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Review: ER – Shifting Equilibrium e I Feel Good

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ER - Shifting Equilibrium e I Feel GoodSérie: ER
Episódio: Shifting Equilibrium e I Feel Good
Temporada: 15ª
Número do Episódio: 329 (15×19) e 330 (15×20)
Data de Exibição nos EUA: 19 e 26/3/2009
Data de Exibição no Brasil: 21/10/2009
Emissora no Brasil: Warner

Como se já não fosse suficiente o fim cada vez mais próximo, a Warner acelera o final de ER e exibe dois episódios inéditos de uma vez. Só que pra ser honesto, isso acabou resultando num ótimo negócio por dois motivos: primeiro porque nada conseguiria manter o clima da série depois de Old Times; segundo porque Shifting Equilibrium foi bem fraquinho, então pulamos logo para o prato principal, I Feel Good.

Entretanto, Equilibrium teve seus momentos e com certeza agradou muita gente, mesmo que de maneira breve, graças a duas rápidas participações especiais, sendo uma delas a de Maura Tierney. E cara… não é que me bateu uma saudade da Dra. Abby Lockhart?

Abby é o rosto de ER para os fãs recentes, então não dá pra ignorar a importância dessa participação. Já falei tudo o que tinha que falar da Dra. Lockhart na review de seu último episódio, mas preciso compartilhar algo aqui: foi ótimo revê-la. Fora que, devido o atual estado de saúde da atriz (Maura Tierney foi diagnosticada com câncer de mama e precisou ser substituída de sua nova série, Parenthood), é muito bom poder lembrar novamente dela e torcer por sua breve recuperação.

Quanto a Abby, aparentemente vai tudo muito bem em Boston, apesar dela não gostar do dia de ser babá dos amigos de Joe. Kovac não apareceu (pra ser honesto, nem fez falta) e Abby participou apenas pra ajudar no desfecho da saga de Neela (sei que Tierney foi paga pra isso, mas ainda assim agradeço e muito pela sua participação) e não fez nada além de falar ao telefone com a indiana… que está de saída do County.

Enfim, o episódio: Shifting Equilibrium foi chato. Quase que um desapontamento na reta final, faltou gás para o último dos 23 roteiros de Lisa Zwerling. Diferente da retomada ao passado que essa temporada vem fazendo (numa viagem capitaneada por Carter), esse serviu apenas como desfecho do arco de Neela. E o fato da cirurgiã ter sido um trem descarrilhado nessa ano, não ajudou no quesito “simpatia” da trama.

A história teve zero de originalidade. Seu começo, por exemplo, teve a situação já batida de se iniciar o episódio com a trama em andamento, tendo que voltar algumas horas pra explicar certas histórias (nada a ver com Lost, mas fica difícil evitar o assunto quando o paciente central é o Mr. Friendly). Alguns podem pensar: “ER tem 15 anos, difícil não se repetir”. Certo, podemos deixar passar usarem algo de anos atrás. Mas até o muro de Haleh foi repetido aqui… Alguns podem pensar: “se Haleh guarda as placas de quem sai, é obrigatório que fizesse o mesmo com Neela”. Justo, mas isso só foi mostrado uma vez, então repetir a idéia foi, em minha humilde opinião, um equívoco narrativo de Zwerling.

Se em The Book of Abby a cena quase arruinou a suspensão da descrença (alguns nomes das plaquinhas eram de produtores ou mesmo de personagens que não tinham contexto para estar lá), aqui soou falso, repetido e barato. Pra completar, ainda encheram linguiça com alguns flashbacks de Neela, evidanciando que o episódio podia ter tudo, menos conteúdo pra ser exibido em 45 minutos.

