posso dizer que INK foi o inicio dos bons episodios de Heroes,a série se mantém equilibrada nessa temporada,chegando a apresentar episodios tão bons que até os mais apaixonados pela série se surpreenderiam,e claro alguns inrregulares.

    Essa temporada se destaca pela pela inteligênte da trama do Sylar e do Matt,pela beleza e delicadeza da cenas da personagem Emma,e pelo grande ator Robert Knepper que deu folêgo a série,Peter voltou a ser o personagem que gostamos,Hiro está melhor,e a Claire tá cada vez mais irritante,mas o melhor é a ausência do mala do Surresh.

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