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Reviews

Review: ER – The Test

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ER - The Test
Série: ER
Episódio: The Test
Temporada: 14ª
Número do Episódio: 296 (14×06)
Data de Exibição nos EUA: 01/11/2007
Data de Exibição no Brasil: 13/12/2007
Emissora no Brasil: Warner

Há algo de estranho em ER. Apesar do elenco extremamente reduzido, todos personagens estão sempre juntos no mesmo turno. Seja dia, seja noite. Seja tarde, seja madrugada. Admito que temporadas atrás eu chiava quando um episódio não contava com as presenças de Carter e Weaver, por exemplo, mas hoje, 100% do staff trabalha sempre no mesmo horário – até mesmo nas madrugadas – me deixando com uma baita dúvida: o PS ainda funciona 24 horas por dia?

Pra amenizar um pouco essa questão, hora do County receber mais uma médica: Kari Matchet faz sua participação no seriado como Skye Wexler, plantonista que fará uns bicos no PS pra poder pagar sua viagem e surfar. Apesar de sua boa cena com Morris, vou esperar um pouco pra avaliar a nova médica, que pelo menos não me causou uma primeira má impressão. Já Kari Matchet vem com um curriculo meio controverso: foi médica no fracassado Heartland, abduzida no cancelado-sem-final Invasion e participou de uma péssima temporada de 24 Horas. O casting do seriado geralmente acerta (ainda não acredito que temos Reiko Aylesworth), mas com Kari, fico um pouco com o pé atrás. Sorry, simpatizantes de Matchet.

Mas confio plenamente é em Stanley Tucci. Infelizmente, seu personagem parece não atender um paciente desde a premiere desse ano, mas como espécie de ombudsman, vem fazendo um excelente trabalho. Quando questionado sobre as péssimas avaliações feitas aos estagiários, sua relutância em explicar seus motivos, ou até mesmo sua incapacidade de articular seus pensamentos, foram de uma natureza tão sincera, que preciso mesmo dar um valor pra Tucci na construção de Moretti.

Claro, grande mérito do personagem tem que ser dado aos roteiristas (é por este reconhecimento – financeiro – que eles tão de greve, certo?) mas um bom ator sempre ajuda nessa horas. Apesar de levarem Moretti pro lugar comum e colocar seu filho com um problema em potencial, pra planejar sua saída da série, Tucci mantêm-se perfeito no seu papel; assim como Maura Tierney. A personagem de Abby está um pé no saco! Intragável de tão irritante que ficou, mas não fosse Maura com sua atuação, juro que não aguentava a personagem nem por mais um segundo.

E e num “clipe” com esses dois momentos (Moretti com o filho mais Abby comprando bebida) que a série termina uma agradável seqüência. Tudo bem colocar uma canção de vez em quando, mas estavam exagerando na temporada passada (música demais é coisa de novela) e ele compensaram demais neste ano. As músicas cessaram até chegar naquele momento em que uma “melodia de novela” (How to Fight Loneliness de Wilco) se fez necessário com Moretti, Abby… e Gates.

ER - The TestEu peço a cabeça de Gates desde que ele apareceu no seriado. Convenhamos: John Stamos é um péssimo ator! Me irrito profundamente com seu excesso de olhar 43 e biquinhos em qualquer situação. Ok, Maura tem seu “biquinho” como característca, mas Stamos tem uma presença de tela descartável… além de ser um personagem muito mau construído. A idéia de colocá-lo pra trabalhar na UTI e fazê-lo mais humano não funcionou tão bem: só o vimos com um personagem e nem mesmo o diagnóstico foi feito por ele. Pra completar, tudo termina da maneira que começou: o garoto Josh é quem toma as rédeas no atendimento e decide morrer, fazendo Tony abandonar o tratamento sem o consentimento da mãe. Ridículo.