Já estou me sentindo meio culpado… O texto está chegando à sua primeira metade e até agora só elogiei a participação de um minuto da Abby… Mas Shifting Equilibrium não colaborou. Seja nas idéias reutilizadas da despedidade de Lockhart, seja também no diálogo final entre Neela e Brenner. Foi simpático, com boas atuações e era algo que precisava acontecer, mas foi também banal, forçado. Quando os próprios personagens se auto-analisam, o telespectador perde sua função, que é interpretar à sua maneira o que assiste. Nós sabemos que Neela é indecisa – isso não precisa ser repetido a todo momento por ela mesma. Nós sabemos que Brenner usa sexo como arma, e… Ehr… Eita…

Quando o australiano chegou na série, ele causou aquela péssima primeira impressão que foi pouco a pouco sendo apagada, a medida que íamos descobrindo sobre seu passado. Não funcionou pra todo mundo, mas muitos de nós aceitamos isso. Só que tudo ficou bem diferente quando ouvimos essa explicação de alguém na série… Soou estranho. Soou forçado e raso. Mas, insisto, eram conversas que tinham que acontecer. E como ER está pra acabar, não há mais tempo pra se desenvolver tramas. Tenho que dar o braço a torcer pra pelo menos em uma coisa: o seriado não deu uma de novela brasileira, com tramas resolvidas só no último capítulo.

ER - Shifting Equilibrium e I Feel GoodAntes do fim, os demônios de Simon serão enfrentados, agora que ele está fazendo terapia. Antes do fim, Neela se entendeu com quem devia e foi embora pra ficar do lado de Ray na Luisiana. E Rasgotra pode não ter sido aquela fonte de empatia, mas teve seus momentos, então merece o final feliz. Alguns até ignoram, mas a personagem fechou sua participação na série depois de seis temporadas, uma marca impressionante. Fato que apesar do desfecho atribulado e acelerado pelo final inevitável da série e a gravidez da atriz (Kai David Singh Stenson nasceu em 19 de maio… “Kai significa oceano”) o encerramento foi o esperado: Neela e Ray tiveram seu “felizes para sempre”. Não se beijaram, não se abraçaram… Isso pode ter sido um desapontamento para os fãs do casal, mas, depois de tanta turbulência, alguém quer mesmo discutir esse reencontro?

Talvez Dubenko, que queria entender como perder sua melhor residente (?!) para um centro de terceira categoria. A interação de Lucien com Neela era ótima, inclusive no episódio de hoje, quando tentou apoiar essa questionável decisão de carreira de Rasgotra. E Leland Orser, vale lembrar, teve seu último momento na série, mas com uma marca infeliz: depois de 56 episódios, Dubenko deve ter sido o personagem mais ativo que nunca chegou ao elenco fixo… Nos basta agora imaginar o cirurgião dedicando seu talento ao ensino do jovem Andrew, que participou apenas setes vezes de ER e também não volta mais…

A ausência de Andrew durante a temporada, aliás, foi um dos motivos de a despedida de Neela não ter dado certo. Rasgotra perdeu oportunidades de ouro ao não interagir com o jovem estagiário, mas ela foi na maior parte do tempo uma egoísta antipática, não trabalhou como professora, levou foras homéricos, preferia trabalhar sozinha e… E a série ainda quer nos fazer acreditar que o PS daria mesmo aquela festa de despedida pra ela? Tudo bem, a pinhata de Gandhi foi de matar de rir, mas Wade elogiando a nova atendente de Baton Rouge foi errado e piegas.

Já o segundo episódio, I Feel Good, muito simpático e repleto de finais felizes, não teve quase nada de negativo. Antes, uma pequena confidência: meses atrás eu acreditava que Parminder Nagra havia saído no episódio anterior, e a idéia de ter John Stamos como primeiro nome do elenco me causava calafrios. Felizmente, Neela e Ray apareceram via webcam (limitações da gravidez) então Nagra seguiu como primeiro nome (ô felicidade besta e contraditória).

Mas Stamos, meu grande desafeto no seriado, até que mandou bem nesse segundo episódio. Em Equilibrium foi o incompetente de sempre, errando em todos os palpites médicos, mas em I Feel Good funcionou. Demais. Talvez por atuar menos como médico e mais como Tio Jesse (o cara trabalha bem com crianças e adolescentes). Negócio que em I Feel Good tudo deu certo.

A começar pelo casal Banfield, que finalmente encontrou sua criança. Courtney B. Vance encerra sua participação na série com atuações anêmicas, mas o marido de Basset na vida real fez o suficiente. Por outro lado, Angela repete novamente um de seus melhores momentos. A situação não foi das melhores: com muita vontade de adotar a criança, a Chefe do PS se viu persuadindo a mãe do bebê a mudar de idéia sobre recuperá-lo. Questionável, pode ter faltado um pouco de ética aqui, mas… Foi uma situação complicada que acabou sendo muito bem conduzida. Méritos de Joe Sachs, no último de seus 35 roteiros.

