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Review: Friday Night Lights – Wind Sprints

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Cena de Wind SprintsSérie: Friday Night Lights
Episódio: Wind Sprints
Temporada:
Número do Episódio: 3
Data de Exibição nos EUA: 17/10/2006
Data de Exibição no Brasil: 29/6/2007
Emissora no Brasil: Sony

A estréia de Dawson´s Creek, em janeiro de 1998, é um marco no gênero dos drama teens. Kevin Williamson deu voz ao sentimento de toda uma geração, colocando na TV adolescentes articulados, que racionalizavam seus sentimentos. (A propósito, foi uma resenha de Dawson´s Creek meu primeiro texto opinativo publicado no TeleSéries, inaugurando a seção Weblog do Editor, anos antes de todo o site adotar o formato de Weblog. Resgatei o texto, para quem quiser ler, que se chama Revendo Dawson´s Creek).

A próxima grande série teen depois de Dawson´s Creek, veio justamente para tentar derrubar este modelo. The O.C. foi no caminho oposto, colocando na tela jovens mais superficiais e menos cerebrais. O destaque (ao menos no início) é Ryan Atwood, um garoto problema nascido e criado em um ambiente violento. Atwood mal fala no episódio piloto. Ele se expressa pelo estilo bad boy, o olhar desconfiado, o silêncio de quem não sabe se articular e, claro, suas explosões de fúria.

Neste aspecto, os adolescentes Friday Night Lights estão mais próximos de Ryan Atwood do que Dawson Leary. Eles parecem sequer pensar, apenas reagem as situações e ao meio em que vivem. Não há alguma justificativa para Tyra ser tão vadia, para Lyla ter tanta fé na recuperação do namorado, para Tim ser tão autodestrutivo e temer tanto visitar o melhor amigo.

Falta contexto para estas ações e este talvez seja o grande problema de Friday Night Lights. E a culpa talvez não seja do roteiro e sim do estilo adotado. A câmera, como em um documentário, é hábil para registrar expressões, mas incapaz de captar a alma dos personagens.

Cena de Wind SprintsTalvez por isto seja mais fácil neste primeiro momento se identificar com Jason Street (Scott Porter), que em razão de seus problemas de saúde tem justificativas visíveis para mandar Lyla e sua crença no divino para longe. Ou mais fácil ainda se identificar com Matt Saracen, que sofre diante da pressão da primeira derrota e congela de medo de ser substituído por um quaterback vindo da Louisiana – de uma família que sofreu com o Katrina, mas que chega com o rei na barriga.

E é em Wind Sprints, que temos o primeiro grande clichê de dramas teen. É quando Lyla, após descontar sua raiva em Tim, troca com ele um caloroso beijo. Foi nesta hora que caiu a ficha: estou velho demais para isto, para este tipo de cena e de série.

Ou talvez tenha sido apenas o fato de ter faltado contexto (uma química maior nas cenas anteriores entre Tim e Lyla), ou ainda o fato do Tim ser um personagem caricato demais, ou mesmo a simples constatação de que Taylor Kitsch é um péssimo ator.

O que ficou foi aquela sensação de Friday Night Lights ruma em direção daquela velha trama de novelinha teen que a gente já conhece – a diferença é o visual diferente.

* * *

Falando em dramas teen e péssimos atores, a verdade é que Friday Night Lights tem uma seleção de elenco ruim. Pra uma série com uma estética tão realista é inadimissível que ela tenha repetido o mesmo erro de Barrados, Dawson e O.C.: colocou gente velha demais fazendo papel de adolescente.

Gaius Charles (Smash) e Adrianne Palicki (Tyra) tem 24 anos, Zach Gilford (Matt) tem 25 anos, Taylor Kitsch (Tim) tem 26, Minka Kelly (Lyla) tem 27 e Scott Porter (Jason) está prestes a fazer 28. Só Julie passa como teenager: Aimee Teegarden vai fazer 18 anos em outubro.