Estar de acordo com isso foi uma bola fora da novata Wexler, mas ponto pra Sam que resolveu agir. Mesmo sendo ofendida pelo cara-que-substituiu Ray-e-causou-derrocada-de-Neela-à-um-custo-exorbitante-por-parte-de seu-salário-mesmo-sem-ser-capaz-de-fazer-uma-cena-de-maneira-decente. Ehr… isso tudo ficou muito grande, então vou só chamá-lo de “Gates” mesmo.

Voltando à Sam: sua paciente quase morreu pra chamar atenção e troxe de volta pra Linda Cardelini algo mais do que participações cômicas. Mesmo que seus pacientes sempre a façam se lembrar de seu filho, é bom ter um pouco de Sam no seriado. Ainda mais com este seu novo visual. Bem, não tão novo, mas não vou me cansar de falar: Linda está linda e eu quero que ela me dê um banho de espuma. Depois dessa, isso é tudo que tenho a dizer sobre ela…

Também não tenho muito o que falar de Neela. Vá lá, a temporada passada destruiu todo o conceito que eu tinha dela, mas a indiana precisa de um destaque com urgência nesse ano, ou então é melhor sair, porque ficar conversando com seu estagiário sobre virgindade é demais. Mencionei isto num comentário da review passada, mas agora vou incluir no texto: em House, os personagens coadjuvantes do concursão da 4ª temporada têm mais profundidade do que os novatos de ER. Harold me faz ter saudades de Hope… O que era ele com uma vagina de plástico, perguntando pelo ponto G, enquanto atendia um paciente na sala de traumas?!?

O que salvou sua participação foi o nome da temporada: Archie Morris. Este eu odiava. Agoro adoro. Durante sua maratona de estudo, terminada com as ofensas de Skye, teve tempo até pra dar umas aulas pro inocente Harold, que pra surpresa de Neela, aprendeu algumas lições simpáticas. Claro, não seria Morris se a cena não terminasse com uma lata de Red Bull em sua testa. Quem também entrou na roda foi Pratt, que infelizmente, continua sendo o cheinho-que-dá-conselhos. Só pra registrar: estou muito decepcionado com a falta de situações dele com Moretti. Mas passando no teste, ele e Morris não precisarão é provar nada pra mais ninguém: serão os plantonistas do PS, quem diria…

Foi um episódio muito lento. Okay, era o turno da madrugada, mas foi um episódio muito lento, especialmente por um dirigido por Felix Alcala, nome forte em Third Watch e que dirigiu bons episódios de ER. Uma marca registrada sua é “perseguir” os personagens com a steadycam, durante longas cenas e com uma pespectiva meio estranha que deixa o ambiente retorcido… ou vai ver eu estou falando demais. Negócio que Felix não dirigia um episódio há quatro anos, e parecia um pouco enferrujado.

Isso não acontece semana que vem,o último episódio inédito do ano na Warner. Infelizmente, a promo do canal mostrou mais do que devia, mas… é na semana que vem que a coisa pega. Até lá.

Séries citadas:

29 Comments

  1. Tatiana

    Era justamente sobre o episodio da semana que vem que eu ia comentar……..vc que já viu Thiago, é aquilo mesmo que estou imaginando e a warner entregou de mão beijada?????????????????Se for é uma puta sacanagem da parte dela. Mais comento mais sobre isso semana que vem.

    A Abby está demais, convenhamos é complicado a vida de dona de casa, filho,trampo, mais não justifica ela, como médica colocar as pessoas em perigo(num diagnostico errado)dá para imaginar o que pode acontecer com o filho dela. Esse episodio achei fraquinho, mais que dava para assistir…….A nova médica, me fez estar em Heartland novamente……sei lá……vamos dá um tempo para poder avaliar. Gates…….eu prefiro nem comentar……..alguém tem que colocar ele no devido lugar que ele merece…………Ah!!!!!Tive a mesma sensação que vc sobre todos estarem no mesmo plantão, estranho……….
    Ótimo texto como sempre :)

  2. Ana

    Ah, meu Deus, eu amo o Stanley Tucci.
    E eu to com medo do que estão fazendo com a Abby. Ela está tão, mais tão chata que eu não sei o que é pior: ela nessa temporada ou quando o relacionamento dela e do Carter estava desmoronando.
    Gates? Argh, eu não sei o que muita gente vê nele! Ele é tão insuportavel…

  3. Eduardo

    Lento não foi minha impressão desse episódio. Na verdade, esse foi o episódio mais ágil que eu vi nessa temporada. As histórias não cambaleavam e a edição cuidava de manter o ritmo ao mover de uma história para outra.

