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Review: ER – Status Quo

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ER - Status Quo
Série: ER
Episódio: Status Quo
Temporada: 14ª
Número do Episódio: 301 (14×11)
Data de Exibição nos EUA: 03/01/2008
Data de Exibição no Brasil: 13/03/2008
Emissora no Brasil: Warner

Antes de se iniciar esta temporada, a produção de ER prometeu uma série de participações de saudosos personagens, que há anos deixaram de frequentar o County General. Infelizmente, a greve atrapalhou o retorno em massa de rostos conhecidos. Pelo menos, antes dos roteiristas cruzarem os braços, uma antiga personagem teve tempo de dar as caras na série: Gloria Reuben reprisou seu papel, a de médica assistente Jeanie Boulet.

Tendo duas indicações ao Emmy e uma no Globo de Ouro como Melhor Atriz Coadjuvante, Gloria Reuben teve grande destaque em seus primeiros anos de ER. Sua personagem também… mas Jeanie não teve tanta sorte. Na série desde a metade do primeiro ano, Boulet foi amante de Benton pouco depois de ser responsável pelos cuidados de sua mãe, que estava ficando senil. Mas, numa chocante virada de destino, descobre que Al Boulet, então seu marido, lhe passou HIV depois de anos de traições. Benton, claro, grande chauvinista, passou a dispensá-la depois de descobrir que ele não tinha sido infectado (apesar da linda cara de alegria que Jeanie faz, e que nunca vou me esquecer, ao saber que o resultado dele deu negativo).

Começa então o martírio de Jeanie em um dos melhores arcos da série: sua história como soro-positiva e as discussões de Greene e Weaver sobre levar ou não o assunto pros funcionários. Depois da fase negra, de ganhar o apoio dos colegas e se ajeitar na vida (inclusive reatando amizades com Peter e Kerry), Jeanie descobre que está com hepatite C depois de uma batida de carro no último episódio de Doug. É então que perdem a mão com ela. Foram tão longe com ela, que a única maneira de continuar viva era saindo da série, ou então acabariam dando algo mais pesado, como câncer (pobre Mark). Na sexta temporada, depois de se casar com o policial Reggie e adotar Carlos, bebê órfão soro-positivo, Jeanie deixa o County. Pra retornar oito anos depois…

Hoje, ela é uma espécie de ativista nível Jedi, com várias clínicas de HIV e grupos de apoio à infectados. Seria estranho inclusive se Carter não a convidasse pra trabalhar na clínica Joshua Carter. Afinal, além de amigos de longa data, ambos parecem continuar se falando, já que ela sabe que ele está na África – ele, alías, estava de visita marcada pra Chicago, segundo Haleh, mas acho que a greve ferrou tudo. E a conversa com a enfermeira veterana rendeu mais (saudosos) bons frutos: depois de perguntar por Weaver pra atender o filho, ela comenta sobre Carol e Doug. Segundo Haleh, ambos continuam em Chicago e as gêmeas (estou velho, muito velho) estão pra começar a 3ª série.

Adorei saber disso! Dá uma sensação de “continuidade”. O que aconteceu em 1994, apesar de praticamente ninguém mais daquela época ainda trabalhar no PS, realmente aconteceu. O passado existe. Não me levem à mal: não estou querendo tanto assim rebuscar o passado da série, até porque a temporada tá legal: mas refletir um pouco sobre isso não machuca. Donald Anspaugh, por exemplo: eu faria muita questão de que ele e Jeanie se vissem, pelo menos uma vez, já que ela foi de grande ajuda a Scott, filho de Donald, em seus últimos dias de vida. Mas não teve tanto tempo pra isso: era o momento de Pratt.

Eu acreditava que depois de sua passagem na África, Pratt tivesse conquistado a confiança de grande parte dos fãs. Lendo alguns dos comentários de vocês… cara, como me enganei. E essa falta de confiança, credibilidade no personagem, meio que afeta Pratt diante de Anspaugh, que não vê nele um chefe experiente pro PS (mesmo ele citando as falhas dos “experientes” Clemente e Moretti), o que o leva a pedir demissão. Falta de confiança inclusive diante de Boulet, que deu uma de Abby e não queria uma tomografia pro filho (falando nisso: alguém aí sentiu falta da Abbytich?).

E as tragédias de Jeanie continuam, agora afetando todos que estão ao seu lado. Reggie, estereótipo de bom moço, não suportou a vida de ativista da mulher e se separou dela. Al, que no fundo era uma boa pessoa, morreu de Aids dois anos atrás e pesando menos de 40 quilos. Agora é o filho dela que pode estar chegando ao estágio final da doença. Mas falo de antemão: não saberemos o resultado da biópsia. Nem se é linfoma, AIDS ou algo menos grave. Jeanie aparece apenas neste episódio: é uma simples participação especial e o diagnóstico de seu filho ficará em aberto.

