Log In

Reviews

Review: ER – What We Do

Pin it

ER - What We DoSérie: ER
Episódio: What We Do
Temporada: 15ª
Número do Episódio: 327 (15×18)
Data de Exibição nos EUA: 5/3/2009
Data de Exibição no Brasil: 7/10/2009
Emissora no Brasil: Warner

Eles perguntam, nós respondemos: o que fazemos é assistir ER. Seja desde o início, 15 anos atrás quando começou na Globo como Plantão Médico, seja algum tempo depois, quando era exibido pela Sony, mais tarde na Warner ou recentemente, para os fãs novatos, o que fazemos é assistir ER. Relacionado também à pergunta da equipe de documentário, tal qual o título do episódio dessa semana, acredito que também fazemos uma outra coisa… Nos perguntamos o seguinte: por que a produção não se empenhou para colocar durante toda a temporada, a mesma qualidade que vemos nessa emocionante reta final?

Preciso insistir que esses últimos episódios não são exatamente os melhores da história de ER, principalmente What We Do, que talvez tenha sido um pouco frio, mas eles são bem superiores aos do meio de temporada – um reflexo do retorno de Noah Wyle e da recente demissão de roteiristas novatos. Assim, seguindo nessa agradável fase da série, tivemos muito de Carter e o último trabalho de David Zabel.

Atual Produtor Executivo, Zabel assinou pela 40ª e última vez um roteiro (ninguém fez isso mais que ele), além de colocar mais um trabalho de direção em seu currículo (o outro fora o do retorno de Mark). Porém, ele merecia uma saideira melhor. Apesar de denso e com uma boa premissa, o episódio todo ficou muito artificial e parecia não ter coração. Enquanto What We Do funcionava na comédia, na parte dramática se saiu um pouco abrupto e talvez tenha falhado quando a intenção era emocionar.

A idéia dos profissionais falarem com uma equipe de documentários não foi lá muito original. Isso já vimos em Ambush, o episódio ao vivo (sim, ER já teve um episódio exibido ao vivo). Mas até que teve seu lado positivo, como abrir espaço para personagens/atores conseguirem seus momentos de atenção. Sobrou até uma boquinha para as muito simpáticas Chunny e Haleh, essa que não aparecia há tempos e falou do paciente gigante amarrado à maca, no episódio Full Moon, Saturday Night da primeira temporada.

Ninguém do quarteto de estagiários esteve presente, mas foram todos muito bem representados por Grady, em um de seus melhores momentos na série. Apesar de soltar uma mentirinha poética (em forma de homenagem ao início da série, ele diz que fala muito “stat – já“, assim como os personagens do primeiro ano), foi simpático o suficiente para me fazer lastimar o fato de ele ter entrado tarde demais na série. Gates, por exemplo, está no elenco fixo desde o início do 13º ano, e cada vez mais mostra que não pertence à série: basta ver suas entrevistas, uma completa perda de tempo. Se Grady deveria ter entrado antes, Gates já deveria ter saído.

Situação semelhante é a de Brenner: esse sim também merecia ter entrado há muito mais tempo. Seja porque David Lyons mostrou-se um tremendo ator, seja porque acertaram e muito a mão com Brenner, agora ex de Neela. A indiana está meio perdida, verdade, mas como não gostar de sua simpática e gostosa risada? Outro também bastante adorável é Morris, que mesmo não estando em seu plantão e com a camisa suja de tinta, deu sua entrevista(?).

Pois é… O episódio não foi lá muito real. Começou muito bem, com um sincero depoimento dado por Carter/Wyle, falando que começou há 15 anos e parou quando as coisas ficaram muito repetitivas depois de uma década e após uma ausência de cinco anos achou apropriado retornar, enquanto continuava mostrando sua grandeza diante de Gates e seu projeto de cavanhaque, até mesmo enfermo. Mas aí, de uma vez só, ele e Claudia correram perigo de vida e mesmo todos nós conhecendo o tom sádico desse seriado, parecia não ter sentido nos preocuparmos com ambos – pelo menos nesse episódio. Então a coisa meio que desandou, apesar de, sempre como uma exceção, Morris fazer a diferença.

Além de serenidade e calma na condução do tratamento de Claudia (ele teve até o bom senso de apenas observá-la), Archie foi fundamental no resgate de Carter: esse teve uma piora significativa e sofreu até uma parada cardíaca enquanto Morris ameaçava espancar estagiárias se um médico de verdade não viesse atender seu colega. Só que pela falta de coração nesse episódio, não me impactei tanto com esses momentos que pareceram falsos ou brincadeiras de mal gosto. Inventaram até de levar a equipe de produção para entrevistar Carter, internado no Northwestern(!). Apesar da bela frase de encerramento de John no final do episódio, nada disso me pareceu apropriado.

Como um quebra-cabeças, pouco a pouco dos últimos anos de Carter é revelado. Se na semana passada descobrimos sobre a amiloidose, dessa vez ele fala que Kem ainda não sabe de sua condição. Coitado… Teve que encarar isso tudo sozinho… E essa solidão de Carter talvez tenha sido a única coisa que doeu. Ou incomodou, vá lá. Por que não dar mais atenção à ele? Por que apenas Frank, Jerry e Haleh o acompanharam até a ambulância? Ele precisa com urgência de um rim novo, faz aquela carinha de desolação enquanto é transferido e ainda tem que ser incomodado com a equipe de documentário? Nem mesmo Jerry quis oferecer um segundo de paz pra ele…

ER - What We DoIndignados por ficarem de fora da filmagem, Frank e Jerry resolvem eles mesmos fazerem seu próprio vídeo, só que estrelando os “heróis” menos creditados do hospital. Foi um pouco idiota, mas igualmente muito engraçado. Esses dois, que formam uma perfeita dupla na recepção, acabaram responsáveis pelo o que funcionou no episódio: a parte cômica. Trafegando entre o humor mórbido e infantil, dá para destacar a paciente mexicana e a outra com alergia à amendoim, resgatada por esses dois malucos sob a trilha sonora original das cenas médicas dos primeiros anos – amo inconsideravelmente a primeira temporada, mas a trilha sonora às vezes era meio brega, né? Pena que, coitados, a bateria da câmera acabou logo nesse momento de glória.

Enquanto isso, na parte dramática, apenas Morris funcionava (Carter não conta, porque ele é o cara e não é culpa dele se a condução do episódio foi fria com sua situação). Como todos sabemos, não há espaços para a felicidade em ER, e mesmo John insistindo em dizer que naquele lugar nunca se sabe o que vai acontecer, depois de 15 anos ficamos vacinados e acabamos tendo uma certa noção. Por exemplo, bastou Morris começar a pintar o apartamento pra sabermos que Claudia iria morrer – ou algo próximo disso. E como se ser baleada já não fosse o bastante, Zabel ainda a faz correr o risco de perder o útero, impedindo que ela e Morris tivessem uma prole de latinos ruivos e sardentos. Felizmente, por enquanto, tudo acabou bem pra eles.

Por outro lado, acabou muito mal a situação entre Neela e Brenner. Por acidente, Morris deixou escapar sobre o abuso que o australiano sofreu na infância, e… Bem, como se já não fosse suficiente o fato de Rasgotra não passar por uma boa fase, ela ainda me faz o favor de usar essa situação pra acabar a relação com Simon. O que foi extreamente baixo.

Não se fica com ninguém por pena ou preocupação. Óbvio. Mas é preciso um pouco de tato nessas situações, e a indiana foi completamente equivocada aqui. Não sei exatamente qual é o protocolo, mas quanto tempo de namoro se deve ter para que uma das partes do casal seja obrigada a contar para outra sobre acontecimentos terríveis que lhe causaram danos psicológicos, como ser molestado na infância? Estou errado em pensar que não se pode pressionar em assuntos desse tipo? Neela tinha mesmo o direito de sondar o passado de Simon e forçá-lo a contar pra ela o que aconteceu com ele? E logo depois acabar a relação dessa maneira? Não foi nada legal…

Também não foi muito legal os momentos de Sam com a mãe. Eles tiveram seus méritos, verdade, mas destoou do restante do episódio – todas essas cenas se passaram fora do PS, onde estava a ação, e acabaram servindo como um inapropriado freio no ritmo – que já não era muito bom. No asilo, já com sua mãe mais lúcida, Sam segue com a cruz que deve carregar até ser chamada para fazer uma viagem. Enquanto Gates (que pouco a pouco se aproxima da enfermeira) a substitui no asilo, Samantha viajará até Seattle com Neela, pois encontraram um coração para a mãe de Lucy.