    Meu único problema com esse episódio foram os momentos cômicos desnecessários com Harold e a falta de rumo pra Neela. Fora isso, acho que esse foi o home-run da temporada, junto com Officer Down.

    É verdade que esse não foi o melhor trabalho de Felix Alcalá, mas não critico muito ele, afinal ele não dirige desde 2003.

    E pode apostar que deve ter tido sua marca registrada de perseguir personagens com a steadicam no episódio, mas acabou sendo cortada na edição final. É o tipo de coisa que David Zabel faria, já que ele tem a palavra final em todo episódio.

    Mas a verdade é que eu gostei muito de The Test, assim como quase todo trabalho de Lisa Zwerling (exceto o episódio de natal do ano passado).

    Essa é uma roteirista que me impressiona desde a décima temporada. Quando ela se juntou a ER, fui conferir o currículo dela. Além de ser pediatra de emergência (que nem Doug Ross), ela já tinha trabalhado com John Wells e Lydia Woodward como consultora médica e roteirista-júnior na série Presidio Med.

    Depois do cancelamento de Presidio, ela foi convidada a se juntar a equipe de ER e não saiu mais. Não fiquei surpreso quando vi o primeiro episódio assinado por ela, NICU na UTI neo-natal, que foi o melhor episódio da série desde a morte de Mark. Os roteiros dela continuam a me impressionar, mesmo durante os momentos mais fracos de ER.

    Os melhores roteiristas quase sempre são os médicos formados, seja Neal Baer, Lance Gentile, Joe Sachs ou Lisa Zwerling. Somente John Wells, Lydia Woodward e Jack Orman possuem o mesmo talento.

  4. Renata

    ER só vale pelo Morris. Amo amo AMO!
    Mas tambem adoro o Stanley Tucci.

  5. Luciana

    Esses ultimos dois episodios foram muito ruins,falando serio: quem anda dirigindo? o Timbaland?O Er anda tendo uns momentos que se eu quisesse ver,assistiria Grey’s ,ora! E é só elogiar a Neela e o Med student e isso acontece…

    Eu tive um pressentimento de que seria um episodio ruim,mas a cada semana vem ficando pior,o epi passa rapido,mas não pq foi bom, é pq ficamos esperando aquele momento em q

  6. Luciana

    (eu não dou sorte c/ computadores)
    aquele momento em que o episodio vai emplacar e ele não chega,aí dá raiva,ontem,ás 10:40,se eu visse mais uma vez o comercial do j’adore eu ia arremessar o controle na televisão.

    Mas,falando serio,quem anda dirigindo esses epis? o Timbaland? Porém,a Sam foi excelente nesse episodio,realmente,essa é a Sam que eu sentia falta.Já o Gates ”aquele-cara-chato-que-nos-faz-ter-vontade-de-mudar-de-canal-a-cada-vez-que-aparece,foi simplesmente um inutil ontem,e foi patetica aquela cena final dele

    Sobre a vigente situação de Er,farei uma ilustração: imagine que ganha um Sonho de Valsa todos os dias,e,nas quintas,um chocolate Pan,e então,tiram esses Sonhos de Valsa e te deixam um quadradinho de chocolate Pan nas quintas,de fato,não pensaremos ”que delícia de chocolate”,pensaremos: 1- ”que droga,queria meus Sonhos de Valsa de volta’ e 2-”caramba,como um chocolate pode ser tão ruim?!”