ER - Status QuoSua presença pelo menos teve sentido. Além de mexer em bons fantasmas do passado, ajudou a guiar Pratt em sua trama, coisa que eu gostaria que tivesse acontecido mais cedo. A entrada de Moretti parecia ser algo interessante pra ele, mas mais atingiu Abby do que não sei o quê. Agora é correr atrás do prejuízo e dá-lo destaque, fazendo-o desistir de trabalhar em outro hospital e brigando pela liderança com a Dra. Wexler. A bitch da vez.

Ela parece ser simpática, mas tem seus momentos agressivos com personagens que gostamos. Como quando fez pouco de Sam, que compartilhou com uma vítima de estupro sobre Stevie. Este trauma, alías, foi um dos bons. Envolveu a Guerra do Iraque (que ER faz bem em ficar falando mal), indas e vindas do casal de namorados e até uma temática de aborto, que aqui por nossas bandas é permitido em casos de estupro. E como não quero ficar me remoendo neste assunto delicado, falemos de Sam e Gates. Giselle (uma das leitoras frequentes aqui das reviews), pode atualizar o placar: agora é a terceira vez que não vou falar mal de Tony nesta temporada. E estou ficando preocupado. Será que estou… gostando dele? Gostando de um possível par com Sam? Seu problema era a Neela?

A indiana também participou do episódio mas foi tão escada quanto Morris: fazendo parte do núcleo cômico. E sua prima nada a ver trouxe mais uma interação ente Archie e o bobalhão Harold… que parece ter mais tempo de tela do que a própria Rasgotra. Mas não faz mal: sua personagem está tão menos densa, que não tem problema. A cena em que ela leva uma bolada acidental, por exemplo, foi levada ao ar, apesar de ter uma cara de “blooper”: sua personagem está tão light que a cena não foi retirada. Só espero que não forcem no humor com seu cirurgião de Whose Line is it Anyway. Ehr… Pra que esse suspense? Eu sei que vão forçar. Mas preciso deixar perguntas pros próximos episódios, não?

Neste, aliás, tem o retorno de Abby, pra alegria de suas fãs. Mas vou logo avisando: apesar de Status Quo ter uma participação especial, posso dizer que não senti falta de Lockhart. E isso é bom, porque Zabel e Wells estão em negociações pra uma 15ª temporada, e como Abby não continua… Mas, claro, algumas caras conhecidas ajudam bastante. Clooney, por exemplo, está perigando voltar. Só que ele já disse tantas vezes “não” pra produção, que daqui a pouco ele vai pedir uma ordem de restrição à Zabel, atual produtor de ER e que ele nem conhece. Mas… isso é pra depois. Vivamos o presente.

Séries citadas:

29 Comments

  1. Suzana

    “Adorei saber disso! Dá uma sensação de “continuidade”. O que aconteceu em 1994, apesar de praticamente ninguém mais daquela época ainda trabalhar no PS, realmente aconteceu. O passado existe.”

    Exatamente o que eu senti. Aquela sensação engraçada de “Eu estava ‘presente’, eu lembro de todo mundo, eu sei o que aconteceu, mas eles não – eles não estavam lá.”
    Bjs

  2. Simone Miletic

    Sou mais uma da velha guarda que adorou a sensação de continuidade. Afinal, o povo do hospital é como se fosse da família e é bom saber como sua vida continuou.

    Também não senti falta de Abby, acho que cansei de tanto drama pro lado dela.

    Quanto a Pratt: eu acho que mesmo sem sair ele merecia uma chance de Anspaugh, mas faltou ele dizer algo naquela reunião, não sei o que, mas ficou faltando justamente a frase que convenceria o velho chefe a lhe dar essa chance.

    Não acredito que Clooney vá participar. Das duas uma: ou é boato sem fundo de verdade ou é, mais uma vez, apenas o reflexo do desejo da produção que isso acontecesse.

  3. Carlos Tubs

    Gostei do episódio, foi muito boa a participação da Gloria Reuben, foi uma personagem bastante marcante nos primeiros anos da série. Pena que a Weaver saiu e não deu tempo pra fazer uma cena com o Anspaugh. Foi muito legal o momento “saudosismo”, é o 2º nessa temporada! No Blackout a Chunny mencionou Mark e Doug.

    A cara que ela fez quando o Pratt disse que ele é o plantonista foi a mesma reação de alguém que parou de ver a série no final da 8ª temporada e voltasse a ver hoje, principalmente se viu os primeiros episódios dele. Com certeza Pratt melhorou muito, vendo os episódios da 9ª temporada, ele sem dúvida era insuportável, mas acho que ele ainda tem algum caminho pela frente pra ser chefe da emergência, concordo com o Anspaugh.

