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Reviews

Review: ER – Somebody to Love (episódio 270)

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cena de Somebody to Love
Série: ER
Episódio: Somebody to Love
Temporada: 13ª
Número do Episódio: 270
Data de Exibição nos EUA: 05/10/2006
Data de Exibição no Brasil: 23/11/2006
Emissora no Brasil: Warner

Como dito na coluna passada, Somebody to Love é um episódio legítimo do 13ª ano (o primeiro filmado após as férias dos atores) e é a vez de algumas palavras sobre essa temporada. Notaram os cortes de cabelos? A evolução de Pratt? A pouca presença de Abby e Luka? E uma certa overdose de Tony Gates? Bem vindo a 13ª temporada de ER.

Sofrendo com a saída gradual de seus personagens originiais, o drama médico entra em sua enésima fase mas ainda tendo certa força de crítica e audiência, o que é ótimo mesmo quando você não tem 13 anos. Mas nos últimos dois anos vinha agonizando diante de Without a Trace, drama policial da CBS responsável pela tirada do primeiro lugar na audiência dos médicos da NBC. Só que nessa temporada uma estranha mudança estratégica caiu do céu: WaT foi transferida para os domingos e em seu lugar entrou a novata Shark, drama jurídico com James Woods. Temporada passada, Woods abriu as portas para a tevê ao fazer uma participação em ER – doce ironia.

Também exibido às quintas nos EUA, ER agradeceu a saída de WaT (e seus 21 milhões de expectadores semanais) e teve uma boa melhora saindo da casa dos 12 para a dos 15. A dança das cadeiras também atingiu os médicos do Seattle Grace Hospital, e Grey’s Anatomy da ABC agora bate de frente CSI da CBS. O importante dessa sopa de letrinhas é que ambas passam uma hora antes de ER e somadas têm mais de 42 milhões de expectadores. Além d’eu agradecer até agora pela ABC não colocar Grey’s contra ER, essa mudança trouxe novos telespectadores pro seriado de Abby, Luka e companhia, que ao final de um show, sintonizam no outro. Portanto fica superado os questionamentos sobre a saída dos médicos do County General das quintas feiras, sua casa desde 1994.

Ano passado, pra amenizar a saída de Noah Wyle e seu John Carter, a produção tentou a contratação de John Stamos, o tio Jesse de Três é Demais, mas ele estava contratualmente preso a um seriado de baixa audiência. De consolo, fizeram sua iniciação em dois episódios como provável par de Neela, e resolveram atacar com a participação especial de John Leguizamo e seu problemático Victor Clemente. Já liberado pra fazer ER, Stamos é o novo estagiário Tony Gates e responsável pelo número de notas em sites especializados. ER voltou até a ser capa da TV Guide (o par Neela e Gates) depois de anos esquecida. E pra completar a volta por cima, a direção da NBC vem gostando tanto dos números nessa temporada que acabou com o hiatus de ER (interromper exibição por quatro meses) e encomedou mais três roteiros: a temporada terá 25 episódios. Isso é tudo muito bom, certo? Errado.

Vamos colocar um pouco os pés no chão e sair do oba-oba que ER está passando. A maior responsável por esse “renascimento” foi a tosca mudança de WaT para os domingos – a título de nota, a série despencou pra cada dos 14 milhões. Sem a saída desse seriado, ER continuaria em sua rota descendente. Isso é notado no desempenho do seriado Shark, que durante algumas semanas foio drama novato de maior audiência e dos primeiros a conseguir sinal verde para uma temporada completa. A NBC que tinha uma média de 12 milhões na temporada passada, hoje tem 13 na 13ª. Um aumento de 1 milhão diante de uma série nova não merece tanta comemoração assim. Imaginem se WaT continuasse. Ou se a ABC colocasse a arrasa-quarteirão Grey’s no horário ao invés do fiasco Six Degrees – que já caiu e fora substituída por Man in Trees (que tem Abrahm Benrubi, o Jerry, no elenco): ER teria bem menos de 10 milhões de expectadores.