No mais, foi a única das “complicações” que podem ter acontecido em um episódio feito pra se sentir bem. Tudo isso meio que graças à inclusão do Camp Del Corazon, organização que existe de verdade e tem como um dos maiores participantes o canastrão Tom Arnold, que acabou fazendo do Big Kahuna um dos melhores papéis de sua carreira. Procurando ajudar na recuperação de crianças que passaram por procedimentos cardíacos, o acampamento acabou se instalando no hospital (quando foi que criaram aquela quadra mesmo?) e diversos profissionais acabaram se voluntariando nesse dia. Mais enfermeiras clássicas ao lado de Chunny viriam a calhar, mas… foi tudo ótimo.

ER - Shifting Equilibrium e I Feel GoodRetomando sobre os créditos, fui ficando frustrado com a falta de nomes do passado, mas no decorrer da história foi ficando tão legal… Foi ótimo da mesma maneira. E se em um episódio Gates acerta, não tem como Morris ter errado. Com certa química no palco, os dois deram um show cantando I Feel Good, repetindo o que fizeram no aniversário de Stamos alguns anos atrás, quando boa parte do elenco fora convidada. Scott Grimes, aliás, conseguiu mais uma vez mostrar seus dotes musicais na série. Também cantor, o intérprete de Morris já fez das suas nos natais com Haleh ou a Banfiend bêbada.

Mas Morris não teve seu melhor momento apenas no show: ele foi novamente destaque no geral. Se em Equilibrium exagerou um pouco com as orelhas de burro, aqui sua simbologia bem mais adequada caiu como uma luva. Ou como um anel… Morris e Claudia se conhecem a pouquíssimo tempo, mas, novamente, com o término do seriado as coisas precisaram ser aceleradas. E não há nenhum mal nisso, até porque se tem alguém que merece um desfecho feliz nesse seriado, é o Morris. E Claudia é perfeita pra ele.

Quem também vê felicidades no fim do túnel são Gates e Sam. Tony, hoje, foi ótimo. Pelo menos no segundo episódio… Já a Sam foi simpatia total. Sam “Xena” Taggart foi alegria pura ao lado das crianças, principalmente com a linda Vera (alguém mais aí ficou feliz pelo Felix?). Problema é que até agora não me esqueço do trecho de Blame It On The Boogie, dos Jackson 5, quando Sam impede dançando e com um sorriso no rosto a passagem de Archie “Ho-Ho” Morris. Sei que tenho uma tendência em sempre elogiar Sam/Linda, mas… Hoje ela foi demais. Muito boa mesmo.

Só que, claro, estamos falando de ER e não seria a mesma série sem aquela pitada trágica. Apesar da alegria contagiante que imperou em I Feel Good, ainda houve espaço pro lado ruim. Isso ficou pra Joanie, a mãe de Lucy, que infelizmente está rejeitando o novo coração. Não é segredo que a série gosta de carregar no drama e a felicidade só se alcança nos 45 do segundo tempo (isso se o personagem não morrer durante o jogo), mas achei demais que isso acontecesse com Joanie… Ela não merecia… A pequena Lucy não merecia… Nem mesmo Brenner, que além de perder Neela, precisou receber essa má notícia (o que não o impediu de ajudar um garoto, revoltado com a perda de seu melhor amigo).

Efeito colateral. Acontece. É ER… Tem tragédias… Mas eu me sinto bem. Muito. O episódio foi diferente, musical, feliz… Mas era necessário e acabou fechando praticamente todas as pontas do seriado. Estragando surpresas, a Warner entregou além do que devia em sua promo, (como o quase pedido de casamento que Morris fez pra Claudia) e perigou frustrar algumas expectativas, visto que Ray e Abby não estiveram na tela nem por um minuto – e olhe lá. Mas o importante é que eles participaram. Claro, o horário de verão começou e muita gente no Norte/Nordeste do país provavelmente teve que se virar pra assistir. Eu, como faço faculdade a noite, só cheguei depois que terminou o segundo episódio, 22h na hora local e não consegui ver…

Mas apesar dos pesares, foi legal, principalmente por causa da segunda hora. Tecnicamente, esse foi o último episódio da série e semana que vem vão entender o porque… Então, aproveitem essa onda de felicidade que (espero) tomou vocês e aguardem pelo evento do ano: o final. Na próxima quarta, às 21h, a Warner exibe um especial (imperdível) com praticamente todo elenco e produção falando dos 15 anos de ER. E depois, às 22h, o último episódio, com duas horas de duração e… Bem, falamos disso quando for a hora. Agora, comentemos esse evento duplo. E já inicio o primeiro comentário: eu me sinto bem.