    E a Wexler? Seria uma tentativa de fazer um Weaver light? Longe de mim querer comprar as duas, nem tem comparação, mas apesar de muitos não gostarem dela, é legal ver algum tipo de atrito no trabalho. Esses dias estava vendo no youtube uns vídeos dos primeiros episódios da Kerry e eu começo a lembrar dos meus tempos de “Plantão Médico” na Globo de como eu odiava a Weaver, eu queria que ela morresse na época, ficava tão indignado de como ela pegava no pé da Susan! Faz tempo que isso não acontecia no seriado, a cena que o Pratt diz pra ela não se meter no trabalho dele foi muito boa. Como já disse a Wexler não chega aos pés da Weaver, mas acho que podem ocorrer conflitos bem interessantes entre ela e o Pratt.

    Mas o melhor pra mim no episódio é que a Abby não fez falta! Eu gosto da personagem (apesar de exagerarem às vezes na desgraça dela) e pra mim ela está no mesmo nível de personagens como Mark, Weaver, Corday e Carter, mas é bom saber que a série consegue sobreviver sem ela. Claro que pra isso é preciso um bom roteiro e a presença da Jeanie meio que “supriu” a ausência da Abby.

    Pra terminar: espero que o Wells e o Zabel tenham capacidade de fazer uma temporada final que feche com chave de ouro a série, bem que poderiam trazer, além dos personagens que marcaram a série, antigos roteiristas e diretores. Espero que escrevam episódios que relembrem a época de ouro da série. Acho muito, mas muito difícil o Clooney participar, mas como a Zabel disse, eles vão tentar. Não custa sonhar.

  4. Mica

    Eu me senti exatamente como a Suzana. Aliás, acho que me senti igual a todo mundo, hehehehe. Foi ótimo ver que mesmo quase ninguém conhecendo Doug e Carol, eles passaram por ali…há pessoas lá que ainda lembram. Há fãs aqui fora que também lembram. E queria mesmo ver Carter em uma participação…
    Gostei desse episódio. Tinha uma sensação de estar realmente assistindo ER, se é que me entendem.
    Não senti falta da Abby, mas..eu sei que se ela sumisse por um tempo maior eu sentiria.
    Gates e Sam…não sei bem como me expressar. Eu acho que a interação dos dois é muito boa, mas confesso que fico com um pé atrás a cada cena dos dois, porque fica com aquela sensação de ‘próximo caso amoroso’. Eu queria que os dois se acertassem sim, tivessem química sim, mas como amigos, sabe?
    E fui só eu ou mais alguém notou que justamente num episódio onde se falou tanto de Deus e de como devemos confiar na dificuldade etc e tal a capelã do hospital não estava presente? Não que eu quisesse a ex-Michelle no episódio, mas é engraçado pensar que em episódios onde a presença dela não faz sentido nenhum ela esteja e justamente num episódio onde faria sentido ela não está.
    Quanto a Wexler eu já disse desde o iníco. Gostei da personagem. Simples assim. Queria que ela continuasse no papel de chefe do povo. É claro que ela ainda está se adaptando à função, mas acho que ela tem jeito para a coisa. Já o Pratt…é bem como disse o Anspaugh, ele não está pronto para liderar. Não consigo confiar no Pratt o suficiente para deixá-lo como chefe do PS. Eu não duvido da competência dele, mas não enxergo liderança no cara.
    É claro que eu posso estar prejudicada pelo fato de eu não gostar do personagem, mas…admito que ele cresceu como médico e como pessoa, mas eu via mais um espírito de liderança em sua fase arrogante do que atualmente. E querer jogar a toalha simplesmente por não ter sido cogitado como chefe é de matar. Me dá uma sensação ainda pior em relação a pessoa dele e, se eu como médica tomasse conhecimento dessa atitude, iria confiar ainda menos na sua ‘liderança’.
    Sei lá, para mim o Pratt continua sendo um enfeite de luxo no PS.
    Neela..você disse tudo, Thiago. Ela está muito melhor assim mais leve. Não que eu não goste dos dramas dela, mas Gates destruiu a personagem de tal forma, que só agora ela está começando a se reerguer e ser alguém.
    Quer dizer que ela vai largar a cirurgia? Mas isso é mesmo necessário? Quero dizer, pensei que ela estivesse em uma fase da sua carreira onde já tivesse escolhido qual a especialidade na profissão.

    Para encerrar…você mencionou a Clínica Carter. Jesus amado! Eu tinha até esquecido dessa clínica!!!!

  5. Eduardo

    O mais interessante desse episódio é como 8 anos longe do ER fazem diferença pra uma personagem como a Jeanie.

    Isso me lembra de quando Kim Delaney deixou Nova York contra o Crime e reapareceu anos mais tarde. Estava claro que a personagem havia evoluído bastante entre períodos. O mesmo ocorrera com Jeanie aqui. Apesar do drama e das ânsias maternas, ela me pareceu bem mais “temperada” e acomodada.

    Pelo visto, sou um dos poucos que aprecia o Pratt. Ele é outro que evoluiu bastante, principalmente de 2004 pra frente. Em 2002, eu odiava o personagem. Hoje considero ele indispensável.

    Neela pode ser mais agradável leve, mas só restam 2 semanas até Atonement. Aí eu passo a considerar toda essa evolução uma aberração.