Samantha viajará até Seattle com Neela pois encontraram um coração…

Samantha viajará até Seattle…

Até Seattle…

What We Do foi muito bom, só que não dos melhores. Teve Carter em perigo, mas não parecia algo real. Teve Claudia baleada, mas foi tudo muito exagerado. Teve Neela terminando com Brenner, mas de maneira muito baixa. Mas também teve Morris em um de seus melhores momentos e a dupla de recepcionistas dando show. Apesar de muito bom, faltou um toque de realidade, de coração. Exatamente o que teremos na semana que vem…

Na próxima quarta a Warner exibirá o episódio Old Times. Mas teremos tempo até lá, portanto, falemos mais sobre What We Do do que qualquer coisa por aqui. Mas… Bem, tenho que fazer o teaser da semana que vem: no próximo episódio, todas as suas expectativas serão alcançadas. Todas! Em Seattle. Em um episódio escrito e dirigido por John Wells, que não dirigia e escrevia um episódio desde o excelente On the Beach, o último de Mark Greene. E… Ehr… Bem, até a semana que vem (o motivo dessa review ter saído meio capenga é porque eu só tenho olhos para o próximo episódio).

Séries citadas:

44 Comments

  1. Tati Leite

    E como não ter olhos para o próximo episódio?! Como?!? (risos)

  2. Vania M.

    Thiago,
    Também achei que a única emoção foi Carter começando, Carter atendendo, Carter desmaiando, Carter indo embora.
    De engraçado, os recepcionistas, impagável eles entrevistando até a faxineira (e não é que eles tinham razão?). Ah, que bom ver a Haleh.
    Nem Morris não me comoveu desta vez, pegaram pesado demais e nem deram tanta importância ao caso.
    A impressão que ficou de Neela é a de darem qualquer texto que compatibilizasse com ela de cachecol e de costas.
    Sam, tadinha da Sam, com uma mãe daquelas dá para entender a dificuldade da garota se envolver emocionalmente e colocar a sua felicidade na mão dos outros. Não dá.
    Mas a emoção maior foi nos intervalos ver a chamada para o próximo episódio. Eba.

  3. Carlos T.

    Pois é Thiago, a gente só pensa no próximo episódio. Mas falando de “What We Do”, quando comecei a ler o teu texto tinha achado que você tinha pegado pesado, que estava meio exigente, mas ao continuar a leitura acabo concordando contigo.

    Sem querer entregar nada, não consegui ficar tenso com a situação do Carter como fiquei em “All In The Family” (tá, um pouco quando ele teve a parada cardíaca, não vou mentir) mas valeu por ver Morris dando bronca na estudante e mais uma vez mostrando que ele finalmente continua com o legado deixado por Mark Green, quem diria que eu iria dizer isso sobre Archie Morris!

    Quanto à Claudia, já vi tantas vezes isso acontecer na série que também não consegui temer pela sua vida, mas como os roteiristas são sádicos pensei que poderiam ter feito uma histerectomia nela, Carol escapou, Abby não teve a mesma sorte. Acho que também o fato dela ter entrado só na metade da temporada final não ajuda muito, apesar de gostar demais da personagem, acho que ela precisava de mais tempo na série pra ter uma história mais forte assim. Mas as cenas intercalando o Morris pintando o apartamento com ela e o parceiro batendo no apartamento ficaram ótimas.

    Quando a gente vê aquela equipe do documentário não tem como não lembrar do episódio Ambush da 4ª temporada (eu sei que o episódio foi filmado ao vivo duas vezes, é algo incrível, mas isso não apaga o fato de eu achar um dos episódios mais CHATOS de ER), mas ficou legal, não fizeram uma cópia do Ambush e, Thiago, acho que eles não foram ao Northwestern, fizeram a entrevista com o Carter antes dele ser transferido, mas na edição do episódio era óbvio que tinha que ficar no final.

    Também foi legal ver a Haleh lembrando o cara da maca da 1ª temporada (por falar nisso, que bom que ela voltou). A entrevista do Grady foi muito boa e, realmente, ele nuca falou “stat”, mas também me lembrei das primeiras temporadas onde todos falavam “stat” toda hora e depois pararam de falar. O “documentário” de Frank e Jerry foi muito divertido, gostei bastante e quando utilizaram a trilha dos primeiros anos eu ri muito, realmente era meio brega mesmo, mas valeu pela “homenagem”.

    Alguem sentu falta da Banfield? As cenas da Sam com a sua mãe até que foram boas pra mim (e o término do namoro de Neela e Brenner já era algo que eu esperava, mas concordo que ela estava enchendo o saco querendo saber do passado dele, mas como ela iria imaginar que isso tinha aocntecido com ele? A personagem da Parminder Nagra foi tão mal aproveitada depois da morte do Gallant que a gente nem tem muito que comentar, a não ser que não tem como não notar com a Parminder estava grávida!

    Poderia ter sido melhor, mas pra mim está num nível muito melhor que alguns episódios do meio dessa temporada e a maioria dos episódios da 13ª e 14ª temporada.

    E agora Nella e Sam vão para Seattle… quando vi a Neela contar pro Brenner eu vibrei na primeira vez que vi, agora é aguardar semana que vem. A Warner já está fazendo uma “overdose” de promos com o Clooney, quando vejo penso que era bem isso o que a NBC gostaria de ter feito.

  4. Eloisa

    Morris e Carter juntos, Morris cuidando do Carter, foi lindo. O Morris ditando o tom. Ele foi excelente nesse episodio, calmo com tudo q estava acontecendo soube administrar muito bem tudo com calma, soube ser somente ser um paciente com a Claudia e foi excelente cuidando do Carter (ainda bem q ele estava la, imagina so o Gates cuidando do Carter?? medo de pensar hehehehehe). Ainda bem q deu tudo certo com o Morris e a Claudia, agora q o coitado estava feliz nao podiam tirar a chance dele ter uma familia. Acho ou melhor espero q por ser ultima temporada os roteiristas estejam pegando mais leves com as desgraças hehehe.
    Ja o Carter saindo do hospital de ambulancia foi muito triste, espero q ele volte e com saude e q a tonta da Makumba esteja ao lado dele.
    Frank e Jerry foram engraçadinhos deram um tom bacana para o episodio. Adorei a Haleh e a Chunny com um pouco de destaque, merecido.
    Historia da Sam pra mim como sempre continua chata. O Gates com ela funciona, com a mae tb foi bacana.
    Neela?? poderia ter alguem mais insensivel e egoista?? como ela pode exigir isso do Brenner? e nem se comoveu com a historia dele? os casinhos idiotas q ela vive lamentando atoa sao um verdadeiro drama ne?? Ainda bem q eles terminaram, Brenner tem muito oq crescer e com ela ao lado isso nao ia acontecer.
    Enfim eu achei o epi emocionante, nao sei se e pq estou um pouco chateada essa semana, mas achei o epi bem tocante.
    Mas semana q vem…. ahhh semana q vem promete.
    E nao acredito q vou dizer isso mas tanto o comercial quanto a promo do proximo episodio feitos pela warner ficaram muito bacanas!!!
    E isso!!
    Ahh e sua review nao ficou nada capenga, esta otima! hehehe