Séries citadas:

É jornalista, pós-graduado em Jornalismo Digital pela Pucrs e trabalha com produção de conteúdo para Internet desde 1995. É editor de internet do Jornal do Comércio, de Porto Alegre. Fundou o TeleSéries em agosto de 2002. Na época, era fã de The West Wing, The Shield, Família Soprano e Ed. Atualmente é viciado em The Good Wife, NCIS, Game of Thrones e Parks and Recreation.

23 Comments

  1. Simone Miletic

    Ai Paulo, você achou o ponto… Justamente aquilo que eu tentava entender: porque não gostei tanto de FNL depois de tantos terem falado tão bem.

    Eu simplesmente estou velha demais para isso. O quarto episódio eu nem assisti.

    Si

  2. Mel

    Ai, ai e eu tb.
    Bem que eu tentei assistir… mas a agonia que eu sinto nao me permite ficar muito tempo assistindo.

    Eu desisti.

  3. Mel

    Oooo… mudando de saco pra mala…

    Simone, o q foi a season finale de Criminal Minds???????

    Aaaafffffffffff….

  4. Thiago Sampaio

    mantendo o foco no texto…

    O beijo que Lyla deu em Tim foi das piores decisões que o seriado poderia tomar. Sem se esquecer onde esse cara se meteu no episódio seguinte – entrando em janelas de 1ª anda a lá Creek’s people.

    Patricinha exagerada, essa personagem. Eu te amo pra cá, eu te amo pra lá… Tava me irritando com essa personagem. O beijo no amigo de Jason foi a gota d’água. Okay, ela é ingênua, não sabe nada da vida… mas pô! O cara tá paraplégico! O beijo foi fora de contexto. Não gostei.

    Não gostei até pq quando vc assiste uma série, vc tenta se identificar um pouco com os personagens. Sou um pouco Matt, sou um pouco Jason. Então, ficou pessoal. Saracen é das melhores coisas do seriado. Gostei da situação dele e não sei se a idade dele compromete em alguma coisa. Fora que o possível relacionamento com a filha do coah promete ser melhor do que o de Lyla e Jason.

    A idade dos atores que fazem adolescentes passou a ser essa tosqueira. Infelizmente. Foi-se o tempo dos filmes de John Hughs (Clube dos Cinco, Gatinhas e Gatões) onde adolescentes faziam adolescente. Até ele, pouco tempo depois, usou atores na casa dos 20 pra fazer teens em Curtindo a Vida Adoidado…

    Acho que o problema maior é no casting dos pais. Quando eles parecem ser tão jovens quanto os filhos… compromete muito.

    Mas, apesar dessas ressalvas, continuo botando fé em FNL. Não baixei e esperei “na maior boa vontade” que passasse em algum canal e pelo menos até aqui tá sendo um bom passatempo. Mas ele é BEM menos “Teen” do que várias séries…

  5. cris

    Ouvi muitos falarem muito bem de FNL, perdi a estréia e não pude ver mais de 10 minutos do segundo e terceiro. Ver só este quarto epi não serve para opinar, mas também achei algo estranho. Talvez seja a câmera em movimento o tempo todo. Não sei ainda se gostei mas quero dar mais uma chance!

  6. Raphaela

    Não concordei em quase nada com o texto!
    Por que tem que ter justificativa de serem quem são?
    Cada um é o que é , tem sua personalidade, para uma maior explicação a série teria que mostrar flashbacks o que não é o foco da série, mostrar o passado , e sim focar-se no presente.
    Não achei nenhum clichê o beijo de Lyla em Tim . Primeiro que ela não estava com raiva de Jason , podia estar magoada , isso é outro patamar. E o legal é que mostrou que as mocinhas chatinhas, certinhas, boazinhas também pecam.
    Como já vimos muita coisa tudo gira entorno do “clichê”, realmente não sei o que podem inventar pra fugir disso.
    Outra coisa que é de praxe , colocar adultos jovens para papéis de adolescentes. Aconteceu em Beverly Hills 90210, Dawson’s,Popular, O.C, One Tree Hill, FNL e eternemente acontecerá. Nem adianta reclamar pois já está virando “clichê” falar disso!!!!!!!!