E diante desse fatos, ainda temos que ler notas como a de Stamos, que mencionando a alta audiência do game show 1 vs 100 (também da NBC) apresentado por Bob Saget (seu parceiro no seriado das gêmeas Olsen) falou:

Eu e Bob estamos salvando a emissora. Os dois idiotas de Três é demais’.

De novo, um pouco de pé no chão é melhor e esse cara está tendo mais atenção do que merece. Foi incrível a mudança dada na vida de Neela, que viúva, tinha como pretendente Ray Barnett e agora tem um forte flerte com Tony Gates. Imaginem só o que não deve estar passando na cabeça de Shane West: seu personagem prometia estourar esse ano mas Ray virou um mero coadjuvante até agora diante de um casal que simplesmente não tem sintonia. E pra piorar o cara tem até “família”.

Mais uma coisa: alguém percebeu certa semelhança entre Tony Gates e Doug Ross? Pra quem infelizmente não conhece, Dr. Ross era interpretado por George Clooney, que tinha como características muitas mulheres, inconseqüência, ironia e… um certo tique de ficar meio que de perfil pra câmera, inclinando a cabeça em diagonal. Eu talvez esteja imaginando coisa demais, mas se não estiver, é bom que Stamos arranje outra maneira de atuar, pois Goran Vinsjic que chegou no 6ª ano pra substituir Clooney não fez isso nenhuma vez. E por favor: alguém avisa pra esse cara que ser apelidado de McDreamy não é bom!

cena de Somebody to LoveSomebody to Love foi o puro sangue do 13ª ano. Continua tendo muitas participações especiais, como Busy Philips interpretando uma estagiária religiosa, e o veterano John Mahoney, o pai de Frasier, interpretando o parceiro de um paciente. Pena que o episódio não foi dos melhores e isso é mais uma alerta pra esse oba-oba. Tivemos cenas agradáveis com Morris que, tomara, não saia nunca mais do hospital. Weaver, que está a mais tempo do que imaginava, infelizmente continua com defasagem de aparições mesmo sendo uma atendente do County. Suas cenas de médica enferrujada poderiam ser maiores.

Mas o grande destaque fica pra Pratt que, no 11ª ano exigia que os estagiários liberassem leitos o mais rápido possível e já chegou a abrir um peito com instruções lidas num bloco de notas, tornou-se mais competente do que eu esperava. Altamente batido o que vou falar agora, mas a África fez muito bem à ele, que tende a ser um dos nomes fortes do ano. Já o casal principal recebeu férias merecidas depois de tanto trabalharem. Abby, que voltou a tingir os cabelos, é agora uma mãe feliz que deixou de ignorar Neela – olha aí mais uma evidência do tempo entre as gravações. Kovac teve uma participação um tanto maior, tendo tempo para uma fraca conversa com Sam e ainda ouvir sobre Curtis Ames. Guardem esse nome, pois ele trará problemas.

Como esse foi o primeiro episódio filmado após a boa fase da 12ª temporada eu esperava mais. Pelo menos tive meus ataques de saudosismo ao rever Timmy na recepção (o Não-Jerry) e uma grande cena com o paramédico Zadro, interpretado por Montè Russel, outro daqueles que estão a tanto tempo no seriado que me fizeram decorar o nome. De resto foi um episódio “bem ER“, daqueles em que o paciente acaba tendo uma morte cerebral a família preconceituosa sempre vence. O episódio seguinte, Parenthood, também não é brilhante, mas já tem uma certa melhora. Mas tem que fazer mais que isso pra merecer a encomenda de três episódios extras…

Séries citadas:

60 Comments

  1. Paulo Antunes

    Thiago, me responde uma coisa, quantos anos de medicina tem um intern? Ele não é formado ainda, né? No piloto de ER o Carter esta em seu primeiro dia como intern, não? Pô, o Carter mal fazia sutura e o Gates já chegou botando banca? Fala sério…

    No mais eu só tenho uma coisa a dizer do episódio, ou melhor, a cantar:

    Believe it or not,
    I’m walkin’ on air,
    I never thought I could feel so free;
    Flyin’ away on a wing and a pray’r,
    Who could it be?
    Believe it or not, it’s just me.