  5. sonylena

    Oi para todos….e para mim, o epi foi perfeito, adorei o formato de documentário, apesar de não ser original, e confesso que nunca assisti o epi de ER ao vivo, mas gostei principalmente do Jerry e do Frank…achei hilário!!!! dei muita risada e foi uma excelente homenagem á todos reais e personagens que trabalham atrás dos bastidores, que não aparecem, mas que sem eles seria impossível….e a parte da paciente com alergia á amendoim, foi bem pastelão!!!! acho que na vida real isso não ia acontecer, mas achei ótimo!!!!!
    Quanto a saber do Carter que ele não contou de seu estado para a Kem, isso é típico dele, o que se percebe é que as mulheres escolhidas por Carter eram aquelas que ele acreditava que precisavam ser “salvas”, de doenças…de vícios..de si mesmas até…( numa tentativa insana de salvar a mãe dentro dele…acho que isso responde os questionamentos do epi anterior)
    É interessante observar que quando elas são “salvas” ele se afasta…aconteceu com todas, e está aocntecendo com a Kem, pelo menos até aqui.
    Ao que tudo indica, a Kem já foi “salva”, já se recuperou da morte do filho e não precisa mais dele…então ele se afasta…acho que o Carter deveria fazer terapia…rsrrs
    Agora!!!!!! a semana que vem?????!!!!!!!
    UAU!!!!!!!!!!!!!!!!!! aguenta coração!!!!

  6. Victor Hugo

    A Warner já passava a promo da semana que vem antes mesmo desse ir ao ar. Tbm não gostei muito desse episodio, não sei o que mas faltou algo…

  7. Daniele

    Thiago,

    Ótima review como sempre!
    Acredito que a Neela já queria terminar e achou a desculpa para isto…ela só precisava de uma desculpa então não perdeu a oportunidade e deu uma rasteira bem dada nele!
    Eu achei mto legal a cena que estão decidindo se faziam ou não a cirurgia na Claudia, cada um dizia uma coisa e o Carter lá da maca disse o certo a fazer!!!rs Achei demais!!!!rsrs
    Estou achando a história da mãe da Sam tão chatinha, tão previsível!! Ela era toda rancorosa e agora já quer q a Sam não deixe de visitá-la…
    Agora o Morris, nota mil!!! Não sei como conseguiu ficar tão calmo!
    E o Carter, ele é o cara!!!!!!!!! O Noah manda mto bem! Acho q o papel é tão perfeito para ele q nunca ví ele em outro personagem que me chamasse a atenção…não teve a sorte do Clooney.

  8. Bianca Cavani

    DANIELE,
    Além do Carter ser o cara, acho legal também o fato de Noah fazer filantropia na África. Ele e o Edwards ficaram bem riquinhos com a série, mas se sensibilizaram com a pobreza dos africanos e usaram parte da grana para ajudar. Se não fosse a série, acho que eles não iriam tomar conhecimento daquela miséria.
    THIAGO, não me lembro do próximo epi. Vou assistir de novo: se você está tão entusiasmado com ele, deve ser do capeta!
    SONYLENA: ah, então é isso! Carter quer salvar as mulheres pelas quais realmente se interessa, e depois se afasta… Ótima sacada! Mas será que Kem superou a perda do filho?

  9. Thiago Sampaio

    Tati Leite(1) Só com muita, mas muuuuuita força de vontade huahuahuahau

    Vania (2) Yep. Acho que um reflexo disso foi ter Zabel na direção. Ele até que foi bem no episódio de Mark, mas lá, essencialmente, eram apenas duas situações: o resgate da garota afogada e do filho de Banfield. Aqui, eram tramas demais, o que acabou dificultando Zabel, que como diretor, é um tremendo roteirista. Ehr… Não estou criticando muito ele, mas esse epi dirigido por Chulack ou Laura Innes faria muita diferença. Mas sério que não se comoveu com Morris? Não deu pra ficar tenso, verdade, mas gostei tanto da reação dele… E sim, a gravidez de Nagra mudou um pouco o que podiam fazer com Neela e ela meio que se saiu prejudicada aí. Papo pra mais tarde. E droga, ainda não vi essa promo XD

    Carlos (3) Bem… Eu expresso minha opinião aqui sem fazer o trabalho de formador de outras. Podem seguir com as suas à vontade, mas que esse episódio, pra mim, teve suas falhas, teve sim. E sem Morris, por exemplo, o episódio seria mais seco ainda. Quanto a Claudia, ela podia ter aparecido um pouquinho mais cedo mesmo para terem tempo de desenvolver o romance. Mas tá tudo ok. Sobre a entrevista de Carter, pra mim, aqueles aparelhos e maca não se parecem com o do County. Carter já tava lá no Northwestern e o documentário filmou algo com ele lá. No mais, ia mencionar Banfield mas ela não fez falta mesmo, essa temp está bem melhor que as recentes, ainda não vi essas benditas promos, e mesmo que eu respeite opiniões… para de falar mal de Ambush! huahauhauahuahua

    Eloisa (4) Eu mesmo queria Morris morto e enterrado até alguns anos atrás… Não imaginava mesmo que estaria dando o tom na última temporada e que ainda seria responsável vital pelo emocional desse episódio. Sobre a ‘Makumba’, foi Carter quem preferiu não contar, Neela é um poço de narcisimo e preciso mesmo ver essa promo nova. Quanto a você se emocionar, fica tranquila =) É que vendo episódios anteriores, fãs mais velhos acabam ficando chatos e cientes de que a série poderia fazer mais e melhor. Mas isso não tira os méritos de What We Do, que foi muito bom sim. Quanto a ‘capenguice’… obrigado memso, mas preciso admitir que essa fiz nas coxas e acabou não indo metade do que eu queria falar, mas… que culpa eu tenho se semana que vem é O episódio? =P

    Sonylena (5) Aí. Por isso não funciona pra tudos: juro que se não tivesse assistido o episódio ao vivo (como assim que você nunca viu o episódio ao vivo?!) teria achado essa premissa original e com certeza apreciaria mais o episódio. Mas reconheço que é difícil demais criar histórias novas depois de 15 anos… Sobre Carter e Kem, está respondedo ao coment da review passada, certo? Muito obrigado. Não pensei nesse ponto de vista, mas… é por isso que você é a Doc =) Só que preciso corrigir uma coisa: antes de terapia, John precisa de um rim novo. E com urgência…

    Victor (6) Pois é, faltou algo. Pra mim, o epi não funcionou pela ausência de “emoção” e “realidade”. E cadê essa promo que não vejo?

    Daniele (7) Obrigado mesmo =) E sim, Neela queria uma desculpa pra acabar, que seja, mas essa não poderia ser a desculpa a ser usada. Ela ouviu tudo o que precisava de Morris (sem querer) e ainda forçou Brenner a confirmar… Foi terrível. Quanto à capenguice, olhaí o que esqueci de dizer: os diagnósticos de Carter, que até conduziu uma drenagem que Gates fazia nele. No mais, essa história de Sam com a mãe demorou pra acontecer, Morris está tão bom que é difícil acreditar e, infelizmente, a carreira de Noah não faz mesmo jus à seu talento. Mas convenhamos, difícil alguém seguir os passos de Clooney, não?

    Bianca (8) Desculpa… Seu comentário demorou pra ‘cair’. Sobre a filantropia na África, Clooney também está nessa, mais especificamente em Darfur, assim como Carter. E como assim que não se lembra do próximo episódio? Huhauhauhauahuah Não foi nenhum pouco marcante? =P

  10. Mônica A.

    Eu gostei muito desse episódio. Como disse a Sony (posso te chamar de Sony, né, Sony?) foi uma bonita homenagem pra quem não trabalha na linha de frente. Fora que as cenas do Frank e do Jerry são hilárias. Os dois têm uma ótima química. Adorei também rever a Chunny e a Halleh. Gente, eu adoro a Yvette Freeman. É uma ótima atriz além de ter a voz linda!

    Ai, meu Deus, tadinho do Carter. Será que nasceu pra sofrer? Ainda bem que ele tem a família do PS, já que a família dele é largada e a mulher dele não presta a mínima atenção nele. Sim, porque a criatura é médica também, ou eu estou enganada? Será que não percebeu que o marido tinha um problema sério? Ridícula!