  7. Méia

    Comecei a assistir de tanto que falaram em praticamente todos os sites e blogs de séries. O 1º e 2º episódios achei bem morno, mas confesso que agora estou gostando mais das histórias, me entrosando com os personagens e até me acostumei mais com a camera móvel…ainda acho alguns personagens caricatos, principalmente a Lyla e aquela coisa de cidade do interior dos EUA mega patriota e retrógrada me cansa um pouco…Mas até agora, estou gostando sim!

  8. Raphaela

    Tem um casal que irá se formar( não estou dizendo qual, não é spoiler) que será muito lindinho, dá gosto de ver! Os que pararam de ver não sabem o que estão perdendo.

  9. Thomaz Jr

    Acho o roteiro de FNL bom. Os personagens não precisa de justificativa para serem quem eles são.
    Os atores são fraquinhos. Taylor Kitsch é uma ausencia total de talento. E tds são velhos demais para serem interpretarem adolescentes.
    Enfim, acho a série boa qdo comparada a maioria dos dramas que temos no ar.

  10. Simone Miletic

    Mel: TUDO DE BOM!!!

    Eu achei a melhor season finale dessa temporada.

    Coloquei até um clipizinho dos melhores momentos no meu blog.

    Ainda tô afetada até agora.

    Si

  11. leandro

    falemos de Criminal Minds na review desta por favor.

    FNL é a série. Apesar de assistirmos tudo o que já estamos acostumados a ver , tem algo diferente que atrai! é inexplicável . Também acho que não tem que ter justificativa para a personalidade deles.Como a Raphaela disse teria que mostrar flashbacks por que a Tyra é vagaba, por que Tim é o bad boy fechadão e por aí vai.E de flashbacks já basta os insuportáveis de Lost.

  12. claudia braga

    Nos dois primeiros episódios eu não gostei muito, mas daquela câmera balançando, mas eu achei bem legal o 3 e gostei muito do ep 4….vou continuar assistindo a série. Confio que pode melhorar muito daqui pra frente!

  13. Bruno Zamora

    BRILHANTE!

    Não sou de elogiar, mas este post não é simplesmente um post! Chega a ser um artigo jornalístico.

    A contextualização com outras séries, a forma narrativa, as características do elenco… tudo muito bem trabalhado.

    Agora, vejo FNL com outros olhos!!!

  14. Vanessa Brdo

    Quem eu acho que está dando um show é o Zach Gilford (Matt Saracen). Aquela cena em que ele vê a avó chegando num carro de polícia, a reação dele, foi demais. Ele consegue expressar os sentimentos do personagem no ponto certo. O jeito que ele fala com o técnico, com as pessoas em geral, com a sua timidez, sem parecer uma atuação forçada é muito bom. Sem contar, claro o Kyle Chandler e a Connie Brixton(acho que é esse o nome dela), que fazem um casal tão natural, acho que corre um sério risco de ser o melhor casal da tv.

    Concordo que essa história da Lyla com o Tim é meio clichê demais, para mim não existiria, FNL podia passar sem isso. Sem contar que Taylor Kitsch não me convence. E já vi que essa Lyla vai me dar nos nervos…

  15. Paulo Fiaes

    só para não perder a oportunidade

    eu disse que a série não é essas coisas toda que estão pintando. mas como Paulo falou, talvez eu ja esteja velho para esse tipo de trama.

    Por falar nisso, ótimo texto. abraços

  16. Marcos

    “eu disse que a série não é essas coisas toda que estão pintando. mas como Paulo falou, talvez eu ja esteja velho para esse tipo de trama… “. (2)

    Mas, de fato, a série é superestimada, ponto!

  17. Cristina

    “Não há alguma justificativa para Tyra ser tão vadia, para Lyla ter tanta fé na recuperação do namorado, para Tim ser tão autodestrutivo e temer tanto visitar o melhor amigo.”