    Agora a aplicação: os Sonhos de Valsa são as reprises diárias dos epis antigos,o quadradinho na quinta,obviamente é o inédito,as como não está lá essas coisas,é um chocolate Pan

    Mas o que me irrita mais é a calmaria no er,anda tendo mais pacientes no Strong medicine,que é uma clínca que no er,que é um hospital. Um exemplo: na cena em que o menininiho chato chega,o dr. Moretti anda como se estivesse num bosque na primavera

    Abby: boas cenas,porém,é uma cena aos 5 min de epi e outra aos 38 min…

  7. Luciana

    ( nao dou sorte com computadores)

    ..aquele momento em que o episodio emplaca,mas ele não chega.

    A Sam finalmente foi significativa num episodio,muito boa atuação e cenas excelentes. O Gates,”aquele-cara-chato-que-nos-da-vontade-de-mudar-de-canal foi um inutil no episodio inteiro,dá pra perceber estao tentando mostrar seu lado medico nesses epis,mas, não adianta,nunca vamos gostar dele

    A Abby: boas cenas,porém,uma é aos 5 min do epi e outra é aos 39 min,fica ruim desse jeito

    Mas, o que mais me irrita: a calmaria do er,ultimamnete, o Strong Medicine, que é uma clinica,anda mais agitado que o Er,um pronto-socorro. Exemplo: na cena em que aquele moleque chato chega o dr.Moretti anda como se estivesse em um bosque na primavera,(para onde foram os ”2 de epi,10 blade,toracotomia,clear!,etc,etc?) e isso me deixa com uma raiva que,as 10:40,se eu visse mais uma vez o comercial do j’adore eu iria arremessar o controle na Tv

  8. Giselle Bauer

    Achei este episódio melhor do que o da semana passada.Gostei da Kari e no segundo episódio da Reiko tô achando o personagem dela meio apagadinho
    mas é apenas o segundo. Sobre o Gates eu já decidi
    que não vou mais defender ele não adianta quando a gente não gosta de uma pessoa não tem jeito e depois cada um pensa de um jeito né. Eu gosto dele
    mas no dia que ele me irritar também vou falar do personagem. Tipo aquele episódio do jogo com o Josh achei chatérrimo aquilo.Ali a participação dele foi inútil mas voltando ao Josh pelo o que eu entendi a mãe dele concordou.Não sei o que pensar daquela situação por um lado a Sam tava certa mas por outro acho que o menino cansou de lutar. E depois o comitê de ética aprovou portanto
    não foi rídiculo. E uma vez eu quis saber de quem o Thiago gostava porque a Abby tá um pé no saco,o
    Luka não faz falta, Gates é inútil então finalmente eu descobri é a Sam mas eu acho que logo logo ele vai odiar ela também se uns boatos que estão rolando sobre o novo par romântico dela se confirmarem. E por falar em Sam que garota mais chata aquela Heather.Por mim podia ter se jogado no trem. Quanto a Abby ela não está um pé no saco .Está passando por um momento díficil. A Neela continua sem graça. E o Harold é muito engraçado.Pra terminar tô achando que este ódio pelo Gates tá virando obsessão até o biquinho do cara foi citado e se o Timbaland tivesse escrito os episódios talvez seriam melhores porque ele é um excelente produtor e todos que foram produzidos por ele venderam milhões.

  9. Eduardo

    Esqueci da Heather. A menina era chata, mas no fim não tinha como não sentir pena dela. E Mae Whitman deu um show de atuação.

    Além disso, essa trama deu a chance de ver a estação do El, coisa rara atualmente, se levar em conta o orçamento reduzido. Mesmo sabendo que ela não ia se jogar na frente do trem, a cena foi tensa.

  10. Raquel

    “além de ser um personagem muito mau construído”

    Não é MAU, é MAL.
    Só um toque.

  11. Raquel

    “mas não vou me cansar de falar: Linda está linda e eu quero que ela me dê um banho de espuma. Depois dessa, isso é tudo que tenho a dizer sobre ela…”

    Desnecessário. Ruim mesmo.

  12. Thiago Sampaio

    Tatiana (1) Valeu. E é no próximo que a coisa pega mesmo!