    Quanto a Clooney não conhecer David Zabel, não teria tanta certeza. Nesse ramo, todo mundo se conhece e mantém contato constante. Sei que Lydia Woodward continua em contato com a equipe de ER até hoje. Paul Manning também o mantinha, antes de sua morte em 2005.

    Além de ser amigo pessoal do John Wells, Clooney teve sua relação com a produção de ER em Darfur em 2006, ao dirigir aquele documentário, o que o provavelmente teria feito cruzar caminhos com Zabel. É so uma suposição, mas acho mais do que provável que eles se conheçam e tenham discutido uma participação.

    De qualquer forma, eu sou contra a volta de Doug Ross. Sem Carol Hathaway, não faria sentido algum. Acho que quando a trajetória de um personagem chega ao fim, não faz sentido tentar manter o personagem ativo. Doug Ross chegou ao seu fim depois de perder o pai, assumir compromisso com a Carol, e por um fim aos seus problemas com County General. O mesmo vale pra Carol.

  6. Eduardo

    Thiago,

    Mais um detalhe interessante.

    Acho que foi a primeira vez que você não criticou um roteiro de Janine Barrois. Pelo visto milagres acontecem.

    Vou confessar que pra mim, Barrois só vem produzindo “home-runs” nessa temporada. Officer Down e Status Quo foram acima da média. Não sei se isso tem a ver com ela assumir a posição de produtora executiva, mas o nível de seus roteiros subiu.

  7. Roberto

    Só corrigindo, no Brasil é permitido aborto em caso de estupro.

  8. Thiago Sampaio

    Suzana (1) Bom saber que não fui o único =)

    Simone (2) Abertamente, Zabel, produtor da série, fala em trazer de volta todo mundo, incluindo Doug e Mark (este, nem que seja numa cena em flashback)

    Carlos (3) Não diria que a Wexler é uma Weaver em potencial. Longe disso. Ela só teve um momento “irritante” pra deixar a trama fluir.

    Mica (4) Bem notada, a falta da capelã nesse epi. E é verdade, mas eu tinha pensado em outra coisa: achava que a produção evitava ela pra que Gates não ficasse preso nesse namoro deles e ficasse mais livre pra Sam. Mas espere por ela no 14×13. Terá uma participação de destaque. E Neela não deixará a cirurgia. O ortopedista pediu à Dubenko e falou que Neela tem mesmo que fazer um estágio em outra área. É temporário. E a clínica Carter tá super faturada já. Quase 3 anos de construção…

    Eduardo (5) É uma das vantagens de shows de longa duração. Os personagens crescem e evoluem. Quanto à Zabel e Clooney… talvez se “conheçam”, mas pense nisso: Clooney disse “não” pra uma ponta no velório de Mark num episódio dirigido/escrito por Wells. Acha mesmo q ele voltaria à pedidos de Zabel? Sei não…

    Eduardo (6) Eu não queria dar é o braço à torcer =p Ela está okay nesse ano, e talvez esteja recuperando seus bons tempos de Third Watch. Mas… ela tem mais erros do que acertos, então vou esperar um pouco.

    Roberto (7) Eu não sabia disso. Até faz sentido. Muito obrigado pela errata, e me desculpem por não checar isso durante a produção do texto

  9. Vanessa VM

    Gostei do espisódio, mas fico com uma sensação estranha de que falta médico no PS. Estavam três atendentes/residente chefe (Morris, Pratt e Wexler) e um residente (Gates)? Estranho! Para compensar várias enfermeiras com destaque, o que raramente acontece (exceto Sam). Ótimo!
    Em Status Quo não senti muito a falta de Abby, mas nenhum episódio mais sem ela, com certeza me fariam diferença (assim como Mark, Doug, Lucy e até Romano!)
    Muito legal trazer de volta um personagem antigo, principalmente quando trazem à tona outros personagens (mesmo em palavras) também. Fica essa sensação mesmo, Thiago, de continuidade, de que não é só um PS, mas sim o County!!! Aquele que tinha execelentes médicos, cirurgiões, residentes. Só tenho dó de Jeanie. Coitada! É só desgraça na vida dela? Nem marido ela tem mais!!! E o filho que conseguiu adotar com tanto sacrifício (e ajuda do companheiro) também doente? Mas tudo bem, valeu a participação, mesmo ela um pouco irritante no começo.
    E Pratt? Achei-o um pouco mais arrogante nesse episódio. Ultimamente ele estava melhor nesse ponto. Mas gostei da atitude dele. Curti ele brigando com Wexler, dá um tempero a mais esse conflito de opiniões.
    E o que foi aquilo que ela fez com Sam? Que arrogância!!! Será que ela sabe o trauma que é ser estuprada e ainda contar o acontecido? Pelo menos Pratt “deu o troco” em Wexler por Sam.
    Thiago, não é que também não odiei Gates nesse episódio? Será que ele tá mudando mesmo? Mesmo ele se achando, gostei dele e do clima de sedução com Sam. Ele estava charmoso, natural e à vontade no papel pela 1ª vez! (OK, sei que nesse ponto você não concorda, mas você já falou de Sam aqui) Detestava ele até o episódio anterior, se te consola. Acho que a química entre ele e Sam é melhor do que ela tinha com Kovac. Os dois são parecidos no estilo de ser e ver a vida. Achei que desligaria a TV, quando li o que ia acontecer, mas me surpreendi com o resultado.
    E Neela? Me pareceu meio video cassetada a cena da bola, mas achei que fosse o meu sono… Ainda falta um pouco para ela voltar a ser a Neela de antes (gostava muito dela), mas tá fraca a história dela e parece que ainda vai piorar com aquele ortopedista. Ela parecia tão bem na cirurgia.
    E, Thiago, quanto médicos vão trabalhar nessa 15ª temporada? Kovac, Abby e Pratt não querem mais. Neela e Harold não são do PS. Teremos uma temporada com apenas Morris, Wexler e Gates no PS?
    Valeu a review, Thiago.