    Que isso!? o.O
    Tem sim! A justificativa pode não aparecer agora, mas ao longo da temporada, quando a gente conhece a mãe e irmã da Tyra, a família(ou falta de família) do Tim, e os pais da Lyla, dá para perceber muito bem porque os adolescentes agem da maneira que agem.

    Eu acho que Friday Night Lights é a série “teen” que tem os personagens mais desenvolvidos, apesar de todos os cliches. Ao longo da temporada eles contam as histórias e envolvem sempre as famílias, dando uma idéia do “background”, de onde cada personagem veio, diferente de outras séries, onde os pais estão ali apenas por estar, ou estão sempre viajando, ou já morreram. As famílias em Friday Night Lights exercem papel fundamental para entender as atitudes e a personalidade de cada personagem.

    Achei interessante esse comentário, pq é justamente o oposto do que eu penso. Não sei se é pq eu já vi a temporada toda e gostei muito da série, mas para mim, ao longo dos episódios fica cada vez mais fácil gostar dos personagens, pq eles tem diversas camadas, e o fator família é a chave para entender o que acontece com cada um.

    Não desistam de Friday Night Lights! A partir da metade da temporada a série cresce bastante, tem episódios mais divertidos, tem mais interação entre os personagens, e a série ainda está na disputa para nomeação ao Emmy!

  18. Manoel

    Putz, concordo totalmente.
    Quando chegou aquela parte que ela pára o carro eu fiquei:
    “Pelo amor de Deus, que eles não se beijem!”.

    Totalmente previsível e esgotado.

    Agora a questão do Saracen e do Jason muito bom também, eles ainda me fazem assistir a série.

  19. Thomás

    Paulo, com todo o respeito, se você não acha a série boa, talvez devesse repensar se vale a pena fazer reviews dos episódios. Porque se uma série é boa, você faz um review de cada episódio destacando as melhores partes e também criticando uma coisinha ali e outra aqui, além de dar palpite sobre o que vai acontecer. Mas se você acha uma série ruim, então basta fazer logo uma resenha da série, após alguns episódios, e pronto! Afinal, tem gente que gosta do programa, e não vai querer ler um review detonando a série toda semana. Aliás, este não foi um review do 3ro episódio, e sim um texto opinativo, uma “opinião do editor”.

    E eu não apostaria muito em Friday Night Lights em termos de renovação para futuras temporadas, mas o que 24 Horas tem de diferente em relação aos velhos filmes e series de ação americanos se não o formato diferente? E a série é um sucesso…

    Não sei se meus comentários sempre são lidos, mas lembro de ter me repetido umas 2 ou 3 vezes, e vou repetir de novo, que nestes 3 primeiros episódios eu simplesmente não achei o diferencial da série, e o porque de ela ser bem de crítica. Mas de qualquer maneira eu continuo assistindo, porque não dá pra dizer que a série é ruim.

  20. camila*

    Tudo bem que até então nada indicava que a lyla e o tim poderiam ficar juntos…mas pq teria que ser tão evidente se na vida real nem sempre é? o envolvimento da mocinha com o melhor amigo do namorado é clichê? sim(!), mas nesse momento não dá pra saber como isso vai ser explorado e é isso que importa.
    Eu não entendo o pq de se repetir essa discussão…

    Quanto à idade dos atores, é estranho mas eu já me acostumei…o que me incomodou mesmo foi a tal da julie…pra mim ela tinha 13 anos…

  21. Paulo Antunes

    Raphaela e Leandro,
    Existem dezenas de recursos dramáticos, que não sejam flashbacks, para explicar o background dos personagens.

    Cristina,
    É importante você observar que o review é uma análise de um episódio da série. Fico feliz em saber que ao longo da temporada os personagens se desenvolvem e suas motivações ficam mais evidentes. Mas até aqui eu não vi isto e este foi o tema deste review.