    E o Morris? Eu detestava ele quando apareceu em ER, mas agora eu simplesmente amo. Adorei a ameaça de espancamento quando o Carter estava na pior. Além de ter conseguido ficar calmo com a situação da Claudia. E que bom que os roteiristas foram bonzinhos e eles vão poder ter um monte de bebês de pele morena, cabelos ruivos e sardas. Essa eu juro que queria ver.

    Eu gosto bastante da Amy Madigan e da Linda Cardelinni e até acho a história da Sam com a mãe interessante, mas não consigo ver as duas atrizes como mãe e filha. Sei lá, acho que são muito diferentes fisicamente e isso atrapalha um pouco. Mas o Gates foi fofo com a Sam e parece que a Sra. Taggart gostou dele. Agora sério, aquilo na cara dele era um cavanhaque? Parecia sujeira.

    Eu acho que sou umas das poucas pessoas que gostam da Neela e, assim como o Thiago, adoro a risada da Parminder Nagra. Mas realmente a Neela exagerou no fora. Eu não gosto muito do Brenner e acho que primeiro ele tem que se tratar antes de entrar em qualquer relacionamento, mas consegui ficar com pena dele. A Neela poderia ter achado um jeito mais, digamos, humano de terminar com o cara.

    E semana que vem…Doug, Carol, Benton. Eu já vi o episódio e é imperdível. Mal posso esperar pela sua review de Old Times, Thiago. Aliás, a dessa semana não ficou nada capenga. Está ótima, como sempre.

    Eita, o feed ficou enorme. Até a próxima!

  11. Tábata

    Alguem chegou a ver o eppy na reprise?? Pq eu já estava preparada pra dormir tarde e acordar cedo, só para ver E.R depois do filme, mas não apareceu…

  12. Thayse

    Cara, que baita episódio. É só isso que consigo repetir pra mim mesma desde que o episódio acabou. Qua baita episódio! Adorei mesmo (apesar das tragédias). Gente, eu AMOOOOOOOOOOOOOOOO ER!!!!! Ainda não acredito que vai acabar… Enfim, o que dizer de hoje? Morris foi muito fofo com a Claudia, e arrasou cuidando do Carter (viu só como a profecia torta deu certo?!). Jerry e Frank também foram umas graças com o vídeo deles. Brenner tem se tornado um excelente personagem, na minha opinião, pena que não temos mais tempo. Neela foi a chatice de sempre, Gates tava muito tosco com aquele cavanhaque ridículo, etc e tal. Agora, o Carter!! Quase que o ER mata EU do coração! Isso é coisa que se faça com uma fã?? Ainda bem que, por enquanto, está tudo bem. Mas fiquei aflita. Não posso perder o Carter. Já perdi o Greene e foi demais pra mim. Chega de tragédias! Tragam um rim pro John de uma vez, por favor! Enfim, gostei como o caso dele foi conduzido hoje (fazer o diagnóstico dele tava barbadinha hoje, né, ao contrário da causa da IRC que eu quebrei a cabeça e nada). Fiquei nervosa quando vi que a Chefa não ia estar lá pra dizer que ele tem IRC, mas ainda bem que ela teve a sabedoria de contar pro Morris!! Santo Morris! E ele nem tava de plantão hoje. O que não gostei no caso: primeiro, botaram logo o Gates pra fazer a pericardiocentese (eu só disse “tu não vai me fazer merda com essa agulha”).Ainda bem que deu certo. Segundo, aquela aluna ridícula que a nefro mandou. Claro, a coitada não tinha culpa de nada, mas não tinha o menor cabimento a nefro mandar aluno pra um caso gravíssimo, ainda mais sendo o paciente um atendente. Me deu uma raiva! Gostei que o Morris foi encher ela de coisa, e ela não ia levar só um soco não, ia levar dois, um do Morris e um meu, porque eu fiquei indignada com aquilo!! No fim deu tudo certo, e o Carter foi lá pro hospital dele. Mas me deu ainda mais peninha dele estar tão sozinho, não ter ninguém por ele nessa situação tão complicada. Se eu pudesse, ia lá ficar com ele! :) Espero pder vê-lo de novo antes do final de ER.

    De resto, ER ainda não sabe apresentar um caso de ruptura aórtica medicamente correto, mas isso eu relevo, porque hoje eu só queria saber do Carter! Agora, uma coisa é certa: o Gates precisa estudar de vez em quando, viu? Porque tá mal pra um R2! A Claudia estava com rebaixamento do nível de consciência, com hemorragia interna, a um ponto de chocar (se é que já não estava), e ele ainda não se convenceu de que precisa entubar? Já devia estar entubada há minutos atrás. E depois, o Carter, insuficiente renal crônico, com uma arritmia instável, e tu ainda tem dúvida de que o potássio tá lá no teto? Até um estudante sabe disso! Faz um favor pros teus pacientes, Gates: vai estudar.

    PS: não podia deixar de comentar a promo LUXO que a Warner fez pro retorno do Ross. Tipo, A-MEI. Porque não fizeram uma assim pro Greene?? Que injustiça. “Retorno mais esperado” pra quem, cara pálida? Porque os meus retornos mais que esperados eram o Greene e o Carter. Eu hein!

    PS2: tá, agora chega. O que era aquele comercial da wbla.com? “seus comentários são muito bem vindos”? Que graça.

  13. Eloisa

    So duas coisas…
    acho q todo mundo odiava o Morris no começo, lembro que tinha um interno que começou com ele (nao vou lembrar o nome) q era otimo, inteligente, eficiente (e bonito) hehehehehehe, quando ele saiu e o Morris ficou quis matar algum produtor q faz ER hehehehe, nunca imaginei q no fim ele iria ser tao fundamental, o melhor.
    Outra coisa, eu vejo sim ER desde que passava na globo como plantao medico, vi na sony, fiquei com o coração na mao quando descobri q a sony nao iria mais passar ate descobrir q a warner tinha comprado, nunca perdi um epi, assistia ate as reprises de algumas temporadas no fim da noite, conheço cada medico q passou ali. ER foi quem abriu as portas do mundo das series pra mim.

  14. Priscilla

    Afff Thiago!!! “o motivo dessa review ter saído meio capenga é porque eu só tenho olhos para o próximo episódio” … Ok… mas “Mas teremos tempo até lá, portanto, falemos mais sobre What We Do”… Tá Thiago, primeiro a Warner começa a promo de Old Times antes de passar What We do…
    Agora vc vem e diz q só em olhos para o próximo epi… ai meu Deeeeeeuus que chegue logo a próxima quartaaaaaa! Rsrsrsrs
    Sim, mas voltando a “What we do”:
    Gente, eu não gostava do Morris, mas ontem (é, só ontem mesmo!) tive que dar o braço a torcer e me render… ele foi muito bom!!!!
    Mas, por outro lado eu que “até” gostava da Neela, já tô achando ela muito Abby-Mala-problemática-egocêntrica dos tempos de namoro com o Carter. Parece que a personagem nunca encontrou seu lugar na série. Aquela fala dela pro documentário dizendo que ela não era boa no PS pq não sabia tomar decisões rápidas, descreve bem a Neela de toda a série: a que erra e deixa que o outro leve a culpa; a que larga tudo e vai trabalhar numa lanchonete pq não sabe o que realmente quer da vida; a que enrola o Ray pq não sabe se vai querer o Gates e acaba não ficando com nenhum dos dois… Enfim a Neela que não sabe tomar decisões! A Neela perdida no espaço, igual àquela estudante da 10ª temporada: muito inteligente, mas beeeem perdida!
    Ai o Carter… eu amooo o Carter (só não mais que o Mark) então sempre acho ele perfeito, e eu queria mesmo era o epi dó dele… pra que mostrar a Sam e mãe, a Neela problemática, a Claudia e o Morris?! Eu queria mesmo era ver o Carter! Maaaaas…
    Thiago, uma pergunta: O Noah Wyle renovou por 4 episódios, né? Então ele só aparece em mais 1??????
    Apesar da idéia do documentário ser beem parecida com a do epi ao vivo (que foi um dos piores da série na minha humilde opinião) dessa vez eu gostei. Gostei de ver o Carter falando de sua trajetória no P.S., de como as coisas começaram a ficar repetitivas, da saída, do retorno… E tudo que ele falou bem que podia ter sido dito pelo próprio Noah!!
    Gostei muito tb de ver de novo a Haleh… na hora lembrei que outro dia num comentário perguntei pro Thiago se ela e o Malik ainda apareceriam. Mas bem que ela poderia ter contado uma historinha mais interessante… Mas já valeu! E Jerry e Frank?! Impagáveis!
    Que bom que os episódios estão melhorando, ainda não chegam aos pés daqueles dos velhos tempos, mas estão melhorando! Será que ainda vou chorar vendo esta última temporada da melhor série de todos os tempos?