Séries citadas:

68 Comments

  1. sonylena

    “….Vitória e Corinthians,né? Eu sou Vitória e espero que meu time dê uma surra no timão…”
    Thiago meu rei…pq tanto rancor no coração em relação ao Todo Poderoso Timão??? algum trauma do passado???? olha que tá precisando de terapia hein!!!!hahahahaha

  2. Mônica A.

    Eita, Thiago! Eu ia comentar o nome do bebê da Paminder Nagra e esqueci. Kai David é até fofinho. Porque celebridade adora dar nomes esquisitos aos filhos. Como alguém pode ter a coragem de dar ao filho o nome de Sparrow James Midnight? Se ao menos o nome fosse de um passarinho que cantasse…

  3. Luciana

    Puxa,é ruim comentar sobre 2 epis de uma vez e ainda mais só assistindo uma vez,eu sempre esqueço de falar alguma coisa …De qualquer maneira,foi triste não ver mais ”noah whyle ”como o primeiro nome dos créditos.Este ator ,que participou de 76,5% dos episódios de ER,realmente ficará na minha lista dos 10

    Shifting equilibrium- eu gostei,realmente.A participação da Abby foi a cereja do bolo.Recurso repetitivo aqule das 12 h antes ? Sem problemas,desde que seja bem feito.Aliás,quando a Abby apareceu com aqule monte de crianças eu levei um susto.Acho que uma das coisas mais legais das últimas temporadas era justamente a amizade entre Abby e Neela.Neela já me irritou várias vezes,mas pra mim foi aqule tipo de personagem que você xinga,mas quando vai embora deixa saudades.Lógico que não vai dar tempo pra isso.Achei bem legal a frase do Dr.Dubenko ”O County está no seu sangue”Concordo plenamente que ela não receberia aquela festa de despedida e que foi estranho os personagens se descreverem.Mas foi legal o Frank se desculpar pelo TWA de 5 temporadas atrás.

    I Feel Good- ok,eu sou meio chata e não gosto muito de episódios diferentes e animadinhos como este.Mas ver o Morris cantando é algo de que com certeza sentirei falta.Olha,a Sam além de tudo,dança bem.Achei bem legal a idéia do acampamento dos cardíacos.E o Brenner fez certinho com o garoto.Banfield e seu marido mala finalmente conseguem o bebê,foi bom que encerrou esta história.Fato é que,assim que terminou I feel good e começou a passar aquela promo,meio que caiu a ficha que ER vai acabar e,caramba,em se tratando desta série,eu sou uma manteiga derretida…Não vai ser a mesma coisa assistir a qualquer outra série depois de ER acabar.Mas eu falo mais disso semana que vem

  4. Priscilla

    Chegando um tantinho atrasada pra comentar episódios…
    Bem, apesar de Shifting Equilibrium ter sido mais fraquinho, gostei do epi. Até que gostei da Neela colocando a plaquinha com a Haleh, e gostei tb dos flashbacks… foi uma oportunidade de rever o Gallant e acho que beeem lá no fundo a história de Neela merecia esse desfecho “carinhoso” rsrsrs, afinal foram 6 anos em ER.

    E o que falar de I Feel Good????
    Que mesmo sem nenhuma participação de personagens dos velhos e bons tempos, me lembrou muito a série de anos passados… a energia, o contexto, sei lá… Terminei de assistir com uma sensação boa!!
    O Morris tava perfeito! E acho que a maioria de nós deve ter se sentido bem… muito bem!

  5. Giselle

    Shifting Equilibrium : achei este episódio chatérrimo. Pra mim a Neela já deveria ter saído a muito tempo. Até na hora de ir embora a mulher ficou indecisa aff !!!
    As únicas coisas que se salvaram foram o Brenner que eu estou adorando nesta temporada e as aparições da Abby e do Ray que finalmente conseguiu ficar com a mala da Neela. Isto eu detestei porque a Neela não merecia ficar com ele.
    Fazer o que né? Tchau Neela !!! Já foi tarde !!!