  2. Thiago Sampaio

    Paulo, na 1ªtemp de ER, Carter era um ‘estudante’ do 3ªano, e só tinha feito dermatologia. ´Nos EUA, forma-se no final do 4ªano de facul. Carter deixou de ser estudante apenas no fim da 2ªtemp.

    Gates é um intern = estagiário = residente do primeiro ano. Ele já se formou e seria o equivalente à Neela, Abby e Ray da 11ªtemp. E Gates teria a favor a experiência de paramedico. O negócio é q os “novatos tão muito experientes”. A diferença entre Neela e Lucy são gritantes. Pena. O bom em ER é a evolução dos médicos…

  3. Julio R.

    Eu realmente acho que você está tendo uma visão pessimista de tudo. ER, apesar de sempre boa, estava em seu pior estado nas decadentes 10ª e 11ª temporadas. A 12ª já foi melhor, mas ainda mostrava uma fórmula que não funcionava mais sem os personagens originais. A 13ª está mudando as coisas. Episódio passado foi a primeira vez desde que Anthony Edwards (Mark Greene, o maior) que eu senti um clima de amizade entre os personagens (eles pareciam apenas colegas de trabalho) e uma maior química entre o elenco. A verdade é que Shark ainda está bem atrás de ER (está caindo a audiência até) e John Stamos, apesar de ser um Doug Ross “disfarçado”, trouxe um clima muito mais empolgante e animado com seu carisma (coisa que falta em Goran Visnjic, muito sem espírito e meio “mosca morta”), coisa que faltava na série desde que Carter parou de ter destaque (na 10ª Temporada). Neela e Gates ainda nem estão contracenando direito também… não dá pra exigir uma química ainda (apesar deles terem tido uma boa interação na 12ª Temporada). E o processo de afastamento entre Ray e Neela já vinha desde antes de Gallant morrer, quando ele quebrou a barreira da amizade dos dois). Finalizando, a temporada não está perfeita, mas já está tendo uma melhor dinâmica (que fora abandonada um tempo atrás) entre o elenco (Morris e Weaver são os melhores) e dando mais espaço para os personagens criarem uma identidade (até a Sam não está chata). Eu não esperava nada melhor do que isso e acho que ER está se reerguendo finalmente.

  4. Cesar

    Achei um episódio “bom”, coisa como nota 6,5/7,0. Coisa típica de meio de temporada. Baixou a adrenalina dos dois primeiros episódios, e possivelmente a explicação é o hiato entre as gravações.

    Sobre John Stamos: mais que natural que ele tivesse participação exaustiva neste episódio e tenha nos próximos também. Afinal, entrou com status de estrela, para ajudar a revigorar a série. Também achei “too much”, mas…

    Confesos que, depois de uma estréia animadora como foi “The OC”, o episódio de “ER” foi meio brochante (sem polêmicas e comporações filosóficas, apenas uma comparação pontual).

  5. Brenna

    Eu gostei do episódio, principalmente por ter abordado um amor homossexual, mais deveria ter outras histórias de trauma tb.
    Deu uma diminuída brusca de adrenalina depois de bloodline e graduations day, mais vamos pra frente que ER tem muito a que mostrar ainda, estamos nos reerguendo aos poucos, a audiência já está melhor num está então é só esperar os próximos epi.