    Vic (2) Guenta… que o aproveitamento vai piorar =/

    Ana (3) Eu acho a Abby do 9º ano muito pior. Não sei porque, mas odiava aquela fase dela. Acho que era a falta de aproveitamento de outros bons personagens como Weaver e Susan, mas… a Abby do 9º ano é pior que essa.

    Eduardo (4) Pra foi lento. Muito lento. Vai ver eu tenha ignorado o bom trabalho da edição, mas o negócio é que achei o epi muito lento. Faltou agilidade nas conversas do saguão, algumas falas estavam cadenciadas… Teve alguns momentos bem lerdos.

    Boa equipe de roteiritas vc catou. Não sei se ela e M.D., mas incluiria também a Carol Flint, que chegou a ser showrunner no 5ª ano.

    Renata (5) Se quatro anos atrás alguém dissesse que ama Morris, eu ia ficar transtornado. Mas o mundo dá voltas… e ele também vem sendo meu preferido da temporada.

    Luciana (9) Benze esse seu PC =P E “Timbaland”?

    Giselle (10) Infelizmente, não devemos esperar muito da Reyko em ER. Não vai passar disso =/ E sinto pelo Gates, mas eu realmente não gosto dele. E diga que Stamos não faz biquinho! XD

    Apesar da fase down de Abby, gosto dela. Gosto também de Sam, Morris e Pratt (apesar deste último estar devendo). Não venho ligando muito pra Neela e o Gates… Ah, Gates. Quanto ao Kovac, sempre que penso nele, penso na Abby e em como ele não funciona longe dela. Levando em conta isso… reitero que ele não vem fazendo falta (mas é sempre bem vindo, e seu retorno é na verdade bastante agradável)

    Raquel (12) Desculpe. My bad
    Raquel (13) Ehr… essa foi a coisa mais “leve” que deu pra colocar no texto. Houve uns pensamentos mais “pesados”, mas resolvi poupar os frequentadores do site huahuahauhauha

  13. Eduardo

    Não posso confirmar com certeza absoluta, mas acho que Carol Flint foi enfermeira registrada de emergência (RN), antes de virar roteirista. Eu sei que ela trabalhou na série China Beach com John Wells. Com a ênfase nas enfermeiras da guerra, então faz sentido.

    Mesmo assim, nunca achei o trabalho dela 100% consistente. O ponto fraco do episódio filmado ao vivo foi o roteiro escrito por ela. E também escreveu Family Practice, que foi uma viagem fraca pra San Diego. Fora isso, ela fez um bom trabalho (ex: Union Station), mas ainda prefiro os demais roteiristas daquela época.

  14. Paulinha

    Sinceramente, por que ninguém pode ser feliz em ER?

    Os únicos que tiveram um “final feliz” foi a Carol e o Doug, o resto é só desgraça, putz…

    O Morris e o Gates juntinho com a Neela podiam passar dessa pra melhor num acidente de avião, que tal?

  15. Ana

    Ah, não!
    O Morris é a melhor coisa que tem em ER, atualmente.
    Mas se a Neela quiser matar o Gates e depois enfiar uma bala na cabeça… eu não vou me importar.
    Ah, Thiago, eu estava revendo a nona temporada e putzzz, como fizeram a Abby insuportável (a que teve que pausar várias vezes para respirar fundo e não ter vontade de matar a Maura).

  16. Giselle Bauer

    Eu tenho outra sugestão.A Neela vai visitar a família dela e o avião explode.Mas o Morris e o Gates deixa eles lá. E Thiago tá bem realmente ele faz biquinho.

  17. Thiago Sampaio

    Eduardo (15) Realmente, em Ambush o que menos importa é o roteiro. Mas ainda assim, gosto dela.