    I Feel Good : Gostei. Foi um episódio bacaninha.
    Gostei das crianças e adorei o Brenner com o menino que não queria participar de nada.
    O Morris muito fofo pedindo a Claudia em casamento.
    Adorei o Gates e o Morris cantando. Muito legal.
    O Stamos lembrou os bons tempos de Full House.
    E ele e o Scoot Grimes são bem amigos . De vez em quando eles tocam juntos . Por isto a quimica entre os dois no palco. A Sam não estava chata.
    Amei que a Banfield ficou com bebê. Que bom !!!!
    Só fiquei triste porque a mãe da Lucy rejeitou o coração.
    E na semana que vem acaba !!!
    Já vi que eu vou me acabar de chorar !!!

  6. Thiago Sampaio

    Carlos (49) Tudo bem =P Foi um detalhe mínimo mesmo. Sobre o Dubenko, até que é uma interpretação compreensível. Negócio que não vejo mesmo isso dessa maneira…

    Eduardo (50) Gentile! Ele mesmo. Pra lembrar o nome dele, eu associo com o do Gemmill, pois eu falo Lance “Gentil” (provavelmente errado, mas..) só que quando escrevi o depoimento, deu branco e eu só pensava no nome do Gemmill XD E pois é: vamos ter que parar nas comparações aqui huahauhauhauahu Sou muito fã de Ambush (difícil criar uma episódio de episódio ao vivo), acho Baby Shower um dos melhores episódios da 2ª temporada e Middle of Nowhere um dos melhores momentos de Benton =P

    Sonylena (51) Que nada, uai huahuahauhau Como todo bom baiano, torço prum time local. Como o Jahia não é a minha, sou Leão da Barra XD E como não gosto do timão (sem traumas, é que a mídia – Band – exalta tando esse time q enche!), acho um absurdo maior ainda alguém que mora em Salvador torcer prum time de fora =P Marília.. você é baiana? Ehr… Enfim, como ela vai pro Barradão ver o gordo no lugar do final de ER, espero mesmo que volte com uma sonora goleada na cabeça XD

    Mônica (52) Nem, tranquilo =T O que eu tava falando não era nem do nome esquisito… É que Kai é o cara que Rachel estava a fim em On The Beach. Quando Lizzie acha o nome estranho, Mark manda um “Kai quer dizer oceano”.

    Luciana (53) Pois é… Também, a Warner inventou de colocar os dois no mesmo dia… Equilibrium, novamente, veio depois de Old Times e focado na Neela. Não foi a minha, apesar da Abby e do humor de Frank.. Já I Feel Good se redimiu mesmo. Ótimo episódio.

    Priscilla (54) Antes tarde do que nunca =) Ehr.. Será que fui o único contra os flashbacks? huahauauauah E I Feel Good é quase que sem comentários. Um com ar de nostalgia mesmo, apesar de não ter ninguém do elenco original.

    Giselle (55) Tchau Neela, seja feliz com Ray. Enquanto isso, em I Feel Good, apesar de muito musical e num ritmo diferente, foi excelente e fechou algumas das histórias de ER… Bom episódio que nos deixa menos tensos para a exibição do episódio final

  7. claudia

    Ei, a Lucy da Joanie foi uma homenagem a Lucy que foi esfaqueada e morreu naquele episodio com o Carter?
    Foi recorde o numero de comentarios?

  8. Thiago Sampaio

    Claudia (57) É presumível que tenha sido uma homenagem sim. Quanto aos comentários, sem recorde. O da semana passada teve 80 e o maior de todos foi o do season finale do 13º ano, com 97. Mas… não conto isso. Sério =T O importante é a qualidade deles, que vem sempre constante nesse espaço

  9. Thayse

    Ah saquei, tu tava doido pra fazer aquela citação de On The Beach, mas ninguém falava do filho da Parminder pra você ter a chance, hahahah!!

  10. Mônica A.

    Cara, você tem uma memória. Eu amei On The Beach, mas não lembro mesmo que o carinha da Rachel se chamava Kai. E olha que esse é um dos meus episódios favoritos. Deus conserve essa sua memória, Thiago!

