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Reviews

Review: Friday Night Lights – Extended Families

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Cena de Extended FamiliesSérie: Friday Night Lights
Episódio: Extended Families
Temporada:
Número do Episódio: 18
Data de Exibição nos EUA: 28/2/2007
Data de Exibição no Brasil: 12/11/2007
Emissora no Brasil: Sony

Comentários rápidos e preguiçosos sobre Extended Families

Extended Families começa mostrando os Panthers se classificando para os playoffs. É uma pena que o jogo e a comemoração tenham sido mostrados tão en passant. O objetivo aqui era outro.

• O episódio gira em torno do fato de que a família muitas vezes ultrapassa a barreira do sangue. Ironicamente, começa com uma família se desmanchando, quando Buddy Garrity é expulso de casa. É absolutamente bizarro que ele vá parar na casa dos Taylors – com tantos outros amigos na cidade.

• Gostei (e muito) que o mistério da Waverly era o fato dela ser maluquinha. Foi uma surpresa. Eu achava que a história dela iria girar em torno de um filho dado para adoção ou algo do gênero. Não é uma trama original (quem aí não lembra de Emily Valentine e de Andy McPhee), mas que realmente promete mexer com o Smash.

• A presença de Buddy na casa dos Taylor serve apenas para levá-lo a descobrir que Taylor está sendo assediado por uma Universidade. Há um belo conflito entre os dois, que coloca a seguinte questão: o que é mais importante, a família ou o time? Parece uma pergunta besta. Mas não é. Aliás, é uma pergunta besta, porque os homens como Buddy são bestas.

• Tim Riggins tem um novo amiguinho, que tem mais ou menos o mesmo QI que ele.

• Eis o motivo para eu não gostar deste negócio de escalar atores mais velhos para o papel de jovens. Se o objetivo da série é que Tim tenha sua Mrs. Robinson, ou seja, tenha um caso com a mãe do Bo, o efeito não poderá ser bom. Taylor Kitsch não tem 17 anos, 18 anos, ele tem 27 anos. E tem cara de homem e corpo de homem.

Cena de Extended Families• O grande destaque do episódio é sem dúvida o acerto de contas entre Tami e Tyra – após Angela ser internada e Tami ser chamada por Julie para ir ao hospital. É a grande cena que evita o episódio de cair na mediocridade.

• Repare que não há nenhuma grande estória em Extended Families. O que o episódio faz é apenas abrir caminho, iniciar uma série de pequenas novas tramas, preparando terreno para a finale.

MVP: Connie Briton

Séries citadas:

É jornalista, pós-graduado em Jornalismo Digital pela Pucrs e trabalha com produção de conteúdo para Internet desde 1995. É editor de internet do Jornal do Comércio, de Porto Alegre. Fundou o TeleSéries em agosto de 2002. Na época, era fã de The West Wing, The Shield, Família Soprano e Ed. Atualmente é viciado em The Good Wife, NCIS, Game of Thrones e Parks and Recreation.

5 Comments

  1. Olga Nogueira

    Não creio que “maluquinha” seja um termo apropriado para descrever o que Waverly parece ter. Pelas indicações do episódio ela sofre de Transtorno Bipolar, a antiga Sindrome
    Maniaco-Depressiva onde a pessoa tem fortes oscilações de humor indo da euforia à depressão muito rapidamente.

  2. Thomaz Jr

    Realmente, Buddy na casa dos Taylors foi ridiculo. Rotesrista forçou demais.
    oncordo que Buddy é besta. Ele representa um classe de homens mediocres, quase nunca explorados em dramas. Assim, como a mãe de Tyra. Por essas e outras gosto de FNL.
    Realmente, Tim e a nova vizinha. A situação é boa, mas pensei a mesma coisa que vc, Paulo. Não a disparidade nenhuma entre eles, pois o ator tem quase 30 anos.
    Olga está certa, achei de uma pobreza dizer que Waverly é maluquinha. Pelo que foi mostrado ela apresenta alguma patologia.

  3. Thiago FLS

    Eu não me incomodei tanto assim com a pouca diferença de idade entre Taylor Kitsch e Brooke Langton porque, embora ele não tenha cara de adolescente, ela já não é mais a mesma dos tempos de Melrose Place.

    E em termos de diferença de idade imprópria, nada supera Rebecca De Mornay (48 anos) interpretando a mãe de Brian Van Holt (38) em John from Cincinnati.

  4. Rafaelly

    Caraca…essa mulher q é mãe do garotinho era de Melrose???Nem lembro.E realmente,O caso da Waverly é bem delicado pois o Transtorno Bipolar é um transtorno de humor…algo muito triste, sofrido e q não tem cura.Vamos ver se o Smash terá força suficiente pra encarar essa.
    Pôde-se ver isso com mais clareza em ER pois a mãe e o irmão da Abby eram bipolares…

  5. Olga Nogueira

    Bem lembrado Rafaelly! O caso em ER da mãe da Abby – do irmão eu não lembro… na época em que assisti só aparecia a mãe – mostra o quão penoso é lidar com alguém portador do Transtorno Bipolar. Mas Waverly estava melhor enquanto tomava a medicação e mostrava personalidade e inteligência. Quem sabe essa “queda no poço” faz com que ela respeite suas limitações e não torne a interromper a medicação. Com ela medicada, Smash poderá lidar com isto mas sem medicação, nem ele e nem ninguém…

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