  15. Flávia

    Eu não me emocionei com os tiros na Cláudia, mas a situação do Carter me emocionou sim. Não achei forçado, acho que principalmente pela ótima atuação do Noah Wyle.
    Quanto à Neela, gosto da personagem. Ela é perdida e egoísta, mas não somos todos, em algum momento da vida? Foi insensível e abrupta, mas acho que faz parte do processo dela de fazer uma ruptura na vida: no episódio passado, rompeu com o Lucien e o hospital; neste, com Brenner. Ela quer bater asas e voar para longe. Torço que para perto do Ray, que é o único que sabe como ampará-la.

  16. rosangela

    OI, THIAGO! ameei o epi, me emociona com a Haleh gosto muito dela. gostei do documenario, tava com cara de despedida… Neela, meeu Deeeus!! ela descobre uma coisa importante e traumática da vida do namorado e ao inves de querer conversar com ele, ela termina pq ele não lhe contou?? que ridicularidade é essa?? tem mais q ir embora p India e arrumar um indiano e viver felizes para sempre naquele mundinho dela!! me poupe!! A Sam, coitada!! ninguem merece aquela mãe, doente ou sã!! sinceramente eu não teria muita paciencia, afinal quando a Sam mais precisou ela ficou sozinha por causa dessa megera!! aff desabafei… O jerry e Frank estavam hilários, aamoo esses dois!!! chorei, chorei e chorei na cena final com Carter, não adianta eu não me conformo!!! e a makumba, não quero nem falar…Geeete vcs estam me deixando aaapaavooraadaa!!! com o epi da semana q vem!! por favor não me diga mais nada!!! pois eu acho q não vou aguentar e vou ter q reservar um lençol de tanto q vou me emocionar!!! bjs Thiago!! hah e eu não achei capenga nada , ta???

  17. Eduardo

    What we do foi um elo fraco nessa reta final. David Zabel tentou demais em sua segunda tentativa de direção.

    Não fui muito fã do método documentário misturado com entrevista utilizado. Ao contrário do que fizeram em Ambush, acho que desta vez quebrou um pouco a quarta parede. Pelo menos fez uma rachadura nela.

    Detalhe: esse foi o 43º episódio escrito por Zabel (contando também The Lost, que ele assinou com John Wells).

    De qualquer forma, por mais que tenha cometido seus erros (como qualquer roteirista) e deixado diversas gafes de roteiro evidentes em oito anos como roteirista/produtor/showrunner na série, David Zabel foi sem dúvida uma das grandes forças por trás de ER.

    Vou ficar de olho pra ver qual vai ser o próximo trabalho dele. Sei que ele escreveu um roteiro para um filme no cinema. Ele podia tentar arriscar como diretor. Acho que com a história certa, ele faz um belíssimo trabalho.

    Uma coisa é evidente: Zabel sabe trabalhar com os atores (até melhor que Jack Orman nesse departamento).

    Fico imaginando como teria sido esse episódio se Laura tivesse dirigido. Ela bem que podia ter assinado um dos últimos nessa temporada. Acho que poderia ter sido melhor.

    A primeira vez que eu li a sinopse desse episódio, meu maior medo fosse que Zabel estivesse tentando recriar The Healers em 2009, com a Claudia no papel de Raul. Fiquei aliviado que ele não caiu nesse clichê.

    Scott mais uma vez fez de Morris um personagem extremamente real, que o espectador pode se relacionar.

    Outro que impressionou novamente foi David Lyons como Brenner. Esse é um australiano com potencial.

    A forma como Neela terminou o relacionamento era esperada, mas não deixou de ter seu choque. Até entendo não querer se envolver com alguém com um passado tão complicado, mas o timing dela foi péssimo. Não se enxota o cara logo após descobrir o trauma. Isso me lembra de Friday Night Lights quando Lyla Garrity caiu nos braços do outro cara enquanto namorava Jason Street, recém-paraplégico. De qualquer forma, a mulher sai mal na praça.

    Acho que a relação entre Sam e a mãe foi um belo momento nessa temporada. Acho que Amy Madigan caiu bem no papel. A raiva, o ressentimento e a tentativa de reparar as feridas ficaram evidentes entre as duas. Fiquei surpreso que ela nem sabia direito da existência do Alex.

    Frank e Jerry fizeram uma dupla interessante, mas isso realmente levantou alguns dos momentos mais piegas daquele primeiro ano de ER. Por isso que nunca considerei o primeiro ano o melhor. Mimi Leder forçava demais nesse lado cômico/piegas.

    Faz bem parte do comportamento de Carter manter as coisas pra si próprio. Não ter contado do rim pra Kem faz todo sentido.

    Zabel terminou sua reta de produção razoavelmente bem. 43 episódios é uma tremenda filmografia. E vem aí os episódios finais excepcionais escritos por John Wells, Lisa Zwerling e Joe Sachs.

  18. Thiago Sampaio

    Mônica (10) O maior artifício do documentário foi mesmo esse: abrir espaço pra todo mundo falar, até mesmo alguns bons coadjuvantes. Isso foi legal mesmo. Sobre Carter, a Makemba não sabe de nada sobre o rim dele. Carter preferiu não falar e… ehr… a situação é quase a mesma entre Mark e Corday: Lizzie só soube que da saúde do marido bem depois. E ponto pro Morris novamente, o mais constante da temporada. Quanto aos filhos dele… Archie doou esperma e diversos filhos dele apareceram no 11º ano. Tudo sardentinho huahauhauhauhau Já sobre Sam, ela hoje foi infelizmente o elo mais fraco do episódio =/ Ah, e até quem é pró Neela tá contra ela hoje. Ferrou, Rasgotra. E na semana que vem… bem, vou tentar fazer algo digno do próximo episódio. Pelo menos vou tentar =)

    Tábata (11) Infelizmente, me esqueci de colocar no texto. Na verdade, eu nem sabia: como se o horário da reprise já não fosse ruim o suficiente, a Warner resolveu mudá-lo e o episódio agora vai às 3h da madrugada. Tanta propaganda pro Clooney e justo agora que vão escondê-lo. Canal imbecil…

    Thayse (12) Que legal que gostou =) Não sinto tanta empolgação em um comentário seu desde o episódio de Mark. Legal mesmo. Quanto aos seus comentários gerais, não posso falar nada além de dizer que concordo com tudo e ainda reforço as criticas contra Neela e Gates. Quanto aos PSs, preciso logo ver essa promo e a Warner é uma piada ambulante!