  6. Patrícia

    Puxa, torcia tanto pela Neela e o Ray… aí vem o tal de Gates e estraga tudo, além do mais, até casado ele deve ser. A Neela não merece um cara assim, mas ela deve estar “meio’ fora de órbita depois que o Gallant morreu. Por favor, o Ray tem que reagir e lutar por ela. O episódio foi mais ou menos, o Morris continua igualzinho…

  7. Victor Hugo

    Pena que perdi o episodio pq a luz faltou bem na hora e só foi reestabelecida depois que o episodio tinha terminado…..vou ver a reprise domingo e depois posto o que eu achei do episodio.

  8. Brunno O'grady

    Episódio bom, me fez lembrar muito de um (eu acho da 9 temporada) em que Pratt salva um homem na frente dos filhos, quando o Carter já havia o dado como morto. Agora os papéis se inverteram, Pratt é o mais antigo que briga com o novato que se acha “o rei da cocada preta” gates, no mais episódio regular, espero que os próximos sejam melhores. Sobre a audiência, é muito relativo, pois ER está na 13 temporada, isso é muito, poucos passam dessa marca. E acredito que ele tem histórias pra mais 3 ou 4 temporadas. Abraços.

  9. Leonardo

    Achei esse epi muito bom. Talvez porque as temporadas passadas tenham sido ruim pra c*s****… Um dos melhores momentos do episódio foi ver a ex-big-boss Weaver tendo que se contentar com o cargo de mera “atendent”.

    O Morris realmente se mostrou um personagem cativante, diferente do Ray, que parece que não tem o que fazer na série. Melhor arranjarem alguns bons plots pra ele, senão ficará igual ao Pratt nas ultimas temporadas.

    PS: Prefiro a Maura Tierney 10.000.000 morena do que loira…

    PS2: Thiago, assisto ER desde a 8. temp. e assisti o resto em dvd mas nunca entendi esse esquema de estudante de medicina nos EUA.
    Pelo que eu entendi eles fazem 4 anos em sala de aula e depois um ano em prática (med student), certo? Depois desse ano como estudante eles viram “residents”. Depois de alguns anos (diferente para cada área) eles viram “atendents”. Eu to certo ou não???

  10. Thiago Sampaio

    Leonardo, são 4 anos de faculdade, mas o estudante tá no hospital tendo aula prática desde o 3ªano. Terminada a facul, o médico tem 4 anos de residência (pelo menos no PS). O primeiro ano de residência, ele é designado como intern ou estagiário. Ano passado, Morris e Pratt eram R4. Hoje, Ray e Abby são R3…
    Mais ou menos como vc falou.
    E Julio, minha natureza é ser pessimista =p

  11. Aline

    Sinceramente, depois de episódios que eu considerei muito bons como 21 guns, Bloodline e Graduation Day, Somebody to love foi um banho de água fria. Por mais que tenha sido legal o Gates “salvar” o paciente essa história de que ele é O fod** já está enchendo, e olha que ela muito mal começou. Eu esperava um Gates mais interessante e até mesmo melhor que o X Ray pra poder ser um bom partido pra Neela.

    Agora o cara tem família, a Neela vai se envolver, vai sofrer de novo (se já ñ fosse bastante o Gallant morrer) e lá vem um plot sem fundamento. Talvez isso a faça cair nos braços do Ray, mas eu gostava muito mais do plot deles como rommies… tiveram cenas ótimas dos dois na S12 (qdo ele gravou o poker p/ ela por exemplo) q deveriam ser mais amplamente exploradas nessa S13.

    O bom do episódio foi o Mahoney, que estava ótimo, quando ele gritou “I LOVE HIM” foi fantástico. E o Pratt gritando com o Gates.

    Hum.. também prefiro a Maura morena, fica muito mais natural, mas tbm ñ podemso mandar no cabelo dela, fazer o quê…

    Agora chega q eu já falei demais. Ah gostei dessa review. Acho q eu concordei mais com vc dessa vez.

  12. Renata

    Nunca imaginei que eu fosse gostar do Morris. Como as coisas mudam!