    Thomás,
    Meus dois primeiros textos foram muito elogiosos à série. Este que foi o primeiro mais crítico. Mas você está certo, a impressão que eu tive depois da terceira semana é que não vou longe mesmo.
    Mas pelo visto você está no mesmo pé que eu, estamos investigando o porque FNL é tão especial para a crítica.
    Sobre os reviews, todos os reviews são opinativos. O objetivo dos reviews do TeleSéries é que eles seja resenhas e não resumos.

    camila*,
    Não estamos repetindo nenhuma discussão, estamos abrindo uma discussão.

  22. Rafaelly

    Tb não gotei do beijo…Clichê total…mas como não gosto da Lyla, tô nem ligando pro q ela faz…
    Sem dúvida o personagem q me chamou mais atenção foi o Matt Saracen…E espero q esse drama com a avó, pai e time d~e muitos frutos,asim como oromance com a Julie!!!
    Tb acho q o Eric e a esposa(esqueci o nome dela)formam um casal bem legal. Não superam Kirsten e Sandy,mas formam…Às vezes acho o Kyle Chandler meio sem expressão sei lá…Aí depois essa impressão passa…Vai e volta…hehehe

  23. Giselle

    Desculpe o texto enorme…é a primeira vez q eu escrevo aqui.
    FDL só melhora a cada episódio, e qnd vc menos esperar já vai estar torcendo pra uma segunda temporada.
    Não sei a sua idade Paulo, eu tenho 24 anos. O q seria das nossas vidas sem os eternos clichês, e as comparações. Acabamos q ligamos a TV esperando algo q já vimos antes, a sede é tanta, q antes mesmo de começar o programa estamos com a lista de coisas feitas na cabeça. O resultado disso, é ai q qnd começa o programa estamos com várias camadas já prontas e não conseguimos olhar com “novos” olhos ou olhar como “novos” expectadores, estamos tão bitolados com a idéia de q a namora perfeita não pode beijar o amigo bad boy, ou q os pais não podem ter um relacionamento tão bom assim com os filhos, ou q esperamos histórias com diálogos perfeitos como Dawson’s Creek ou Gilmore Girls e q na vida real nunca vamos conseguimos falar como eles falam. Ai qnd deparamos com uma série q tem uma história diferente e q tem um jeito de filmar as cenas diferentes, já nos sentimos na obrigação de fazer comparações. Estou eu aqui falando de quem já assistiu a série por completa, e estou aqui sim defendendo ela, pois a única série q eu assisti q os atores tinham a mesma idade dos personagens q eram 15 ou 16 anos, foi uma série antiga chamada My so-called life, e foi a única até hj. Agora eu começo a assistir as séries Teens sem me preocupar com a idade dos atores, e sim começo a me preocupar com a história dos personagens. Estamos tão acostumados a ser críticos e a comparar tudo e todos q esquecemos do principal, q é sentar e assistir as séries sem camadas, sem comparações do tipo esse é igual The O.C., ou esse é igual Lost e por ai vai, esquecemos q quem faz as séries estão fazendo pra divertir quem assisti, sem ser críticos demais, sem comparações exageradas, é ligar a tv se envolver com os personagens, torcer pro time ganhar, ficar com um sorrisinho no rosto a cada investida não tão bem sucedida do Matt Saracen qnd fala com a Julie, refletir junto com o casal coach, entender as ações do Tim, q futuramente na série vai se mostrar uma pessoa sem estrutura nenhuma e acima de tudo entender a superação dos medos, dúvidas e caminhar para uma vitória não só para uma coisa material e sim pessoal.
    Pq de falhas e clichês a vida real está cheia, o q eu espero qnd eu ligo a tv pra assistir as minhas séries favoritas, é esquecer um pouco a vida real e mergulhar num mundo onde eu posso ser o q eu quiser, onde eu posso morar em Orange County, ou até mesmo acompanhar de perto dentro dessa cidadezinha a superação e amadurecimento dos meus personagens preferidos. Pois qnd eu desligo a tv, eu volto pra vida real.

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