    Eloisa (13) Era o Cooper, colega de faculdade dele e que era asmático, não? Pois é, esse sumiu de repente sem dar explicação e na época também pensei que “ficamos com o resto”. Cheguei até prometer abandonar a série se ele virasse Chefe dos Residentes, até pq o responsabilizava indiretamente esse maconheiro pela morte de Romano, mas… o mundo dá voltas e Morris hoje figura como um dos melhores personagens da série. Quanto a ER, nunca dediquei tanta adoração à uma série quanto ela. Vai ser uma pena quando acabar pra valer…

    Priscilla (14) Estou falando sérioooo huahauhauhau Eu poderia fazer melhor do que isso, mas acabei fazendo nas pressas e só tinha na cabeça o que escrever pra Old Times XD E sério que ainda não tinha começado a gostar de Morris? Fala sério… Mas bem vinda ao clube! Também tá desistindo um pouco de Neela? Eita, pobre Rasgotra… Enfim, sobre o documentário (outra que não gostou do epi ao vivo?!) eu achei apropriado, e quanto a qualidade dos episódios, que não se assemelham aos velhos tempos… espera até você ver Old Times, tá? Quanto ao número de episódios de Noah: sem comentários =/

    Flávia (15) Eu não me emocionei tanto pela Claudia, mas acho que pela reação do Morris mesmo. Isso conta, né? Quanto ao Carter, sim Noah foi perfeito, mas colocarem ele em colapso no PS e sofrer uma parada cardíaca foi tão cruel que achei forçado. Eu parecia não querer acreditar, sabe? Já sobre Neela, sério que o que ela fez hoje não foi sequer nenhum pouquinho errado? Quer terminar tudo bem, mas não dava pra ser daquela maneira, né?

    Rosangêla (16) Lilly continua na série… Ela bem que poderia falar também. As enfermeiras clássicas são as melhores mesmo =) Falando da Neela, acho impressionante a proeza de na reta final da série ela ser menos popular que o Brenner, que na temporada passada foi introduzido pessimamente na série. E a Sam tá se esforçando com aquela coisa, o que ganha muito pontos. Quanto ao Carter, eu deveria mesmo ter sido um pouco mais detalhista no encerramento do episódio (muito obrigado mesmo pessoal, mas sei q dava pra eu fazer muito mais) e fazer alguns paralelos com o depoimento final de John. E aproveitando o pedido: apenas esperem, não falem nada sobre Old Times! XD (bjs e… dei uma corrigida no post triplo, tá?)

    Daniela (17) Oh, in this love I found strength I never knew I had

    Eduardo (18) Exato. Enquanto que o cenário de Heal Thyself era reduzido a duas tramas paralelas, esse tinha coisa demais e Zabel ficou com o olho maior que a barriga. Mas não sei se é o elo fraco do final da temporada… Pra mim, é Shifting Equilibrium. E droga, é a capenguice novamente: eu que amo tanto o termo “quarta parede” não inclui isso no texto. Bem lembrado. Quanto ao número de episódios, eu acho que continuo com 40. Ele assinou 40 roteiros, enquanto que alguns outros tinha histórias dele, o ‘story by’, caso de The Lost, além de uma participação não-creditada em todos os episódios finais, mas… tô conto os assinados por ele apenas. E sim, o cara errou demais, mas era de se esperar depois de tantos trabalhos. Alguns episódios dele, como Orion in the Sky, 21 Guns, The Providers ou Time of Death estão entre os melhores da série. Sobre Laura dirigir um, podia ser esse ou Heal Thyself, mas tinha que ter sido unzinho pelo menos. Sobre Neela, a situação dela era meio ferrada, mas mesmo assim poderia conduzir melhor a coisa toda. E como assim você me vem criticar a pieguice de Leder? Ela era piegas, mas boa, uai huahauhauhauhau

  19. marília

    P%$# MERDA! (merda pode editor?)

    escrevi o comentário e perdi.

    bom, Thiago, em linhas gerais, concordei com vc em tudo. não vou reescrever pq me irritei agora.

    excelente review como sempre. aliás esse foi particularmente no ponto.

  20. Diego Presti

    Não assisti ao episódio inteiro. Cheguei em casa por volta das 22:30 e peguei só a segunda metade. Fui esperar a reprise e a Warner, generosa como ela é me deu um chá de cadeira e não vi reprise alguma. Nem sei se teve, já que após o filme é que ela viria. Mas veio FRIENDS, depois OLD CHRISTINE, e ER?
    Deve ser culpa minha já que não avisei eles que acordo cedo para trabalhar. Coitados.
    Da metade que vi gostei bastante.
    O melhor dos depoimentos foi quando Sam disse que o pior do trabalho era o fedor.
    Já cansei de dizer que Morris é o cara da atual temporada. Mas após ver ele salvar Carter, estando abalado com a situação de Cláudia vai dizer o que?
    Se fosse possível voltar ao passado e trocar a chegada de Gates pela de Breener…
    Talvez assim a história da Dr. Rasgotra seria melhor. Agora Tiago, perdoe-me, mas não consigo gostar da simpática e gostosa risada dela. Sei que é implicância minha, mas se tem algo bom nesse final é que não verei mais a cara dela. Dela e de Gates. Haja implicância….rsrs.
    Quanto a Carter. Não vi até agora uma cena em que tenha que ser feito algum reparo ou qualquer coisa do tipo nas atuações do Noah. Ele voltou com muita habilidade, muito convincente em tudo o que fez. Como é bom vê-lo em cena. Ele tem muito domínio.
    Linda mostrando categoria com as tijolos que recebe de quem escreve.
    A Warner fez uma bela promo sobre o episódio da próxima semana. Se houvesse a dedicação para com os telespectadores que não puderam ver a reprise, como houve com a promo…

  21. Flávia

    Ei, eu não disse que não foi errado. Foi sim, foi extremamente insensível da parte da Neela. Morri de pena do Brenner, ele não merecia. O que eu disse é que foi humano, e que se encaixa no atual momento dela, de saber que está perdida e mandar tudo às favas. Foi o que ela começou a fazer no episódio passado, quando retirou a candidatura e jogou na cara do Lucien, não foi?

  22. Carlos T.

    Rá! Não sou o único que acha o Ambush uma porcaria! hauhauhauahuahauhauaha Lembrei que o Thiago colocou no top 10 dele, acho que não entra nem no meu top 300, hauahahauhauhahahau, e não paro de falar mal não!

    Também acho que esse episódio deveria ter sido dirigido por um dos diretores da “velha guarda”, como a Laura Innes ou o Christopher Chulack. David Zabel teve seus méritos como escritor, mas como produtor executivo deixou a desejar, é só lembrar dos horrores da 13ª e 14ª temporadas, mas o que importa agora é a reta final e que venham os “velhos tempos”!

  23. marília

    bom, de volta pra dizer que o episódio foi exatamente como vc descreveu. Meio frio. Porém extremamente interessante, o lance de mostrar os “bastidores” funcionou comicamente (ri horrores com aquelas duas figuras, mas tenho que dizer que amava a Randy tbm!) mas tbm ficou super fofinho pq não deixou de ser uma homenagem a todos que estão por trás (crew members) da produção da série!

    a parte dramática foi antes tudo, melancólica. Não chegamos a sentir pavor de que alguma coisa acontecesse com Claudia e Carter, mas deu pra sofrer e entender a situação do nosso querido protagonista (e que diferença, né? os episódios com a presença dele?)

    Mas o destaque foi mesmo para o Morris. Tomou uma atitutide que jamais qq médico que teve parente seu envolvido em acidentes conseguiu. se afastou e confiou nos colegas (mesmo aguentando aquela briguinha entre Simon e Neela). Se fosse no começo de Archie na série, o afastamento significaria facilmente covardia. Hoje, foi um ato de coragem e maturidade. Tão lindo. E ainda mandou ver pra cima da interna e salvou John. O episódio foi de Morris.

    SOBRE SEMANA QUE VEM: passei mal com o promo! (nem vi td, fechei os olhos, apertei o mute. quero ver td na próxima quarta!) DOUG FUC%&$N ROSS!!! Tô empolgadíssima pra ver o pediatra mais dedicado evah!