  13. Júlia

    Me incomodou muito a Weaver ser tratada como velhota no meio daqueles residentes bobões. Tá certo que ela precisava dar uma amaciada, mas cadê sua personalidade, aquela mulher forte que sempre foi? Infelizmente agora ela está sendo tratada como uma figurante de luxo, qdo na verdade deveria estar comandando o show. Para ver uma Weaver assim, prefiro Laura Innes atrás das câmeras.

    E, Thiago, pode me responder qual o problema dos produtores com personagens mais adultos? Hoje até os figurantes são bem jovens, e meio bobos. Aposto que se fosse hoje e Clooney, Anthony Edwards, e até Juliana Marguilius fizessem teste para o programa, os produtores recusariam, com a alegação de que “são muito velhos para ER”.

    Tá na hora de Jack Orman voltar, foi depois que ele saiu que tudo desandou. Corday, Weaver e Susan perderam espaço, Romano foi morto, e até Carter perdeu sua personalidade. E o novo casting não colaborou. Nada contra Parminder, Linda ou Scott Grimes, eles fazem o melhor que podem, mas assistindo as primeiras temporadas, vc vê como faz falta atores com mais personalidade. Já imaginou Sandra Oh ou Hugh Laurie no programa?

    Para mim esse episódio só mostrou que se Maura, Luka e Kerry saírem e não forem substituídos por atores fortes,ER acaba, não importa quantos John Stamos apareçam.

    E para quem não concorda comigo sugiro que assistam as temporadas passadas, aquelas que a Warner não mostram. Vai ver um dos motivos pode ser o medo de comparação…

  14. Leonardo

    Eu acho que essa comparação de elenco velho não é tão certa assim. Uma série que sempre busca novos telepectadores não pode ficar usando um elenco extremamente velho e sério sendo que os novos shows (Grey’s, House, etc…) só colocam atores jovens.

    Mas em relação ao elenco principal eu também concordo… Os produtores podiam buscar atores mais expressivos do que os atuais.

  15. Danilo

    Sou fã da Neela, estava torcendo para ela e o Ray, não gosto do Tony Gates, ele é arrogante e prepotente, ele lembra o Prat no começo. Tbm acho que falta uma certa amizade entre os medicos, e essa falta de amizade vem des da 10 temporada, a Abby e a Neela tinham que ser melhores amigas depois de tudo que as duas passaram juntas.

    E como o Morris virou atendente a Abby tem que assumir o lugar dele como chefe dos residentes.

    E eu não gostei da Nella ter saido da emergencia e ido para cirurgia, tudo bem que des de que a Cordey saiu da cirurgia na 11 temporada falta algum personagem regular tomar as redias lá, mas tinha que ser alguem que começasse no minimo como chefe dos residentes, e a Nella ainda vai ser estagiaria, vai ter que voltar 2 anos, pois ela ja seria R3 nessa nova temporada.

    Acho que Prat ja fez ja deu o que tinha que dar, ele poderia ter saido nessa temporada.

    Com a entrada do Tony Gates é preciso tomar cuidado para que o Ray não vire um quase figurante, como aconteceu com a Jing Mei na 11 temporada, apareceu em pouquissimos episodios e saiu sem uma razão muito boa.

    Eu quero ver os personagens interagindo e sendo divertidos, como naquele episodio em que o Gallant, Carter, Susan, Abby e Luka vão em um seminario sobre assedio sexual.