  11. Felipe

    Voltei! Acabei de ver o episodio “I Feel Good”, achei diferente mas bom (gracas tb a excelente legenda do Thiago, parabens!)
    Gosto da Claudia, mas prefiro a Hope… (alias, a atriz que interpreta a Claudia já participou de ER antes, igual a Daria)

    Qto ao 1o episodio de 4a feira, achei que a personagem Neela teve o desfecho que merecia, tipo, gostei dos flashbacks, nao os achei desnecessarios.
    Eu gostava da Neela, apesar de ser notorio que o personagem dela ficou sem rumo (acho que os roteiristas nao sabiam o que fazer com ela).
    De lembrança boa com ela, fica a “bolada” q ela tomou na cara num episodio (parecia blooper, mas ficou bom indo ao ar)!

    É isso! ate semana que vem!

  12. marília

    pô EU TENHO QUE IR no jogo, gente.

    inegociável!

    mas chegarei a tempo da reprise, com fé!

  13. sonylena

    É isso ai Thayse, o Thiago tava louco para mostrar os conhecimentos de nerd dele!!!!hahahaha
    Vai no jogo Marilia e dá sorte pro timão!!!!!

  14. Flávia

    Gente, adorei a ideia do Carlos de um banner lindo de ER para o Teleséries. Também não sei fazer, mas aposto que tem alguém nesse fórum que sabe. Que tal? Quem se habilita?

  15. Flávia

    Ah, outra coisa que eu esqueci de comentar e o Carlos comentou: pode ter sido um artifício meio preguiçoso, mas a repetição do muro das plaquinhas foi legal para, nessa reta final, rolar uma homenagem a outros dois personagens mortos do passado de ER: Gallant e Pratt. Tudo bem que o Pratt morreu nesta temporada mesmo, mas foi legal a lembrança. O episódio da Neela trouxe os dois, o Ray e a Abby de volta, de uma tacada. Era impossível eu não gostar…

  16. Thiago Sampaio

    Thayse (59) Mas a citação já tá feita (parágrafo da foto de Neela com Ray). Eu queria era que alguém tivesse notada pra puxar assunto XD

    Mônica (60) Talvez minha memória até seja boa, mas só com besteira mesmo. Meu HD mental pra besteira e cultura inútil gasta espaço demais e acabo não lembrando de coisas importantes huahauhauhau

    Felipe (61) Vlw mesmo. Legendar corretamente os problemas cardíacos não foi nada fácil. E eu gosto da Hope mas prefiro a Claudia (a atriz que faz Claudia participou do episódio ao vivo Ambush, 4ªtemp, iniciando uma briga generalizada no PS). No mais, fiquei meio que desapontado pelo episódio ser centrado na Neela, pq com o passar do ano, acabei desistindo de torcer por ela…

    Marília (62) Meu time infelizmente é caseiro… Dificilmente ganha fora… Bom que vai se recuperar da derrota pro galo contra o timão! huahuahauhau Mas volte sim! Lembre-se que o documentário vai passar 1h da manhã aí em SSA (2h horário de brasília)

    Sonylena (63) Eu já demonstrei… vocês que não viram! XD E como assim sorte pro time? E o meu Vitória? huahuahauhauah

    Flávia (64&65) Até peguei algumas fotos do elenco, mas… não sei nada de photoshop e naõ achei a fonte de ER. Fora que fiquei em dúvidas quanto o elenco. Susan só tem da 3ª temp pra trás. Corday e Weaver só da 4ª pra frente. Doug só da 5ª pra trás. Carol sai na 6ª, quando entram Abby e Luka… Acho que tinha que ser da primeira mesmo e fim de papo =P Quanto ao episódio, passei por cima das cenas de Gallant e Pratt porque não gosto mesmo de cena com flashback…

  17. Thayse

    Thiago, o problema é que aqui ninguém tem uma memória como a sua, pra lembrar desse fato e puxar o asunto, hahahhahah. Quem me dera eu ter um décimo dessa sua memória, eu estaria feita! Um abraço.

  18. Flávia

    Gente, não consigo segurar minha ansiedade pela noite de amanhã. Vou tirar o telefone do gancho das 21h à meia-noite!

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