  10. Fernando

    Olá pessoal,

    Alguém poderia me informar se é possível baixar os epi dessa temporada na internet? Alguém tem alguma dica?
    Obrigado!

  11. Lenon Fernandes

    Adorei o episódio, Jeanie com todo o drama lembrando os velhos tempos, a citação sobre Doug e Carol, o aso da militar, só não acho que Pratt daria um bom chefe, eu não gostava dele, mas de uns tempos prá cá até que ele está legal, mas como chefe… Apesar de que até Kovac não foi um bom chefe!!!!

  12. Mel

    Nossa…. concordo plenamente… foi muito boa essa sensação de: Eu estava lá assistindo isso quando aconteceu!

    E eu fiquei até fim esperando o Anspaugh aparecer pra apoiar a Jeanie. A morte do filho dele é algo que me toca até hoje e nada mais justo ele vir saber dela. Pior, ela sequer tocou no nome dele. Sei lá…
    MAs enfim, foi uma participação muito especial e foi muito legal assistir.
    Torço para que consigam fazer com que outros veteranos apareçam pra no visitar.

  13. Mica

    Concordo, Lenon. Também não achava que o Kovac fosse um bom chefe. Mas o Pratt seria ainda pior. Ou talvez seja porque eu fiquei com a lembrança dos chefes mais linha-dura de antes que estranho esses mais sonsinhos.

    Eu não gostei da discussão Pratt/Wexler. Quero dizer, gostei da discussão, mas não dos argumentos do Pratt. Ele definitivamente não tinha razão. Ficou na cara que o único motivo dele ter discutido com a chefe é porque está com a maior dor de cotovelo, se achando o injustiçado. Nem se deu conta que quem errou foi ele.

    Outra coisa que eu percebi nesse episódio é que o Gates finalmente conseguiu estar legal em um episódio sem a Sara. Isso é um enorme progresso para o personagem.

    E também acho que tem gente de menos por ali. Sinto a falta dos plantões intercalados. Tenho a sensação de que está todo mundo SEMPRE no PS em todas as horas. Quando esse povo sai quem é que fica!? Quero dizer, atualmente eles cobrem somente a vida desses plantonistas, mas e o restante do County!?? Ou será que o hospital fecha quando todos eles vão para casa!? :D

  14. Giselle Bauer

    Isto mesmo Thiago esta é a terceira vez que você não fala mal do Gates. Eu já tinha até jogado a toalha mas acho que vou mudar de idéia. Afinal brasileiro não desiste nunca né? Calma não fica preocupado viu? É que realmente o personagem mudou muito acho que o problema era a Neela e também porque todo mundo esperava que ela fosse ficar com o Ray. Eu estou revendo a 13a temporada
    e deu pra notar a diferença. O negócio é que deram destaque demais pra ele e o personagem era bem arrogante. Tenho notado que nesta temporada ele não tem aparecido tanto como foi na temporada
    passada e o personagem melhorou bastante está mais simpático e como disse a Vanessa VM neste episódio ele está bem natural e a vontade. Também achei legal o clima de sedução com a Sam. E se virar namoro então que a Sam fique com ele porque chega destes namoros sem graça que arrumam pra ela. A Neela continua sem graça até a prima dela é mais legal. Concordo com você Thiago deu uma sensação de continuidade. Me deu uma saudade dos velhos tempos quando a Jeanie e a enfermeira falaram da galera das antigas . Doug e Carol que saudade destes dois. A Jeanie tadinha só sofre. Pena que a gente não vai ficar sabendo do resultado da biópsia . Também acho que o Pratt estava errado naquela discussão com a Wexler . E sabem que eu gosto dela? Acho que vou ser única mas eu senti um pouquinho de falta da Abby. E Thiago será que no episódio da semana que vem vai ter a quarta vez? Aguardando eheheheh.
    Quase ia me esquecendo do Clooney. Li uma entrevista dele na revista Monet e ele praticamente descartou a sua volta mas ainda tenho esperança. Quem sabe ele não muda de idéia.