    Ah, deixa eu abusar um pouco de sua passagem aqui no Teleseries. SE tiver tempo, SE tiver paciência, você pode dar uma lida nisso daqui?
    http://www.fanfiction.net/s/2952326/1/
    Talvez tenha ficado meio grande, mas… tendo tempo, lê esse texto que fiz no meio do ano passado… e diz o que achou =)

    Paulinha (16) Olha, “desgraça” é a temática de ER desde o primeiro ano. Concordo que recentemente a coisa tem piorado, mas… eu gosto mais disso, do que felicidade plena =p

    Ana, Gisele (17,18) Parem de desejar morte de personagens! huahauhauhauahuahuahauahu O elenco tá pequeno demais e não pode perder ninguém XD

  18. Luciana

    Desculpe a comparação esdrúxula , Tiago, é que o Er anda com umas cenas em que a temática é só sexo e foi a primeira coisa que me lembrei:/

    O meu computador é um caso à parte,acho que vou batizar ele de ”Gates”

  19. Vanessa VM

    Nesse episódio foi mais nítido o que te perguntei há 2 episódios atrás: todos trabalham no mesmo turno??? Ficou muito estranho isso, mas deixa prá lá, tem tantas coisas que não entendo ultimamente em ER…, e nem assisti ainda o próximo epi!
    Concordo com você, Thiago, Abby em sua fase “chata”, era muito pior na 9ª temporada. Mas não a achei tão chata nesse episódio.
    Gostei do final do episódio. Só a música parece não ter combinado. Acho bacana mostrar todos os personagens (ou quase todos). Fica um final mais bonito de assistir, principalmente quando todos tiveram sua importância (ou sua história), e não só um deles destacado.
    Enfim, não foi o melhor episódio, mas gostei de assitir. Só detestei a promo…
    Ótima, review, Thiago.

  20. Vanessa VM

    Esqueci de um detalhe. Acho desnecessário, dois episódios, em pouco tempo, com tantos comentários ridículos sobre sexo. Não gosto quando desperdiçam tempo com tantas cenas bobas.

  21. janaina

    Não assisto ER mas acho desnecessário falar mal de um ator como John Stamos,quanto as caras e bocas que ele faz,fazer o q?Ele sabe q é um homemk bonito e charmoso e procura demonstrar seu charme a cada dia.Se ele chegou onde está é pq tem talento!!

  22. Eduardo

    Já tinha lido esse texto há um tempo atrás, quando estava lendo a review de 21 Guns.

    Nunca fui muito fã de fanfiction, mas esse até chega a ser um roteiro bem produzido, capaz de dar uma boa continuação, já que é um desafio superar um final daqueles. Nem mesmo Bloodline foi capaz de superar aquilo. Resolução de gancho que supera as expectativas são raridade na TV. Acho que Twin Peaks e Babylon 5 foram os únicos a conseguir isso.

    Mas o mais impressionante é a história ficou mais ou menos no mesmo rumo que Bloodline e o resto da 13ª temporada, só que por outro caminho.

    Acho que tem uns erros de caracterização e um pouco de excesso de exposição (diálogos desnecessários quando os eventos podem ser contados visualmente). Achei o enredo um pouco melodramático demais. Não no nível enjoativo de Grey’s, mas um pouco demais pra ER.

    O que eu achei hilário foi você trazer o Clemente de volta do hospício só pra matar ele. Nunca vi uma cena em ER com tanto teor de novela como essa. Nem mesmo a Amanda Lee prendendo Mark na sala de raio-x me fez rir tanto.

    Mas fora isso, essa história acabaria dando um bom episódio de ER, desde que desse uma revisada nas cenas e no diálogo e que botasse alguém competente pra dirigir, como John Wells ou Christopher Chulack.

    Acho que até a terminologia médica foi bem precisa e manjada. Depois de 13 anos, a gente acaba se acostumando com esses procedimentos, mas mesmo assim teria que rever esses dados nas mãos de Greg Moran e Joe Sachs.

    Um último detalhe: adoro The Police, fui no show do Maracana, mas acho que “It’s Probably me” não combina com ER.

    Na verdade, se eu pudesse reeditar os episódios de ER, eu arrancaria as músicas pop de mais da metade dos episódios e colocaria mais música instrumental sempre que adequado, ou de preferência silêncio, que também funciona.