  16. Pricila

    não tenho muito o que comentar…concordo com tudo que foi dito anteriormente… meu objetivo aqui hoje é outro…
    olha só: não tive oportunidade de ver as primeiras temporadas de ER. o que eu lamento muito, pois dizem que eram melhores do que agora, então, se eu gosto dessas, imagina as outras então. assisti somente algumas temporadas que nem sei quais foram. além do mais, estavam fora de ordem. gostaria de poder ver as primeiras temporadas e talvez até as que eu jah vi tb mas em sequencia, seria bem melhor. acho que posso dizer que desde um pouco antes da morte de mark, assisti tudo (ou quase tudo, pelo menos). os episodios mais antigos de que tenho lembrança mark jah estava doente. sei que existe disposição das temporadas em dvd, mas não posso comprá-las.em locadoras, nem sabem o que significa ER. alguém tem alguma sugestão de algo que possa me ajudar??
    desde já, agradeço

  17. Júlia

    Me incomodou muito o fato de Kerry ser vista como uma velhota no meio daqueles residentes bobões, cadê aquela mulher forte de personalidade que ela era? Tá certo que ela precisava dar uma amaciada, mas não tanto. E o fato de agora ser tratada como uma figurante de luxo, qdo na verdade ela deveria estar comandando o programa. Se é para ter uma Kerry assim, prefiro Laura Innes por trás das câmeras.

    Thiago, pode me dizer qual é o problema dos produtores com médicos mais velhos? Hoje até os figurantes são super jovens, sem contar o elenco principal. Aposto que se fosse hoje e George Clooney, Anthony Edwards e Juliana Margulius fizessem teste para o elenco, eles recusariam, dizendo que são “muito velhos para ER”. E concordo com vc, o programa tá muito fraco, dá uma tremenda saudade das temporadas passadas, aquelas que a Warner não mostra (vai ver por medo de comparação).

    Acho que tá na hora de Jack Orman voltar para botar ordem na casa. Foi depois da saída dele que tudo começou a ficar estranho: Corday, Susan e Weaver perderam espaço, Romano foi morto e até Carter ficou sem personalidade.

    Para mim esse episódio só mostrou que se Laura, Goran e Maura saírem, e não forem substituídos por atores fortes, o programa acaba, não importa quantos John Stamos apareçam.

  18. Thiago Sampaio

    Priscilla, tenta procurar por “Plantão Médico”. Você encontrará nas americanas e no submarino.com as 5 primeiras temporadas. E em breve a 6ª.

    Danilo, o cargo de Chefe dos Residentes é oferecido apenas à R4. Portanto, esqueça um de importância nesse ano, pq Abby é uma R3 ainda. E logo agora que o Pratt ficou um bom personagem, vc qr ele fora? E o planejamento?

    Júlia, concordo que a fase de Orman foi uma das mlehores de ER. Bem tragédia, bastante humorada, com bons triângulos amorosos… Mas o q mudou mesmo foi a entrada de Chirstopher Chulack na produção excutiva. O último de Orman foi o excelente 200ªepi, aquele de Pratt e Carter dá tela dividida. Chulack, um diretor de mão cheia, introduziu ER à África, matou Romano, criou Makemba e por aí vai. Ficou bem diferente.

    David Zabel, desde o 12ªano, vem fazendo um trabalho competente, mas sim, ele é de dar destaque aos mais novos. Nada contra Grey’s, sério, mas ele tá usando fórmulas de GA q não deveriam ser de ER. E como ele tem só uns 35 anos…

    Eu queria de volta era a Mimi Lider, dos primeiros anos, pelo menos na direção. Ou uma promoção de R. Scott Gemmil, quem é produtor executivo de alguns epis atuais…

  19. Vanessa

    Entendo o ponto de vista da Júlia. Claro que é bom ter personagens jovens, é ótimo, mas o ideal seria dar uma balanceada. Em House ou em CSI, por ex., os mais velhos são vistos como líderes do programa, mentores, aqueles em que os jovens escutam e aprendem. Em ER eles são vistos quase como estorvos, e é isso

  20. Vanessa

    Entendo a posição da Júlia, é claro que é bom ter personagens jovens, é ótimo aliás. Mas personagens mais velhos seriam ótimos para dar uma balanceada.

    Tome o ex. de House ou CSI, os mais velhos são vistos como líderes, mentores, aqueles em que os jovens escutam, respeitam e aprendem. Não é à toa que Dr. House e Grissom fazem sucesso.