  15. Leonardo Toma

    Gostei muito do episódio. Jeanie Boulet foi definitivamente a minha personagem preferida. Dane-se a carga excessivamente dramática que ela carregava, dane-se todos os impecilhos que lhe fora posto em seu caminho, Jeanie sempre será a única physician’s assistant (assistente de médico) de toda a história de ER. Penso que todo esse carinho que tenho pela personagem é causa da atuação sempre terna e dócil de Gloria Reuben.

    Diferente do que 99% dos fãs da série pensam, ER mudou sem Jeanie Boulet pra mim…

  16. Thiago Sampaio

    Vanessa (9) Enfermeiras demais nunca fazem mal. No primeiro ano, por exemplo, não tinha nenhum Atendente entre os principais =p E não sei quem vai ser médico do County ano que vem. Temo que seja uma cambada de novatos.

    Fernando (10) Checa a comunidade ER no Orkut:
    http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=49675254

    Lenon (11) Em outros tempos, Pratt não daria um bom chefe. Mas hoje ele é o cara do departamento. A única(!) outra opção seria Morris

    Mel (12) Quando Anspaugh apareceu no começo do epi, passei a ter certeza de que ele e Jeanie iriam se ver. Pena mesmo que não aconteceu.

    Mica (13) Os médicos do County são obsessivos quanto aos seus pacientes; eles não gostam que nenhum colega assuma o tratamento. Pode checar: de Mark à Weaver, nenhum gosta de ter a ficha “roubada”. E pois é… Não temos mais trocas de turnos.

    Giselle (14) Não se empolga. São 3 votos positivos dentre 33 episódios com ele huahauhauhau A proporção está contra Gates, mas que o personagem vem melhorando, vem melhorando.

    Leonardo (15) Pra ser honesto, nunca fui um grande fã dela. Achava suas cenas meio foras do contexto, até pq, os outros personagens no começo da série eram brilhantes. Weaver, que não era fixa no 2ª ano, aparecia mais do que a Jeanie, que aparecia na abertura… Não sei. Acho que ela foi criada apenas pra sofrer =p Tanto que nas suas últimas temporada, ela foi sumindo, sumindo… e saiu sem deixar muitas saudades. Pelo meno pra mim

  17. Carlos Critico

    Eu não assisti, pq larguei de mão ER a algum tempo, nem lia os reviews, mas com a participação da Gloria, terminei lendo e me arrependendo de não ter assistido, deve ter sido muito bom esse clima nostalgico !!!

    Parabens Thiago e aos roteiristas de ER por essa volta.

  18. Eduardo

    Que a Jeanie sempre foi posta pra sofrer, eu concordo, mas não acho que o sumiço dela na série aos poucos tenha sido intencional. Acho que ela foi feita pra sofrer, mas de forma realista.

    Na televisão, os roteiristas sempre tentam balancear o quanto de destaque que eles dão pra cada personagem. Quando eles acham que um já teve o suficiente, esse destaque é transferido pra outro.

    Jeanie teve muito destaque durante a 3ª e 4ª temporadas. Teve a descoberta do HIV, teve a separação e reconciliação com o ex-marido, o romance com Greg Fisher, assumindo a doença perante seus colegas, a saída de Al pra Atlanta, a luta pra manter o emprego contra Kerry, e finalmente o carinho com Scotty Anspaugh.

    Depois disso, foi necessário dar um pouco de espaço pro restante e dar um break pra Gloria Reuben. Assim criou-se a posição de assistente pro Doug em seu novo departamento de pediatria.

    Ela tinha que sumir um pouco. Foi esse excesso de material pra personagem que fez a Sherry Stringfield sair de ER em 1996. Não foi por mera coincidência que foi aí que Lucy entrou e roubou o espaço de todo o resto do elenco.

  19. Luciana

    Eu tinha tudo pra não gostar de Status Quo,um episódio sem a Abby,com a Jeanie(levem em conta,eu comecei a assistir da 10 temporada,nada contra ela),a mistura Dr.Crenshaw e Harold é perigosa,etc,etc e não gostei.

    Eu sabia que isso aconteceria e ,pior ,que eu seria uma das únicas a não gostar,eu até queria que fosse reprise nessa quinta por isso.Under the influence e The test me deixaram irritada,mas Status Quo ,caro leitor me deixou deprimida,não peloi filho da Jeanie,desculpem,mas pelo fato do epi ser um prelúdio do que seria uma 15 temporada ,sem nem o Pratt.

    Por que forçam esse clima do Gates com a Sam? Será que ela não pode ficar 2 segundos solteira?Será que não sabem que o Gates destrói tudo o que toca?Mais: o fato de ser um epi bem lento deu (de novo) a impressão de o Ps do County ser menor que a clínica do Strong Medicine…

    Ah,John Wells,será que voce não aprendeu nada com Third Watch? Quando determinado personagem sai,é inviável continuar a série,Er tem que acabar,quer série infindável( e agora irrelevante)? Vá produzir Power Rangers!Eu sei,eu sei,que deve ter sido lindo pro pessoal da velha guarda o papo da Hallleh com a Sra.Boulet do Doug,da Carol,ou até mesmo a presença deles no Er,mas ,pra mim…Apenas me deixa mais brava,não é esse o Er que estou acostumada.