  24. sonylena

    Pois é Thiago…nunca vi este epi de ER ao vivo, tomra que vc possa perdoar minha falha..rsrs
    E Bianca, não sei se a Kem se recuperou da morte do filho, pode ser que sim,mas pelo jeito do Carter, de guardar tudo para ele, também fica difícil se relacionar com uma pessoa que guarda tudo para ela… e Monica pode me chamar de Sony, e a homenagem quase pode ser entendida como uma meetalinguagem,a homenagem aos “funcionários- personagens de ER” e os funcionários de verdade que estão atrás da câmeras…nuito bonito.
    Concordo que antes da terapia o Carter precisa do rim, aliás minha sugestão é fazer as 2 coisas, afinal a dor é parte da vida, mas o sofrimento é opcional…
    Será triste ficar sem ER, e igualmente triste ficar sem este nosso cantinho aqui…
    Thiago vc precisa nos dar uma luz…afinal Yoda vc ser…rsrrs

  25. Gerson

    Esse episódio prometeu muito no começo, com a Claudia sendo baleada e depois o Carter desmaiando, mas ficou só na promessa. Uma pena, pois a última temporada está chegando ao fim. O próximo epi, devido a promo, também promete bastante, mas pelo texto do Thiago e de outros fãs não fica só na promessa não. Ah, uma pergunta: o que houve com os estagiários???

  26. rosangela

    Thiago, obrigada! bjs e até a próxima semana!! com muuuiitos comentários!!

  27. Patrícia

    Gostei do episódio, e da review também, mas como você disse Thiago, todos só têm olhos pra semana que vem, que por acaso já assisti, mas estou ansiosa pela sua review e pra comentar com todos aqui…

    Vou repetir o que muitos aqui falaram: quando vi que era em formato de documentário, logo me lembrei de Ambush (que por acaso só descobri que foi ao vivo depois que vi os extras no DVD…), mas dessa vez fizeram um pouco diferente, e o depoimento do Carter foi o melhor.

    Até semana que vem!

  28. Gabriela

    Thiago!
    essa tua implicância com gates tá fivando muito chata.
    vira o disco meu filho!
    e o episódio foi bom, muito bom.
    aguardo ansiosa o próximo.

  29. Tati Siqueira

    Então……eu gostei do episodio, não foi um primor, mas foi bom.

    Vamos lá,além de ensinar a Cate a ser chefe, temos que ensinar a Neela a namorar?????????Como fazer funcionar a engrenagem da historia……faz favor…….eita personagem que não faz falta nenhuma; E junta nesse pacote o Gates tbém.

    Carter…..tadinho dá uma dó, tanto dinheiro e sozinho.

    Morris achei lindo ele pintando o apartamento e depois o sofrimento dele com os tiros em Claudia, meu………como conseguiu se manter tão sereno em um momento horrivel?????????Enfim…..sem muitos comentários, pois o sono está bravo e vou poupar palavras para semana que vem -SEATTLE-.

  30. Eduardo

    Eu achei Shifting Equilibrium longe de ser um elo fraco. Muito pelo contrário, achei o rumo dele ousado ao lidar a questão dos personagens com tremenda franqueza, mas isso pode ser debatido quando for exibido.

    Desagradável saber que a NBC nem deixou Southland ir ao ar. Vai entender um canal que encomenda a segunda temporada e cancela a exibição no último minuto. Quando achei que o canal tivesse começando a se reerguer, eles mandam uma dessas.

    O argumento de que Southland é sombrio demais não tem peso algum, ainda mais quando já teve Third Watch, Twin Peaks e outras séries igualmente sombrias ou muito mais que Southland.

  31. Thayse

    É verdade, Thiago! Eu mesma não me sentia tão empolgada assim depois de assitir um episódio desde o dia que assisti Heal Thyself! Não sei explicar porquê, afinal esse epi não foi nada de fantástico, e teve aquelas tragédias todas, e tal. Mas adorei o epi, não concordei com você dizendo que foi frio, irreal. Pra mim pareceu bem crível. Mas eu caio em quase qualquer coisa na tv, então…! Agora tô na espera do próximo com ansiedade, porque apesar de não ser super fã de Ross e Carol, parece que vai ser “O” episódio. Veremos. Quero saber mesmo é se o Carter consegue um rim antes de se despedir da série!

  32. Thiago Sampaio

    Marília (20) Pior que fui tentar ver se caiu no spam do site… parece que já era mesmo. Por isso sempre que escrevo, vou salvando pouco a pouco num bloco de notas =T

    Diego (21) Também cheguei mais ou menos nessa hora em casa, tanto que não vi a promo do 15×19, que todos aqui dizem ter passado antes do 15×18. Olha, ver um episódio pela metade sempre é chato, a gente sempre perdendo muita coisa e… a Warner vai completamente na contramão aqui. Logo na reta final pioram ainda mais o horário da reprise. Por isso que o melhor dos depoimentos, pra você, foi o do fedor =P Sou muito mais a Chunny falando de pacientes com objetos no ânus e dizendo “caí em cima” huaauhauhauhuahu No mais, não precisa se desculpar pela Neela. Assim como não vou com Gates, você não vai com ela. Compreensível. E sim: preciso fazer uma menção especial ao Noah que voltou à série como se nunca tivesse saído.

    Flávia (23) Não, não. Entendi o que você quis dizer: isso foi de uma falha de caráter dela, coerente com o momento que está vivendo. Mas mesmo assim, foi muito, muito baixo. Nessas situações, sempre pergunto: eu faria isso? Com Lucien, a prejudicada foi ela por ter perdido a vaga no County. Agora, quem saiu perdendo foi Brenner, que levou um bota e o abuso sofrido na infância foi usado como um dos motivos. Not cool.

    Carlos (24) Pare de rir, seu coisa ruim huahauhauhauahau E Zabel não era pra ter se arriscado como diretor. Acho que como era a última temporada, ele fez algo do tipo “agora é minha vez”. Esse epi na mão de Innes, McCrane ou Chulack ia ser outra coisa.

    Marília (24) E agora que o texto não deu erro… Bom que alguns estão concordando comigo nisso. Tanta gente gostou do episódio (EU gostei do episódio) que estava achando que passaria por muito chato em ser picuinha com esses detalhes. E sim: com e sem Noah é outra coisa. Sobre a semana que vem… preciso ver essa promo!

    Sonylena (25) Nem. Fica tranquila. Anormal é quem viu todos os 333 episódios huauaauauhauahua Ainda mais, como a Warner não passa os 4 primeiros anos, fica muito difícil. Quanto à vida após ER… eu realmente não sei. Realmente não sei =/

    Carlos (26) Que absurdo! Absurdo! A série era tão boa, mas tão boa… Tomara que a CBS compre, exiba às 22h e que Southland dê uma surra no Leno ¬¬

    Gerson (27) As vezes promos podem enganar, mas… tenho a impressão de que todos gostarão do próximo episódio. Quanto aos estagiários, os atores ganham por episódio que participam. Por isso, eles quatro ou mesmo Banfield não aparecem. Isso, e medidas como desligar da série roteiristas não essenciais, são medidas pra comportar o cachê dos atores que retornaram nessa reta final. Não é nada fácil bancar Noah Wyle e George Clooney…

    Rosangela (28) De nada =) Agora vamos ver se mantemos a expectativa!

    Patrícia (29) What We Do não foi tão parecido com Ambush, mas lembrou só um pouquinho. Difícil não notar umas pequenas semelhanças… No mais, o foco pra semana que vem será o episódio, não a review, por favor =P Até pq… aquele epi por si só, já basta.

    Gabriela (30) Que que posso fazer… Tenho esse espaço pra tecer minhas análises, mas não gosto do cara. Acontece. Sempre que ele merece, elogio o personagem e tudo mais, mas quando ele peca (não é perseguição, essa coisa que pede mesmo) preciso sim criticar Gates.

    Tati Siqueira (31) Neela me deu muita, muita raiva nesse episódio. Essa que deveria passar por um pouco de sofrimento, não o Carter. No mais, Morris virou ídolo, quem diria, e semana que vem… todo mundo com os olhos voltados pra Seattle.