  23. Thiago Sampaio

    Luciana (20) Fui checar no wikipedia… esse Timbaland é um cara relacionado à indústria do rap/hip hop?

    Eduardo (24) Valeu, cara. Era mais ou menos algo assim que eu queria ler. Muita gente leu essa minha fic em específico, mas foi tão “unânime” os elogios, que eu meio que fiquei com o pé atrás. Eu queria uma análise mais fria =p

    Kovac realmente está fora do personagem. Weaver no começo tá fraca demais. Eu não sei “como é” o Pratt… e talvez eu tenha exagerado na dose, mas é que em fic eu acredito que: pra compensar a falta do vídeo, eu carrego na desgraça. Quanto aos momentos fofos… a fic foi feita em 4 dias, escrita só às tardes, aí eu via “coloca mais Roomie”, “acorda a Abby pra ter Luby”… Tive q dar o q o povo queria ‘^^

    E poxa. Clemente foi hilário? huahauhauhauha Deixei o cara saltar da psiquiatria da tv ao vivo pra todo mundo ver… hauhauhauhauah É, bem forçado mesmo. Mas eu tinha q colocar meu “gancho” pra terminar aquela parte.

    Se Wells desse uma enxugada no roteiro e nos diálogos, eu não teria problema nenhum =p Assim como uma revisão médica huahuahuha Tudo q eu fiz, foi usar meus “conhecimentos médicos” após ter visto Love’s Labor Lost e All in The Family (usei muito desses dois epis). Alías, All in the Family conseguiu corresponder ao gancho de Lucy e Carter em minha opinião… E a direção seria de Mimi Leder! Sei q ela saiu da série, mas por esse ela voltava XD

    Enfim, valeu mesmo =p
    ps.: sou fã de Máquina Mortífera, e no começo do 3, na música de Sting e Clapton… sorry, eu tinha q colocar essa música huahauhauha

  24. Rafaelly

    Sei que é uma pergunta totalmente inútil, mas Maura tierney é canhota???

    É que eu tenho uma certa mania de reparar essas coisas quando vejo alguém escrevendo.E nunca reparei a Maura escrevendo com a mão esquerda..No mínimo ela deve ser ambidestra…

  25. Eduardo

    Eu acho que o Pratt foi uma tentativa frustrada de emular o Peter Benton, já que ele entrou logo depois da saída dele. Não só pelo fato de ambos serem negros.

    Pra mim, Pratt é Peter Benton sem o apoio familiar, sem o talento cirúrgico, sem a humildade e uma dose mais elevada de arrogância no primeiro ano. De uma certa forma, Pratt sempre tentou ser muito certinho, e sempre agiu como um touro com os estudantes, assim como Benton. A arrogância dele foi o único fator que o diferenciou.

    As vezes acho que Benton teria sido mais como Pratt, se não tivesse sua arrogância minada por eventos como Vucelich despedindo ele, o nascimento de Reese e então ficando surdo, e finalmente a morte do sobrinho.

    Pratt não começou igual a Benton, mas foi ficando parecido a medida que foi progredindo. Ele é uma versão mais amigável e social de Benton. Mas os roteiristas nunca foram capazes de fazer o Pratt tão incrível de assistir como o Benton era. O casal Luby distraiu eles além da conta.

  26. Giselle Bauer

    Thiago é isto mesmo o Timbaland é rapper.Ele é produtor e bem respeitado nos States.O novo cd dele vendeu milhões e emplacou várias músicas na
    Bill Board. Ele produziu os cds da Nelly Furtado e
    do Justin Timberlake que aliás vendeu horrorores além de ter ganho vários prêmios. Parece que ele participou da produção do novo cd da Madonna.
    Eu gosto muito do Justin e tenho o cd dele e realmente é muito bom.

  27. Luciana

    Respeito o Timbaland , ele é um grande produtor musical,mas os clipes que têm o nome dele são muito crassos..Enfim,Blackout é o último inédito por enquanto,não é? Alguém poderia dizer quando haverá novos episódios?Além disso,a médica surfista fica pra valer?

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