    E porque agora o O.R virou a seção besteirol dos episódios?Se é pra fazer isso com a ala dos saudosos Dr.Romano,Corday,e( vá lá) Peter Benton,é melhor tirar o O.R das cenas,e , quem sabe,fazer o que deu certo nessas 14 temporadas…TRAUMAS!,não uma maca vindo sem pressa,mas aquilo que o Er sempre fez muito bem

    Se teve um lado bom nesse episódio foi que percebemos o quanto gostamos dele agora,a frase dele resumiu isso: ”Demora um pouco,mas eu acabo conquistando as pessoas”

  20. Rafaelly

    Esse episódio foi o melhor da temporada pra mim…há tempos não chorava com ER,mas Boulet me fez chorar com o drama de seu filho.
    Amei meeeeeeeeeeeesmo…todas as referências à velha guarda, a interação com Haleh, Chunny…até de Sam e Gates gostei, apesar de não estar muito interessada em outras histórias nesse episódio.
    Foi um episódio extremamente saudosista pra mim…Perfeito!!!Pq pra mim esse episódio foi de Boulet, foi de ER realmente! Abstrai, Morris, Harold, Neela, Wexler…e só vi a parte boa de ER!A parte q me fez amar a série e me importar com ela!
    Estou em estado de êxtase e com uma vontade imensa de me trancar no quart e rever todas as primeiras temporadas direto…sem parar!!!

    Aliás, quem escreveu e dirigiu Status Quo???

  21. Nanda

    Luciana, te entendo, e concordo com exatamente tudo o que vc disse. Apesar de adorar a Jeanie e gostar da menção a antigos personagens. E não foi pela falta de Abby (uma pausa naquele drama faz bem, apesar de gostar dela).

    “Eu sabia que isso aconteceria e ,pior ,que eu seria uma das únicas a não gostar” [2]

    ” pelo fato do epi ser um prelúdio do que seria uma 15 temporada ,sem nem o Pratt.” [2]

    “Por que forçam esse clima do Gates com a Sam? Será que ela não pode ficar 2 segundos solteira?” [2]

    Só de pensar no dramalhão romântico que irá acontecer com esses dois… Não se enganem, com Zabel ainda no comando, terá um dramalhão. E tomará conta da série. Já não vimos isso antes? Pelo menos eram mais interessantes.

    “Mais: o fato de ser um epi bem lento deu (de novo) a impressão de o Ps do County ser menor que a clínica do Strong Medicine…” [2]

    “E porque agora o O.R virou a seção besteirol dos episódios?” [2]

    Pode ser engraçadinho, mas tá demais. Virou uma seção besteirol. Não é o tipo de humor de ER. Cenas engraçadas é a do tipo que Carter porotagonizava, que me fez amar a Corday no momento que ela entrou na série, que até mesmo Romano, Weaver, Doug, Mark, Susan faziam. Não isso.

    O que eu queria mesmo é que John Wells tirasse o Zabel do comando. Que colocasse o Jack Orman, ou Lidia Woodward, ou Joe Sachs. Ou, quem sabe, uma idéia completamente maluca, mas… o próprio Wells resolvesse tomar as rédeas e fosse para a linha de frente.

  22. Thiago Sampaio

    Carlos (17) Mas eu não fiz nada =p

    Eduardo (18) Não sei se concordo. Kelly (Lucy) apareceu bastante no 5ª ano, mas no 6ª foi bem apagadinha. Isso, aliado ao problema de saúde da irmã dela (lúpus), a fizeram pedir pra sair de ER. Com Gloria (Jeanie) foi o mesmo. Ela pediu pra sair pois viu que a personagem não tinha mais histórias. Sherry não saiu pq Susan aparecia pouco? Não foi o mesmo motivo de Shane (Ray)? Em Third Watch, por exemplo… veja a paramédica Taylor. Ela ficou quase uma temporada e meia sumida até o dia que pediu pra morrer. Não gosto desse rodízio… Todos têm que aparecer igualmente.

    Paulo (19) ER tem dessas. Você abandona a série e acaba ouvindo falar de um episódio “muito bom”. Infelizmente é o tom atual: alguns bens fracos e uma pérola entre eles. Mas… essa temporada tá legal.

    Luciana (20) Que desgosto =/ Mas compreendo. Hoje (infelizmente) a série tem uma quantidade enorme de fãs que só continuam vendo por causa da Abby. Pois é, vai ser um vazio tremendo na temporada que vem. O PS não tem mais o movimento de antes. Mas quer saber? Continuarei vendo e não largo. Vi 6 anos antes de Abby aparecer, posso muito bem sobreviver sem ela. Claro, falo isso pq vi dede o começo =) Sério, entendo seu ponto de vista.