    Eduardo (32) Sério que gostou? Achei tão… blergh. Bem, falamos dele em duas semanas. Quanto a Southland, você estava assistindo? Eu gostei muito da série. Parecia Third Watch, só que bem mais suja, bem mais adulta. As vezes a coisa ficava um pouco confusa porque o elenco era enorme e tinha muitas histórias paralelas, mas a produção era impecável e a direção e roteiro magistrais. Coisas de HBO. Mas… Paciência. Vai entender..

    Thayse (33) Tudo bem. Eu entendo. Negócio que minha sintonia não foi tão boa com esse episódio no quesito emocional. Mas foi muito bom sim. Já o da semana que vem, será tão real, tão palpável, tão crível, que vai entender os motivos de minha crítica hoje =T

  33. Daniele

    Thiago,

    Longe de mim querer que o Noah siga os passos do Clooney, nunca rs eu só acho uma pena um ator tão bom fazer sucesso somente no ER, só isso.

  34. sonylena

    Nossa….andei olhando outras reviews de outras séries, e só ER tem tantos comentários…só podia ser ER mesmo.

  35. Mônica A.

    Eu lembro dos filhos do Morris. Tinha até um mulatinho de cabelos ruivos. Se não me engano ele tinha duas mães.

    Quanto ao problema do Carter, bom, eu não gosto da Makemba, não tem jeito, não tem desculpa. A Lizzie eu perdoo tudo. Adoro ela!

  36. Morgana

    bom,primeiro quero dizer q voltei.
    huahauahuaha
    tava sumida pq não tava conseguindo assistir pela warner e nem baixar.Daí tava atrasada aqui.Mas,agora igualei e posso comentar com vcs.
    hehehehe.
    Gostei do episodio,mais pelo o Noah.Cofesso q tava muito ligada nele,na história dele.Achei meio forçado ele ter um ataque.Mas…mesmo assim valeu.Na hora q ele fala pro Morris:Morris,vc me salvou.Nunca vou me perdoar por isso.hahahaha.Achei massa!Aliás,o Morris é um caso a parte.O ator(que eu esqueci o nome)hauhauah tá dando show na interpretação.O personagem tbm tá maravilhoso,né!?Sábia decisão de não se envolver no caso da namorada.Adorei tbm ele tomando conta de Carter.Pq,na minha opinião,além das enfermeiras antigas,Ele(Morris)era o q deveria dar mais atenção a Carter.O q eu não tinha visto acontecer,até então.Achei uma chatisse a Sam com a mãe.Desvirtuava um pouco o meu interesse,acho.Que era as histórias do hospital.Gates,é Gates né!continuo não gostando dele.Mas,até q nesse episodio ele não foi tão chato.E sinto cheiro de retorno(sam e ele)no ar.
    e o q foi a Neela terminando o namoro?PELO AMOR DE DEUS!não gostei da forma como ela terminou o namoro.(Droga!e eu até q tava gostando dos dois juntos)Mas,acho q essa trama de Neela com Brenner foi meio q apressada por ser a última temporada.Talves se eles(roteristas)tivessem mais tempo,não colocariam ela pra forçar a barra.Daí q ficou tudo assim:começou.Terminou.Quer dizer,acho q terminou,né!E palmas tbm pro ator q faz O Brenner.ótimo ele!tbm tô gostando muito do personagem.
    Bem,acho q era basicamente isso q eu queria comentar.
    AH!não.Quero dizer q o Noah,cara.Putz!excelente ator.Muito,muito bom.Ele fica até o final da temporada?(pergunto,mas sei q vc não vai responder)hahhaha e q eu me enrolei.Já disseram aqui,né!?que a warner passou a promo do próximo episodio antes desse.Que aliás,eu achei o máximo.Anunciando o Clooney.Nossa!eu até me lembrei q antes de ser fã de ER,eu assisti,no SBT,o episodio em q Clooney faz o resgate do menino.Na época,nem dei muito bola,nem assisti direito.Agora,só tenhos resquícios desse episodio.Que só assisti essa única vez.=(
    Ansiosa pra próxima semana!
    Até lá!
    =)

  37. Pingback: Tweets that mention Review: ER – What We Do » TeleSéries -- Topsy.com

  38. bia mafra

    odeio quando eu demoro a ver e tem tantos comentarios que nem da para acompanhar. mas uma coisa eu concordo em altissimo grau.
    so tenhoolhos para o proximo episodio!!!!

  39. Taciana

    Concordo com você, Thiago: faltou coração nesse episódio, que tinha tudo para ser mais emocionante, só o que funcionou mesmo foi a parte cômica.

    Detestei a parte da Sam, para mim não importa se é da mãe, ninguém tem que aguentar humilhação.

    Neela consegue ser cada vez pior, além da baixeza, que história ridícula foi aquela de que ele não contava nada para ela, sendo que ela só quer reclamar da vida e no episódio passado, quando parecia que ele ia se abrir, ela não fez o mínimo esforço para esconder que estava morta de ansiedade para atender o telefone? Vai se f**** Neela!

    Carter continua sendo o cara e graças a você, Thiago, tô torcendo para o transplante da Joanie dar errado, coitada. Mas não basta conseguir o rim, ele precisa de um descanso de tanta desgraça, de preferência livre da Makumba!

    Morris, mais uma vez, deu um show: mesmo com a Claudia correndo perigo, ele ainda foi capaz de defender ferozmente o Carter. Eu quero um amigo desses! E ainda bem que a Claudia foi baleada, do contrário Morris não teria ido ao PS e Carter teria ficado abandonado à incompetência do Gates!

    Bom saber que a Haleh ainda existe.

  40. Thiago Sampaio

    Daniele (35) Entendi perfeitamente o que quis dizer. Aliás, penso também a mesma coisa: Noah merecia mais sorte.

    Sonylena (36) Bem, é a última temporada da série acho que sou o único reviewer dono de comunidade no orkut da série que tá falando. Isso dá um pouco de diferencial… É coisa do momento =T

    Mônica (37) Um dia teremos que falar de Makemba aqui…

    Tati Siqueira (38) Coitadaaaaa

    Morgana (39) Bem vinda de volta =) Importante que está aqui antes da série acabar. Ehr… O ator que faz Morris é o Scott Grimes, e sim, ele tá fazendo muita diferença nesse momento. É que compará-lo com Noah/Carter é covardia, ma Morris está demais! E meio que acho o mesmo do namoro entre Brenner (David Lyons) e Neela: com o fim da série tudo teve que ficar mais abrupto e acelerado. E você perguntou sabendo que eu não ia responder, não? Não contooooo No mais, esse episódio de Doug salvando um garoto é da 2ªtemp e o mais visto da história da série, com 48 milhões de pessoas…

    Twitter (40) Ehr… Ou-kaaaay..

    Bia (41) A coisa fica mesmo movimentada aqui, né? huhauhauhaua Olha, no fim de semana fica um pouco mais difícil pr’eu dar o feedback, mas garanto que dou sim. Não importa tardar pra comentar… A qualquer uma um coment é bem vindo. E já na espera por Old Times!

    Taciana (42) Bom que não peguei pesado nessa falta de coração do episódio. E olha só que coisa horrível estamos fazendo… É ficção, mas cá estamos aqui torcendo pela morte da mãe da Lucy. Tipo, gostamos de Carter, mas… uau. E ainda bem que Claudia foi baleada… huahauhauhauhuaahu Pára o mundo que Carter tá passando XD

  41. Bia

    Oi Thiago.

    Primeiro parabéns! Felicidade, muita saúde e sucessso e alegrias para você, pelo seu niver que já passou…

    Obrigada, por ter feito as legendas!!

    Este episódio, foi um dos poucos que gostei nesta temporada. Tbm achei, superficial e sem emoção nos momentos de drama.

    Não gosto do Gates… porque ele destruiu a história de dois personagens (Neela e Ray) por nada, pois a história dos dois (Neela e Gates) não se desenvolveu e ele se acha, Doug Ross.

    Quando você falou Seattle demorou um pouquinho para cair a ficha, rsrsrs.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Log In or Create an account