    Em ER eles são vistos quase como estorvos, e é isso que me irrita. Não é só pq eu sou jovem que só me ligo em personagens jovens, pelo contrário, os mais velhos são mais inspiradores (sem contar que atuam melhor).

    Por isso que o Dr. Green era tão querido, ele era um líder, e tinha respeito e admiração dos demais personagens, ele na maioria das vezes dava o tom do programa.

  21. Danilo

    Mas thiago se eu não me engano quando o Morris virou chefe dos residentes foi na 11 temporada, então ele ainda era R3, não foi?

  22. Thiago Sampaio

    Vamos levar isso como uma “licensa poética”
    A indicação foi na reta final do 11ªano. E Morris foi o Chefe dos Residentes mais na 12ªtemp, qndo ele era um R4. Então podemos dar um desconto.

  23. carmen

    Mas o Morris não tem a mesma competência, paciência e inteligência da Abby. Depois de tudo o que ela passou, tanto na vida amorosa, quanto na vida pessoal, em relaçao a familia, ela se tornou a personagem mais forte da temporada, é uma pena que ela apareça pouco.

    Em relação a Neela, acho que ela deveria ficar com o Ray ( coisa que deve acontecer), pois ele sempre esteve ao lado dela, e não com o Gates que é um “cachorro”.

    E Danilo, fica tranquilo, pois o Prat é cão que ladra mas não morde, deixa ele em paz, no canto dele, que logo, logo ele vai embora.

  24. renata

    respondendo a primeira pergunta.
    residente nao é a mesma coisa que interno!!!
    interno(pode ser sinonimo de estagiario) é o estudante de medicina ainda nao formado, no caso do seriado, começam no 3ºano. residente é o medico já formado(já passou do 6ºano) com diploma que resolve se especializar em determinado assunto ex. traumatologia, dermatologia, pneumologia etc!!!

  25. Thiago Sampaio

    Errado, Renata.
    Estagiário ou interno é igual a Residente do 1ªano

    Aqui no Brasil forma-se em medicina no 6ªano
    Nos EUA já no fim do 4ª.
    Fiquem com a resposta número dois, pq é a certa

  26. Karla

    qual é a música e o cantor das novas propagandas do ER? não é a open your eyes do snow patrol, é uma nova, depois dessa última. alguém, por favor, sabe??

    love u goran

    thanks

  27. valéria

    atrasadissima no comentário…

    mais uma coisa eu tenho q concordar com o Thiago eu odeio o Gates… chegou estrelinha d+ atropelando até os protagonistas com direito a episódio e tudo… Uma imitação barata de Doug Ross… bem lembrado pelo Thiago o Luka entrou no seriado com a intuita intenção de substituir o então galã da série o personagem do Goran foi criado claramente pra isso. só q há um diferencial nisso tudo o personagem do Luka era agradavel, carismatico, sencivel e até um pouco carente e começou pequeno e foi crescendo ao longo das temporadas posteriores tivemos altos e baixos na personilidade dele, mas nunca o Luka nos foi imposto como sendo o super herói q chega e sozinho da conta de tudo… o Gates é arrogante, pretencioso e se acha d+ a lista dos adjetivos é longa vou parar por aki…

    Qto ao episódio só valeu pela Abby e Morris no parque e pelo Pratt q ta muito mais simpatico e agradavel depois da Africa.

  28. Sarah

    Eu estou gostando da 13ª Temporada, a nao ser pelo fato de que a Neela possa ficar com o Gates.
    Afinal, ele é casado?
    Gostaria de saber se alguém tem o nome da música que passa na propaganda, já tentei encontrar na internet, mas nao acho o nome.

  29. Laura

    Alguém sabe o nome da música das propagandas do E.R da nova temporada?

  30. michelle

    alguém sabe o nome da música da propaganda dessa nova temporada do programa E.R

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