    Rafaelly (23) O epi foi escrito pela Janine Barrois, que não sou muito fã, mas vem melhorando. Ela já escreveu, entre outros, ‘Graduation Day’ (Joe na NICU), ‘Dying is Easy’ (Abby pede pra Luka pedí-la em casamento), ‘Lights Out’ (PS fechado pra reformas) e ‘Officer Down’ (morte do pai de Morris). O diretor é o Andrew Bernstein, que dirigiu apenas ‘Heart of the Matter’ (Weaver aparece na TV), ‘A House Divided’ (o último de Weaver), ‘I Don’t’ (o casamento Luby) e este.

    Nanda (24) Chega de Zabel! O cara é um péssimo showrunner. É um bom roteirista, mas essa função é outra história. Eu gostaria de ver o Joe Sachs mesmo (até pq, esses dois já sairam da série)

  23. Carlos Tubs

    Concordo plenamente que esse Zabel só estragou a série! Vendo agora os episódios da 13ª temporada da série posso ver como estragaram uma temporada que tinha tudo pra ser boa: Abby e Luka com seu filho depois de um parto difícil, Sam traumatizada pelo estrupro e assassinato do ex, Neella de luto e finalmente se entendendo com o Ray… ER tinha tudo pra ter uma excelente 13ª temoprada! E dizer que ele escreveu “Orion In The Sky”, um dos melhores episódios da série!

    Ah, Luciana (21), se você está achando que estão ridicularizando a OR? Espere para ver o 14×13 (Atonement) que, apesar de até ter um paciente bem legal, o núcleo da Neela vai atingir o fundo do poço… Mas isso fica pra depois.

  24. Diego

    Thiago, só uma pequena correção, Doug e Carol continuam em Seattle. Pelo menos foi o q eu entendi pelo diálogo da Haleh.

  25. Eduardo

    Só pelo puro direito de defesa.

    Não acho justo criticar muito David Zabel. Ele faz o que pode com uma série de idade avançada, já que a NBC não cancela ER. Na verdade, se pegar a 12ª temporada, dá pra ver que ele é mais do que capaz de chefiar a série.

    O problema de ER não é um showrunner fraco ou roteiristas fracos. Na verdade, ER só conta com talento de primeira qualidade, incluindo dois médicos de ER entre eles (Lisa Zwerling e Joe Sachs).

    O problema é o rumo criativo que decidiram tomar quando séries como House e Grey’s tomaram os holofotes da mídia. Não concordo necessariamente com a direção tomada, mas entendo a necessidade. Até 2006, ER ia muito bem. Isso mudou quando resolveram atrair um público mais jovem e, ao mesmo tempo, trazer Tony Gates pra equipe. Do meu ponto de vista, se revertessem esse processo e escrevessem como o faziam em 2005, ER voltaria a ter qualidade.

    E quanto a dar destaque igual pra todo o elenco, isso nunca foi fácil de se fazer. Cada personagem tem um acervo de histórias limitado. Uns infelizmente vão dar mais histórias do que os outros.

    Lucy perdeu destaque no 6º ano principalmente porque entraram 5 novos membros no elenco, além de um destaque maior pra Mark Greene. Não dá pra todo mundo ter o mesmo destaque.

    Sherry sempre teve problema com a produção. Ela saiu em 1996, porque trabalhava demais. Ela saiu de Nova York contra o Crime, em 1994, porque aparecia pouco. O mesmo aconteceu em ER, em 2005. Não é necessariamente culpa dos roteiristas. Na verdade, acho que ela teve bastante destaque na 11ª temporada, com a busca pela nova posição.

    Um exemplo melhor ainda é Lost. Faz um tremendo sucesso, mas não dá pra negar que a Claire e o Hurley jamais terão o mesmo destaque que Jack, Locke e Kate. É assim que as coisas funcionam.

  26. Luciana

    Nanda(24)Valeu mesmo!É ótimo saber que alguém teve opinião semelhante

    Tiago,parece que voce me entendeu errado.Posso ter começado a assistir Alias por causa da Jennifer Garner e Brothers and Sisters por causa da Sally Field e , com certeza assisto Spartacus só por causa do Goran Visnjic,mas não o Er,fazendo um trocadilho com o nome do episódio,seria mais fácil no Status Quo da série ser aquele tipo de pessoa que diz: ”Ah,se ________________ sair,eu paro de assistir…”,mas não sou assim,por mais sofrível que seja eu assistirei até acabar,por isso queria que terminasse na 14 temporada,porque a besta continuaria assistindo mesmo episódios sofríveis

    Carlos (27) Caramba,você me assustou,mas eu não me surpreendo que isso aconteça,já que deixaram as rédeas da cirurgia com a Dra Indiana..Bem falava Alex Kingston….

    Eduardo (29)Pra mim é not´cia boa,mas em entrevista para o Globo.com,Clooney disse que não iria voltar,apesar de ser amigaço de todos da série

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